Notas da Autora
Sem desconfiar de nada, Vegeta segue na aproximação do planeta, enquanto certos planos são traçados contra ele...
Enquanto isso, Kakarotto segue com uma nave Vegeta e fica alarmado quando sente pelo vínculo de ambos os sentimentos de medo e dor...
Distante do planeta, uma nave se aproxima oriunda de outro quadrante, cujo objetivo é...
Yo!
Quero pedir desculpas pela demora em atualizar.
Tenham uma leitura.
Capítulo 13 - A chegada em Bejiita
O Controlador do espaço aéreo estava monitorando a estranha nave, assim como outras, enquanto fiscalizava os hangares, até que ouve o som da porta sendo aberta e vê o rei entrando.
Rapidamente, se prostra e o monarca pergunta:
- E o farsante?
- Eu comuniquei que estava em outra ligação, para que ele não desconfiasse. Porém, esbravejou e me ameaçou. Parecia bem real para mim.
- Ele deve ter estudado os hábitos do príncipe falecido... Provavelmente, é alguma armadilha. Ele acredita que a fama do meu falecido filho o auxiliaria a entrar no planeta. Inclusive, há algumas investigações que apontam para um ato de sabotagem com a nave dele, gerando uma falha catastrófica. Claro, estou mantendo tal investigação sobre sigilo, para que possamos pegar o traidor dentre nós. Provavelmente, alguns dos saiyajins responsáveis pelos escravos engenheiros que fiscalizavam a nave.
De fato, ele providenciou uma falsa investigação com saiyajins completamente leais a ele, de forma cega, que elaboraram um relatório falso sobre sabotagem para aplacar a indagação do povo pela morte do príncipe e inclusive, estava escolhendo um súdito para acusar de traição a coroa e ao planeta, fornecendo um inimigo aos seus conterrâneos para aplicá-los.
Ao olhar para a frente, viu o saiyajin perfeito para isso, com influência suficiente para tornar tal traição algo plausível e sem qualquer questionamento. Daria ao povo um culpado e acabou de encontrar o conterrâneo perfeito para isso. Por isso, precisava aplacar as duvidas dele, para fazer parecer que de fato era um farsante e assim, poder matá-lo.
O rei Vegeta aperta alguns botões do seu aparelho e seleciona um dos contatos de scouter que estava pré-selecionado:
- Estou na Central de controle do espaço aéreo de Bejiita.
Então, ele desconecta.
- Não sabia... Com certeza, é um impostor! O cúmplice dele armou tudo! – o controlador acredita nas palavras do rei e exibe uma face de revolta – E pensar que eu quase acreditei nele! Como sou idiota!
- Não se culpe... Ele estudou perfeitamente os hábitos do meu filho. Não é algo de improviso. Afinal, precisava ser bem crível a sua atuação.
- Verdade... O que faremos?
- Precisamos intercepta-lo para podemos tortura-lo, visando que o mesmo revele os seus cúmplices - o monarca fala seriamente, olhando para o bipe da chamada da nave no visor – Não se esqueça que ele tem que pensar que aceitamos a mentira dele. O oriente a descer no hangar particular do castelo. Afinal, seria o mais lógico. Passe os dados para que a nave pouse no hangar.
- Farei isso imediatamente, meu rei. – ele fala prontamente e retorna a comunicação.
- Seu bastardo! Como ousa fazer o príncipe Vegeta esperar? Quer que eu quebre todos os seus ossos?
- Perdoe-me, ouji-sama (senhor príncipe herdeiro). Minhas humildes desculpas. Estou transferindo para a nave o protocolo de descida no Hangar particular do castelo. Já comuniquei sobre a vossa chegada. – ele fala humildemente.
- Quando chegar irei tortura-lo por tal falha! É inadmissível deixar o príncipe herdeiro em uma comunicação de espera por míseros vermes!
- Por favor, meu príncipe, eu... – ele simula medo.
Então, a comunicação é encerrada.
- O impostor acreditou em minha comunicação. – ele comenta, sorrindo.
- Ótimo! Agora, poderemos captura-lo.
Nisso, surge dois soldados de alto patente com alguns aparelhos e o Controlador não entende.
Porém, antes que pudesse compreender algo, conforme eles se adiantavam até o computador, sendo que havia alguns escravos cientistas, a cabeça do saiyajin é decepada com um único movimento da mão do rei em sentido horizontal e a cabeça do mesmo rola pelo chão metálico frio, enquanto que o corpo caía, sujando a parede atrás do mesmo.
- Quanto tempo?
- Os escravos garantiam que em quinze minutos fariam o serviço.
- Fale para esses vermes que eles só possuem oito minutos! – ele exclama, irritado.
- Sim, senhor. Façam logo, seus animais! Agora!
Ele exclama aos escravos, que começam a fazer o serviço o mais rápido possível mexendo nos códigos e programação, assim como outro grupo cuidava da montagem da voz.
Após nove minutos, eles conseguem.
- Agora, irei comunicar a todos o culpado, assim como irei falar que teremos o comparsa dele para interrogatório e posterior tortura.
- Iremos cuidar desse assunto, meu rei. – um deles fala se prostrando, seguido dos demais.
- Agora, vão! Se preparem para a chegada dele. Lembre-se de acertar a nave, mas, de modo que ele sobreviva. Quero o bastardo inconsciente, pois, irão desconfiar se matarmos o comparsa.
- Com certeza, meu rei. Iremos agora.
Eles não se importavam se era o príncipe, pois, as ordens do rei, para eles, eram supremas.
Afinal, se eles possuíam um alto cargo, assim como detinham a riqueza e a fama, sendo que antigamente não passavam de míseros saiyajins, era por causa dele, que reconheceu os poderes deles, sendo que eram trigêmeos, algo raro.
Inclusive, o próprio monarca os protegeu e lhes permitiu o melhor treinamento, com o melhor instrutor. Era uma dívida, que não podiam negligenciar e, portanto, juraram por sua honra, desde filhote, que seguiriam o rei, não importando qual ordem esdrúxula ele desse, pois iriam cumprir a todo o custo e se orgulhavam de serem os saiyajins que mais detinham a confiança dele.
Então, se retiram para cumprirem a ordem, se posicionando no hangar do castelo, enquanto o rei apertava um botão de seu scouter e comunicava o acontecido a todos os scouters:
- Essa é uma mensagem de seu rei. Descobrimos o saiyajin que sabotou a nave da minha cria e causou a sua morte. Porém, ele resistiu e tentou atacar-me e como sabem, é um crime punido com a morte. Mas, não se preocupem, pois ele acabou entrando em contato com seu comparsa e já mandei soldados para interceptarem o mesmo. Ele será levado às masmorras, onde irei interroga-lo pessoalmente, para conseguir o nome de outros comparsas. O príncipe Vegeta será vingado! Sua morte é simplesmente inaceitável!
Ele exclama o final e depois, encerra a comunicação, enquanto o povo se animava ao saber que haviam encontrado os responsáveis pela morte do príncipe herdeiro.
O rei Vegeta foi cauteloso em não citar a lei primordial que era do conhecimento de poucos e que consistia no fato que o rei só podia ser desafiado em uma disputa pelo trono, porém, sobre certas circunstâncias, sendo que não podia ser desafiado pelo trono, enquanto não tivesse um herdeiro no auge dos seus poderes.
Portanto, tal ato tornava-se um crime.
Afinal, quem o derrotasse, teria que derrotar o príncipe, adulto, sendo que a fase filhote deles ia até os vinte e um anos. A outra lei dava plenos poderes ao mais poderoso e que o mais fraco devia se sujeitar ao mesmo. Havia uma terceira lei, sobre o direito de propriedade do mais forte. Todas apoiavam o fato imutável que somente o saiyajin mais poderoso de todos podia governar os outros.
Então, diversos guardas adentram no local, onde encontram o corpo e olham com ira para o Controlador, enquanto que o rei se aproximava com a sua capa esvoaçante, falando:
- Retirem esse lixo que traiu o nosso planeta e matou a minha cria! Irei nomear um novo controlador de voo.
Eles se prostram e se levantam, após o monarca sair do local, para se dirigir ao hangar particular do castelo.
Meia hora depois, a nave onde estava Vegeta estava fazendo a aproximação final da atmosfera, enquanto que o mesmo lutava para se recompor, conseguindo parcamente, sendo que sentia um formigamento na marca de Kakarotto em sua nuca, achando estranho não ter sumido, enquanto que improvisava algo para colocar em volta do pescoço, para que ninguém mais visse, até que sumisse, sendo que estranhava o fato de não ter sumido, ainda, enquanto cogitava a hipótese que talvez demorasse mais do que sabia sobre a marcação quando não era reciproca, sem saber que ambos possuíam a ligação verdadeira.
Então, a nave anuncia a aproximação do local pré-estabelecido na rota e Vegeta se organizava, sendo que não gostava de chegar numa roupa alienígena, sendo a mesma que ele saiu do planeta.
Então, após a usual turbulência leve da entrada na atmosfera, ele avista o castelo, enquanto desejava tomar um banho demorado, pois, estava incomodado com o seu cheiro e apreciava a limpeza.
Porém, antes que ele pudesse pensar em algo, a nave é alvejada por rajadas e frente a súbita implosão, sem qualquer aviso, somado ao fato de estar há alguns dias sem comer, já que a viagem demorou mais do que o previsto, pois, ele teve que fazer uma rota mais longa que o usual e aquela nave não foi equipada com alimentos para viagem e os robôs, já haviam retirado eficientemente a carga da mesma. Portanto, estava sem comer há dias.
Em virtude disso tudo, ele ficou inconsciente e caiu como um baque no chão, sendo que o rei e seus três saiyajins fiéis se aproximaram e identificaram o príncipe, após algum tempo, embora tenham estranhado a roupa que nunca viram, enquanto que o rei suou frio ao ver a marca na nuca dele e o fato que a marca de nascença de um ookera estava visível.
- O levem para a masmorra o mais rápido que conseguem! Por sorte, essa roupa não o identifica e a distância, os demais não irão identifica-lo. E sobre minhas ordens, ninguém irá até lá, com exceção de minha pessoa. Também o amordacem, após o prenderem com algemas de contenção de poder.
- Sim, meu rei!
O que aprecia ser o líder exclama e rapidamente, usando inclusive alguns panos para ocultar o cabelo do mesmo, dificultando a identificação, corria velozmente para dentro do castelo, para se dirigir as masmorras, seguido dos seus irmãos, procurando colocar o príncipe desacordado na cela mais profunda de todas.
Então, chamando os demais soldados que se aproximavam, o rei, ainda no Hangar do castelo, ordena a limpeza e acessa um botão no seu scouter, para depois falar:
- Conseguimos capturar o comparsa! Eu, pessoalmente, irei interrogar o bastardo!
Enquanto isso, saiyajins por todo o planeta comemoravam, para em seguida retornarem ao que faziam instantes antes.
Porém, não muito longe do planeta, outra nave, similar a anterior se aproximava de Bejiita, sendo que o saiyajin a bordo sentia uma ira tão intensa, que a mesma era palpável, sendo que inicialmente sentia raiva pelo que Vegeta fez, para depois sentir o medo, a tristeza e a dor, sendo que tais sentimentos diminuíram gradativamente sua ira intensa por ele, enquanto sentia que os sentimentos de seu parceiro eram relativos ao planeta e fica inicialmente alarmado.
Então, Kakarotto jura a si mesmo que iria resgatar seu parceiro de acasalamento e mataria qualquer um em seu caminho, enquanto fiscalizava uma capsula no bolso, protegida por um dispositivo, pois, acreditava que com certeza, a nave em que se encontrava seria destruída.
Em virtude desse risco, já havia se transformado em super saiyajin 1 e mantinha seu ki baixo, graças ao controle quase que insano, de tão exacerbado que possuía, ao ponto de ser capaz de demonstrar um ki baixo, mesmo transformado, sendo que podia aumentar drasticamente de um extremo ao outro, caso fosse necessário, sendo que como sentia o ki, podia identificar qualquer ataque de energia contra a nave.
Na Estação espacial de monitoramento, o Controlador do espaço, identifica a nave e passa para o controlador de solo, enquanto armava os feixes, esperando a ordem para atirar.
Em Bejiita, o recém-nomeado controlador, recebe o comunicado e chama o imperador.
O mesmo estava na sala de reunião, fornecendo o nome de saiyajins que eram comparsas, sendo que os escolheu para jogar a culpa, pois, em tese, torturou o prisioneiro e ele forneceu nomes e os soldados estavam tão ávidos para se vingarem do príncipe, que iriam capturá-los, o mais rápido possível.
Então, após todos saírem, o rei aceita a conecção, preocupado e o controlador fala:
- Identificamos uma nave se aproximando do planeta, similar a anterior. Será que é mais um comparsa?
- Sim. Mas, já temos muitos. É desnecessário. Ordeno a destruição do mesmo. – ele acreditava que devia ser o parceiro de sua cria que o seguiu.
- Sim, meu rei!
Nisso, ele manda a autorização para a estação espacial do espaço de Bejita que dispara as armas em direção a nave que estava próxima do planeta e a explodem, sem saberem que havia outra nave, mais distante, e que pertencia a uma esquadrão formado por uma união de planetas com um único objeto. Destruir o planeta Bejiita e erradicar os saiyajins.
Para tal missão, suas naves possuíam uma tecnologia avançada e eram capazes de destruir um planeta, se assim quisessem.
Meia hora depois, Vegeta acorda, sentindo fortes dores lacerantes, assim como uma considerável tontura inicial, provavelmente pela fome e explosão, sentindo-se mais fraco que o usual, enquanto notava que estava amordaçado e preso a uma parede de aço fria.
Então, fica apavorado ao ver algemas de restrição de poder e incialmente, após a tontura inicial, julga que alguma nave inimiga o capturou, embora o local parecesse estranhamente familiar, assim como o cheiro.
- Pelo visto, acordou...
