Notas da Autora
Kakarotto cuida de Vegeta, pois, o mesmo está debilitado, enquanto que o pequeno príncipe decide...
Em Bejiita, o planeta está tentando se reerguer após a destruição provocada por Kakarotto em sua ira e não percebem que...
Yo!
Quero avisar, que infelizmente, terei que usar o prazo de até quinze dias para atualizar as fanfictions. Sempre que possível, tentarei atualizar em menos de dez dias.
É que, infelizmente, não consigo mais arranjar um tempo considerável no trabalho para digitar, assim como revisar, sendo que sempre acrescento novas cenas ou melhoro algumas cenas na revisão e mesmo que seja férias da faculdade, eu costumo chegar demasiadamente cansada.
Era só isso que queria comunicar, para justificar a demora nas atualizações.
Tenham uma boa leitura. ^ ^
Capítulo 15 - Conforto e cuidado
Antes que o rei se erguesse, passando a espumar de raiva por ter urinado nas calças, assim como sentindo uma intensa ira, a sua cabeça é decepada por Nappa, que move a sua mão, horizontalmente, concentrando o máximo de seu poder, aproveitando que o scouter do rei estava destruído, conseguindo assim cumprir com o seu intento e após ver a cabeça do monarca rolando, põe-se a gargalhar, gostosamente, sentindo uma felicidade imensa ao se vingar dele, para depois sair do local, sendo que a morte do monarca podia ser atribuída ao outro saiyajin, que provocou a confusão.
Na nave, após digitar a rota para o planeta onde eles estavam, antes da fuga de Vegeta, Kakarotto se levanta e solta o cinto do menor, que não sabe o que falar, enquanto que sentia uma intensa tontura e fraqueza, além de diversas dores em seu corpo.
Gentilmente, Kakarotto leva o pequeno príncipe no colo até o chuveiro privativo do espaçoso quarto na nave e retira a roupa do menor, para depois preparar o banho, enquanto que se despia, para depois pegar delicadamente Vegeta, cujo ki estava debilitado, assim como o corpo do mesmo, ficando alarmado ao constatar que ele perdeu mais peso do que imaginou, sabendo que tal perda de peso era agravante para os saiyajins.
Ele senta na banheira e o pequeno príncipe fica sentado no colo dele, com as pernas abertas, enquanto o maior ensaboava o menor, para depois lavar a cabeça dele com gentileza, enquanto o príncipe chorava em silêncio, se arrependo amargamente de ter fugido, assim como chorava também, por sentir os toques gentis de Kakarotto e o tratamento do mesmo, após o que fez com ele.
Então, após lavar o corpo menor, o pega no colo, o enrolando em uma toalha macia, para depois seca-lo, pois, ele estava fraco demais para se mexer, enquanto que tratava os ferimentos com um medicamento similar ao da medical machine, mas, sem precisar deixar a pessoa submersa, dependendo da gravidade dos ferimentos, sendo que Vegeta tinha muitas escoriações. Ademais, ministrou ao mesmo, alguns comprimidos para ajudar a aliviar as dores internas, assim como cápsulas pequenas contendo vitaminas e minerais.
Inclusive, tirou de uma cápsula uma espécie de aparelho, ligando-o e passando com o mesmo por cima do corpo do menor, para se certificar que não havia perfurações internas, que poderiam levar a morte, sendo que o computador, após analisar os dados, o tranquilizou que não havia tal perigo.
Vegeta chegou a ver Kakarotto pegando uma estranha máquina de uma cápsula, mas, confiava nele e sabia que não faria mal nenhum a ele. Portanto, decide se entregar ao sono confortador, enquanto que estranhava algo pequeno se tornar grande.
Porém, não consegue raciocinar mais, pois, acaba adormecendo, tanto pelos medicamentos, quanto pela intensa fadiga física e mental que o acometia.
Quando o maior olha para o rosto do menor, percebe que ele havia dormido, sendo que podia ver a face úmida pelas lágrimas que derramou e ao olha-lo, percebe que ele parecia ainda menor contra a cama, fazendo-o grunhir de prazer, assim como despertava o sentimento de proteção e cuidado.
Então, o cobre com a coberta, para depois se deitar também, puxando-o para os seus braços, sendo que ele aperta um botão e surge um pequeno robô.
Então, solicita o preparo de uma comida saborosa e o mesmo sai para cumprir a ordem e caso não acordasse, Kakarotto ordenaria aos mesmos que guardassem a comida e depois a aquecessem, se fosse necessário, caso Vegeta não acordasse quando a comida estivesse pronta.
O maior afaga gentilmente o rosto do menor, enquanto que sentia que o odor do príncipe estava mais intenso que o usual, algo que achou estranho, enquanto que sentia a sua libido aumentando, exacerbadamente, sendo que procurava contê-la, pois, Vegeta estava debilitado demais e havia vivenciado, recentemente, um ato de traição brutal.
Além disso, tinha prometido que somente iria penetrá-lo, se ele permitisse e pretendia cumprir a sua promessa a todo o custo.
Então, após lutar contra a sua excitação que aumentava a níveis exacerbantes, ele adormece, enquanto que se sentia feliz por ter de volta o seu pequeno príncipe e iria garantir para que algo assim, nunca mais acontecesse.
Então, uma hora depois, um robô entra no quarto e fala:
- A comida já está pronta, Kakarotto-sama.
Ele olha para o menor que ainda dormia e fala:
- Guarde a comida. Mas, aguarde, pois, irei mandar esquentá-la.
- Farei isso, Kakarotto-sama.
Então, o robô saí e o saiyajin torna a acariciar os cabelos de Vegeta, que estava esgotado, sendo que percebia a mudança do odor do menor, tornando ainda mais difícil conter a sua libido, pois, o maior sentiu que o odor intenso o estava estimulando a níveis exacerbantes, sendo que nesse interim, ele precisou de alguns banhos gelados.
Após algumas horas, o príncipe acorda e percebe que está com a cabeça repousada no tórax talhado de músculos do maior, que o abraçava, possessivamente, sendo que fica olhando para a face máscula de Kakarotto, para em seguida levar uma de suas mãos para tocar a face do mesmo, para se certificar que de fato estava em seus braços e que não era uma ilusão. Que tudo que se recordava, era real. Que ele foi salva-lo, apesar do que fez.
Então, o maior abre os olhos, sendo que sentiu a mão em se rosto e olha para o menor, enquanto sorria e afagava o rosto dele, gentilmente, para depois perguntar:
- Dormiu bem?
- Sim.
- Dei alguns medicamentos para a dor, sendo que eles também auxiliam no processo de cura. O efeito colateral de alguns desses medicamentos é a sonolência. Tem aqueles que não causam. Mas, você estava esgotado e achei que algumas horas de sono tranquilo fariam bem a você.
Vegeta cora, enquanto que sentia o seu coração se aquecer, pois, nunca ninguém se preocupou com ele antes, da forma como Kakarotto se preocupava e que inclusive, cuidou dele, sendo que se lembra do banho, depois de uma máquina e a aplicação de medicamentos, antes que adormecesse e que de fato, fora um sono tranquilo.
Então, ele não sabe como abordar um assunto que sente necessidade em falar, pois, apesar de tudo, ainda havia o seu orgulho, embora soubesse que teria que se desculpar pelo que fez, pois, Kakarotto estava sendo gentil naquele momento e ele aproveitou essa situação para fugir dele e as consequências foram brutais, sendo que não queria se recordar das palavras cruéis de seu genitor. Na verdade, queria esquecer que existia Bejiita e somente queria se concentrar no atual.
Além disso, se recordar, somente traria mais dor a ele e já bastavam as dores físicas, que ainda sentia, embora estivessem mais brandas, além das feridas no coração.
- Está doendo?
A pergunta do maior o tira de seus pensamentos e percebe a face preocupada dele, para depois responder:
- Um pouco.
Ele dá um beijo gentil nos lábios do menor e se levanta, falando:
- Vou buscar algum medicamento e depois, a comida.
- Eu posso comer.
- Eu não acho.
Nisso, ele se levanta nu e Vegeta nota que o membro dele estava levemente desperto, fazendo-o corar, enquanto que estranhava o fato dele não toca-lo, como costumava fazer, provocando-o e meramente o tratava, questionando se ele estava respeitando o fato que ele estava sentindo dores e que estava fraco.
Então, vê o mesmo surgir com alguns comprimidos e água, sendo que corava levemente ao vê-lo nu, vendo o mesmo sorrir de canto.
Sem hesitar, ele pega os compridos e toma, pois, confiava nele, sendo que no passado, nunca faria algo assim, pois, sempre suspeitava de tudo mundo e ninguém detinha sua confiança. Kakarotto era o único que possuía tal confiança.
Então, o maior caminha para uma espécie de gaveta, retirando uma bermuda folgada para usar e em seguida, sai do quarto e após alguns minutos, com Vegeta puxando o lençol para se cobrir melhor, Kakarotto surge com uma bandeja, seguido de alguns robôs com outras bandejas, até que ele senta no lado da cama do menor e começa a dar comida na boca do pequeno príncipe, que acha ruim, mas, que compreende que estava, de fato, fraco demais e que perdeu muito peso, por ter ficado dias sem comer, sendo que tal ausência de alimentos era prejudicial a eles, uma vez que eles comiam muito, por causa de seu metabolismo.
Após alimentá-lo, ele sente vontade de ir ao banheiro e fala:
- Preciso ir ao banheiro.
- Venha, vou ajuda-lo... Acredito que mais uma refeição, e terá, parcamente, a sua força de volta, para ir sozinho. – ele fala com um sorriso.
Então, ao chegarem no banheiro, Kakarotto o segura pela cintura e ele se alivia, sendo que sentia certa sensibilidade pelos toques do maior, uma vez que só as mãos dele, disparavam choques prazerosos em seu organismo, precisando conter os gemidos, para depois o maior levá-lo em estilo noiva para cama, cobrindo-o, com o menor notando que mais robôs traziam comida e ele comia em uma mesa de tamanho considerável no canto do quarto, que parecia ter surgido do nada.
Enquanto o outro comia, não conseguia tirar os olhos do corpo dele, sendo que o maior percebia o olhar do menor, que estava corado e sorria de canto, sendo que estava sendo difícil dele se conter.
Porém, sabia que Vegeta havia passado por uma traição brutal e que sofreu, tanto emocionalmente, quanto fisicamente. Portanto, a última coisa que desejaria era ser acariciado por ele. Além disso, ainda estava fraco, sendo que sabia melhor do que ninguém o quanto ele emagreceu.
Portanto, jurou a si mesmo que se conteria, apesar do odor do menor estar tentador demais para o seu próprio bem, pois, despertava a fera interior do maior, que rugia para tomá-lo.
O pequeno príncipe notou o olhar escuro de desejo e igualmente faminto de Kakarotto para ele, fazendo-o tremer de prazer, sendo que somente o olhar do mesmo o estimulava.
Então, após olhá-lo por algum tempo, ele vê que o maior sacode a cabeça para os lados e depois, torna a olhar para frente e recomeça a comer, para depois ir ao banheiro, enquanto os robôs retiravam a louça suja, para em seguida ele sair e ir até a cama, deitando ao lado de Vegeta, fazendo-o ficar com a cabeça no tórax dele, enquanto o afagava.
O menor acaba se encolhendo contra o maior, sendo que seu orgulho não estava mais visível e fala, em um tom baixo:
- Me desculpe...
Após alguns minutos, o maior fala, após suspirar:
- Entendo o motivo de você ter fugido... E senti o quanto você sofreu por isso, assim como, quando chegou ao planeta. Senti toda a sua dor, todo o sofrimento e toda a tristeza que o tomou. Sua fuga ocasionou muita dor para você. Mas, você fez, pois queria estar em nosso planeta natal. – enquanto ele falava, afagava a marca dele na nuca do menor, fazendo Vegeta gemer levemente, enquanto se surpreendia por ele sentir tudo o que sentiu – Confesso que estava com muita raiva pelo que fez, quando eu acordei na praia e que de fato, queria puni-lo. Mas, ao sentir tudo o que você vivenciou, percebi o quanto sofreu por seus atos. Descobri que não podia nutrir raiva de você e que, já havia sofrido. Então, vamos esquecer esse episódio, tudo bem?
Ele olha e vê o sorriso de Kakarotto, até que ele estica o braço, pegando algo do lado dele e o menor fica surpreso ao ver a mesma concha de antes.
- Você ainda não respondeu se queria ou não. Pegue. Se quiser, destrua ou não. É seu.
As palavras do maior e o gesto dele quebram as frágeis defesas de Vegeta, sendo que as recordações retornam, assim como todo o martírio que sofreu por culpa dele mesmo.
Então, agarra-se em Kakarotto e chora, sendo que o maior coloca a concha no local que estava antes e o abraça, enquanto o confortava, afagando-o e beijando a testa dele, não falando mais nada, pois, sabia que se falasse, ele iria sofrer ainda mais.
As lágrimas de Vegeta eram de dor, de arrependimento, de saudades, assim como se sentia sortudo por ter ganhado uma segunda chance com quem amava.
Ele chora, até que adormece e dando um último beijo nele, ambos dormem juntos.
