Notas da Autora

Enquanto Bejiita se recuperava do ataque de fúria de Kakarotto, acaba tendo que...

Enquanto isso, Vegeta estranha o fato de que...

Yo!

Para aqueles que estranharam um Vegeta chorando.

Bem, quando ele fica na sua época fértil, ele altera seu humor, como nós mulheres na TPM, assim como na gestação.

Afinal, em ambas as situações, nosso humor muda constantemente, assim como ficamos mais sensíveis, por causa da "montanha russa" dos nossos hormônios. Ou seja, no quesito hormonal, nos hormônios estão descontrolados.

Vegeta, por ser um okera e, portanto, capaz de ficar grávido, passa por esse mesmo processo. De fato, ele está mais sensível e frente a isso, acabou chorando, após tudo o que passou.

Ele tem também tem momentos de raiva, sendo que quero mostrar essa diferença de conduta e de comportamento dele, que também o confunde, pois, não compreende o motivo de seu humor ficar dessa maneira.

Quando passa esse período, ele é como no anime/mangá.

Claro, que quando ele ficar grávido, ele irá ficar como no período fértil e Kakarotto terá que lidar com ele, pois, ele ficará sensível.

Tenham uma boa leitura.

Capítulo 16 - A decisão de Vegeta

Há milhares de anos luz dali, mais precisamente em Bejiita, com o assassinato do rei, a rainha assumiu o comando do planeta, enquanto que anunciou que estava grávida do príncipe herdeiro, sendo que estava auxiliada pelo Conselheiro real e toda a equipe do mesmo, pois, o planeta encontrava-se em um completo caos, devido a perda da metade da população com o ataque do saiyajin estranho, assim como do rei, com a morte dele sendo atribuída ao mesmo, ao ver deles, sendo que temiam que esse ser poderoso retornasse ao planeta.

Com a perda absurda de soldados, Nappa foi elevado ao título de comandante de Bejiita, que era um cargo abaixo do general e estava auxiliando o mesmo, assim como coordenando as tropas, sendo que estava feliz pelo fato de ninguém desconfiar que o verdadeiro assassino do rei fosse ele, ao atribuírem a morte do mesmo ao estranho saiyajin que devastou uma parte considerável do planeta.

Então, sem ninguém perceber, um estranho ser, com aparência humanoide, voava no espaço, enquanto sorria malignamente, se regozijando, antecipadamente, ao saber que em alguns dias, se aproximaria de seu alvo.

Alguns dias depois, no Castelo, a rainha e o conselheiro estavam reunidos para uma das dezenas de reuniões que aconteciam, diariamente, sendo que vários comandantes e o general de Bejiita, já haviam saído e somente ficaram ambos para discutir os assuntos abordados na reunião.

- Mas, como assim nosso efetivo não se recuperou, ao menos em sessenta por cento? – a rainha pergunta, preocupada – Nós não convocamos outros saiyajins, assim como os remanejamos?

- Sim, minha rainha. Mas, temos um problema, considerável. – o conselheiro real fala, olhando os gráficos, como se buscasse alguma solução nos mesmos.

- Qual problema?

- Precisamos reconstruir algumas construções importantes como as das máquinas medicinais. Perdemos muitas máquinas nessa invasão.

- Entendo... – ela fala, suspirando e tornando a se sentar, enquanto passava a mão na testa – Precisamos redefinir áreas de prioridade, assim como remanejar o máximo de escravos possíveis, assim como devemos redistribuir, novamente, os saiyajins.

- Com certeza, minha rainha.

- As invasões foram suspensas?

- Sim.

- Quantos já retornaram para o planeta?

- Noventa por cento e já estão sendo remanejados.

- Pelo menos, isso... – ela comenta, sentindo um pouco de alívio – Agora, teremos um aumento no contingente.

- Acredito que mais um dia e todos irão retornar, para auxiliar na reconstrução do planeta.

- É a nossa única alternativa. Afinal, já remanejamos todos os saiyajins com o mínimo de condição para trabalharem, assim como para fiscalizarem os escravos.

- Com certeza. Acredito que podemos remanejar uma parte deles para supervisionar as construções. Para a nossa sorte, no momento que aquele saiyajin de cabelos dourados nos atacava, os escravos fugiram dos locais e graças a isso, não tivemos uma perda absurda.

- Qual a porcentagem de escravos aptos?

- Setenta por cento.

- Foi um milagre temos perdido somente trinta por cento da mão de obra nesse planeta.

- Acredito que isso se deve ao fato de que ele somente atacava outros saiyajins. Ele não tinha interesse em escravos, segundo relatos.

- Isso é estranho... Inicialmente, pensei que pertencia algum grupo que estava se organizando para nos atacar, sendo que eles matam tanto cidadãos quanto escravos, para provocar um déficit violento. – a rainha comenta pensativa.

- Também acho estranho... Além disso, muitos falam que ele parecia estar procurando algo.

- Mas, o que seria? – ela indaga, olhando para o seu Conselheiro real – Se bem, que devia ser um proscrito, pois, isso explicaria o ódio para os seus conterrâneos.

- Cheguei a essa mesma conclusão.

Então, um soldado surge desesperado, entrando de supetão na sala, fazendo o Conselheiro real e a Rainha se exasperarem, pois, somente um motivo muito forte levaria o soldado a entrar tão abruptamente e quando ele fala, percebem que seus temores se tornam reais:

- Minha rainha e Conselheiro real, estamos sendo atacados!

- Como assim atacados?! – ela exclama, exasperada, pois, estavam demasiadamente vulneráveis.

- É o mesmo saiyajin estranho de antes?

- Não. É um ser estranho... Segundo ele, é um androide criado por um tsufurujin.

- Mas... Nos os exterminamos! – a rainha exclama confusa.

- Pelo visto, um sobreviveu e não sei como... – o conselheiro fala, sentindo uma intensa ira – aqueles bastardos eram fracos, mas, eram muito inteligentes.

- Então...!

- Sim. Ele quer vingança em nome da raça. Ou melhor, seria dizer, conforme o seu criador ou criadores determinaram... mas, não será hoje que algo criado pelos tsufurjins, irá nos subjugar!

Nisso, ele exclama, orgulhoso e saí da sala, enquanto ordenava ao soldado:

- Acionem o alerta geral, no ponto onde o androide se encontra.

- Sim, senhor!

Nisso, ele aperta seu scouter e descobre o local, enquanto partia dali, mas, não sem antes se virar e falar:

- Fique aqui, rainha... Seu príncipe será o futuro rei e irei garantir que esse desgraçado não chegue até o palácio.

Então, ele sai dali e a rainha desaba na poltrona acolchoada, passando a mão na barriga, enquanto estava preocupada consigo e com o seu bebê, sendo que ela ouvia o caos e a confusão do lado de fora.

Algumas horas depois, em uma nave grande, há milhares de quilômetros dali, Vegeta andava com uma espécie de camisa que Kakarotto deu, sendo que era imensa para ele, já que era menor que o outro, enquanto que tentava compreender o motivo dele estar tão emotivo e sensível, sendo que seu humor mudava drasticamente de um momento para o alto, sendo algo não usual dele, enquanto que percebia que ele ficava assim, somente em alguns períodos, assim como a sua sensibilidade aos toques de Kakarotto pareciam aumentar, demasiadamente.

Seu humor estava tão instável, que explicava ao mesmo, o motivo dele ter chorado tanto, se considerar o que ele vivenciou em Bejiita, até que sacode a cabeça para os lados, pois, não queria se recordar do pior dia de sua vida, a seu ver.

Naquele momento, se encontrava na imensa cozinha, tomando uma bebida quente, que se chamava chocolate, sendo que ele passou a apreciar o sabor, enquanto ficava pensativo, se recordando da conduta de Kakarotto naqueles dias, desde que foi resgatado.

Após a segunda refeição, se sentiu mais forte para andar e se movimentar, assim como, as dores sumiram, gradativamente.

Porém, sentiu que Kakarotto se distanciou, ficando a maior parte do tempo na ponte de comando, lendo alguns dados, somente fazendo companhia a ele nas refeições e quando dormiam, preferencialmente quando ele adormecia.

Claro, ele era alguém quieto e gostava da tranquilidade e do silêncio, mas, procurou conversar bastante com o maior, para conseguir algumas informações e inclusive, para conhecê-lo melhor e sentia que havia muita coisa que ele não contava e outras, que falava, parcialmente.

Claro, se sentia triste por isso, uma vez que confiava plenamente nele, mas, compreendia que após o seu ato, se haviam possuído alguma parca confiança, a mesma foi destruída naquele dia e teria que provar que era digno de confiança, novamente.

Todos esses pensamentos vinham em sua mente, enquanto ordenava uma nova xícara para o robô, que prontamente o atende, enquanto que estava adorando ser servido por eles, que eram melhores que os escravos, assim como não se cansavam e estavam sempre de prontidão, por horas consecutivas.

Inclusive, ele decidia a comida, sendo que o maior aprovou, passando a aprender mais sobre os tipos de culinária, sendo que ficou fascinado pela diversidade de pratos e em todas as refeições, sempre era um prato diferente, pois, queria provar todos os tipos.

Porém, mesmo com tudo isso, assim como a atenção demasiada e sempre prestativa dos robôs, sentia falta de Kakarotto, assim como estava chateado com a distância entre ambos, sendo que não compreendia.

Afinal, já estava se sentindo forte e não sentia mais dor.

Mesmo assim, o maior ainda o tratava como alguém machucado e evitava fazer alguma carícia de cunho sexual.

Claro, dava carinho e o confortava, mas, não uma carícia sexual, repleta de malícia, assim como evitava exibir uma face maliciosa, sendo que quando acontecia isso, ele a desfazia e se afastava.

Após suspirar mais uma vez, surge uma ideia em sua mente, embora estivesse intensamente corado, sabendo que era uma chance que ele tinha e que não deveria desperdiçar, pois, de fato, seu corpo sentia saudades das carícias, assim como o prazer que vivenciava com ele, quando ele o masturbava.

Além disso, queria ter relações, sendo que autorizaria a penetração, mesmo com medo e sabendo que sentiria muita dor, pois, ele era bem dotado e não conseguia imaginar seu corpo lidando com o tamanho.

Mas, mesmo assim, queria experimentar, pois, tivera muitos sonhos eróticos com ele, acabando por acordar suado, assim como havia chegado ao ápice e ao apalpar o seu lado, Kakarotto não estava visível.

Então, decide colocar o seu plano em prática, pois, se aproximava o momento de comerem algo.

Após revisar o seu plano, ordenou aos robôs o que desejava de comida, após olhar o menu de alimentos em 3D que flutuava no ar, digitando nos botões flutuantes, sendo que ficou, inicialmente, fascinado por tal tecnologia.

Longe dali, na ponte de comando, Kakarotto sentia-se incomodado com o seu membro semiereto, enquanto sua fera interior rugia para tomar o menor e só não ficava com Vegeta, pois, sentia que não conseguiria se conter, sendo que o seu sangue fervia para penetrá-lo e sabia que não havia recebido autorização dele.

Portanto, não acreditando que somente ficariam na masturbação, um com o outro, preferia manter distância, sendo que perdeu as contas de quantas vezes precisou aliviar a sua ereção banheiro, assim como das duchas frias para cessar a sua ereção.

Afinal, o odor do menor estava tentador demais para ele, que disfarçava sua ereção com uma bermuda folgada, enquanto que não compreendia a mudança do odor do mesmo, uma vez que ele era um macho e não uma fêmea, assim como notava que o humor dele mudava drasticamente de um momento para o outro, além dele parecer, de certa forma, demasiadamente sensível, sendo que usualmente ele não era assim.

Então, é despertado de seus pensamentos, quando a porta de comando abre e surge Vegeta, que fala:

- Vamos comer em breve.

- Isso é ótimo. Estava ficando com fome. – ele fala com um imenso sorriso.

Quando o menor sai, ele volta a olhar para o monitor, enquanto que Vegeta havia saído para colocar o seu plano em prática, sendo que corava intensamente, mas, sabia que era a única forma.

Então, após verificar algumas mensagens, ele percebe várias mensagens perdidas de sua imouto e fica preocupado, pois, percebe que ela tinha algo de urgente para falar com ele, devido a quantidade demasiada de chamadas perdidas.

Após verificar se a porta estava hermeticamente fechada, para que Vegeta não entrasse no local, pede conecção com a mesma e após alguns minutos, percebe que é realizado automaticamente, pois, avistou o quarto de pesquisas de Tights e a mesma estava compenetrada, sentada no canto do quarto, lendo diversos hologramas que se projetavam no ar, assim como volta e meia, acessava os computadores ao seu lado, sendo que Raditz estava com o semblante preocupado, procurando ajudar no que podia, ao estender pranchetas e entregar itens que ela pedia.

- Ei! Nee-san! Pensei que tinha desativado a conecção automática! – ele exclama, preocupado, ao ver o semblante de ambos.

- Otouto! Nem vi que você pediu conecção! – Tights se aproxima, afobada – E de fato, esqueci de desativar. É que tem sido bem agitado essas últimas horas.

- "Agitado"? – ele arqueia o cenho.

- Simples, Kakarotto. Bejiita foi destruída, há algumas horas atrás. Não sobrou nada do planeta. – Raditz fala seriamente – Ou por acaso não sabia? Cogitávamos a hipótese de algum de seus ataques, já que estava na forma super saiyajin, poderiam ter abalado o núcleo do planeta.

- Como assim "abalar o núcleo do planeta"? Tudo bem, eu invadi o planeta, destruí algumas coisas, matei muitos conterrâneos em minha fúria... Mas, destruir o planeta é outro assunto e não o debilitei tanto assim, para provocar um colapso generalizado nele. Embora que não tenho o mínimo de pena pelo destino de nosso planeta natal.

- Eu compartilho de seu sentimento e se de fato, garante que não provocou com os seus atos um colapso do planeta, então, nos inclinamos para a outra opção. – o mais velho fala, pensativo.

- Qual é a outra opção? Um ser capaz de implodir um planeta inteiro, com vários saiyajins, enfrentando a população inteira?

- Provavelmente, Kakarotto. É a explicação mais plausível. Pois, os computadores estavam sendo acessados freneticamente e somente ficaram em silêncio após meia hora. Os dados acessados, assim como comunicações interruptas, indicam que estavam sobre ataque, antes do planeta ser erradicado.

- Talvez ele esteja visando os saiyajins, afinal, nossa raça fez inúmeros inimigos pelo universo afora. – o mais velho fala.

- Com certeza... Mas, se for voltado para os saiyajins, nós podemos ser o próximo alvo. – Kakarotto fala visivelmente preocupado – E não sabemos o nível de poder dele e o que ele é. Tem raças com uma tecnologia absurdamente elevada.

- Com certeza. Estou pesquisando em conjunto com outros técnicos e melhores cientistas dos planetas aliados, além de usar scanner e informações de naves que passaram no setor, em busca de mais informações. – a humana fala.

- Kakarotto, nossos pais querem que você venha para cá com Vegeta. – Raditz fala a contragosto, pois, sabia da fama do príncipe e temia que fizesse algo em relação a Tights.

- Tem certeza? Eu acho que devíamos esperar mais... Não queria levá-lo, tão cedo assim. Ainda mais, depois do que ele fez. – Kakarotto fala preocupado, pensando em sua irmã adotiva, que por ser humana, era demasiadamente fraca.

- Olha... Eu não queria. Mas, após esse acontecimento, sendo que não sabemos com o que estamos lidando, nossos pais desejam ter você perto deles. Principalmente a nossa mãe, que esta ansiosa para revê-lo, assim como deseja a família junta nesse momento.

Kakarotto suspira, pois, imaginava como a sua amada mãe estava, sendo que seu pai se preocupava também, embora que a sua mãe, demonstrava seus sentimentos facilmente, ao contrário dele.

- Tudo bem... Vou direcionar a nave para o planeta.

- Bem, eu vou ordenar aos robôs que guardem tudo no planeta, assim como para fazerem a casa ficar como capsula, para que partam o quanto antes. – ela fala, acessando o computador interno dos mesmos, para que executem a ordem primária dada por ela.

Então, Kakarotto se lembra da promessa que fez para Vegeta:

- E sobre o que pedi? Sobre a estranha marca de nascença em meu parceiro de acasalamento?

O saiyajin pergunta preocupado, pois, se o planeta foi destruído, o Computador Central seguiu o mesmo destino e havia o risco de sua irmã não ter conseguido extrair tais dados a tempo e se ela não conseguiu pesquisar antes do acontecido, não havia meios dele cumprir a promessa que fez ao menor, que desejava ardentemente compreender o motivo de ser tão diferente dos outros machos.