Notas da Autora

Após terminar de conversar com Tights e Raditz, Kakarotto vai para o seu quarto para tomar um banho antes de comer, sem saber do plano traçado pelo pequeno príncipe.

Capítulo 17 - Plano em ação

- Eu consegui baixar muitos dados do computador, sendo que com o advento dos meses fiz backup do computador de Bejiita. Estava pesquisando sobre a marca de nascença, quando recebi essa notícia chocante, embora que esperada, já que os saiyajins tinham como inimigos, praticamente, todo o universo conhecido, por causa de seus atos. Assim que terminar as anotações e informações, irei retornar a pesquisa.

- Obrigado, nee-san.

- Só fale uma coisa para Vegeta... – Raditz fala seriamente, se levantando, surpreendendo o irmão e Tights – Se ele fizer algo contra a minha amada, vai se arrepender do dia em que nasceu e não será você que vai me impedir, acredite...

Ele fala ameaçadoramente, sendo que Kakarotto notava a profundidade das palavras e sabia que acabaria defendendo Vegeta, embora que ficaria depois muito irado com ele, enquanto que percebeu a intensidade dos sentimentos de seu irmão e que com certeza, iria se mostrar um adversário difícil de enfrentar.

- Entendo... Vou avisa-lo.

- Você me chamou de amada! – a jovem Briefs sorri lindamente e pula no pescoço de Raditz, que fica sem graça, enquanto falava:

- Espera... Tights! Se acalme!

Kakarotto ri da cena, até que fala, ao se lembrar de que a comida estava quase pronta:

- Eu vou ter que sair, nos vemos mais tarde... – nisso, antes de desligar, ele fala, com um sorriso malicioso de canto – E Raditz, lembre-se... Se controle, hein?

- Kakarotto! Seu...!

Quando ia esbravejar, Kakarotto desconecta e sai da sala, sendo que ele falou, antes de sair:

- Computador, trave e desconecte.

Enquanto saía da sala, o computador desligava a si mesmo, após travar a porta da ponte de comando.

Então, entra em seu quarto e decide tomar um banho, sendo que não nota que o pequeno príncipe entrou corado, por estar nu, sabendo que não havia outro meio, perante o fato de Kakarotto estar estranhamente determinado a não tocá-lo.

O maior não havia percebido o menor, pois, estava com a mente imersa em preocupações, por não saber qual o nível de poder e qual era o ser que destruiu um planeta e se de fato, era voltado somente ao planeta ou a raça como um todo. Se fosse uma ameaça, de fato, a todos os saiyajins, ele e sua família, assim como o seu pequeno príncipe, seriam o alvo do mesmo. Além disso, pensava em como contar a Vegeta que o planeta natal deles foi completamente destruído, pois, não sabia se ainda restava algum sentimento pelo planeta, pelo menos, em relação ao príncipe, apesar de tudo o que ele sofreu.

Então, sente algo macio em seu membro e nisso, abre os olhos e vê Vegeta nu, extremamente corado, de joelhos, fazendo sexo oral nele.

- Vegeta! Se você continuar fazendo isso...!

Kakarotto fica alarmado, pois, o odor dele estava demasiadamente tentador e estava fazendo um esforço descomunal nos últimos dias para não tomá-lo.

Mas, o pequeno príncipe apenas intensifica os movimentos, percebendo que o membro do maior ficava rapidamente desperto, enquanto que o mesmo rosnava guturalmente, sentindo o desejo feral de tomar o menor violentamente, sendo que eram rosnados roucos, similares a de uma fera, que provocavam calafrios de prazer em Vegeta, ainda mais, após olha-lo e ver os orbes ônix que exibiam um brilho de puro desejo.

Nisso, Kakarotto pega o rosto de Vegeta e começa a ditar o ritmo, com o menor se segurando nas coxas musculosas do maior, que rosnava ferozmente, conforme sentia o prazer tomá-lo, sendo que o menor geme abafado, devido ao membro grande e grosso do maior que mal cabia em sua boca, quando a cauda de Kakarotto pega a cauda dele e a aperta, roçando, principalmente próximo da base, fazendo ondas de prazer o atingirem, até que o maior chega ao ápice e Vegeta engoli a essência, assim como ele chegava em seguida ao ápice, frente a uma carícia mais vigorosa.

Então, ele é erguido, sendo que se segura como pode no maior, apesar de ainda sentir-se mole após o prazer, enquanto que o maior busca selvagemente a boca do menor em um beijo repleto de desejo e igualmente lascivo, sendo intenso e exigente, enquanto caminhava com o mesmo até a cama, após soltá-lo e antes que pudesse se ajeitar, o menor ouviu o rosnado feral de Kakarotto, cujos olhos brilhavam de puro desejo, que fazia o mesmo ter calafrios de prazer, sendo que não pode deixar de ficar receoso, pois, não conseguia enxergar Kakarotto naqueles olhos.

Porém, antes que pudesse pensar, sendo que sentia a sua mente ficar nublada pela iminência do prazer, o maior o cobre e começa a explorar possessivamente o corpo do menor abaixo de si, que gemia fino, sendo que emitia gemidos mais longos, conforme uma carícia mais possessiva, com Vegeta procurando tocar no que podia do maior, que estava tomado por um desejo violento.

Então, o menor dá um longo gemido fino, quando sente a ponta da cauda de Kakarotto roçando em seu ânus, sendo que fica alarmado, pois, não conseguia ver o seu amado, ao olha-lo nos olhos. Apenas via uma fera rosnando, imersa em pura luxúria.

- Kakarotto! Pare!

O grito de Vegeta parece despertar o maior, sendo que o menor vê que ele pisca algumas vezes, para depois sacudir a cabeça para os lados, exibindo um semblante aturdido, enquanto levantava parcialmente o corpo, sendo que fechava as mãos, enquanto que parecia fazer força, como se estivesse lutando contra algo.

Kakarotto percebe que não se recordava de estar na cama com Vegeta, pois, naquele momento, seu desejo, praticamente animal, nublou lhe a mente e agora percebe que quase acaba machucando o seu pequeno príncipe, por não estar completamente consciente de seus atos, enquanto que estava empurrando a sua fera interior para dentro, visando recobrar o controle de seus atos.

- Kakarotto... O quê...? – ele pergunta hesitante, não conseguindo compreender o que estava aconteceu com o saiyajin em cima dele.

Após alguns minutos, nota que o semblante do maior fica calmo e ao olhar para ele, Vegeta percebe que em seus olhos havia preocupação, assim como culpa, além de poder reconhecer Kakarotto, que até aquele momento, parecia estar demasiadamente irreconhecível.

Então, o menor pergunta:

- O que houve?

Após alguns minutos, passando a mão na nuca e suspirando pesadamente, o maior fala:

- O seu odor está tentador demais... Venho lutando contra isso há dias.

- Meu odor? – Vegeta estranha.

- Não sei o motivo. A única coisa que eu sei é que está difícil para este Kakarotto controlar a fera interior que ruge para tomá-lo.

O pequeno príncipe pensa por alguns minutos, para depois falar, visivelmente surpreso, enquanto compreendia os motivos de Kakarotto ter se afastado dele, embora não compreendesse o que era a mudança no odor que o maior falava, pois, ele não conseguia sentir nenhuma diferença em seu cheiro:

- Foi por isso que se afastou de mim e evitou me tocar por todos esses dias?

- Sim. Temia não ser capaz de controlar esse meu lado selvagem e igualmente feral, de uma intensidade que nunca senti antes, sendo que começou quando o seu cheiro mudou.

Vegeta nada fala, enquanto fica pensativo, tentando compreender o que acontecia com ele e o motivo da mudança de seu odor, sendo que não percebeu tal alteração e questionava-se se seria para sempre, até que é despertado de seus pensamentos, quando percebe que Kakarotto estava se levantando.

Então, sentindo algo intenso tomá-lo, como o desejo de ficar com o maior, sendo que se recorda que havia jurado aproveitar a segunda chance que lhe foi dada, o abraça desesperado, surpreendendo o maior que o olha com visível confusão na face, para depois sentir o odor de Vegeta começando a estimular um desejo intenso para tomá-lo para si, ao nível de ser desconcertante.

- Me solte, Vegeta... Não posso me controlar. Você não sabe o estado em que me encontro.

- Eu o quero, Kakarotto. E o autorizo. – ele fala com um fio de voz, evitando olha-lo, enquanto corava intensamente.

O maior suspira e fala, preocupado:

- Queria que tivesse sido mais cedo... O problema, é que não quero lhe machucar.

- Você não vai me machucar. Eu confio em você. – ele fala corado.

- O problema é que eu não confio em mim mesmo.

Então, Vegeta fica irritado e o mesmo exclama, olhando-o com determinação:

- Já disse que não vai! Portanto, cale-se, terceira classe bast...!

Então, Kakarotto toma os lábios dele e o beija profundamente, sendo que os olhares de ambos se encontraram e o maior sentia que seu sangue refreava, assim como o desejo animalesco. Claro, o sentia ainda intenso, mas, era mais controlável, sendo que sorria ao perceber que poderia ser controlado por Vegeta, enquanto que não entendia como o menor tinha tanta influência sobre ele, ao ponto de retesar o sangue que outrora fervia para toma-lo.

Então, suas mãos tornam a percorrer o corpo do menor, só que de forma mais gentil, enquanto que o beijo era repleto de amor e carinho, com o menor notando a diferença de tratamento, até que Kakarotto passa a descer os seus lábios para o corpo do pequeno príncipe, que gemia conforme sentia as mãos grandes explorando todas as reentrâncias de seu corpo, sendo que se contorcia embaixo do maior que sorria de canto, para depois explorar os bicos dos mamilos intumescidos do menor, mordiscando e lambendo, fazendo Vegeta arquear o corpo e agarrar os lençóis com força, enquanto gemia fino e se contorcia em uma deliciosa agonia, apenas com os toques certeiros dele, sendo que notava que sentia que estava mais suscetível aos toques nos últimos dias, como se tivesse ganhado uma sensibilidade exacerbada aos toques.

Quando Kakarotto massageia a sua marca na nuca do menor, o mesmo geme longamente e sente a sua mente esvanecendo ainda mais rapidamente, enquanto que o maior sorria, adorando o efeito que causava em seu pequeno príncipe, passando a admirar por alguns minutos o corpo do menor, se contorcendo de prazer, enquanto grunhia de prazer, ao ver o quanto era perfeito.

Então, a cauda ousada do menor vai até o membro do maior e começa a acariciá-lo, fazendo Kakarotto emitir um rosnado gutural de prazer, enquanto respirava entrecortado e roucamente, sendo que isso somente tinha o efeito de deixar o pequeno príncipe ainda mais excitado, ao ser tomado por calafrios de prazer, com o mesmo se contorcendo.

Nisso, sente a cauda de Kakarotto o masturbando, vigorosamente, enquanto que o maior havia pegado a cauda do menor e roçava na mesma, arrancando mais gemidos finos do pequeno príncipe, assim como um mais longo e sôfrego.

Então, a outra mão do maior acaricia as nádegas do menor, alternando com apertá-las, fazendo-o sentir mais prazer, até que leva um dedo ao ânus de Vegeta, que geme ao sentir o dedo, até que ele usa a mesma técnica que usou antes, ao lançar uma pequena onda de ki dentro do canal quente e apertado dele, acertando a próstata do mesmo que chega ao ápice, dando um gemido longo e fino, enquanto sentia as convulsões pelo prazer o tomando, sendo que seu gemido longo e fino é abafado por um beijo apaixonado de Kakarotto, com o menor se sentindo rendido, passando a abraçar fortemente o maior, não desejando se separar nunca mais dele.

Então, as carícias retornam, sendo que o menor notou que Kakarotto ainda não chegou ao ápice e estranhou, até que a mínima linha de pensamento é cortada, quando sente o mesmo segurando fortemente as suas coxas, fazendo os joelhos do pequeno príncipe tocar no colchão, deixando completamente exposto, enquanto abria as suas pernas, fazendo-o corar intensamente, enquanto via o sorriso malicioso do maior, até que a cauda do mesmo começa a masturbar o membro de Vegeta, que sente a língua de Kakarotto em seu ânus, fazendo-o se contorcer de prazer, sentindo o mesmo trabalhar em seu botão rosa, enquanto que a cauda exigente do maior acariciava possesivamente o membro do menor, arrancando longos gemidos finos, alternados com curtos e finos, fazendo-o ser tomado por um prazer intenso, enquanto se encontrava intensamente corado.

Então, ele demonstra insatisfação em sua face quando a cauda de Kakarotto abandona seu membro, enquanto que percebe que a cauda vai até o cômodo ao lado da cama e abre uma gaveta, trazendo um tubo, após revirar a mesma, entregando para o seu dono, que sorria maliciosamente, enquanto o comia com os olhos, fazendo calafrios prazerosos percorrerem o corpo do menor, que se contorce de prazer, enquanto que o maior vira no botão rosa de Vegeta que geme, pois era gelado, até que geme ainda mais, quando ele introduz um dedo, começando o movimento de entrar e sair, enquanto que a cauda do maior envolve novamente o membro do pequeno príncipe, masturbando-o, fazendo-o se contorcer de prazer e dar gritinhos finos e sôfregos de prazer, perante um movimento mais vigoroso.

Enquanto isso, o dedo em seu botão rosa enviava ondas de prazer pelo seu corpo, pois, em alguns momentos, Kakarotto fez questão de usar a mesma técnica de antes, acertando a próstata do menor, que gemia longamente nesses momentos, enquanto se contorcia ainda mais para deleite do maior, que amava as reações de seu pequeno príncipe.

Então, após alguns minutos, Kakarotto introduz o segundo, enquanto lambia e mordiscava as coxas do menor, arrancando lamúrias dele, sendo que a cauda de Vegeta começa a masturbar o maior que rosnava ferozmente, sendo que tais rosnados roucos e ferais, assim como a respiração entrecortada e rouca, aumentavam o prazer de Vegeta, que emite um gemido longo e fino, conforme a cauda do maior faz uma masturbação mais exigente, acabando por chegar ao ápice, enquanto que Kakarotto aproveitava o momento para introduzir o terceiro dedo.

A visão do menor se contorcendo de prazer, enquanto gemia loucamente por causa de seus toques, o excitava e muito, fazendo-o sentir um intenso prazer, enquanto que os gemidos do menor eram como música para ele, que começara a fazer movimentos de tesoura dentro do canal do pequeno príncipe, para depois sentir que ele estava pronto, após se certificar que estava bem lubrificado, uma vez que o canal quente e apertado dele era intocado.

Então, vira o tubo em seu membro, sendo que o produto também ria anestesiar um pouco a dor e ardência do menor, além de estimular o prazer, intensificando o mesmo, sendo que também intensificaria o dele.

Vegeta ainda gemia, até que abre os olhos ao sentir algo grande e grosso começando a introduzir nele, sendo que a cintura dele havia sido abaixada, deitando-o na cama, enquanto que o maior o cobria, controlando ao máximo o seu desejo, quase que animalesco, sendo que segurava firmemente a cintura de Vegeta, que como impulso natural, desejava se afastar, não conseguindo, enquanto sentia uma dor intensa e ardência, além de sentir a sensação de estar sendo rasgado em dois, conforme o falo grosso e grande de Kakarotto ganhava terreno, lentamente e gradativamente, dentro de seu canal quente e apertado, fazendo-o se sentir sendo rasgado ao meio, com o maior rosnando roucamente de prazer, sentindo um intenso prazer tomá-lo, pois, o canal do menor apertava o seu membro, provocando uma sensação extremamente prazerosa, sendo preciso todo o seu autocontrole para não perder a consciência, enquanto procurava penetrá-lo lentamente, permitindo que se acostumasse com o seu membro gradativamente.

Enquanto introduzia lentamente no pequeno príncipe, a sua cauda torna a acariciar o membro do menor, tentando anestesiar ainda mais a dor do ookera embaixo de si, enquanto colava seus lábios nos de Vegeta, abafando seus gritos e gemidos de dor, sendo que entrava lentamente e gradativamente, sentindo o menor tremer em seus braços, sabendo que era mais de dor do que prazer e por mais que se sentisse mal, era algo natural, ainda mais que era a primeira vez dele.

Após entrar tudo, fica parado, enquanto acariciava carinhosamente o corpo do menor, assim como distribuía beijos gentis no rosto de Vegeta, secando com os seus lábios, de forma gentil, algumas lágrimas de dor que haviam brotado dos orbes dele que estavam cerrados, com o mesmo lutando para se acostumar com a invasão.

Então, aos poucos, começa a se acostumar com o membro dentro de si, embora ainda persistisse a sensação de estar rasgado em dois, sendo que gradativamente, a dor e ardência iam diminuindo, conforme o maior intensificava as carícias no seu membro, sendo que as mãos do maior percorriam o corpo do menor, que após alguns minutos, mexe lentamente sua cintura em direção ao membro de Kakarotto, sentindo pontadas de dor, que eram mais amenas, pois, o prazer o estava tomando, sendo este, em grande parte, oriundo da masturbação exigente de seu falo que nublava consideravelmente a dor.

Kakarotto interpretou como sendo um sinal para continuar e começou a fazer movimentos lentos de entrada e saída, sendo que a cada entrada, Vegeta curvava o corpo para frente, até que ele chega ao ápice, quando o maior aperta a base de sua cauda, fazendo-o dar um longo gemido fino.

Aproveitando que o menor estava sentindo as ondas de prazer pós-gozo, Kakarotto começa a aumentar o ritmo, lentamente, ao ponto de ficar cada vez mais intenso.

Quando o pequeno príncipe sente a penetração intensificada, está menos doloroso ao mesmo, que começa a sentir prazer, passando a dar gemidos finos longos, entre suspiros, quando o maior acerta a sua próstata, aprofundando ainda mais, passando a acertar várias vezes a próstata do menor, fazendo o gritar de prazer.

- Vegeta... Olhe para mim. – ele fala com a voz rouca, dentre seus rosnados ferais.

O menor olha para ele, que se sente perdido nos orbes ônix que reluziam de desejo, sendo que seus olhares se conectam, enquanto ele se abraçavam apaixonadamente, com o menor sentindo o seu corpo sendo sacolejado pelas investidas agora profundas e ritmadas de Kakarotto, sendo que ambos não perdem contato visual um com o outro, até que chegam ao ápice, sendo que o maior estoca firmemente a próstata do menor, que inclina cabeça para trás e geme longamente em um timbre fino, chegando ao ápice, enquanto que Kakarotto emite um rosnado feral gutural e rouco de prazer, liberando a sua semente dentro de Vegeta, sem saber que havia acabado de fecundar o menor com o seu ato, fazendo o pequeno príncipe começar a gerar uma nova vida dentro dele.

Então, ele abraça apaixonadamente o menor, que busca os lábios do maior e ambos se beijam apaixonadamente, até que Kakarotto sai lentamente do pequeno príncipe e deita, com Vegeta deitando em cima do tórax do maior, até que fala, após suspirar de prazer, sentindo-se seguro e amado nos braços fortes de Kakarotto, sendo que nunca ia admitir algo assim, publicamente:

- Quero firmar o nosso vínculo... Você me marcou como seu. Logo, falta eu marcá-lo como meu.

O maior exibe um sorriso imenso e expõe a sua nuca para o menor, cujos caninos se alongam lentamente, passando a escrever seu nome na escrita saiyajin na nuca de Kakarotto, para depois, ambos voltarem a se deitar, com o menor sendo embalado pelos braços do maior, que os cobre com o lençol, enquanto que sabia que fora difícil para Vegeta lidar com o seu membro e que o corpo do mesmo precisava se recuperar da penetração.

Por isso, apesar de ainda sentir um desejo forte e intenso pelo menor, não iria continuar o ato, pois, sabia que ele precisava se recuperar do ato anterior, ainda mais que era virgem e seu membro era demasiadamente grosso e grande, sendo difícil até para quem era experiente, lidar com o mesmo.

O menor sentia dores abaixo de sua cintura, sendo que ao mexer, ainda sentia ardência e como se percebesse isso, Kakarotto se levanta, com Vegeta não compreendendo o ato, ao ponto de se sentir triste pelo afastamento, após o que compartilharam, enquanto que via o maior indo até armário para pegar uma caixa, sendo que ao abri-la, o pequeno príncipe nota alguns comprimidos e ele tira um, para depois pegar um copo de água, após guardar a caixa no lugar e estende para o menor, que pega o comprimido e toma:

- É um remédio para anestesiar a dor. Lamento...

O príncipe nota o falo monstruoso de Kakarotto, que estava ereto e cora intensamente, enquanto sentia calafrios de prazer percorrendo o seu corpo, ao perceber o brilho de desejo nos orbes ônix como a noite mais profunda, enquanto que o mesmo fala, fitando intensamente o menor:

- Não seria sincero, senão fala-lhe que ainda o desejo e que tudo o que mais quero no momento é sentir meu membro em seu canal quente e apertado. Mas, sei que está sentindo dor. Portanto, somente quando você se recuperar, iremos ter relações, novamente.

Vegeta sente o seu coração se aquecer, pois, notava que de fato, apesar de desejá-lo e muito, respeitava o seu estado, assim como havia percebido que ele estava sentindo dores em locais novos, enquanto que o maior exibia um semblante de preocupação, ao ponto de se sentir culpado e pedir desculpas, sendo que em toda a sua vida, ninguém nunca esteve preocupado com ele, como Kakarotto demonstrava em relação a ele, além do amor e carinho que recebeu até aquele instante.

Então, ele vira o rosto e fala corado:

- Não tem o que se desculpar... Eu imaginava que seria assim, ainda mais pelo fato de saber como era o seu membro ereto. Mas, saiba que eu senti muito prazer, mesmos sentindo dor. Em um determinado momento, a dor ficou branda e passei a sentir somente prazer.

Nisso, se surpreende, quando Kakarotto leva a mão até o seu rosto, afagando-o carinhosamente, enquanto sorria e frente a isso, o puxa para os seus braços, com ambos ficando abraçados, sendo que o pequeno príncipe repousava sua cabeça em cima do tórax do maior, ao mesmo tempo em que começava a sentir sonolência e após alguns minutos, adormece, com o maior o abraçando ainda mais, sabendo que o remédio para dor, também causava sonolência.

Porém, considerou que seria bom para o seu pequeno príncipe repousar, após a atividade de ambos.

Então, quando ia fechar os olhos, sendo que afagava carinhosamente os cabelos do menor, um robô entra e fala:

- A comida já está pronta, Kakarotto-sama.

- Guarde-a. Mas, fique atento, que irei pedir para aquecê-la.

- Entendido, Kakarotto-sama. Irei fazer isso.

Então, o robô sai e fecha a porta, para em seguida Kakarotto deitar, sendo que havia um sistema de alarme da nave, para a aproximação de qualquer objeto a uma distância considerável, fornecendo assim um tempo considerável para ele ir até a ponte de comando, para tomar as medidas cabíveis perante qualquer situação.