Notas da Autora

Kakarotto não consegue compreender o fato de Vegeta ficar...

Capítulo 18 - A confusão de Kakarotto

Após algum tempo, Vegeta acorda nos braços musculosos de Kakarotto, que o estava observando com um olhar repleto de amor, enquanto sentia as carícias gentis dele em seu cabelo, não conseguindo impedi-lo de ronronar perante o carinho.

- Dormiu bem?

- Sim.

- Ainda está doendo? – ele pergunta preocupado.

Vegeta se mexe e fecha os olhos ao sentir algumas pontadas, principalmente em seu ânus.

- Um pouco.

- Após comermos, poderá tomar outro comprimido para a dor. Tenho um que não causa sonolência. Mas, agora, vamos comer.

Então, o beija apaixonadamente nos lábios, para depois se levantar, pegando uma bermuda para si, enquanto pegava uma camiseta dele e dava para Vegeta, que se sente melado e fala:

- Eu quero tomar um banho, antes.

- Então vamos tomar juntos. – ele fala com um sorriso malicioso, enquanto o pegava em estilo noiva.

- Eu posso andar Terceira Classe basta...!

Nisso, os lábios dele são tomados, enquanto que a cauda de Kakarotto começa a masturbar o membro de Vegeta, que geme fino, abafado pelos lábios do maior, que adorava provar o sabor único de seu pequeno príncipe, que passa a se contorcer de prazer, sendo que é colocado sentado na banheira, com Kakarotto entrando junto, enquanto que a água enchia a banheira.

- Eu quero tomar...!

Quando ele consegue soltar os lábios para falar algo, tornar a gemer, conforme as mãos experientes do maior começavam a masturbar o membro do menor, fazendo-o erguer o tórax, com Kakarotto aproveitando o movimento do saiyajin abaixo de si, para mordiscar os mamilos intumescidos do mesmo, sendo que o príncipe sente sua mente esvanecer, conforme o maior avançava nas carícias, sendo que a cauda dele se junta, masturbando-o, enquanto as mãos grandes exploravam avidamente todas as reentrâncias do menor.

Kakarotto mordisca o lóbulo dele, para depois mordiscar e chupar o pescoço do pequeno príncipe, enquanto sussurrava roucamente, em um tom feral, no ouvido dele:

- Eu estou no controle de mim mesmo, pois, seu odor mudou novamente, mas, é mais brando e diferente... Não se preocupe, pois, somente iremos nos masturbar, não vou penetrá-lo, a não ser somente com um dedo, para fazer isso...

Então, ele entra um dedo no ânus de Vegeta e usa a técnica de lançar uma onda de ki que acerta a próstata do menor, fazendo-o gemer longamente, agarrando-se ao maior, sentindo que sua mente era tomada por algodão, e que somente começava a sentir prazer e nada mais.

Nisso, se entrega, buscando desesperadamente os lábios de Kakarotto enquanto o abraçava, passando a acariciar as costas talhadas de músculos, provocando rosnados ferais do maior, que ficam ainda mais roucos, assim como a respiração entrecortada, conforme o menor passa a masturbar o membro dele com a sua cauda, retribuindo a masturbação em seu membro pela cauda de Kakarotto.

O maior adorava ver o menor se contorcendo e passa a explorar com os seus lábios o pescoço e ombros do príncipe, que gemia fino, de forma sôfrega e se contorcia em uma agonia prazerosa.

Os gemidos e gritinhos esporádicos finos de Vegeta, frente a uma masturbação mais vigorosa, eram como música para o maior, assim como o corpo do menor se contorcendo, que era para ele como um espetáculo maravilhoso, fazendo grunhir selvagem, pois, era somente dele e de mais ninguém.

Os rosnados ferais e guturais de Kakarotto, assim como a voz entrecortada rouca, como uma fera, disparavam ondas de prazer no corpo do pequeno príncipe, que gritava fino, conforme o maior usava a técnica de acertar a próstata dele com uma onda de ki.

Então, após alguns minutos, o prazer se intensifica e gritando o nome de Kakarotto, ele chega ao ápice, enquanto sentia espasmos de prazer, sendo que o maior fala o nome do menor em um rosnado feral e rouco, enquanto liberava a sua essência, sentindo um intenso prazer, sendo que o menor o abraça e é correspondido pelo mesmo, enquanto os tremores de prazer no corpo do pequeno príncipe diminuíam gradativamente de intensidade.

Então, Kakarotto o beija, apaixonadamente, para depois depositar um beijo gentil na testa do mesmo.

Como se despertasse do estupor proporcionado pelo prazer intenso, Vegeta exibe uma carranca e se afasta, enquanto batia com ambos os punhos fechados no tórax do maior, gritando:

- Eu quero ficar limpo! Eu prezo a limpeza ao contrário de você!

- Não seja chato... Não ouvi reclamação de sua parte. – ele fala com um sorriso extremamente malicioso, fazendo o pequeno príncipe corar ao perceber que era comido pelos olhos;

- Eu quero comer! Se depender de você, não iremos comer nada!

- Mas, eu comi. – ele fala com um sorriso malicioso.

- Como assim? A comida já foi servida?

Ele pergunta consternado, disfarçando o fato de estar chateado por não comerem juntos, sendo que ao perceber seus pensamentos, se amaldiçoa e os espana para os lados.

- Eu comi você e acabei de ter um aperitivo. – ele fala com um riso malicioso.

Nisso, sorri ainda mais ao vê-lo bufar e contorcer a cauda de raiva para em seguida, praticamente atira-lo para fora do banheiro, jogando coisas nele, enquanto gritava:

- Seu bastardo pervertido! Como ousa? Desgraçado! Imbecil! Idiota!

- Calma, meu pequeno príncipe, foi brincadeira... – Kakarotto fala saindo do banheiro, enquanto se defendia dos objetos, esquivando-se.

- Não sou pequeno príncipe! Sou o príncipe Vegeta! Seu idiota!

Então, o menor caminha até a porta para fechá-la e encontra Kakarotto exibindo um sorriso malicioso, olhando-o, até que ele percebe que está nu e cora em tom carmesim, para depois envolver seu corpo em uma toalha, aproveitando para trancar a porta, enquanto bufava de raiva ao ouvir o maior do outro lado:

- Já vi tudo! Não sei o motivo de querer esconder o seu belo corpo.

- Já ouviu falar de pudor, seu imbecil? – Vegeta pergunta do outro lado.

- Já... Mas, no nosso caso é desnecessário e seu corpo é simplesmente pequeno e perfeito para este Kakarotto.

- Cale-se! Eu quero ficar sozinho por algum tempo!

No banheiro, após exclamar, irado, ainda bufando, Vegeta esvazia a banheira e prepara a mesma novamente, colocando uma essência de odor aprazível, enquanto que não compreendia o motivo de estar se irritando com demasiada facilidade, enquanto que estranhava o fato de que os seus mamilos estavam mais sensíveis que o usual, algo que era estranho, a seu ver, enquanto, rolava os olhos e ignorava o que Kakarotto fala em seguida.

- Seu chato...

Então, conforme Kakarotto colocava a bermuda que separou para si, se lembrou de que precisava contar para Vegeta o que aconteceu a Bejiita.

Nisso, dá um tapa na testa, quando percebe que havia planejado falar assim que ele acordasse e no final, acabaram se masturbando.

Após sair do quarto, ele pensava qual seria a melhor maneira de contar o que ocorreu ao planeta, por não saber se o seu pequeno príncipe ainda nutria algum sentimento para com o mesmo.

Mais para frente encontra um robô e fala:

- Robô, aqueça a nossa comida e arrume a mesa. Daqui a pouco, nos iremos comer.

- Entendido, Kakarotto-sama. – a voz robótica fala, para depois sair dali, para cumprir as ordens dadas.

Após meia hora, Vegeta sai do banho, adorando a sensação da pele limpa, sendo que avista alguns robôs arrumando o quarto, eficazmente, assim como havia um, parado, ao lado do banheiro, esperando para dar uma blusa a ele, que era comprida, já que ele era menor que Kakarotto e isso o irritava, pois, achava que era baixo demais para um macho.

Após colocar a camiseta, sai do quarto e um robô orienta onde está o jantar, sendo que ele disfarçava o fato que estava triste por Kakarotto não ficar junto dele, enquanto que se amaldiçoava por ter tal desejo, incompreensível a ele, enquanto sentia que estava ficando emotivo, pois, uma tristeza considerável o tomava, por algo que não era motivo para tal tristeza, além de começar a sentir uma fome imensa e inclusive, mais intensa do que usualmente sentia.

Ele sai de seus pensamentos, quando Kakarotto o abraça por trás e dá um beijo em seu ombro, fazendo-o sentir um leve arrepio de prazer, para depois, Vegeta falar com visível mágoa na voz:

- O que faz aqui? Eu vim sozi...

Então, ele se cala ao notar que ia falar em um tom magoado, sendo um motivo igualmente idiota a seu ver.

- Você quis dizer sozinho? Eu pensei que queria ficar sozinho. Você pediu isso para mim e dei algum espaço para você... Ou não queria?

Kakarotto estava visivelmente confuso, pois, pretendia ser gentil, dando algum espaço para o seu pequeno príncipe, sendo que no final, isso magoou o menor, algo que não desejava.

- Claro que queria algum espaço. – ele fala secamente.

- Se desejava isso, por que ficou magoado? – ele pergunta preocupado.

- Eu não fiquei magoado!

- Fico sim... Seu olhar e voz disseram tudo, naquele momento...

- Não disse nada!

- Disse sim!

- Não disse nada!

- Disse sim!

Então, irritado com a discussão, ele exclama:

- Já disse que não fiquei magoado, terceira classe basta...!

Então, Kakarotto o vira e toma os lábios dele, para depois erguê-lo, com Vegeta se segurando nele como podia, inclusive cruzando suas pernas na cintura dele, enquanto o maior colocava o menor em cima de um móvel, sendo que as mãos trabalhavam possesivamente no corpo do menor, puxando a camiseta larga pelo ombro, baixando-a até a cintura, para explorar os mamilos sensíveis do pequeno príncipe, que geme fino, se contorcendo, rendendo-se gradativamente nos braços do maior, não conseguindo articular qualquer pensamento no mínimo racional, principalmente, quando a cauda de Kakarotto passa a masturbar o seu membro, fazendo-o gemer ainda mais, enquanto o maior rosnava ferozmente de prazer, se deleitando com a visão de seu pequeno príncipe se contorcendo.

Nisso, leva um dedo para o ânus dele, quando inclina o corpo dele, fazendo-o dar um longo grito fino ao sentir a próstata sendo acertada pela onda de ki, sendo que a mente do mesmo encontrava-se imersa em prazer.

Então, busca avidamente os lábios do maior e ambos passam a se beijar apaixonadamente, enquanto que a cauda de Vegeta passa a masturbar o membro do maior, arrancando um rosnado gutural e igualmente feral, sendo que o menor sentia vibrações de prazer, ao sentir o hálito quente de Kakarotto e os lábios do mesmo se chocando contra a sua pele, com uma respiração rouca entrecortada, sendo que parecia uma fera.

Vegeta toca no que pode de Kakarotto, que estava implacável em suas carícias meticulosas, proporcionando um prazer intenso ao menor, que se contorcia em uma deliciosa agonia, completamente entregue ao maior, que se deleitava com esse fato, enquanto olhava o menor como uma presa que era somente dele.

Então, conforme as carícias prosseguem, sendo que o maior usava a técnica dele, diversas vezes, o menor chega ao ápice, soltando um gemendo fino e longo, sendo que Kakarotto rosna ferozmente e guturalmente, enquanto liberava a sua essência.

Então, ele abraça o pequeno príncipe e o beija carinhosamente nos lábios, com ambos abraçados apaixonadamente, sendo que ambos sentiam a respiração e batimentos cardíacos do outro se acalmando, gradativamente, até que Vegeta quebra o contato físico e empurra o maior, enquanto bufava, sendo que Kakarotto revira os olhos, se preparando para a discussão.

- Eu estou sujo de novo, seu idiota! – Vegeta exclama irado.

- Você faz muito drama... E não entendo a sua neura exacerbada por limpeza. – ele fala um suspiro.

- Eu prezo a limpeza e adora sentir a minha pele limpa. Por sua causa, vou ter que tomar banho, de novo!

- Por que não confessa que adorou. O seu corpo é tão sincero...

- Eu quero ficar limpo para comer ou é difícil?

- Sinceramente, não entendo você... Uma hora reclama que não dou espaço e quando faço isso, acha ruim. Outra hora, você está rendido em meus braços e inclusive retribui, para que no outro momento, critique o que fizemos... Você deve se decidir.

Vegeta não sabe o motivo de sentir uma intensa tristeza e Kakarotto fica alarmado ao ver lágrimas nos olhos do menor, pois, ele não falou asperamente, assim como não o ofendeu, apenas apontou o fato que ele era cheio de contradições e que não conseguia agradá-lo.

- Vegeta... Por que você...

Mas, antes que se aproximasse dele, o pequeno príncipe sai dali e vai até o quarto, com lençóis limpos e com cheiro de limpeza, para em seguida se jogar na cama, chorando, fechando as mãos em punho nos lençóis limpos, não entendendo o motivo de fazer isso, enquanto que estranhava o fato de estar tão sensível, perante algumas palavras, sendo que instantes antes, estava irado com a atitude de Kakarotto, por tê-lo sujado.

Ele não compreendia as suas alterações drásticas de humor, enquanto que sente dois braços fortes o abraçarem, enquanto Kakarotto beija gentilmente o ombro dele e fala, em um tom gentil:

- Por que está assim? Eu disse algo que o ofendeu? Não tem porque ficar desse jeito.

- Me deixe sozinho por alguns minutos.

- Tem certeza? – ele pergunta, preocupado, pois, a última vez que fez o que ele pediu, acabou fazendo o seu pequeno príncipe ficar magoado, por mais estranho que fosse tal comportamento.

- Tenho.

- Tem certeza mesmo?

- Sim.

- Quer mesmo que eu saia?

- Eu já disse para sair, seu idiota! Eu quero que saia! Dê-me alguns minutos! – ele exclama irado, passando a sentir uma intensa raiva e Kakarotto fica confuso, pois, antes chorava e agora estava bravo.

Mas, antes que conseguisse compreender o motivo de tal comportamento, é empurrado para fora, para em seguida o mesmo trancar a porta.

Confuso, decide ir até a cozinha, sendo que iria esperar Vegeta sentar-se à mesa para comer, enquanto tentava compreender as mudanças drásticas de humor, assim como um odor diferente nele, que o impelia a ficar junto dele. Era um desejo tão forte, que era consideravelmente doloroso, ficar afastado dele, assim como surgia um instinto exacerbado de proteção e cuidado.

Ele senta-se à mesa e continua mergulhado em seus pensamentos, lutando para compreender o que acontecia ao seu pequeno príncipe, pois, estava ficando demasiadamente preocupado com as reações contraditórias do menor, cujo humor oscilava drasticamente em poucos minutos