Notas da Autora
Enfim, Kakarotto e Vegeta chegam a Liart e o menor se surpreende quando o maior...
Capítulo 22 - Recepção
Então, a nave pousa e a porta abre, enquanto era desenrolado um tapete vermelho na frente da nave por jovens liartjins.
Nisso, Kakarotto desce junto de Vegeta, sendo que ele arranjou roupas de Liart, da família real, para o menor.
Enquanto eles desciam, o pequeno príncipe fala em um sussurro irritado:
- Eu quero um protótipo da minha armadura.
- Você o terá.
Já, Kakarotto, usava a sua armadura real e descia, acenando para o povo que fazia festa, até que para ao se aproximar de sua família, sendo que Vegeta estava ressabiado e com a face séria, assim como cruzou os braços e virou o rosto para o lado.
Bardock fala, sorrindo, sobre um olhar de aviso de Gine, para que ele não falasse nada indevido:
- Bem, vindo, meu filho e Vegeta. Fico feliz que esteja de volta, Kakarotto.
- Não pensei que ia voltar tão cedo, tou-san.
- Bem vindo de volta, meu filho! – Gine exclama e o abraça.
- Calma, kaa-chan.
Ao olhar a cena, Vegeta não consegue impedir uma ligeira sensação de inveja de Kakarotto por ter uma mãe tão carinhosa, sendo que somente viu a sua mãe raras vezes e por causa disso, não consegue se lembrar dela e em decorrência disso, quando ela morreu, ele não sentiu nada e continuou calmamente com o seu treino, sem sequer pensar nela uma única vez.
Então, ele se surpreende com o abraço de Gine, que fala ao se afastar dele, sobre a face surpresa deste:
- Bem vindo a família. Saiba que a partir de agora o considero como um filho, já que é parceiro de procriação de Kakarotto.
- Estou surpreso com a sua escolha para parceiro de procriação, otouto. – Radiz fala com um sorriso, ao cumprimenta-lo com tapas cordiais nas costas.
- Bem, é a minha escolha e eu o amo. Simples assim.
- Eu me vinculei a Tights, na semana passada e agora ela é minha parceira de procriação. – ele fala com orgulho, com a sua cauda enrolada na cintura dela.
- Sério? Até que enfim! – ele exclama genuinamente feliz com seu irmão e irmã.
- Eu que diga... Ele demorou semanas. – Tights fala seriamente para depois sorrir – mas, antes tarde do que nunca.
Nisso, ela o abraça e o beija, sendo que os liartjins ficam entusiasmados.
Então, Kakarotto puxa Vegeta para os seus braços, que protesta:
- Seu...!
Porém, antes que pudesse completar o que ia falar, Kakarotto o beija, com o povo ficando ainda mais feliz, sendo que Bardock revira os olhos, assim como Raditz, enquanto Gine e Tghts achavam fofo.
Então, Kakarotto se vira, com Vegeta corado, uma vez que odiava demonstrações em púbico e vê surpreso, que o maior exclama:
- Este é Vegeta. Meu companheiro e quarto príncipe de vocês!
Então, muitos aplaudem, enquanto o príncipe corava, para depois esbravejar:
- Anunciando em público?
- Não tenho vergonha de você. Com o meu anúncio, você será tratado com todas as regalias e respeito por ser um príncipe, uma vez que falei a todos que você era meu companheiro.
- Ainda estou me acostumando com isso.
- Você vai se acostumar.
- Meus filhos, vamos entrar, pois, há uma festa para comemoramos a sua volta, Kakarotto. O seu anúncio deixou muitos liartjins entusiasmados. – Gine fala com um sorriso bondoso.
- Eu imaginei que ficariam. – ele sorri.
- Mas, por quê? – Vegeta pergunta.
- Não se lembra das aulas? Sobre uma característica peculiar desse povo, mesmo que tenham tanto machos, quanto fêmeas?
- Você quer dizer a união dos machos e que dois machos, podem ter filhos?
- Isso. Claro, em nossa raça não existe isso, mas, o fato de eu ter me unido a outro macho, os deixou felizes, pois, união entre membros do mesmo sexo é algo natural, assim como era em Bejiita.
O menor olha para o povo comemorando e fala, ao olhar para o maior:
- É compreensível tal animação.
- Vamos? – ele dobra o braço e ao olhar o ato, Vegeta resmunga algo e não dá o braço, enquanto andava, com a sua típica pose arrogante.
Kakarotto suspira e fica ao lado dele, vendo que ele ainda estava aborrecido e pergunta, enquanto seguiam Raditz e Tights na frente deles:
- Por que está aborrecido?
- Não gosto de demonstrações em público, seu idiota. – ele fala emburrado, com a cauda dele se contorcendo na cintura.
- Eu precisava fazer isso, para provar a todos que era meu companheiro. É uma tradição de Liart.
- Uma tradição besta.
- Mas, é importante para eles e peço para que respeite tais tradições, sendo que em contrapartida, evitarei qualquer demonstração de afeto em público a partir de agora, desde que não seja extremamente necessário. O que acha?
- É uma promessa? – o menor pergunta, olhando para o maior.
- É uma promessa, desde que cumpra com a sua parte. Eu irei cumprir com a minha.
Vegeta pensa por alguns minutos e fala:
- Eu vou estudar as tradições desse planeta idiota e irei respeita-las. Em contrapartida, sem demonstrações de afeto em público.
- De acordo.
A cauda de Kakarotto ira enrolar a cintura de Vegeta, quando a cauda do menor chicoteia a cauda do maior, enquanto fala, seriamente, em um sussurro irritado:
- Sem demonstrações de afeto em púbico.
- Mas, em Bejiita, era normal os parceiros envolverem a cauda na cintura um do outro. – ele tenta argumentar.
- Não aceito qualquer demonstração de afeto. Seja de Liart ou do nosso planeta natal.
- Chato. – Kakarotto comenta e ambos chegam ao salão, até que se lembra e fala:
- Teremos que valsar, ao menos. É a tradição.
- Valsar? – Vegeta arqueia o cenho.
- Teremos que dançar juntos. Eu irei conduzir a dança.
- Isso é demonstração de afeto. – Vegeta fala.
- Mas, é uma tradição e você disse que respeitaria a tradição. Além disso, iremos apenas dançar. Não haverá sequer beijo. Eu prometi que não teríamos demonstração pública de afeto e que somente iria fazer algo, relativo a tradição, se fosse imprescindível e a dança é imprescindível.
O menor percebe que havia certas tradições que teriam que ser seguidas, uma vez que ele prometeu respeita-las e após alguns minutos, conforme eles se posicionavam no salão, ele fala:
- Sem beija ou afago, enquanto fazemos essa tal dança.
- Combinado. – Kakarotto fala sorrindo.
Então, o menor observa o salão imenso enfeitado, com duas escadas imensas que subiam, para depois se unirem no alto, dando acesso ao segundo andar do palácio, além de ver vários liartjins, cuja aparência lembrava os dos humanos, com exceção de terem orelhas pontudas e uma espécie de pequeno chifre na testa.
Havia homens e mulheres com belas roupas, além dele ver uma espécie de plataforma, onde havia músicos trajados com roupas luxuosas, sendo que tocavam, enquanto eram regidos por um maestro, sendo que havia robôs se esgueirando dentre eles, servindo bebidas, além de salgados e doces com visível maestria, formando um pequeno exército lustroso.
Ao olhar para o centro, observa que os liartjins abriram, rapidamente, uma espécie de círculo no centro deles e se curvavam levemente para os reis e príncipes, enquanto que os pais de Kakarotto haviam ido para o centro e começavam a dançar, seguidos de Raditz e Tights, sendo que Kakarotto puxou Vegeta para si, para que juntassem aos demais, para em seguida, sobre a face confusa do menor.
Então, ainda segurando a mão esquerda do pequeno príncipe, entrelaça os dedos, levando-a para o lado com a sua mão direta, sendo que o maior colocou rapidamente a mão esquerda na cintura do pequeno príncipe, fazendo-o apoiar a mão no braço dele, para em seguida olhar calorosamente para o menor, que corava, enquanto que o maior exibia um sorriso no rosto:
- Nós saiyajins aprendemos técnicas rapidamente. Basta pensar que isso é uma técnica de batalha. Foi assim que fizermos para aprender os passos de dança. Siga-me. Iremos mais lentos que o normal, até que domine os passos de dança.
- E sou o príncipe dos saiyajins. Acha que não consigo dominar alguns passos? – ele pergunta irritado.
- Então, vamos.
Nisso eles começam e em pouco tempo, seguindo o conselho de Kakarotto, o menor aprende os passos e nisso, passam a dançar e rodar no salão, enquanto ele corava e pensava consigo mesmo:
"Tradição idiota."
Caro, ele gostava se sentir o calor de Kakaorotto, mas, preferia em particular e não em público e ao olhar para o lado, nota que os pais dele se beijavam, enquanto que Raditz e Tights dançavam com visível entusiasmo.
Após pararem a dança, com Vegeta agradecendo mentalmente, pois, achava vexatório demais, sendo que nota que todos os lairtjins tornam a dançar, após alguns minutos e o maior fala:
- Quem deve abrir a primeira dança é a família real. A primeira música é nossa. Agora, todos os outros podem dançar, livremente.
Então, para irritação de Vegeta Kakarotto o puxa e começa a apresenta-lo para todos os lairtjins importantes, que os cumprimentam com um sorriso sincero, apesar da face usual dele de poucos amigos.
