Notas da Autora

Kakarotto aceita ser parceiro de luta de Vegeta, desde que o menor...

Porém, acaba se esquecendo que...

Capítulo 28 - Desejo

- Acha que eu não posso fazê-lo sucumbir a mim? É tão fácil. – Kakarotto fala se deleitando com as palavras.

Afinal, ver o seu pequeno príncipe corar e o jeito dele o fizeram desejá-lo. Claro, ainda estava sentido pelas palavras do menor, embora compreendesse.

Porém, naquele momento, tudo o que queria entrar no seu pequeno príncipe e se perder no calor dele.

- Não quero ficar grávido!

- Eu respeito a sua decisão. Uma criança tem que ser gerada com o desejo de ambos os pais e atualmente, eu quero um filho e você não quer. Portanto, respeito isso. Além disso, caso os anticoncepcionais dos liartjins não façam efeito em você, basta evitarmos ter relações quando você estiver fértil. Pode deixar que eu te aviso, já que você não consegue detectar a mudança no seu odor.

- Tudo o que eu quero agora é treinar. Acabei de me transformar.

- Tudo bem. Serei seu parceiro de luta e irei ensinar o shunkan no idou... Mas, quero uma gratificação pela ajuda prestada. Eu preciso ter algum benefício e somente você pode suprimir isso. – ele fala o final em um tom de voz malicioso.

- Você não vai conseguir. – Vegeta fala seriamente, enquanto torcia para que conseguisse resistir aos toques do maior.

Afinal, bastava ele tocá-lo, para que ficasse rendido em seus braços, perdendo-se nos mesmos, sendo consciente de sua submissão na cama e isso fazia a sua cauda se contorcer de raiva na cintura, enquanto ficava alarmado ao sentir que o seu membro estava começando a ficar animado.

- Não duvide disso... Eu conheço o seu corpo e sei onde tocar, para fazê-lo se submeter a mim. Além disso, faço questão que você sinta prazer. Não sou egoísta e você sabe disso. – ele fala em um tom rouco de prazer, para depois sorrir – seu "amiguinho" concorda comigo.

Ele arregala os olhos e tampa o local com um lençol, enquanto corava intensamente.

- Viu? Seu corpo sabe o que deseja... Além disso, faz dois meses que não toco em você. Quero me perder em seu calor e ouvir os seus doces gemidos, meu pequeno príncipe. Você é, simplesmente, viciante.

Kakarotto fala com uma voz aveludada e igualmente rouca, comendo o pequeno príncipe com os olhos, fazendo calafrios de prazer, percorrerem a coluna do menor que luta, arduamente, contra o seu corpo, que anseia os toques do maior.

- Nem pense em fazer isso aqui, seu pervertido.

Ele fala fracamente, lutando para aplacar o seu coração e o calor, indevido, a seu ver, que surgia em seu corpo, sem qualquer controle.

O menor estava lutando contra as reações de seu corpo, enquanto que a sua voz falhava, perante a face extremamente maliciosa de seu companheiro, que fazia calafrios de prazer percorrem o seu corpo, conforme notava que ele avançava, enquanto torcia para que conseguisse afastá-lo dele ou então, para que pudesse resistir ao mesmo, apesar do seu corpo desejar traí-lo, a todo o momento, na expectativa dos toques certeiros do maior, que sorria ao sentir o cheiro de desejo do menor.

Nisso, ele toma os lábios de Vegeta, que incialmente tenta se debater, até que ele o imobiliza com os seus braços e fala, no ouvido dele:

- Não tem nenhum ki próximo daqui e você não deve se mexer, pois, mesmo eles retirando o soro de seu braço, você tem que ficar em repouso.

- Você não está ajudando! Eu preciso ficar em repouso.

- Vai me dizer que não quer que eu alivie o seu "amiguinho"?

- Há outros meios de fazer isso.

- Será mesmo? – ele pergunta em um tom rouco, exibindo uma face maliciosa.

- Seu...!

Sua boca é tomada, pois, Kakarotto pretendia abafar os seus gemidos, para depois levar a sua cauda até debaixo dos lençóis, começando a masturba-lo, sendo que ele tentava se contorcer e não conseguia, pois, ele o mantinha firmemente preso, para fazer o mínimo de barulho possível.

Vegeta estava extremamente corado, tendo os seus gemidos abafados, sendo que o fato do risco de alguém vê-los, por mais que o incomodasse, o fazia ficar excitado de uma forma que nunca imaginou ser possível, acreditando que isso o levou a ficar excitado, inicialmente, ao perceber as intenções de seu parceiro de procriação.

Kakarotto aumentava os movimentos de masturbação com a sua cauda no membro do menor, sendo que Vegeta leva a sua cauda para o membro dele, por cima da roupa dele, masturbando o seu membro, fazendo-o emitir rosnados ferais e guturais, que estavam abafados pelo beijo, assim como os gemidos do menor abaixo de si, sendo que leva um dedo até o ânus do menor, para usar a técnica de enviar uma onda de ki para acertar a próstata dele, fazendo o pequeno príncipe se erguer, levemente, enquanto se contorcia de prazer, sendo que o maior faz isso, ocasionalmente, intensificando o prazer do menor, enquanto se deliciava com as reações de Vegeta, que se encontrava, completamente, rendido nos braços fortes do maior.

Ambos masturbavam um ao outro com as caudas, até que chegam ao ápice juntos.

Vegeta acaba sujando os lençóis com a sua essência, sendo que Kakarotto suja o lençol do menor, já que retirou o seu membro para fora da parte de baixo de sua armadura, onde havia o tecido resistente.

Após recuperarem o fôlego, Vegeta começa a bater no tórax do maior, enquanto rosnava irado e extremamente corado, sendo que o maior ajeitava o seu membro dentro da roupa:

- Eu estou sujo, seu bastardo! Agora, vão saber o que aconteceu!

- Vou dar um jeito. Portanto, se acalme.

- Como?

Nisso, ele sai, mas, não sem antes falar:

- Limpe o seu membro com o lençol. Eu já volto.

Após alguns minutos, ele surge com novas roupas, lençóis e uma espécie de cobertor, fazendo o menor arquear o cenho, enquanto ele caminhava em sua direção e se preparava para retirar a roupa dele, que bate não mão dele e fala, com a sua usual face de poucos amigos, embora estivesse corado:

- Eu tiro a minha roupa. Não quero ficar excitado com você me tocando.

Kakarotto bufa, pois, queria sentir a pele de seu pequeno príncipe, uma vez que a abstinência de dois meses o havia deixado sedento.

Porém, respeita e se afasta, vendo o quanto o menor estava envergonhado e desesperado para encobrir o que fizeram.

Enquanto o pequeno príncipe se trocava, Kakarotto tira os lençóis sujos, desprezando ao lado dele, no chão e após trocar o lençol, Vegeta deita e ele cobre o menor, para depois pegar as roupas sujas, falando:

- Já volto.

Ele sai e volta após alguns minutos, sem as roupas sujas e Vegeta pergunta, arqueando o cenho:

- Como ninguém o viu?

- Uma pessoa me viu, quando eu voltava do local onde coloquei as roupas sujas.

- O quê?! – o menor fica estarrecido, enquanto corava.

- Não se preocupe. Eu dei uma ordem real. Ordenei que trouxesse um lanche duplo de uma lanchonete próxima daqui. Era uma faxineira e sem alternativa, ela teve que buscar. Daqui a pouco, ela está de volta. Pensei que queria comer algo.

- Você não pergunta ao médico se eu posso ou não? – Vegeta pergunta descrente.

- O médico já deve estar vindo e senão puder comer, eu como. Afinal, estou com muita fome.

O menor o fuzila com os olhos, fazendo Kakarotto sorrir, para depois vê-lo bufar, virando o rosto para o lado, enquanto cruzava os braços na frente do tórax, sendo que adorava, quando o menor ficava emburrado.

Então, após alguns minutos, a equipe médica entra, sendo que o líder deles, um senhor, estava com um semblante confuso perante alguns dados, conforme olhava alguns gráficos, até que fala:

- O príncipe Vegeta-sama está apto para receber alta do hospital... Porém, não conseguimos compreender alguns dados divergentes, no quesito de várias alterações orgânicas, até ter um pico ascendente, após certa normalização. As alterações incluem uma alteração cardíaca drástica, concentração da temperatura abaixo do abdômen, assim como a intensidade da respiração, temperatura do resto do corpo e impulsos elétricos no cérebro, sendo condizente, pelo menos a maior parte dos indicadores, com uma atividade física intensa, para depois perdermos contato com o corpo do príncipe Vegeta-sama, por alguns minutos, segundo esse gráfico, uma vez que os aparelhos próximos da cama escarneiam dados somente do paciente e enviaram para nós o que estava acontecendo em seu organismo.

Vegeta fuzila Kakarotto com o olhar, passando a exibir um olhar assassino, sendo que o maior sorria sem jeito, para depois murmurar ao menor, em tom audível somente para os saiyajins:

- Esqueci-me dessa parte.

Kakarotto concordava em pensamento consigo mesmo, que a abstinência de dois meses o deixara demasiadamente sedento pelo seu pequeno príncipe e por isso, não pensou nas consequências, acabando por esquecer-se desse pequeno detalhe dos aparelhos.

Não que ele se importasse. Inclusive, a sensação do risco de serem pegos o deixara excitado, assim como sabia que o seu pequeno príncipe também se sentiu assim.

Porém, apesar de não se importar, notou que Vegeta estava extremamente envergonhado e que queria estar em qualquer lugar, menos ali.

Além disso, ele deveria ter esperado ele receber alta, uma vez que o menor estava ainda internado e quando cogita a hipótese de que ele poderia ter uma recaída pela atividade de ambos, o seu sangue gela e sabia que nunca iria se perdoar, se algo assim acontecesse e decide controlar os seus instintos "predatórios" para com o menor, enquanto que duvidava, piamente, que conseguisse tal proeza.

- Eu vou te matar, seu imbecil...

Vegeta sussurra dentro os dentes, rosnando, enquanto corava ainda mais, sendo que os médicos não entendem nada, pois, ele falou em um tom baixo, somente audível para um saiyajin.

Então, Kakarotto decide inventar um motivo para ter tais dados e também, por Vegeta ter se levantado:

- Ele ficou alterado, por que estava nervoso quando eu revelei algumas coisas e por isso, as máquinas constaram essas alterações. E ele teve que se levantar, um pouco, para se acalmar.