Notas da Autora
Vegeta se vinga de Kakarotto quando...
Ele recebe alta hospitalar e quando voltam, tem que lidar com...
Capítulo 29 - O predador e a presa
O líder da equipe médica arqueia o cenho, tentando digerir a informação, até que outro médico, controlando a vergonha que sentia, mostra algo que ele escreveu aos outros, que passaram a compreender alguns dados dos gráficos, incompreensíveis até aquele momento, sendo que disfarçavam o fato de terem descoberto o que, de fato, aconteceu ao assumirem a típica postura profissional, sendo que o líder fala, profissionalmente, pois, viu que o seu paciente estava corado:
- Provavelmente, foi isso mesmo.
Vegeta não estava convencido que eles aceitaram a explicação de Kakarotto, enquanto que o maior percebeu uma face de censura direcionada para ele, que sorria sem graça, para depois os médicos suspirarem cansados.
Então, a faxineira entra com um lanche, sendo a mesma que recebeu a ordem e quando questionada sobre a comida, ela explica o motivo de ter ido comprar em nome do príncipe, o maior lanche do restaurante, sendo que Kakarotto recebe mais um olhar de censura dos médicos, para depois um deles falar:
- Creio que ele pode comer normalmente, Horac-san.
O líder suspira e fala:
- Sim... Ele pode comer. Pode entregar o lanche ao paciente.
- Sim, senhor.
Vegeta confessava que ao sentir o cheiro do sanduíche, havia percebido o quanto estava faminto e ao olhar para o maior, decide comer o mais lentamente possível, degustando, gradativamente, fazendo questão de elogiar a comida, enquanto adorava torturar Kakarotto que estava faminto, como vingança pelo ato dele instantes antes, que o fez passar vergonha na frente dos médicos, sendo que os mesmos apreciavam o que o menor estava fazendo, pois, perceberam o rosto de agonia de Kakarotto, assim como sabiam do apetite descomunal dos saiyajins.
Após a tortura do maior perante a comida, como castigo, tanto de Vegeta, quanto dos médicos, por Kakarotto não ter respeitado as normas do hospital, o pequeno príncipe é liberado para voltar para a mansão.
Então, o maior usa o shunkan no idou, antes do menor protestar que não agradava a ele, esse método alternativo de transporte.
Ao chegarem, Kakarotto percebe que se esqueceu de revelar algo para o menor.
Porém, ao ver o seu pequeno príncipe pegando uma toalha para entrar no banho, é tomado por pensamentos maliciosos e ao se recordar do que fizeram há uma hora, atrás, sente o desejo de tomar o menor para si, sabendo que a abstinência de dois meses o estava deixando demasiadamente sedento pelo seu ookera.
Afinal, foram dois meses sem fazerem amor e ele estava sedento para sentir Vegeta rendido em seus braços, como sempre acontecia, apesar dele lutar com todas as suas forças para não se render, sendo algo infrutífero, pois, bastava tocá-lo, para que o menor se rendesse, incondicionalmente.
Quando Kakarotto retirou a sua roupa e caminhou até o quarto de banho, percebe que a porta estava trancada, sendo que isso não era o suficiente para detê-lo, enquanto acreditava, que o seu pequeno príncipe, provavelmente, se esqueceu da habilidade dele de usar o shunkan no idou.
Portanto, tal ato era infrutífero.
Então, ele encosta sua orelha na porta e espera alguns minutos, para que o menor entrasse na jacuzzi, como um predador esperando o momento oportuno para atacar a sua presa.
Após alguns minutos, ele se teleporta, sorrateiramente, ocultando-se atrás de um armário de toalha, enquanto que Vegeta estava distraído, sem saber que havia um predador "faminto" o espreitando, esperando, pacientemente, para dar o bote em sua presa, que era o menor.
Conforme entrara na banheira, se lembra do que ele e Kakarotto fizeram no hospital e cora terrivelmente, enquanto xingava o "terceira classe", sendo que o maior que ouvia, surpreso, o linguajar do seu pequeno príncipe, enquanto o via bufar, achando-o lindo, acabando por sentir o aumento em seu desejo de tomar o menor para si, afundando no calor viciante dele, enquanto ouvia seus gemidos, que eram um deleite para ele.
Enquanto estava na banheira, tentando relaxar, Vegeta confessava que sentia falta do prazer que vivenciaram, uma vez que ficaram meses sem terem contato íntimo. De fato, sentia sua pele formigar ao se recordar dos toques certeiros de Kakarotto, sendo que o fez se sentir muito bem, no hospital, sendo que nunca iria confessar algo assim.
Além disso, ainda sentia-se consideravelmente carente e o resultado de se recordar do que ambos vivenciaram no hospital, fez o membro dele ficar semiereto, enquanto que seus mamilos formigavam e a sua pele clamava pelo toque das mãos grandes do maior, conforme a sua mente, traidora, o fazia se recordar, constantemente, da cena do hospital, fazendo um calafrio de prazer percorrer a sua pele, passando a controlar um gemido fino que quase escapou de seus lábios.
Então, se certificando que a porta estava fechada, se esquecendo de que isso não impediria Kakarotto, porque ele podia usar o shunkan no idou, ele morde os lábios e começa a se masturbar.
Sua cauda masturbava o seu membro que clamava por alívio, enquanto que as suas mãos percorriam o seu corpo, detendo-se nos mamilos, conforme os massageava e apertava, sendo que gemia o nome do maior dentre os seus lábios aristocráticos, enquanto lutava para abafar os gemidos, para que o outro não ouvisse, se esquecendo do quanto à audição deles era apurada, assim como olfato, além de não saber que o maior estava observando tudo, escondido, adorando a cena que via.
Ele não queria que Kakarotto percebesse o seu desejo, pois, queria, ardentemente, que ele ainda pensasse que estava bravo e que não queria os seus toques, por puro orgulho, enquanto desejava ocultar o fato que o seu corpo o traía.
Ao ver o menor se masturbando e se contorcendo, gemendo o seu nome, ele sorri maliciosamente e começa a se masturbar com a mão e fica assim por alguns minutos, até que ele não resiste.
Em um piscar de olhos, entra da imensa jacuzzi, tomando possessivamente, os lábios do menor em um beijo apaixonante, surpreendendo Vegeta, enquanto que o maior abria caminho dentre as pernas do menor, afastando-as gentilmente, sendo que o ookera não reagia, devido a surpresa e ao beijo exigente, assim como, repleto de amor.
Rapidamente, Kakarotto encostou o seu membro no do pequeno príncipe e com uma de suas mãos massageava um dos mamilos do menor, para depois separar seus lábios do dele, passando a mordiscar o outro mamilo, sendo que a sua outra mão trilhava um caminho dentre o interior das coxas do pequeno príncipe.
Quando cessou o beijo, a consciência de Vegeta despertou, parcamente.
- Seu...! Como ous...!
Porém, antes de continuar a esbravejar, tentando inutilmente se afastar do maior, ele posiciona um de seus dedos no ânus do pequeno príncipe, para em seguida usar a sua técnica para acertar a próstata do menor, fazendo-o gemer longamente, sentindo que a sua mente começava a ficar envolta em uma nuvem de algodão e consequentemente, perdia qualquer capacidade de afastá-lo.
Inclusive, ele o abraça, massageando as costas do maior que rosna ferozmente e guturalmente, enquanto que a respiração estava entrecortada, conforme esfregava seu membro no do menor, usando, de vez em quando, a técnica de acertar a próstata de Vegeta, até que o mesmo dá um longo gemido e chega ao ápice.
Kakarotto estava decidido a prolongar o prazer de ambos e sentindo a reação do corpo do menor, sendo que o membro de seu pequeno príncipe estava reagindo, novamente, ele recomeça os movimentos necessitados, masturbando o membro de Vegeta com o seu, com o ookera sentindo um intenso prazer, sendo tomado, novamente, pelas intensas sensações que o desnorteavam, conforme se encontrava rendido nos braços do seu predador, sendo uma presa cativa do mesmo.
O menor gemia sofregamente, assim como dava gritinhos finos, conforme o maior usava a técnica dele que o levava ao delírio e impedia qualquer pensamento lógico de se formar em sua mente, sendo que os rosnados ferais e guturais de prazer, assim como a respiração grossa e entrecortada do maior sobre si, faziam ondas de prazer surgirem em seu corpo.
Então, após algum tempo, o menor chega ao ápice, novamente, ao emitir um longo gemido fino, falando o nome de Kakarotto, sendo que o maior fala o nome de Vegeta, dentre um rosnado gutural e igualmente feral de prazer que reverbera pelo espaçoso quarto de banho, quando chegou ao ápice.
Então, eles ficam abraçados, com o maior dentre as pernas do menor que circundam a cintura dele, sendo que ambos estão recuperando o fôlego e após passar o prazer do gozo, Vegeta nota o que aconteceu e bufando, irritado, empurra Kakarotto para o lado, que pego de surpresa, acaba se afastando.
O menor está corado, enquanto pegava a toalha, para depois sair bufando do quarto de banho, irado por ter cedido e por ter se esquecido do Shukan no idou, para depois ficar alarmado ao saber que nenhuma porta o deteria.
Então, ele sente dois braços grandes o abraçarem por trás e antes que começasse a lutar contra os mesmos, apenas por revolta e orgulho, ignorando o fato que o seu corpo clamava pelos toques do maior, sente que, gradativamente, perdia a capacidade de lutar, conforme sentia que o seu corpo ansiava pelo toque de Kakarotto, quando o mesmo começa a masturba-lo com a cauda, enquanto massageava os mamilos do ookera, apertando os bicos intumescidos, sendo que ele mordiscava a marca na nuca dele, fazendo o menor se contorcer de prazer.
- Seu corpo é sincero... Não pode lutar contra isso. Eu o desejo, tanto quanto você me deseja.
O maior fala em um sussurro rouco na curva do pescoço do menor, enviando calafrios de prazer na coluna de Vegeta, que sentia o membro grosso e grande de Kakarotto, completamente túrgido em suas nádegas.
- É mentira! – ele exclama exasperado, fechando os seus olhos, enquanto tentava lutar contra o seu corpo em nome do seu orgulho.
Então, a cauda do maior começa a massagear as suas coxas, fazendo-o gemer longamente e sorrindo maliciosamente, Kakarotto fala:
- Lá na jacuzzi, você estava sendo sincero com o seu corpo... Eu entrei e fiquei olhando o meu pequeno príncipe gemendo o meu nome, enquanto se deleitava de prazer, ao masturbar-se, imaginando que era este Kakarotto tocando-o... – ele falava roucamente, enquanto beijava o ombro do menor, cujo membro começava a ficar ereto. – Fale-me o seu verdadeiro desejo. Seja sincero consigo mesmo, meu pequeno príncipe...
