Notas da Autora
Perante os atos de Kakarotto, Vegeta acaba...
Capítulo 30 - A rendição da presa.
- Eu... eu...
Então, a cauda de Kakarotto se afasta do membro de Vegeta, parando de masturba-lo, somente retornando aos beijos e chupões, pois, queria marcar o seu príncipe ainda mais, como sendo somente dele e de mais ninguém, sentindo a sua possessividade ficando cada vez mais intensa.
- Eu... eu...
Ele lutava contra o seu corpo que ansiava pelos toques de Kakarotto, enquanto que o seu orgulho gritava para afastá-lo e retomar o controle de seu corpo traidor.
Nisso, ele começa a sentir-se incomodado com o seu membro, assim como pelo fato do maior ter parado de masturbá-lo, acabando por fazê-lo ficar frustrado e igualmente revoltado, acabando por falar em um tom de frustração, pois, não estava conseguindo controlar o que sentia.
- Kakarotto...
O maior sorri de canto, adorando torturar o menor, para que ele percebesse o seu real desejo, sendo sincero consigo mesmo.
- O que deseja meu pequeno príncipe?
Kakarotto se faz de desentendido, para em seguida soltar um suspiro quente no pescoço do menor que geme, enquanto ele mordiscava o lóbulo do mesmo.
Então, ao perceber que Vegeta queria se masturbar, ele prende os dois braços dele com as suas mãos, enquanto que a cauda dele passava a acariciar os mamilos do pequeno príncipe, que não tinha forças para lutar, devido a entrega do seu corpo, enquanto estava agoniado com o seu membro latejante.
- Kakarotto! – ele exclama em um misto de desespero e frustação.
- Fale-me o que deseja...
Ele fala roucamente, passando a mordiscar o ombro dele, enquanto que de vez em quando, a sua cauda roçava de leve no membro do menor, fazendo-o arquear o seu corpo para frente.
O pequeno príncipe tenta usar a sua cauda para se masturbar, mas, Kakarotto entrelaça a sua cauda na dele e inclusive, começa a apertá-la, fazendo os gemidos sôfregos e finos do menor, ficarem cada vez mais intensos, preenchendo o cômodo onde se encontravam.
Ao perceber que ele estava começando a chegar ao ápice, a cauda do maior para de apertar e ele cessa as carícias, puxando-o para o seu tórax, enquanto beijava levemente o ombro dele, com Vegeta se contorcendo em agonia, segurando fortemente as suas lágrimas de frustação, enquanto sentia o membro grande e grosso de Kakarotto pulsando em suas nádegas, sendo que o seu membro pulsava e ansiava por libertação.
- Kakarotto! Seu... – ele exclamava exasperado, não conseguindo formar nenhuma linha de raciocínio, no mínimo coerente.
- Fale-me o que deseja... Seja sincero consigo mesmo. Se lembre do banheiro, do quanto você se entregou ao seu verdadeiro desejo e ao que sentia. Você estava simplesmente perfeito naquele momento. – ele fala roucamente, deixando seu hálito quente se chocar na pele do menor, fazendo surgir calafrios de prazer do mesmo, que gemia e se contorcia sobre os braços do maior.
Então, cedendo ao que sentia, ele exclama desesperado e igualmente frustrado.
- Eu quero você, Kakarotto!
- Viu? Foi difícil? – ele pergunta com um sorriso.
Porém, antes que o menor pudesse argumentar a cauda dele torna a ser apertada, enquanto que as mãos do maior passam a percorrer o corpo do menor, com uma mão masturbando o membro de Vegeta, sendo que a outra mão o retinha junto dele, com ele grunhindo de prazer, pelo fato de parecer que o seu pequeno príncipe foi feito especialmente para ele, pois era perfeito.
Então, Kakarotto caminha com ele até a parede, fazendo o menor se curvar e a apoiar as mãos para não cair, conforme o maior trabalhava em seu corpo, com a cauda de Kakarotto masturbando o membro do menor, liberando a cauda dele, que a leva até o falo do maior, começando a masturbá-lo, arrancando mais rosnados ferais e guturais, sentindo a respiração entrecortada e rouca se chocar contra a sua pele.
As carícias ficavam cada vez mais intensas, assim como a masturbação, sendo que a cauda do maior acariciava o membro do menor e vice-versa, até que ambos chegam ao ápice.
Vegeta dá um longo gemido fino, sentindo os espasmos do prazer, enquanto que Kakarotto emite um rosnado gutural e feral, curvando a cabeça para trás, enquanto liberava a sua essência nos glúteos do menor.
Enquanto o pequeno príncipe se recuperava do prazer, ele geme fino ao sentir a língua de Kakarotto, trabalhando habilmente em seu botão rosa, fazendo-o se contorcer de prazer, enquanto estava rendido perante as carícias certeiras do maior, que abriu ainda mais as suas nádegas, o expondo, sendo que ao sentir a língua explorando o seu botão rosa, ele acaba ronronando, fazendo Kakarotto rosnar em resposta, sendo que este se deliciava ao ver o entrega total do menor, que inclusive, empinava ainda mais os glúteos, enquanto que as mãos dele começavam a acariciar o membro do pequeno príncipe.
O botão rosa dele começava a se contrair, sendo que o maior usa a sua técnica, ao colocar o dedo indicador na frente do mesmo, enviando uma onda de ki que atinge a próstata do menor, que geme longamente, empinando, ainda mais, se possível, os seus glúteos, quando Kakarotto usava tal técnica, mais algumas vezes, fazendo com que Vegeta chegasse ao orgasmo, liberando a sua essência, novamente, na parede na frente dele, sentindo os tremores em seu corpo, enquanto lutava para ficar de pé, pois, sentia as pernas bambas, após o prazer vivenciado.
Aproveitando que o menor sentia as ondas de prazer, o maior, em um piscar de olhos, pega o lubrificante da gaveta do criado mudo e quando Vegeta ouve o som da gaveta abrindo e fechando, Kakarotto já estava de volta, masturbando o pequeno príncipe com uma mão, enquanto beijava e mordiscava a marca na nuca do menor, fazendo-o gemer, sendo que acariciava um dos mamilos de Vegeta, que torna a sentir prazer, enquanto levava a cauda ate o membro do maior, que começava a rosnar roucamente, lutando para se controlar, para que pudesse lubrificar, muito bem, o botão rosa, pois, queria que ele sentisse prazer o mais rápido possível, enquanto que o ato do menor estava dificultando o ato dele prepará-lo, adequadamente.
A cauda dele segurava o tubo e o espremia, usando o máximo de sua consciência, colocando em uma das mãos o produto, para em seguida começar a introduzir um dedo, fazendo o menor gemer ao sentir a invasão e o líquido gelado, conforme empinava ainda mais as suas nádegas para o maior, que sorria perante a entrega do menor, quando este deixava seu instinto e desejo o subjugarem de qualquer pensamento lógico.
Ele introduz o segundo dedo, enquanto lambia e mordiscava as coxas do menor, arrancando lamúrias dele, assim como um ronronado, sendo correspondido por um rosnado de prazer do maior, sendo que a cauda de Vegeta começa a masturbar Kakarotto que rosnava ferozmente pelo prazer intenso, sendo que tais rosnados roucos e ferais, assim como a respiração entrecortada e rouca, aumentavam o prazer de Vegeta, enquanto que Kakarotto aproveitava o momento para introduzir o terceiro dedo.
A visão do menor se contorcendo de prazer, enquanto gemia loucamente por causa de seus toques, o excitava e muito, fazendo-o sentir um intenso prazer, enquanto que os gemidos do menor eram como música para ele, que começara a fazer movimentos de tesoura dentro do canal do pequeno príncipe, para depois sentir que ele estava pronto, após se certificar que estava bem lubrificado.
Então, vira o tubo em seu membro, sendo que o produto também ria anestesiar um pouco a dor e ardência do menor, além de estimular o prazer, intensificando o mesmo, sendo que também intensificaria o dele.
Vegeta ainda gemia, até que sente o pênis grande e grosso do maior começando a abrir caminho nele, cuja cintura era retida por Kakarotto, impedindo assim que fizesse movimentos bruscos, sendo que os seus glúteos eram ainda mais empinados, fazendo ele se segurar na parede, sendo que o maior controlava ao máximo o seu desejo, quase que animalesco, enquanto que o menor sentia uma dor intensa e ardência, além de sentir a sensação conhecida de estar sendo rasgado em dois, conforme o falo grosso e grande de Kakarotto ganhava terreno, lentamente e gradativamente, dentro de seu canal quente e apertado, fazendo-o se sentir sendo rasgado ao meio, com o maior rosnando roucamente de prazer, sentindo um intenso prazer tomá-lo, pois, o canal do menor apertava o seu membro, provocando uma sensação extremamente prazerosa, sendo preciso todo o seu autocontrole para não perder a consciência, enquanto procurava penetrá-lo lentamente, permitindo que se acostumasse, gradativamente, com o seu membro rijo e pulsante.
Enquanto introduzia lentamente no pequeno príncipe, a sua cauda torna a acariciar o membro do menor, tentando anestesiar ainda mais a dor do ookera, enquanto colava seus lábios nos de Vegeta, que virou lateralmente o rosto, abafando seus gritos e gemidos de dor, sendo que entrava lentamente e gradativamente, sentindo o menor tremer em seus braços, sabendo que era mais de dor do que prazer e por mais que se sentisse mal, era algo natural.
Após entrar tudo, fica parado, enquanto acariciava carinhosamente o corpo do menor, assim como distribuía beijos gentis no rosto de Vegeta, secando com os seus lábios, de forma gentil, algumas lágrimas de dor que haviam brotado dos orbes dele que estavam cerrados.
Então, aos poucos, o pequeno príncipe começa a se acostumar com o membro dentro de si, embora ainda persistisse a sensação de estar rasgado em dois, sendo que gradativamente, a dor e ardência iam diminuindo, conforme eram intensificadas as carícias no seu membro, sendo que as mãos exigentes do maior percorriam o corpo do menor, que após alguns minutos, mexe lentamente sua cintura em direção ao membro de Kakarotto, sentindo pontadas de dor, que eram mais amenas, pois, o prazer o estava tomando, sendo este, em grande parte, oriundo da masturbação exigente de seu falo que nublava consideravelmente a dor.
Kakarotto interpretou como sendo um sinal para continuar e começou a fazer movimentos lentos de entrada e saída, sendo que a cada entrada, Vegeta curvava o corpo para trás, até que ele chega ao ápice, quando o maior aperta a base de sua cauda, fazendo-o dar um longo gemido fino, após ronronar pelo aperto, sendo correspondido por um rosnado baixo e feral do maior.
Então, de repente, Kakarotto o puxa para o seu colo, o virando sem sair de dentro dele, fazendo Vegeta entrelaçar as pernas na cintura do maior, que segura às nádegas do mesmo, possessivamente, enquanto que o menor o abraçava, com as suas costas sendo encostadas na parede, com Kakarotto retornando os movimentos de entrada e saída, começando a aumentar o ritmo, lentamente, ao ponto de ficar cada vez mais intenso.
Após alguns minutos, sorri maliciosamente de canto ao perceber que o seu pequeno príncipe se acostumou com a invasão, passando a sentir somente prazer, coloca as mãos embaixo das coxas do menor, fazendo as panturrilhas do mesmo, ficar apoiadas, cada uma, em seus ombros, deixando-o mais exposto, permitindo assim, que afundasse ainda mais no calor prazeroso do canal quente e estreito do ookera, que agora era sacudido pelas estocadas vigorosas.
Quando o pequeno príncipe sente a penetração intensificada, passa a dar gemidos finos e longos entre suspiros, quando o maior acerta a sua próstata, aprofundando ainda mais, passando a acertar várias vezes a próstata do menor, fazendo o gritar de prazer, com ele se contorcendo no colo do maior, mordendo os lábios, enquanto mantinha os olhos fechados pelo prazer.
- Vegeta... Olhe para mim. – ele fala com a voz rouca, dentre seus rosnados ferais.
O menor olha para ele, que se sente perdido nos orbes ônix que reluziam de desejo, sendo que seus olhares se conectam, com o menor sentindo o seu corpo sendo sacolejado pelas investidas agora profundas e ritmadas de Kakarotto, sendo que ambos não perdem contato visual um com o outro, até que chegam ao ápice, sendo que o maior estoca firmemente a próstata do menor, que inclina cabeça para trás e geme longamente em um timbre fino, chegando ao ápice, sentindo os espasmos do prazer, sendo que aperta o seu abraço no pescoço do maior, enquanto que Kakarotto emite um rosnado feral gutural e rouco de prazer, curvando a cabeça para trás, liberando a sua essência no interior do menor, cujo canal quente pulsava, conforme o líquido quente do maior preenchia o seu interior, fazendo o ronronar, recebendo um rosnado baixo e feral de prazer do maior como resposta.
Então, o menor, que busca os lábios do maior e ambos se beijam apaixonadamente, até que Kakarotto sai lentamente de dentro do pequeno príncipe, o levando no colo até a cama, para depois deitar, com Vegeta, que apoia a cabeça em cima do tórax do maior, sentindo-se seguro e amado nos braços fortes de Kakarotto, sendo que nunca ia admitir algo assim, publicamente, enquanto que o sono o tomava, com o maior exibindo um imenso sorriso em sua face, enquanto fazia carícias carinhosas nas costas de seu pequeno príncipe, com a cauda dele cobrindo ambos.
