Notas da Autora

Tarble parte de Nimengi rumo à Liart.

Em Liart, o pequeno príncipe encontra-se em conflito consigo mesmo e após fazer amor, novamente, com Kakarotto, decide...

Capítulo 33 - O conflito interno de Vegeta

Em Namengi, Tarble estava estarrecido ao saber que seu irmão podia engravidar, mesmo sendo macho, enquanto embarcava com eles para Liart, uma vez que o tratado de proteção e acordo mútuo foi assinado pela líder, sendo que havia cientistas e engenheiros da União planetária chegando, para ajuda-los na construção de armas de defesa planetária e os futuros hangares, sendo que havia se despedido de sua amada, a líder Mandy, com um beijo gentil nos lábios dela em particular, pois, ela era tímida com demonstração de afeto em público, ainda.

Ambos se amavam, sendo que confessaram os seus sentimentos um para o outro. No caso, ele tomou a iniciativa, confessando primeiro os seus sentimentos, para depois, ela confessar que o amava também e após a confissão de ambos, eles se beijaram, apaixonadamente e desde então, estavam namorando, sendo que ele teria que ir para Liart e por causa disso, ficaria afastado dela, sendo que só voltaria dali a uma semana.

Ele olha o belo e pacífico planeta que o acolheu, após ser rejeitado por seu pai e Bejiita, seu planeta natal, para depois entrar na nave, sendo que ao longe avistou a líder que sorria com lágrimas nos olhos, enquanto se despedia, sendo correspondida por ele e ficam assim, até que o saiyajin embarca na nave, com a mesma partindo dali rumo a Liart.

Enquanto a nave percorria o espaço, Tarble procurava aprender tudo sobre o planeta onde vivia o seu irmão, para saber como se portar e agir, sendo que estava tranquilo com a proteção de Nimengi, por ter aprovado o sistema de proteção e a implementação de medidas de segurança planetária.

De fato, se unir a União planetária foi o melhor para o planeta, ao ver do jovem saiyajin.

Mesmo assim, mal via a hora de poder ficar junto de seu amor, novamente.

Algumas semanas depois, em Liart, Vegeta digeria o fato de que tinha um irmão caçula e que o mesmo foi exilado de Bejiita ao nascer por ser fraco.

Apesar do pequeno príncipe falar que foi o certo a fazer, em seu íntimo, havia ficado sentido pelo fato de não ter sabido de tal fato, sendo que sabia que o motivo dele não saber é que Tarble era uma vergonha tão grande, que o fato do seu genitor falar a alguém, causaria uma humilhação adicional. Além disso, era um segredo que devia ser mantido a todo o custo entre ele e a rainha.

Ele foi informado que o seu otouto chegaria em uma semana e confessava que não sentia vontade de conhecê-lo, embora em seu íntimo, bem no fundo do seu ser, sentisse desejo de conhecê-lo.

Claro, que nunca iria assumir algo assim e não iria agir diferente por ser seu irmão mais novo. O trataria como qualquer saiyajin. Pelo menos, era a sua intenção, enquanto ignorava o sentimento inquietante em seu interior, pois, já bastava os sentimentos que tinha por ser um ookera.

Afinal, não desejava adicionar um repertório de novos sentimentos vexatórios, a seu ver.

Então, ele espreguiça, enquanto se levantava, esticando a sua cauda, para depois enrolar a mesma na cintura, com esta se contorcendo de raiva com a sua linha de pensamentos instantes antes.

Conforme se sentava na cama, ele sente uma ardência em seu ânus e se recorda da noite quente que teve com o seu companheiro, com ele o tomando de formas inéditas, enquanto corava, intensamente, sentindo um novo calor em seu corpo, para depois espanar essas sensações para longe, pois, parecia uma fêmea, ao ficar corando a todo o momento e tal pensamento o irritava, demasiadamente, já bastando o fato que ele sempre se entregava, frente às carícias certeiras do maior, ao ponto de pedir pelos toques e pelo prazer, ultimamente.

Espanando os pensamentos para o lado, ele decide se levantar e coloca uma bermuda.

Então, conforme ele caminhava para a área de banho, Kakarotto entra com um carrinho, tendo várias bandejas e fala:

- Trouxe o café da manhã, meu pequeno príncipe.

- Me chamo Vegeta e não sou pequeno príncipe.

- Para mim, é pequeno. – ele fala com um sorriso – Minha flor do dia.

- "Flor do dia"?! – ele repete, estarrecido, para depois uma veia saltar da testa dele.

Então, ele começa o usual repertório de ofensas, enquanto Kakarotto revirava os olhos, pois, já estava acostumado com os surtos de raiva do menor.

Afinal, as ofensas entravam por um ouvido e saiam pelo outro, até que ele tem uma ideia, conforme um robô entra, segurando uma jarra de um liquido âmbar e copos.

Ele dá uma ordem ao robô, enquanto sorria maliciosamente, retirando apenas a bermuda folgada que usava naquele instante, para em seguida cortar a distância entre ele e seu companheiro em um piscar de olhos, silenciando o menor com um beijo ardente, sendo que inicialmente, Vegeta tentou se afastar, até que perdeu as forças, conforme o maior acariciava possessivamente o corpo do pequeno príncipe, como se procurasse memorizar cada mísero detalhe, enquanto o beijo se intensificava, fazendo o menor perder, gradativamente, as forças, conforme se entregava, sendo que ao acariciar a marca dele na nuca do menor, o corpo do pequeno príncipe tem um espasmo de prazer e acaba por se entregar, puxando Kakarotto pelo pescoço para beija-lo, urgentemente, em um misto de desespero e desejo, enquanto que a cauda do maior retirava a bermuda do menor, ao puxá-la para baixo.

Ele vira Vegeta contra a parede, enquanto apertava e acariciava os mamilos do menor que gemia fino e arfava, sendo que a cauda do maior passa a masturbá-lo, vigorosamente, enquanto que o pequeno príncipe sentia as reentrâncias dos músculos de Kakarotto sobre si, que mordiscava e beijava cada centímetro do corpo dele, mordendo, esporadicamente, a marca dele na nuca do menor, fazendo Vegeta sentir uma descarga elétrica de puro prazer, anestesiando, novamente, o seu cérebro frente ao prazer.

Os lábios exigentes e possessivos desciam pelo corpo dele, mordiscando e reivindicando cada centímetro do corpo do menor para si, descendo até as nádegas, beijando e mordendo, até que abre delicadamente e percebe que ainda havia sua essência, indicando que não precisava ser lubrificado.

Ele beija cada nádega, para depois se levantar, enquanto seu membro grande e grosso latejava, ardentemente, para sentir o calor de seu pequeno príncipe, totalmente entregue aos desejos, sendo que o menor pronuncia em uma voz sôfrega, em um misto de desejo e de igual urgência:

- Eu o quero dentro de mim...

Ele começa a esfregar as suas nádegas no falo do maior, o estimulando, fazendo Kakarotto rosnar baixo de prazer, com a sua cauda intensificando a masturbação, ao mesmo tempo que usava o seu dedo, ao entrar com o mesmo no botão rosa do menor, lançando ondas de ki que acertam várias vezes, a próstata do pequeno príncipe, até que ele chega ao ápice, soltando um longo gemido fino, sobre um rosnado feral e gutural de Kakarotto como resposta.

Mesmo chegando ao prazer e sentindo as pernas moles, ele sentia que o seu corpo estava desejoso e igualmente ardente, pelos toques do maior, uma vez que o desejo que o consumia, somente seria eliminado pelo maior, quando o tomasse.

Então, a cauda de Kakarotto volta a masturba-lo, fazendo-o gemer, enquanto se contorcia, apesar de ainda sentir as pernas bambas.

Então, ele fecha os punhos, grudando o tórax na parede, conforme sentia o falo grosso e grande do maior reivindicando o seu local de direito, conforme avançava dentro dele, que arfava e gemia, enquanto sentia a usual sensação de ser rasgado ao meio, sendo que as suas pernas eram mantidas afastadas, enquanto ouvia a respiração gutural e os rosnados baixos e ferais de prazer do maior, conforme avançava e em resposta aos seus gemidos finos, sendo que a respiração quente, grossa e entrecortada de Kakarotto se chocava contra a pele de Vegeta, fazendo arrepios de prazer percorrem seu corpo, sendo que sente uma onda de prazer, quando o maior mordisca a sua marca na nuca dele, fazendo-o arfar.

Então, com um último movimento, ele entra, totalmente com o seu falo exigente no canal quente e apertado de Vegeta, fazendo-o dar um grito abafado por ter cerrados os lábios, sendo que o maior rosnou audivelmente de prazer em um tom rouco e feral, quando entrou totalmente no menor.

O maior coloca as duas mãos, possesivamente, no interior das coxas do seu pequeno príncipe, fazendo-o abrir as pernas, enquanto o erguia, ao mesmo tempo em que Vegeta encostando as costas no tórax o maior, que mantinha firmemente as pernas dele abertas, com a cauda grossa dele acariciando, possessivamente, os mamilos do menor, enquanto que Kakarotto o virava, o expondo para alguns robôs que estavam no quarto por ordem dele.

Quando Vegeta viu os robôs, tentou ordená-los para sair.

Porém, nesse instante, perdeu a voz, quando Kakarotto acertou o seu ponto doce, fazendo-o gemer longamente, enquanto a sua cauda aumentava a masturbação no falo de Vegeta, ao descer dos mamilos, fazendo-o perder qualquer ínfima consciência que restou, sendo que a cauda dele apertava as coxas do maior, provocando rosnados de prazer de Kakarotto.

O maior o estocava, aumentando a velocidade, gradativamente, sendo que rosnava como resposta para cada gritinho fino de prazer de Vegeta, quando o seu ponto doce era acertado, fazendo um prazer indescritível atingi-lo em choques extremamente prazerosos, fazendo-o delirar de prazer, ao ponto de implorar, cada vez mais, recebendo rosnados ferais em resposta, sendo que Kakarotto se transforma em super saiyajin, com o seu membro ficando um pouco maior, fazendo-o menor delirar de prazer, enquanto sentia a energia de Kakarotto intensificando o que sentia.

Os gemidos e gritinhos sôfregos do menor, que se contorcia em uma deliciosa agonia, assim como os rosnados, gemidos roucos de prazer e os sons da movimentação entre os corpos, juntamente com a respiração entrecortada de Kakarotto, preenchiam o quarto, até que ambos chegam ao ápice.

O pequeno príncipe dá um grito fino, falando o nome de Kakarotto, curvando a cabeça para trás, sendo que geme de prazer ao sentir o líquido quente do maior preenchendo o seu canal quente e apertado, enquanto o maior rosnava roucamente e de forma feral, assim como guturalmente, conforme liberava sua essência dentro do menor, falando o nome do seu companheiro entre rosnados, sendo que após chegar ao ápice, ele desfaz a transformação.

Então, após a onda de prazer, temporariamente anestesiante, a consciência de Vegeta retorna e ao olhar para os robôs, se recorda do que fizeram na frente deles.

Então, uma veia da testa dele salta e ele grita:

- Apaguem o que viram desde que entraram no quarto e saiam daqui, agora!

- Sim, príncipe Vegeta-sama.

Os robôs falam em usino e se retiram, após os pequenos olhos negros deles, brilharem, indicando que apagaram os dados desde que entraram no cômodo.

- Quanto a você...

Ele começa a falar dentre os dentes, olhando para Kakarotto, enquanto saia do colo dele, quase caindo no chão, pelas suas pernas estarem bambas.

- Foram somente robôs, meu pequeno príncipe. – ele fala sorrindo, sem se abalar com o olhar, praticamente mortal, que Vegeta lançou a ele.

Então, o pequeno príncipe surta, conforme o esperado e grita novas ofensas, o xingando de todos os nomes que conhecia, enquanto entrava no quarto de banho, batendo a porta do mesmo, demonstrando toda a sua frustação e raiva.

O maior se aproxima da porta e fala:

- Vamos tomar banho juntos, meu pequeno príncipe?

- Não sou pequeno, porcaria nenhuma! E nem ouse usar o teletransporte, seu pervertido! Já basta a vergonha que você me fez passar!

- Eram somente robôs, cujos dados podem ser apagados. Além disso, você pode querer ficar bravo, mas, no íntimo, tenho certeza que adorou. Devia ser sincero consigo mesmo. Você gemia maravilhosamente bem. Foi um espetáculo aprazível.

- Seu... seu... seu pervertido desgraçado! Claro que não gostei!

- Seja mais sincero, como você é, quando estamos fazendo amor.

- Cale-se, terceira classe bastarda! Quero tomar banho.

- Eu também preciso tomar banho.

- Tome em outro quarto de banho. Tem vários quartos de banho nessa mansão.

- Eu quero um, onde posso ficar junto do meu pequeno príncipe.

- Nem pense! E eu já disse que não sou pequeno, seu bastardo!

- A jacuzzi é imensa. Inclusive, vinte pessoas conseguem usá-lo, tranquilamente. Ficaremos em lados opostos.

- Não quero ter relações novamente! Vai ficar uma semana sem relação sexual, para aprender a não fazer mais isso.

- Isso é maldade!

- Não é! – o menor exclama do outro lado da porta.

- Você não vai conseguir ficar uma semana sem meus toques, pois, faz somente alguns dias que saiu de seu período fértil. Seu corpo ainda está necessitado pelos meus toques e você sabe disso.

- Você duvida?

- Sim.

- Vou mostrar que posso ficar uma semana, tranquilamente, sem você me tocar. – ele fala com a sua típica voz arrogante.

- Saiba que irei respeitar a sua decisão. Porém, terá que implorar para que eu o tenha. Esteja preparado...

Ele fala com um sorriso malicioso de canto, pois, sabia que o menor iria ceder e confessava que adoraria vê-lo pedir pelos seus toques.

Então, quando se vira para sair, olha o carrinho imenso lotado de comida e fala:

- Eu trouxe o café da manhã para você. Vou ter que sair, pois, tenho alguns assuntos para resolver. À tarde, eu volto para termos a nossa luta amigável na forma super saiyajin.

- Vá logo e me deixe em paz!

- Ainda tem certeza que quer manter a proibição de uma semana?

- Tenho.

- Que seja...

O maior dá de ombros, enquanto sorria divertido, pois, acreditava que o menor não conseguiria manter essa proibição a si mesmo.

Por isso, decide provoca-lo por uma semana e com esse pensamento, sai do quarto em direção a outro quarto de banho, se preparando para a pequena "guerra" entre eles.

Inclusive, Kakarotto sabia que Vegeta seria derrotado pela sinceridade do seu próprio corpo, pois, o orgulho do menor não conseguia subjugar o seu próprio corpo, que era clemente pelos seus toques.