Notas da Autora

Enfim, começa a luta amigável entre Kakarotto e Vegeta.

Porém, Kakarotto decide...

Capítulo 35 - A luta de Vegeta - Parte II

Vegeta se levanta e sem falar nada, se transforma em super saiyajin, seguido de Kakarotto, com ambos começando a lutar, amigavelmente.

O problema da batalha entre eles, ao ver do menor, era o olhar malicioso e igualmente faminto que exibia ao olha-lo, para raiva de Vegeta, sendo que várias vezes, na luta entre eles, o maior fazia questão de encostar seu corpo no dele, roçando levemente, para depois se separar, sempre procurando roçar a cauda indevida ou a mão em áreas sensíveis do corpo do menor.

Para agravar a situação, o corpo do pequeno príncipe reagia, provocando calafrios prazerosos no mesmo, frente ao toque ou roçar, enquanto bufava, até que fala, quando se separam, quando os punhos se chocam:

- Seu bastardo! Estamos lutando! Como ousa passar as mãos e cauda pelo meu corpo!

- Quanto a roçar, eu não compreendo. Afinal, não estamos lutando? Às vezes, acidentes acontecem – ele fala fingindo confusão no olhar, assim como uma face confusa, embora tivesse adorando o seu plano de atiçar o menor.

- Não se faça de inocente! É proposital! Ninguém roça no corpo do outro com claras intenções sexuais, apenas por acidente!

- Eu disse que acidentes, acontecem. Não há porque ter tal reação, meu pequeno príncipe.

- Não sou o seu pequeno príncipe, seu pervertido!

Nisso, ele avança e começa a trocar golpes.

Vegeta tenta acerta-lo com uma cotovelada, mas, ele o bloqueia, para em seguida tentar acerta-lo com um golpe, sendo que Kakarotto bloqueia e tenta acerta-lo com as pernas em vários golpes, mas, ele usa as suas pernas, enquanto tentava acerta-lo com socos que este bloqueava, enquanto que contra-atacava, ora com chutes, ora com os punhos, sendo que em muitos momentos, o menor se desconcentrava, quando a cauda do maior passava rente ao seu corpo, acariciando-o, sempre que se aproximavam para trocar golpes, percebendo que Kakarotto parava de atacar, sempre que fazia isso.

Irado, se afasta do maior, para depois tentar acertá-lo com um chute voador, que é bloqueado pelo antebraço dele, enquanto que o maior tentava golpear, ao mesmo tempo, sendo que Vegeta gira o corpo para o lado desviando do soco, para depois começar uma sequência de ataques com os punhos, consecutivamente, pois, quando intensifica o ritmo dos socos, Kakarotto não conseguia masturba-lo, enquanto que o maior se agachava e desviava dos mesmos, bloqueando alguns usando as mãos ou os antebraços, sendo que as vezes passava a sua mão nos braços do menor, ao bloquear um ataque, fazendo Vegeta corar, para depois se recuperar, começando a contra atacar com os punhos.

Kakarotto os bloqueava, assim como desviava, com ambos atacando e defendendo na mesma intensidade em pleno ar, até que o maior tenta chutá-lo e o menor se afasta, para depois ser seguido pelo maior e quando tenta golpeá-lo horizontalmente com o braço estendido, o maior se desloca para trás dele, sendo que encosta o queixo no ombro do menor e suspira roucamente, fazendo calafrios de prazer percorrer o corpo de Vegeta que cerra os dentes, tentando abafar um gemido, ao sentir calafrios de prazer pelo seu corpo, ainda mais com o roçar da cauda do mesmo em sua virilha, ao aproveitar o fato que ele estava lutando contra o desejo.

Então, ao se recuperar, sentindo muita raiva do maior, tenta dar uma cotovelada nela, mas, ele bloqueia com ambas as palmas da mão, sendo que desviava de um chute lateral, fazendo-o se afastar dele.

Kakarotto avança e tenta acerta-lo com uma cotovelada, mas, Vegeta o bloqueia, para em seguida tentar acerta-lo com um soco que é bloqueado, enquanto tentava golpear com as pernas em vários golpes.

Porém, o maior usava as suas pernas, tentando acerta-lo com socos que este bloqueava, contra-atacando.

Tanto Kakarotto contra Vegeta tentam dar uma joelhada um no outro, assim como uma cotovelada, ao mesmo tempo, sendo que ambos bloqueiam o ataque um do outro e ficam por um tempo, considerável, pressionando o joelho e cotovelo do outro, ate que Vegeta tenta golpear o maior com o seu outro braço, sendo o seu punho rebatido pelo punho dele, até que o menor consegue empurrar o antebraço do maior e nisso, tenta atingi-lo com um soco, sendo bloqueado pela palma de uma das mãos dele, que tenta soca-lo, sendo que ele bloqueia com o seu antebraço, para depois tentar soca-lo, com o maior bloqueando com o antebraço e assim se segue por vários minutos, sendo que em muitos momentos, a cauda do maior roçou na virilha e em outras partes sensíveis de Vegeta, o obrigando a abafar um leve gemido, enquanto sentia muita raiva.

Então, cada um deles tenta chutar o outro com pé, sendo que os ataques são bloqueados, assim como o contra ataque, com ambos continuando a batalha física.

Novamente, ambas as joelhadas são bloqueadas um pelo outro, ao mesmo tempo, que Kakarotto bloqueava o antebraço de Vegeta, ao segura-lo, enquanto que o menor bloqueava o soco do maior com a outra mão.

Vegeta tenta chuta-lo, mas, ele bloqueia com o joelho, enquanto avançava com o punho contra o seu oponente, que bloqueia e tenta acerta-lo com um chute horizontal, que é bloqueado pelo outro joelho do pequeno príncipe, que tenta dar uma cotovelada, que é bloqueada, enquanto que o maior o atacava com um gancho de direita, sendo que o menor consegue desviar do golpe e tenta acertar o rosto do maior que desvia, enquanto esta usa o seu punho direito que é bloqueado.

O ookera tenta acertar Kakarotto com o seu pé, sendo este bloqueado, para depois o mesmo tentar acerta-lo com um chute horizontal, sendo bloqueado por ele, que tenta acertar uma cotovelada nele, que bloqueia com a mão, enquanto o maior tentava acertar o rosto dele com um chute horizontal, sendo que Vegeta bloqueia o chute lateral de Kakarotto com o braço, sendo que a cauda do maior afagava, naquele instante, o interior das coxas do menor, roçando levemente em cima do membro do pequeno príncipe, fazendo-o corar, enquanto suprimia a muito custo um gemido de prazer, sendo que olhava com raiva para o maior.

Kakarotto tenta acerta-lo com a perna, que é bloqueado por Vegeta, para em seguida, tentar acerta-lo com uma cotovelada, que é bloqueado, sendo que o maior tenta acertar o menor com as pernas em vários golpes, sendo bloqueados pelas pernas dele, com ambos alternando com socos frenéticos, enquanto um bloqueava e outra atacava, para em seguida contra-atacar e assim se segue por vários minutos.

Até que em um, determinado momento, ao tentar soca-lo, Kakarotto segura o seu antebraço e o vira, para que as costas dele ficassem encostadas no seu tórax, enquanto prendia os braços dele, sendo que a cauda do maior fingia prender as pernas, sendo que roçou na virilha do menor, fazendo o membro dele reagir, enquanto que o pequeno príncipe sentia o falo do maior roçando as suas nádegas, mais facilmente.

- Me solte! – ele fala controlando um gemido.

- Tente se libertar.

O maior fala de forma rouca, sussurrando no ouvido do menor, fazendo mais calafrios de prazer, se propagarem no corpo dele, ao pondo de menor gemer fino.

Então, ele consegue acertar uma cotovelada nas costelas do maior, o afastando de si, para depois ele tentar chuta-lo e soca-lo, sendo que estava tão nervoso, que não estava, atento a luta.

Kakarotto segura o tornozelo do menor e desce as mãos até o interior das coxas do pequeno príncipe, fazendo-o corar ainda mais, assim como se afastava, para depois tentar soca-lo, enquanto lutava para que a sua ereção não ficasse completamente ereta, sendo que em um determinado momento, é atirado contra o chão, sentindo o seu corpo sendo prensado contra o solo pelo maior, que acaricia o corpo do seu pequeno príncipe, possessivamente, até que aperta a base da cauda do mesmo, fazendo-o gemer longamente, disparando novas ondas de prazer no corpo dele.

Então, Vegeta sente que sua mente nublava.

Porém, antes que pudesse se envolver totalmente no prazer que sentia, Kakarotto se afasta e Vegeta não pode impedir a frustração evidente em sua face, sendo que o maior sorria vitorioso, para depois o menor perceber o seu semblante, sentindo raiva, sendo que estava com os dentes trincados.

- Creio que venci, né? Você foi ao chão. Sua mente não estava na luta.