Notas da Autora

Após três dias, o prazo dado por Vegeta terminou, sendo que ele comemora.

O pequeno príncipe fica surpreso, quando...

Capítulo 37 - Sentimentos

Kakarotto sai do banho, caminhando até o quarto luxuoso e requintado, para trajar a sua armadura lustrosa com o símbolo da realeza do planeta no tórax, para em seguida, tomar o farto café da manhã que o hotel serviu, sendo que foi preciso vários funcionários, assim como a colocação de uma mesa maior, enquanto ele era servido pelos funcionários, quando estendia a sua taça ou quando solicitava um prato.

Após estar satisfeito, ele usa o seu shunkan no idou para ir até o seu genitor, para auxiliá-lo em alguns problemas do reino, juntamente com Raditz, sendo que nenhum deles perguntou o que ocorria entre ele e Vegeta, sendo que agradecia pela discrição deles, pois, tinha absoluta certeza que Vegeta odiaria saber que contou dos problemas que somente diziam respeito a eles, as outras pessoas.

Distante dali, no castelo de Kakarotto e Vegeta, após quase uma hora, submerso na imensa jacuzzi, o menor sai, enrolando uma toalha branca e felpuda em sua cintura.

Ao sair do luxuoso e imenso quarto de banho, aspira feliz o cheiro de perfume do ambiente, sendo que adorava ver tudo limpo e com um aroma agradável. Recordava-se das vezes que praticava a limpeza no seu cômodo nas naves e quando vivia no castelo em Bejiita, em seu quarto, pois, as escravas nunca o limpavam satisfatoriamente, a seu ver e da forma que ele apreciava.

Claro que fazia escondido e naquela época não compreendia o motivo de sentir prazer em fazer isso, além de arrumar as coisas no seu devido lugar, detestando a desordem, enquanto que agradecia o fato de Kakarotto não ser tão desordeiro, acreditando que isso vinha da educação de Gine.

Inclusive, ela contou algumas coisas da infância dos filhos, sendo que fazia questão que eles fossem limpos e organizados, assim como os obrigava a cuidarem de seu quarto, o organizando e o mantendo limpo, além de ensiná-los a cozinhar, para que sobrevivessem sozinhos, caso ela não estivesse junto deles ou quando eles se unissem a alguém, saindo da casa dos pais, sendo que a única coisa que reclamava é que somente conseguira que Bardock fosse mais zeloso por suas roupas de batalha, sendo que ele, ainda, era desordeiro, embora tenha melhorado e muito, desde que eles se conheceram e se uniram.

Vegeta confessava que era agradável a conversa que eles tinham quando tomavam o chá da tarde por insistência dela, apesar dele sempre exibir a sua usual face séria para ela, que parecia não se incomodar, embora tivesse certeza, que devia suavizar o seu rosto um pouco e que ela percebia tal mudança, assim como tinha absoluta certeza que seus olhos o traíam, frente ao que sentia naquele momento, que era carinho e admiração pela saiyajin, assim como sentia-se emocionado com a atenção, carinho e amor maternal que ela dava a ele, tratando-o como se fosse um de seus filhos, sem fazer distinção.

Inclusive, ao descobrir como ocorreu a acusação e a fuga deles, inclusive pelo fato de Kakarotto estar ferido e de Gine quase ter sido morta, fazia seu coração se encher de ira e raiva, anulando qualquer resquício ínfimo que sentisse pelo seu genitor, por ele ter sido o seu pai. Acreditava que isso aconteceu, conforme via Gine como uma mãe, se revoltando com o fato que ela foi ferida gravemente e que quase morreu por culpa de seu genitor.

Nesses momentos, queria que ele voltasse a vida, apenas para surrá-lo, para se vingar do que fez com aquela que via como uma mãe querida. Queria fazê-lo sofrer, assim como humilhá-lo o máximo possível, após torturá-lo, por tudo o que ele fez a alguém gentil e amável como Gine. Todas as torturas e sofrimento que ele imaginou, não seriam satisfatórias a seu ver, pois, ele merecia muito mais do que conseguia imaginar.

Então, ele sai de seus pensamentos, sendo que havia colocado uma espécie de malha colante para fazer alguns treinamentos antes do almoço, ao ouvir um robô que se aproxima dele e fala respeitosamente e humildemente:

- O café da manhã está pronto, príncipe Vegeta-sama.

- Hunf.

É tudo o que ele fala, enquanto saía do quarto, rumo a sala imensa de almoço, para depois sentar na mesma, sendo servido pelos robôs.

Após comer, ele vai para uma área reservada de treino, sendo que havia um aparelho que aumentava a gravidade, conforme o que precisava, sendo que os robôs tinham uma espécie de barreira em torno deles, que bloqueava qualquer alteração de gravidade.

Quando Tights projetou aquele equipamento, ela pensou no fato de algum robô ter que se aproximar.

Em virtude disso, ela criou um sistema para impedi-los de serem esmagados pela gravidade elevada, uma vez que eles flutuavam próximos do chão, assim como havia um mecanismo para que eles compensassem, automaticamente, qualquer elevação de gravidade, ajudando a proteger ainda mais os seus circuitos e componentes de um provável dano a uma gravidade elevada.

Ao pensar em Tights, gostava dela, também. Quando Gine vinha com os doces, sendo que pedia um chá para os robôs, a humana estava com ela, diversas vezes e fazia companhia para eles, sendo que como Gine, não perguntava o que aconteceu entre ele e o irmão dela.

Apenas, limitava a conversar com eles, sendo que ela explicou várias coisas sobre o planeta, assim como, ele descobriu que Bardock e Gine a salvaram quando criança e que eles ocultaram do império, o fato que ela era uma cientista.

Além disso, graças a ela, eles conseguiram fugir com segurança, juntamente com a forma super saiyajin de Bardock, evitando assim que houvesse demasiadas lutas e uma perseguição à nave, que poderia custar um tempo considerável de tratamento que Gine e Kakarotto não possuíam.

Inclusive, ela havia aprimorado o sistema das máquinas medicinais, ajudando assim a potencializar a cura, diminuindo o tempo necessário para a recuperação, além de ter sido responsável por qualquer reparo e conserto da nave, além de aprimorar os sistemas da mesma, diminuindo o consumo de combustível, ao mesmo tempo em que aperfeiçoava a capacidade da nave.

Mentalmente, ele agradecia a Tights por estar com Gine e os outros, pois, graças a ela, eles conseguiram fugir o mais rápido possível, garantindo, ao mesmo tempo, que Gine e Kakarotto fossem tratados rapidamente.

Inclusive, ao pensar nela, a via como uma irmã mais velha, pois, ela era gentil e amável, assim como divertida, sendo que em muitos momentos, ele teve que conter a vontade de sorrir, enquanto que a chikyuujin agia normalmente com ele, não se intimidando com a sua usual face de poucos amigos, embora desconfiasse que diante dela, ele também amenizava as suas feições, sendo que seus olhos deviam traí-lo também.

Após três dias, o prazo termina e Vegeta parabeniza a si mesmo por ter conseguido resistir, ao ocupar a mente, além de ter os longos banhos frios.

Naquele momento, ele estava no quarto, somente com uma toalha amarrada na cintura, preparando-se para dormir, após tomar um banho, quando escuta um som estranho.

Ele fica alarmado e passa a tentar sentir o ki, não encontrando ninguém, enquanto que sentia que havia alguém que não queria se revelar, sendo que estranhava o fato de não sentir a energia vital do ser, até que se recorda de que o ki podia ser controlado ao ponto da pessoa ficar indetectável, sendo que ele consegue ocultar o seu ki também, pois, aprendeu a controlar o seu ki.

Portanto, passa a se concentrar nos sons e odores.

Antes que pudesse fazer algo, dois braços grandes e fortes o envolvem, puxando-o para o seu tórax, fazendo-o se debater, até que ouve um sussurro rouco e igualmente feral:

- Consegui pegá-lo, meu pequeno príncipe.

- Seu...!

Uma veia salta da testa dele e ele ia xingá-lo, quando geme fino, conforme a cauda do maior envolve o membro dele, após a sua toalha cair no chão.

- Vi que está bem animado... Seu corpo clama para ser tomado. Sua pele está fria por causa do banho gelado. Mas, veja que mesmo com um banho gelado, seu corpo está quente. – ele fala roucamente, para depois mordiscar o lóbulo do menor que geme, fazendo o maior rosnar roucamente de prazer em resposta.

Enquanto isso, o pequeno príncipe sentia o falo imenso grosso e túrgido roçando em suas nádegas, fazendo o seu corpo reagir ainda mais, após tantos dias sem o toque do seu companheiro.

De fato, ele havia se tornado mais sensível às carícias certeiras do maior, enquanto sentia raiva de seu corpo e mente traidora, sendo que tal raiva é dissipada, frente as carícias de Kakarotto, até que ele o deita delicadamente na cama, ficando em cima do menor, para dar a devida atenção ao colo e aos mamilos túrgidos, arrancando gemidos finos e lamúrias de Vegeta, com a mente dele rendendo-se, enquanto sentia muito prazer, segurando firmemente o lençol em suas mãos, enquanto contorcia-se em uma deliciosa agonia.

Ele puxa o rosto de Kakarotto para um beijo possesivo, fazendo o maior sorrir ao ver que o prazer anestesiou o orgulho de seu ookera, enquanto que as mãos do maior passeavam sobre o corpo do menor, desejando decorar cada mísero detalhe, sendo que sente que o menor, começa a esfregar seu membro contra o membro dele, devido a ânsia do prazer, sendo que ele observa a face afogueada e as bochechas coradas de seu pequeno príncipe ofegante, assim como os olhos imersos em prazer, fazendo-o sorrir, sendo correspondido pelo menor, que estava totalmente tomado pelo prazer intenso que somente os toques de Kakarotto poderiam proporcionar.