Notas da Autora

Vegeta encontra-se rendido perante as carícias certeiras de Kakarotto...

Capítulo 38 - Rendição

Kakarotto aprofunda ainda mais o beijo, fazendo as línguas de ambos brincarem uma com a outra, até que saí dos lábios e começa a fazer uma trilha de beijos ardentes, enquanto que o menor gemia ao sentir as mãos dele acariciando o seu corpo, para depois acariciar e apertar levemente os seus mamilos, arrancando mais gemidos finos dele, que se contorcia sobre as mãos habilidosas do maior.

A cauda do pequeno príncipe acariciava as costas másculas do saiyajin em cima dele, assim como as suas mãos, arrancavam rosnados roucos do maior em cima de si, enquanto que a cauda dele serpenteava sobre as suas coxas, roçando-as e arrancando mais suspiros de Vegeta, que sente sua mente se anestesiar perante os toques e carícias, cujas mãos enormes deixavam um rastro fervente em sua pele.

Kakarotto beijava, lambia e mordiscava a pele e em seguida os mamilos do mesmo, alterando, enquanto que o menor se contorcia e ansiava por mais, com seu corpo clamando por isso, sendo que a cauda dele enrolou na cintura de Kakarotto que sorriu e seus lábios desceram até a parte interna de uma das coxas do príncipe, sendo que o membro dele estava túrgido, assim como o seu e ao tocar o botão rosa do menor, este deu um gemido mais fino, enquanto que Vegeta sentia o membro dele pulsar e o mesmo fazendo movimentos de vai e vem, roçando no meio de suas pernas, em seus testículos, assim como em seu botão rosa e ocasionalmente, arrancava gemidos finos e sôfregos do príncipe, sendo que massageava o ponto próximo de sua próstata, assim como o meio dos testículos, sendo que seu membro já estava ereto e igualmente pulsante.

O fato do membro de Kakarotto ser quente e pulsante, sentindo-o pulsar no meio de suas pernas, o estimulava nos seus gemidos,

Ao mesmo tempo, os rosnados ferais de prazer de Kakarotto, que eram roucos e selvagens, o faziam sentir um prazer intenso, mais do que já sentia, sentindo as ondas de desejo percorrendo o seu corpo, fazendo-o gemer ainda mais, sendo que os rosnados ferais dele eram emitidos em resposta a seus gemidos sôfregos e finos.

Após alguns minutos, a cauda de Kakarotto começou a masturbar Vegeta, fazendo-o se contorcer e muito, sendo que a cauda do príncipe estava rendida aos desejos e acaba massageando o tórax do maior, arrancado, rosnados ainda mais ferais e repletos de prazer.

Então, após algum tempo, ambos encontram a sua libertação.

Vegeta dá um grito longo e fino, sentindo as convulsões de prazer do seu corpo, assim como ouve o rosnado feral de Kakarotto que ecoava pelo cômodo como uma fera, sujando ainda mais o abdômen do menor, que já estava suja da essência do mesmo.

Enquanto isso, Kakarotto subia e lhe dava um beijo terno nos lábios, para depois descer e mordiscar os pequenos mamilos, assim como suga-los, arrancando mais gemidos do príncipe que se contorcia em uma agonia prazerosa, enquanto que o maior rosnava, sentindo um intenso prazer ao ver o menor se contorcer sem qualquer controle, sendo que ele estava se segurando para prolongar o seu prazer.

A cauda dele apertava as coxas de Vegeta, assim como passeava pelo corpo do menor, enquanto que a cauda do ookera passou a masturbar o falo turgido de Kakarotto, que rosnava como uma fera ensandecida, com a respiração grossa e entrecortada, conforme era masturbado e desce as mãos até o membro do menor que clamava por atenção, já se encontrando ereto, com o maior sorrindo ao ver o seu pequeno príncipe com um olhar expectante, sentindo que ele atingia a sua próstata com uma onda de poder através da introdução de um dedo nele, fazendo o gemer e se contorcer, delirando de prazer, sendo que ao ver a face contorcida de prazer do menor, assim como as reações do mesmo, Kakarotto emite um rosnado gutural de prazer.

Então, ergue as duas pernas de Vegeta, fazendo os joelhos dele, encostarem-se à cama, uma de cada lado do corpo do príncipe, fazendo-o corar intensamente ao ficar completamente exposto para Kakarotto, que exibia uma face safada, que fez calafrios de prazer percorrem cada terminação nervosa do pequeno príncipe que arfava e se contorcia.

A cauda de Kakarotto passa a massagear os mamilos de Vegeta, roçando-os e arrancando mais gemidos finos do mesmo, enquanto que as mãos firmes e fortes seguravam as suas coxas, com o mesmo trabalhado entre seus testículos e ânus, fazendo-o arfar cada vez mais e gemer fino, perante uma carícia mais ousada de Kakarotto, principalmente quando a cauda dele passa a masturbar o membro do menor que pulsava, clamando desesperadamente por atenção.

O maior rosna roucamente de prazer como uma fera, sendo um rosando de puro deleite e prazer, quando a cauda de Vegeta abandona a cintura dele e passa a masturbar o pênis grosso e grande de Kakarotto, arrancando vários rosnados guturais de prazer do mesmo.

Então, a cauda dele abandona o membro de Vegeta, sendo que este o olhar com uma face suplicante, perante a interrupção das carícias em seu membro ereto e vê que a cauda de Kakarotto trazia um tubo e prende com o seu braço as pernas do príncipe, para mantê-lo na posição, assim como fazendo questão de exibir ainda mais o seu botão rosa, que parecia piscar para o maior, que dá um grunhido de prazer, enquanto que derruba o lubrificando gelado, provocando um choque de prazer intenso em Vegeta que se contorcia, enquanto o seu membro ereto pulsava, sendo que gritava sofregamente o nome do maior.

Então, deixando o tubo de lado, Kakarotto introduz um dedo, enquanto roçava seus caninos nas coxas de Vegeta, arrancando calafrios de prazer dele, assim como gemidos de dor, conforme o maior mexia um dedo, assim como mordiscava e lambia, ignorando o membro do menor que começava a latejar, violentamente, pois, desejava ardentemente a liberação.

Conforme o dedo de Kakarotto abria caminho, o príncipe arfava e se contorcia ainda mais sentindo uma leve ardência, enquanto que as suas mãos contorciam o lençol e conforme o maior percebeu que ele lidava bem com um dedo, introduziu o segundo, pois, queria prepara-lo bem, para que fosse o mais prazeroso possível para o seu amado pequeno príncipe.

Afinal, não era egoísta e também o amava.

Vegeta gemeu longamente ao sentir o segundo dedo e quando ambos começaram o movimento de tesoura e de vai e vêm, os gemidos se tornavam mais finos, algo que fazia Kakarotto sorrir ainda mais maliciosamente, se deleitando com as reações do menor, enquanto rosnava de prazer ao ver tal cena, aprazível a ele.

Quando percebe que ele lidou bem com o segundo, introduz o terceiro e inclusive introduz mais um dedo, com Vegeta dando mais um gemido longo e fino, enquanto se contorcia, com as mãos segurando firmemente o lençol.

Após alguns minutos, com o menor já tendo se acostumando, o maior retira os dedos e pega o tubo, novamente, derrubando o líquido no ânus de Vegeta, novamente e depois em seu membro, adorando a sensação gelada.

Ele senta, puxando Vegeta para os eu colo, fazendo-o dobrar as duas pernas ao lado do corpo do maior.

Então, a cauda dele envolve o membro de Vegeta e o massageia, arrancando mais gemidos dele, que começar a descer, vagarosamente, sobre o mastro grosso e túrgido de Kakarotto, que aumentava o ritmo das caricias, para depois apertar mais vigorosamente a cauda do menor, enquanto o maior mordiscava mais intensamente os seus mamilos, arrancando gemidos finos do menor que descia, gradativamente, sendo que mesmo com as carícias sentia ardência, assim como a conhecida sensação de estar sendo rasgado em dois, conforme o membro do maior abria caminho em seu canal quente e bem lubrificado e quando ele dá um gritinho, conforme chegava até a base do membro túrgido do maior, ele tem os seus lábios tomados em um beijo carinhoso, enquanto abraçava ainda mais fortemente a nuca de Kakarotto.

Então, seu canal quente engole o membro monstruoso dele, que sente ser preenchido, totalmente, assim como rasgado em dois, enquanto sentia a ardência e a dor em menor quantidade, graças às carícias, sendo que os seus gemidos estavam abafados pelos lábios do maior, enquanto ele estava parado, sendo que para Kakarotto se deliciava com a sensação de ter o seu membro envolvido pelo calor do canal estreito e quente de Vegeta, assim como sendo comprimido pelo mesmo, o fazendo emitir um rosnado feral ainda mais intenso, se deliciando com a sensação, enquanto lutava contra o desejo crescente de estocá-lo, vigorosamente.

Após alguns minutos, percebendo que o príncipe parecia sentir menos dor, Kakarotto fala com a voz rouca, quase em súplica:

- Vamos... mexa-se... Não seja tão cruel, meu pequeno príncipe. Vamos.

Nisso, toca na cintura dele e perante carícias mais vigorosas no membro do menor, ele acaba se mexendo e quando movimenta mais uma vez, sente uma pontada de prazer em meio à dor e ardência e acaba sedento pela sensação agridoce e passa a se movimentar lentamente.

Então, ocasionalmente, Kakarotto impulsionava o seu membro em uma estocada mais vigorosa, atingindo a próstata do pequeno príncipe, fazendo o mesmo delirar de prazer, emitindo um gemido longo e fino de prazer.

Tomado pelo desejo, com o prazer anestesiando a dor e ardência, ele se movimenta mais rápido e o maior toma a iniciativa, ocasionalmente, ao segurar na cintura do menor, para fazer uma estocada mais vigorosa e igualmente profunda, para acertar a próstata dele, levando Vegeta ao delírio.

O forte odor de sexo e os sons ferais de Kakarotto, cada vez que estocava o menor mais vigorosamente, assim como os gemidos finos e eventuais gritos sôfregos de Vegeta, inclusive falando o nome do maior, preenchiam o ambiente e assim segue-se por um tempo, com ambos entregues ao intenso desejo e paixão, até que chegam ao ápice juntos, com o príncipe se sentindo mole, após sujar o abdômen de Kakarotto, sendo que gemeu e muito, se deliciando ao sentir o líquido quente do maior dentro de si, não conseguindo impedir um suspiro de prazer.

Então, o pequenopríncipe é abraçado carinhosamente, enquanto que o maior beija a sua testa gentilmente e depois os lábios, para depois levanta-lo de seu colo, para em seguida deitá-lo na cama, sendo que apoia às nádegas do menor em suas coxas, com Vegeta não entendendo o motivo, enquanto era segurado firmemente na cintura, sendo que a sua cabeça estava apoiada na cama e seu corpo erguido, com Kakarotto começando a se movimentar, acertando a próstata dele inúmeras vezes, sendo que ele se transforma em super saiyajin, começando a se movimentar rapidamente, enquanto rosnava ferozmente como uma fera ensandecida, com Vegeta se contorcendo e gemendo fino, assim como longamente, alternado com gritinhos sôfregos, conforme o corpo era sacolejado pelas investidas profundas e rítmicas, sendo que as suas pernas estavam abertas, deixando-o exposto.

As investidas continuavam com a próstata dele sendo atingida inúmeras vezes, até que chega ao prazer, gemendo fino e longamente, conforme liberava a sua essência no seu abdômen, sendo que o maior rosna roucamente e de forma feral uma última vez, conforme estocava o seu pequeno príncipe, despejando a sua essência no canal estreito e quente do menor que geme ao sentir o liquido quente de Kakarotto o preenchendo.

O maior desfaz a transformação, para depois deitar na cama, saindo de dentro do menor que geme, para depois ajeitá-lo em cima de seu tórax, o abraçando e em seguida, dá um beijo terno na testa do menor que suspira, sendo que estava sonolento, acabando por adormecer, sentindo as carícias gentis em seus cabelos pelo maior, que o faziam relaxar ainda mais, fazendo-o entrar no doce mundo dos sonhos.

Kakarotto então adormece, logo em seguida, com o seu pequeno príncipe envolto em seus braços fortes.