Notas da Autora

O menor, desperta e conforme se recorda da total entrega nos braços do maior, ele...

Há milhares de anos luz dali, um ser...

Capítulo 39 - A constatação amarga de Vegeta

No dia seguinte, Vegeta desperta, sonolento, enquanto sente que braços fortes o rodeavam, mantendo-o próximo do tórax de seu companheiro que ainda dormia.

Ele se vira para o lado e observa o maior dormindo, acabando por ser perder nos detalhes do corpo dele, como se tivesse sido esculpido pelo mais habilidoso dos artistas, sendo que não pôde impedir a sua mente de se recordar dos momentos que vivenciaram e a sua total entrega.

Detestava se entregar nos braços de Kakarotto, enquanto encontrava-se rendido, completamente a mercê dos desejos que ele despertava em seu corpo.

Inclusive, despertava um lado dele que era contrário ao seu orgulho e que somente conseguia se manifestar quando tinham relações e que cada vez ficava mais influente, ao ponto de ditar as ações na iminência do prazer, enquanto que se recusava a usar a palavra amor, pois, era um sentimento que somente os inferiores sentiam, a seu ver, apesar do maior sempre falar que faziam amor e não sexo, assim como, era apaixonado por ele, além de declarar várias vezes que o amava em sussurros roucos, durante o ato deles.

O rosto do menor exibe uma carranca ao pensar em tais palavras que deviam ser vergonhosas de serem pronunciadas por um saiyajin.

Irritado com o curso de seus pensamentos e o fato que a sua mente desejava lembra-lo dos momentos que ele passou na noite passada, além de perceber que a sua mão acariciava as reentrâncias dos músculos do maior, que ainda estava dormindo, ele bufa e sai dos braços de Kakarotto, ignorando a ardência em seu ânus e a súbita sensação de perda que teve ao se afastar, sendo que sacode a cabeça para os lados, para depois se afastar, bufando em direção ao imenso e luxuoso, quarto de banho.

Após uma ducha refrescante, ele entra na imensa jacuzzi, após preparar a água com essências perfumadas, adorando sentir o cheiro de perfume, assim como a sensação da pele limpa e que em breve, ficaria com um odor agradável.

Então, entra, fechando os olhos e relaxa, sendo que adorava estar limpo. Mesmo quando exterminava os habitantes de um planeta, acabando por se sujar de sangue, se dirigia o mais rápido possível ao banheiro de uma nave para limpar-se, a fim de deixar a sua pele limpa, sendo que não podia usar nada que acusasse um cheiro bom, como usava agora, ao colocar essências.

Com um suspiro, ele encosta as costas na jacuzzi, permitindo-se relaxar ao ponto de adormecer levemente, apreciando a hidromassagem, pois, havia ligado antes de entrar, enquanto achava a massagem, maravilhosa.

Kakarotto se levanta, estranhando a falta de Vegeta, enquanto passava a mão ao lado da cama, sentindo que o lençol estava frio.

Ele senta-se, permitindo bocejar, sendo que esticou a sua cauda para o alto como se fosse um gato, para depois a mesma enrolar, obedientemente, em sua cintura.

O saiyajin percebe pelo ki, que o seu pequeno príncipe está no banho e que inclusive, o ki dele reduziu ao nível do sono, indicando que adormeceu na jacuzzi.

Ele sorri maliciosamente, enquanto se aproximava do requintado quarto de banho, abrindo a porta cuidadosamente, evitando fazer qualquer som, para depois se deparar com uma cena linda a seu ver e igualmente perfeita, que era o seu pequeno príncipe adormecido, exibindo uma face relaxada assim como um sorriso.

Então, ele usa a ducha próxima da jacuzzi para limpar a pele, para depois entrar na imensa banheira, cuidadosamente.

Então, senta ao lado do menor, para depois pegá-lo delicadamente na cintura, erguendo-o, sendo que percebe que ele resmungava algo, para depois coloca-lo em eu colo, mantendo as pernas abertas do menor, ao coloca-las ao lado de suas pernas, sendo que o abraça, para depois apoiar o queixo na cabeça do seu pequeno príncipe, enquanto imaginava o quanto ele iria surtar ao acordar.

Confessava que adorava provocar aquele que amava, ao mesmo tempo, que mataria, após torturar, qualquer um que ousasse ferir o seu pequeno príncipe.

Há milhares de anos luz dali, um ser imenso, oculto pelas sombras, sendo que somente as suas mãos podiam ser avistadas, sendo que tinha garras nas pontas dos dedos, segurava firmemente pelo pescoço um alienígena rosa com espinhos no corpo e lábios violetas, não exibindo qualquer fio de cabelo na cabeça, que era oval e repleta de espinhos.

O ser falava com a voz rouca em um timbre mortal, que fez o alienígena rosa defecar nas calças, assim como urinar, sentindo um calafrio de pavor ao ver que o monstro, a seu ver, se divertia com o estado dele:

- Seu nome é Dodoria, né?

- Sim, senhor!

- E é imediato de uma nave espacial pirata ou estou enganado?

- Não, não está, senhor. Eu sou imediato de um navio pirata. - ele fala gaguejando, enquanto que torcia para que o ser o deixasse vivo.

- Vocês acabaram de voltar do setor 34678?

- Sim.

- Já vasculhei o universo atrás dos saiyajins e eliminei todos. Porém, ouvi rumores que ainda há saiyajins vivos e...

- O senhor destruiu Bejiita?

Dodoria pergunta com visível surpresa na face, apesar do intenso medo que o tomava naquele instante.

Ele sabia, assim como muitos, que Bejiita foi destruído.

Porém, nunca souberam quem foi o responsável, sendo que não sentia pena, ao mesmo tempo em que muitos comemoravam, já que os saiyajins eram odiados por todo o universo. O fim do império deles era motivo de comemoração e não de pêsames.

Afinal, ao ver de muitos, era uma raça que merecia tal fim.

- Como ousa falar sem a minha autorização, verme?!

Ele eleva a voz, enquanto apertava ainda mais o pescoço de Dodoria, que se debatia, enquanto sentia que cada vez mais, diminuía o oxigênio em seu corpo, sendo que consegue murmurar, fracamente, um pedido de perdão.

Então, ao ouvir aquilo, o ser afrouxa o aperto, para depois falar:

- Ouvi dizer que há saiyajins remanescentes em um planeta nesse setor que acabei de citar...

- Há saiyajins sim. Mas, não me lembro de qual planeta é. - ele fala desesperado.

- Tem certeza?

Ele pergunta malignamente, apertando novamente a garganta do ser, privando-lhe de oxigênio por alguns minutos, até que afrouxa o aperto, permitindo que o alienígena respirasse, novamente.

- E agora? Se lembrou?

Dodoria nega com a cabeça e o ser fala, com um sorriso maligno:

- Então, não tem utilidade.

Nisso, pressiona o pescoço de Dodoria, se divertindo com o mesmo se debatendo, até que os movimentos param, conforme a vida abandonava o corpo e ao se certificar que estava, de fato, morto, jogou o corpo no chão como se fosse lixo.

Então, se afasta, para depois olhar para o universo com um sorriso insano em suas mandíbulas, partindo do planeta, após alguns minutos de contemplação, passando a voar pelo universo em direção ao setor 34678, onde ainda havia saiyajins, sendo que sente um imenso prazer tomando conta de seu corpo, ao imaginar eliminando o último vestígio de tal raça.

Há milhares de anos luz dali, em Liart, Vegeta acorda, sonolento, sendo que sente dois braços fortes o envolvendo, enquanto que percebia que não estava encostado na borda da jacuzzi e ao olhar para cima, vê Kakarotto, que sorri maliciosamente, sendo que fala:

- Acordou meu pequeno príncipe?

- Kakarotto?! Seu desgraçado! O que está fazendo aqui? - ele pergunta com uma veia saltando em sua testa, sendo que corava, ao mesmo tempo, com a posição em que se encontrava.

- Vim tomar banho e aproveitei para ficar com você. Confesso que você estava lindo, adormecido e por isso, não resisti. Você não sabe o cuidado extremo que eu tive para coloca-lo em meu colo para não despertá-lo.

O menor se debate e fala:

- Eu quero tomar um banho em paz!

- Então, tome o seu banho. - ele fala, fingindo inocência.

- Eu te conheço, seu pervertido! Você vai querer ter uma continuação na banheira. - ele fala corado, enquanto lutava contra os calafrios de prazer que, teimosamente, percorriam o seu corpo.

Kakarotto sorri maliciosamente e fala, roucamente, sendo que inspirava o odor de desejo que emanava do menor em um convite silencioso e igualmente prazeroso para tomá-lo.

Vegeta sente que os calafrios se intensificavam, enquanto corava, sendo que tremia de prazer antecipado, xingando a sua mente e o seu corpo que ansiavam os toques do maior, enquanto via-se refletido nas íris escuras como o breu que exibiam um brilho de desejo, sendo que parecia mergulhar na escuridão repleta de desejo, conforme sentia o seu coração acelerado e ansioso pelos toques do maior.

As mãos grandes começam a percorrer o corpo do menor, deixando um rastro ardente por onde passava, enquanto que os lábios do pequeno príncipe eram tomados por um beijo repleto de desejo e quando desperta do quase torpor do prazer, ainda mais quando ela aperta um dos mamilos, arrancando um gemido fino de prazer, o ookera se revolta por sua fraqueza e instigado por seu orgulho, tenta sair do colo do maior, lutando contra o seu corpo e mente.

Porém, não consegue, pois, está firmemente preso pela cintura, enquanto que o seu corpo é torturado em uma agonia prazerosa, sentindo que aos poucos a sua mente desvanecia em algodão, conforme o beijo tornava-se ainda mais intenso, com o maior provando o doce sabor do menor rendido em seu colo, sendo que Vegeta sentia o membro grande e pulsante de Kakarotto abaixo do seu, fazendo-o gemer ainda mais, para depois o maior beijar o rosto do menor, para em seguida, descer os lábios exigentes pelo pescoço e colo do seu ookera, alterando com mordiscar e chupar, aumentando o delírio imerso em prazer do menor, enquanto que o maior reivindicava o corpo do pequeno príncipe como seu.