Notas da Autora

O desejo de ambos é aplacado...

Por enquanto.

Capítulo 44 - Concepção - Final

Vegeta abraça Kakarotto, começando a apertar as costas musculosas do maior, arrancando rosnados ferais de prazer do maior, que pega a cintura dele e a ergue, virando-o, colocando-o de quatro, sendo que tomado pelo desejo intenso que se apoderava dele, Vegeta levanta ainda mais os glúteos, fazendo Kakarotto rosnar de prazer, conforme o menor se oferecia, sendo que geme fino ao sentir a língua de Kakarotto, trabalhando habilmente em seu botão rosa, que ainda estava levemente aberto, fazendo-o se contorcer de prazer, enquanto estava rendido perante as carícias certeiras do maior, que abriu ainda mais as suas nádegas, o expondo, fazendo-o ronronas, sendo que era correspondido por um rosnado feral de Kakarotto em resposta, sendo que este se deliciava ao ver o entrega total do menor, que inclusive, empinava ainda mais os glúteos, enquanto que as mãos dele começavam a acariciar o membro do pequeno príncipe.

O botão rosa dele começava a se contrair, fazendo Kakarotto rosnar roucamente de prazer, como uma fera ensandecida frente ao convite extremamente tentador, enquanto mordiscava as coxas do menor, arrancando lamúrias dele, assim como um ronronado, sendo correspondido por um rosnado de prazer do maior, sendo que a cauda de Vegeta começa a masturbar Kakarotto que rosnava ferozmente pelo prazer intenso, sendo que tais rosnados roucos e ferais, assim como a respiração entrecortada e rouca, aumentavam o prazer de Vegeta.

A visão do menor se contorcendo de prazer, enquanto gemia loucamente por causa de seus toques, o excitava e muito, fazendo-o sentir um intenso prazer, enquanto que os gemidos do menor eram como música para ele.

Kakarotto começa a introduzir o seu pênis grande e grosso, aproveitando o fato que ele já estava lubrificado pela essência dele, que ainda estava dentro do menor e que ainda estava levemente aberto.

Então, começou a abrir caminho dentro do ookera, cuja cintura era retida por Kakarotto, impedindo assim que fizesse movimentos bruscos, sendo que os seus glúteos eram ainda mais empinados, fazendo o pequeno príncipe apertar com mais força os lençóis em suas mãos, enquanto afundava a sua cabeça nos travesseiros macios, conforme empinava os seus glúteos.

O maior controlava ao máximo o seu desejo, quase que animalesco, enquanto que o menor sentia uma dor intensa e ardência, além de sentir a sensação conhecida de estar sendo rasgado em dois, conforme o falo grosso e grande de Kakarotto ganhava terreno, lentamente e gradativamente, dentro de seu canal quente e apertado, fazendo-o se sentir sendo rasgado ao meio, com o maior rosnando roucamente de prazer, sentindo um intenso prazer tomá-lo, pois, o canal do menor apertava o seu membro, provocando uma sensação extremamente prazerosa, sendo preciso todo o seu autocontrole para não perder a consciência, enquanto procurava penetrá-lo lentamente, permitindo que se acostumasse, gradativamente, com o seu membro rijo e pulsante.

Enquanto introduzia lentamente no pequeno príncipe, achando incrível o fato que mal haviam feito amor antes e o canal quente do menor, já havia voltado a ficar estreito, fazendo-o se deliciar pela pressão no seu membro túrgido, enquanto que a sua cauda voltava a acariciar o membro do menor, tentando anestesiar ainda mais a dor do ookera, enquanto colava seus lábios nos de Vegeta, que virou lateralmente o rosto, abafando seus gritos e gemidos de dor, sendo que entrava lentamente e gradativamente, sentindo o menor tremer em seus braços, sabendo que era mais de dor do que prazer, naquele primeiro instante.

Após entrar tudo, fica parado, enquanto acariciava carinhosamente o corpo do menor, assim como distribuía beijos gentis no rosto de Vegeta, secando com os seus lábios, de forma gentil, algumas lágrimas de dor que haviam brotado dos orbes dele que estavam cerrados.

Então, aos poucos, o pequeno príncipe começa a se acostumar com o membro dentro de si, embora ainda persistisse a sensação de estar rasgado em dois, sendo que gradativamente, a dor e ardência iam diminuindo, conforme eram intensificadas as carícias no seu membro, sendo que as mãos exigentes do maior percorriam o corpo do menor, que após alguns minutos, mexe lentamente sua cintura em direção ao membro de Kakarotto, sentindo pontadas de dor, que eram mais amenas, pois, o prazer o estava tomando, sendo este, em grande parte, oriundo da masturbação exigente de seu falo que nublava consideravelmente a dor.

Kakarotto interpretou como sendo um sinal para continuar e começou a fazer movimentos lentos de entrada e saída, sendo que a cada entrada, Vegeta curvava o corpo para trás, até que ele chega ao ápice, quando o maior aperta a base de sua cauda, fazendo-o dar um longo gemido fino, após ronronar pelo aperto, sendo correspondido por um rosnado baixo e feral do maior, que começava a aumentar o ritmo, lentamente, ao ponto de ficar cada vez mais intenso.

Após alguns minutos, sorri maliciosamente de canto e se transforma em super saiyajin, ao perceber que o seu pequeno príncipe se acostumou com a invasão, passando a sentir somente prazer e procura se afundar ainda mais no calor prazeroso do canal quente e estreito do ookera, que agora era sacudido pelas estocadas vigorosas e profundas, assim como ritmadas.

Quando o pequeno príncipe sente a penetração intensificada, juntamente com a transformação em super saiyajin do maior, que aumentou o membro do mesmo, passa a dar gemidos finos e longos entre suspiros, sentindo-se ainda mais preenchido, se era possível, enquanto que o maior acertava a sua próstata inúmeras vezes, aprofundando ainda mais, fazendo-o gritar de prazer, com ele se contorcendo, enquanto mantinha os olhos fechados pelo prazer.

O corpo do menor começa a ser sacolejado pelas investidas agora profundas e ritmadas de Kakarotto, até que chegam ao ápice, sendo que o maior estoca firmemente a próstata do menor, que inclina cabeça para trás e geme longamente em um timbre fino, chegando ao ápice, sentindo os espasmos do prazer, enquanto que Kakarotto emite um rosnado feral gutural e rouco de prazer, curvando a cabeça para trás, liberando a sua essência no interior do menor, cujo canal quente pulsava, conforme o líquido quente do maior preenchia o seu interior, fazendo o ronronar, recebendo um rosnado baixo e feral de prazer do maior como resposta, com o mesmo desfazendo a transformação em super saiyajin, enquanto que Vegeta se deliciava com o líquido quente do maior em seu canal.

Então, o menor busca necessitado, os lábios do maior e ambos se beijam apaixonadamente, até que Kakarotto sai lentamente de dentro do pequeno príncipe, enquanto abraçava apaixonadamente o menor, para depois deitar, com Vegeta deitando em cima do tórax do maior, até que fala, após suspirar de prazer, sentindo-se seguro e amado nos braços fortes de Kakarotto.

Kakarotto aspirava ao odor de Vegeta, que estava impregnado com o seu e não pode deixar de emitir um grunhido de satisfação, pois, seu lado possesivo adorava ver o seu pequeno príncipe marcado com o seu cheiro.

Então, após algum tempo, se recordou de seu compromisso pela manhã com o seu pai e suspira mal humorado, ao saber que teria que sair da cama, para avisá-lo que ficaria ausente por vários dias, pois, sabia que assim que o menor acordasse, ele estaria novamente sedento e o odor dele continuava provocante.

Ele se surpreende ao sentir dificuldade em tirar a cabeça de Vegeta do seu tórax, enquanto fazia isso o mais gentilmente possível, pois, o menor o abraçava fortemente e possessivamente, se lamuriando no sono em gemidos inaudíveis, mas, não para os saiyajins, esfregando ainda mais a cabeça no tórax dele, por não estar disposto a perder um travesseiro maravilhoso, com o maior controlando o seu riso ao saber que o seu companheiro de acasalamento fazia tudo aquilo, ainda dormindo, enquanto imaginava a reação dele se soubesse o quanto ele era sincero e igualmente carinhoso durante o sono.

Com muito custo, consegue se separar dele, sem este acordar, embora ouvisse um leve resmungo, quando, inconscientemente, o menor afagou com as mãos o seu lado na cama, sentindo a ausência do corpo de Kakarotto, enquanto que as suas pernas, que estiveram momentos antes apoiadas em uma das pernas dele e a outra dobrada em sua cintura, estavam sendo depositadas delicadamente nos lençóis macios, para depois voltar a cobri-lo, beijando docemente os lábios do menor em um beijo curto, enquanto murmurava em um sorriso:

– Eu já volto... Meu pequeno príncipe.