Notas da Autora
Vegeta fica surpreso, quando descobre que...
Alguns meses depois, todos ficam preocupados, quando...
Yo!
Peço desculpas pela demora em atualizar. A semana passada foi bem tumultuada.
Tenham uma boa leitura.
Capítulo 47 - Preocupação
Após meia hora, ao passar o prazer da liberação que ambos encontraram juntos, com Vegeta sendo abraçado por trás pelo maior, enquanto estava com uma perna apoiada na pia, sendo que a outra estava no chão, o menor percebe o que fizeram, quando cedeu ao desejo que o maior despertou nele.
Então, desce a perna, uma vez que a sensação do prazer intenso passou, enquanto que o maior retira o seu membro de dentro do menor, sobre um gemido de protesto, para depois o menor se lembrar de que como tudo ocorreu, sendo semelhante a uma das várias fantasias que ele teve, na semana em que fez o maior se afastar dele.
Como se lesse o pensamento dele, Kakarotto fala, roucamente:
- Se esqueceu do vinculo? Seus pensamentos estavam tão intensos, que acabei visualizando em minha mente o que pensava, assim como as suas fantasias mais intensas. O que achou? Eu simplesmente adorei. Ainda temos muitas outras para tornar realidade, meu pequeno príncipe.
Ele fala em um sussurro rouco, mordiscando o lóbulo do menor, enquanto o abraçava, sendo que o pequeno príncipe abafou um gemido ao morder os lábios.
Porém, ao ver do menor, havia uma diferença imensa entre uma fantasia segura em sua mente e uma fantasia realizada, ainda mais em um ambiente público.
Portanto, ele fala em um sussurro irado:
- Eles vão saber o que aconteceu, pois, demoramos demais, seu idiota! Além disso, há os sons que eu fiz.
- Finja que não aconteceu nada.
- Para você, é fácil falar, já que é um pervertido.
- Eles não ouviram nada, eu consegui abafar os seus gritos.
- Mas, não os meus gemidos, seu imbecil!
- Eles não têm uma audição apurada. A audição deles é normal. Acho que você está se alarmando sem necessidade.
- Cale-se! Para mim, uma coisa é ter uma fantasia segura na minha mente, outra é fazermos em público, correndo o risco de verem a gente, assim como, correndo o risco de nos ouvirem. Não duvido que eles tenham nos ouvido.
- Você está exagerando, meu pequeno príncipe. – Kakarotto fala em um sussurro rouco, enquanto o abraçava.
- Nem ouse! Tudo o que quero é sair daqui e voltar ao camarote particular. – ele se afasta de Kakarotto e termina de se limpar, para depois vestir a roupa.
Ele só não reclama mais, pois, sabia que o volume de sua voz iria aumentar e aí, a seu ver, os guardas teriam certeza absoluta do que aconteceu, enquanto que tentava ignorar o fato que haviam tido relações em um banheiro público, sobre o risco de serem descobertos.
Ele decidiu tentar ignorar, estoicamente, tal pensamento para não ficar mais corado do que já estava.
Após ambos estarem devidamente vestidos, o menor, bufa e se prepara, mentalmente, para encarar os soldados, sendo que estava corado e ao imaginar que eles ouviram os seus gemidos, ele fica mais corado ainda.
Quando a porta abre, os soldados, que até alguns minutos atrás, estavam levemente corados por terem ouvido os gemidos, enquanto evitavam que alguém entrasse no banheiro, passam a assumir, imediatamente, uma postura profissional, até por causa do príncipe Vegeta, fingindo que não ouviram nada e que não desconfiavam do que aconteceu no banheiro.
Eles estavam colocando em prática uma parte de seu treinamento, caso os príncipes resolvessem ter um momento íntimo.
Tal conduta tão exemplar deles, fez Vegeta pensar que não estranharam a demora e que não sabiam o que ocorreu, fazendo ele se sentir mais tranquilo.
Após o menor se afastar, o maior sai e Kakarotto agradece:
- Obrigado pela conduta profissional.
- Por nada. Disponha, meu príncipe – o líder dos guardas fala, curvando-se levemente.
Então, o casal volta ao seu camarote particular, para continuar assistindo o musical maçante, ao ver deles, sendo que ambos entram novamente em torpor, após meia hora.
Quatro meses depois, Kakarotto havia acabado de sair do banho, quando Vegeta, que estava deitado na cama, com um ventre demasiadamente protuberante, geme de dor e se contorce levemente.
Isso alarma o maior que vai até o menor, exibindo um semblante preocupado, puxando-o para um abraço, enquanto perguntava, sendo visível a preocupação em sua voz, assim como temor, pois, havia lido um livro sobre gestação e ficou preocupado na parte do livro em que constavam as complicações de uma gestação e parto, o fazendo ficar demasiadamente preocupado com o seu companheiro a cria de ambos no ventre do menor:
- O que houve, Vegeta?
- Estou sentindo contrações. – ele fala com a voz sofrida.
Rapidamente, Kakarotto o pega no colo e usa o shukan no idou, teleportando ambos para o melhor hospital de Liart.
Quando os dois príncipes aparecem no local, ocorre um rebuliço generalizado e rapidamente, os melhores médicos são acionados para cuidar do caso do pequeno príncipe que é colocado em uma maca e levado a sala de parto.
O tempo todo Kakarotto estava com ele, sendo que estava nervoso, assim como desesperado. Como todos sabiam que era o príncipe, a papelada podia ser preenchida depois.
Eles entram em uma sala, com o maior segurando a mão do menor, afagando o rosto dele, enquanto ele era preparado, sendo que fala:
- Eu estarei com você, sempre.
Do lado de fora, Bardock, Gine, Tights e Raditz haviam chegado há alguns minutos, frente à notícia do parto de Vegeta, sendo que o hospital avisou a família real.
Tights que estava com um ventre saliente, era abraçada por Raditz, que mantinha firmemente a sua cauda na cintura dela, sendo que ela estava preocupada, apesar de Vegeta ser um saiyajin.
Afinal, a seu ver, não importando a raça, era sempre um momento delicado e ela não podia deixar de ficar preocupada com ele.
Os outros três saiyajins também estavam um pouco preocupados.
Claro, Vegeta era um saiyajin, mas, mesmo em Bejiita, embora fosse algo demasiadamente raro, uma saiyajin podia morrer por complicações no parto e o fato do parto dele ser diferente do de uma fêmea, fazia surgir essa preocupação neles, sendo que Gine orava para que Vegeta e a cria dele e de Kakarotto ficasse bem, enquanto que se recorda que eles não queriam saber o sexo, assim como avisaram o médico que acompanhou o pré-natal de Vegeta, para somente falar se tivesse alguma complicação.
Afinal, eles queriam se surpreender, enquanto que já haviam decidido juntos, o nome que iriam dar a sua cria, dependendo do sexo.
Foram horas agoniantes para todos que esperavam um resultado, assim como para o planeta todo que praticamente havia parado, frente a expectativa pelo parto do príncipe Vegeta, sendo que muitos oravam por ele e pelo bebê.
No hospital, a situação não era diferente, enquanto ouviam-se os espaçados gritos de Vegeta, sendo que os funcionários estavam preocupados e era visível o fato de que muitos oravam, fervorosamente, pelos cantos e em particular.
Então, frente às horas que pareciam intermináveis, repletas de angustia e preocupação, eles ouvem os choros de um bebê que ecoavam pelo andar, fazendo todos ficarem um pouco aliviados, sendo que agora queriam saber o estado do menor, já que o bebê parecia bem, pelos choros fortes do mesmo.
