Notas da Autora
Enfim, o pequeno príncipe dá a luz.
Todos ficam surpresos, quando...
Yo!
Quero avisar também, que essa fanfiction está chegando ao fim.
Eu peço desculpas pela demora em atualizar.
Essas semanas têm sido movimentadas.
Tenham uma boa leitura. ^ ^
Um abraço. ^ ^
Capítulo 48 - Surpresa
Após meia hora, Kakarotto aparece na sala de espera onde se encontrava a sua família, exibindo um imenso sorriso no rosto.
A família respira aliviada e Gine pergunta:
- Macho ou fêmea?
O saiyajin passa a exibir um sorriso divertido no rosto e fala:
- Venham ver por si mesmos. O quarto é bem espaçoso.
Eles seguem Kakarotto pelos corredores, até que chegam a uma porta e o mesmo abre revelando um quarto, que de fato, era bem espaçoso.
Os olhos de todos se voltam para Vegeta e ficam surpresos quando percebem que ele deu luz a trigêmeos.
- Por sermos saiyajins, eles são muito resistentes. Mesmo sendo pequenos, eles estão saudáveis. Os médicos se surpreenderam. Claro que sabiam que nos éramos resistentes. Mas, não sabiam que mesmo um bebê saiyajin era resistente.
Vegeta olhava atentamente os seus três filhos, sendo, evidente, os vestígios da surpresa em seu rosto. De fato, era algo surpreendendo e igualmente inesperado, sendo que o menor nunca imaginou que teria tanto interesse em crianças e os achava bonitos, enquanto que tinha noção, que estava hipnotizado por eles, assim como o seu companheiro.
As mulheres se aproximaram ansiosas para pegar os bebês do colo de Vegeta, enquanto que os demais interagiam com as crianças e Raditz fala:
- Três de primeira! Caramba...
- Fiquei imensamente feliz e surpreso, assim como o meu pequeno príncipe.
Ele abraça e beija Vegeta, que cora levemente, sendo que olha com raiva para o maior frente a menção do "pequeno", enquanto que Kakarotto o ignorava, como sempre.
Todos ficaram surpresos pelo fato de que um era igual a Vegeta, o outro era uma cópia de Kakarotto e a única menina entre eles, lembrava a falecida rainha de Bejiita.
- O que parece comigo é Poki (pod – vagem), o que parece com Kakarotto é Karokki (karrot – cenoura) e a fêmea é Kale (Kale – couve manteiga). – Vegeta fala, olhando para as crias dele e de Kakarotto.
- Eles são bem pequenos... – Gine comenta, preocupada – Eles estão bem, mesmo? Não precisam de um tratamento adicional?
- Eles estão bem, kaa-san. O chefe da equipe médica disse que estavam com uma ótima saúde, apesar do tamanho e de ter sido uma gestação de trigêmeos. É que é normal serem pequenos. Afinal, estavam sendo gerados três em Vegeta, ao mesmo tempo.
- Nos também ficamos preocupados ao ver o tamanho deles. – Vegeta fala, enquanto que não gostava da sensação de perder o calor de suas crias – Mesmo não tendo experiência com crianças, os achamos pequenos, de imediato. Mas, o líder da equipe médica já nos tranquilizou em relação a saúde deles.
Tights percebe uma espécie de marca de nascença, naquele que era uma cópia de Vegeta, o Poki e ao puxar o macacãozinho, fica surpresa ao ver a marca de um ookera, sendo igual ao do Vegeta.
- Poki tem a marca do ookera. – ela comenta surpresa.
- Nós sabemos... Pelo visto, terei que defendê-lo também de qualquer aproveitador que ouse se aproximar dele. Precisarei ser atento com Poki e Kale. Acredito que Karokki vai me ajudar a proteger os seus irmãos. - Kakarotto fala, seriamente.
- Eu mato qualquer um que ousar bancar o engraçadinho com eles. – Vegeta sentencia, sombriamente.
- Eu também. Não vou deixar ninguém encostar, nos nossos filhos. Se alguém ousar se engraçar com Poki e Kale, terá que se entender comigo, também.
"Estou com pena de Poki e Kale" – Tights pensa, consigo mesma.
- Eu passarei pela mesma coisa que você, irmão. Tights vai ter gêmeas. Você ganhou por um. – ele fala sorrindo.
- Isso só mostra a minha superioridade. – Kakarotto fala arrogantemente.
- Raditz! – a chikyuujin dá um tapa estalado no braço dele, enquanto o olhava com raiva – Não estamos em uma competição de fertilidade, seu idiota!
- Seu bastardo! Não vou entrar em nenhuma competição idiota, ainda mais de natalidade! – Vegeta dá um soco no estômago do maior, enquanto bufava de raiva.
Nisso, todos os demais riam, com exceção dos que apanharam, sendo que Vegeta se limita a dar um sorriso discreto, conforme os bebês eram entregues para ele, sendo que Kakarotto segurava Poki e Kale que estavam sonolentos, pois amamentaram primeiro. Karokki estava mamando naquele instante.
Bardock e Gine se entreolham, sorrindo e ela fala:
- Vocês irão ter uma imouto! Eu estou grávida de uma fêmea. – Gine fala com um doce sorriso, sendo abraçada por Bardock.
Todos ficam estarrecidos e Bardock fala dentre risos:
- A família vai aumentar ainda mais!
- Quando você soube, kaa-san? – Kakarotto pergunta surpreso.
- Há uns dois meses. Mas, queríamos fazer uma surpresa e com o assunto sobre bebês, resolvemos revelar.
- Pelo visto, também teremos que vigiar a nossa futura imouto, nii-san.
- Com certeza. – Raditz fala – Se algum engraçadinho tentar se engraçar com ela ou com as minhas filhas, irá conhecer os meus punhos.
- Eu falo a mesma coisa. – Kakarotto fala, seriamente.
- Eu também. – Bardock sentencia sombriamente.
Então, todos, com exceção de Vegeta que sorri discretamente, parabenizam Gine.
Após uma hora de muita conversa e de sorrisos, eles se despedem do casal, sendo que Vegeta iria ficar até o dia seguinte.
Após alguns minutos, o médico responsável entra e fala com um sorriso gentil no rosto:
- Vamos levar os pequenos príncipes para uma consulta. Queremos fazer alguns exames de rotina.
Desde que segurou os seus filhos no colo, Vegeta não gostava de tê-los longe dele, sendo este o mesmo pensamento de Kakarotto que adorava ter as suas crias juntos deles.
Como se o médico lesse os pensamentos deles perante os filhotes, ele sorriu e disse, gentilmente:
- Não vamos demorar muito. Em breve, vocês irão ter os seus filhos de volta e garanto que eles não vão sentir dor.
Relutantemente, Vegeta entrega os seus filhos ao médico, que havia vindo junto de uma enfermeira sorridente, que os olhava de forma maternal, para depois ambos saírem dali, com eles no colo.
Kakarotto apertou os ombros do ookera, como se quisesse dar forças para ele, enquanto que o menor encostava a sua cabeça no tórax do maior, que estava naquele instante, de pé ao lado dele, com ambos olhando ansiosamente para a porta, esperando ter as suas crias de volta.
Após uma hora, angustiante para os pais, os bebês são devolvidos por duas enfermeiras sorridentes. Vegeta pega eles e acarinha com a sua cauda o rosto deles, sendo que Kakarotto faz o mesmo e comenta:
- Eles são perfeitos.
- Sim. – Vegeta fala com um sorriso, enquanto sentia o cheirinho deles.
Por todo o planeta, ocorriam as comemorações pelos nascimentos dos trigêmeos, assim como, comemoravam o anúncio da gravidez da rainha, sendo que Bardock ordenou que as bebidas fossem vendidas pela metade do preço e declarou três dias de feriado, sendo um para cada neto que teve.
Todos comemoravam o fato que o príncipe estava bem e que deu a luz a três crianças saudáveis.
Há milhares de anos luz dali, um ser que estava em uma jornada para destruir todos os saiyajins, descobriu o planeta em que havia saiyajins e naquele momento estava se dirigindo para o planeta, enquanto sorria malignamente, feliz por cumprir com os propósitos de seu criador.
Enquanto isso, "devorava", de certa forma, sois e qualquer astro luminoso ao absorver a gigantesca energia que geravam, pois, conseguia converter essa energia em poder.
Ele fez isso, pois, os seus criadores temiam que os saiyajins fossem mais poderosos do que imaginavam. Alguns cientistas, envolvidos com a criação desse ser, conseguiram fugir do planeta natal condenado, para terminarem a criação dele, sendo que todo o ódio e raiva dessa raça foram armazenados em seus sistemas.
O ódio de seus criadores era o seu ódio. Eles usaram toda a sua tecnologia na construção dele e após décadas, vivendo em um planetoide, eles morreram de velhice, sendo que construíram alguns pequenos robôs para continuarem o processo de criação.
Após quase sessenta anos, o projeto foi finalizado e ele despertou.
Rapidamente, após ser ligado, absorveu a energia dos robôs e todos os aparatos do planeta, para depois implodi-lo. Ele também podia converter calor em energia e por isso, passou a sugar a energia de inúmeros astros capazes de gerar luz e calor.
Ele sai de suas recordações, após traçar a rota até o planeta em que eles estavam, pois, enquanto não os exterminasse, não poderia parar e não sabia o que faria, após cumprir a sua missão, pois, ele havia sido criado, apenas, para se vingar dos saiyajins ao exterminá-los e esse era o propósito de sua existência.
Confessava que não sabia o que faria depois. Na verdade, não conseguia ter a mínima noção, pois, seus sistemas estavam focados apenas em vingança.
Então, sorri ao notar que estaria se aproximando, em breve, do seu destino e já sorria malignamente, imaginando as formas que iria matar os saiyajins remanescentes e frente a tais cenas, ele gargalha malignamente.
