Notas da Autora
Ao ver Vegeta prestes a ser morto, Kakarotto...
Um ano depois...
Yo!
Esse é o último capítulo.
Eu quero agradecer de coração todos os leitores que acompanharam a história até o fim.
Muito obrigada.
Não pude responder os comentários, ainda, mas, irei responder o quanto antes.
Fico feliz em saber que a minha história agrada e saibam que lançarem outra fanfiction yaoi com esse casal. É que eu estou "amadurecendo" o enredo da próxima. Assim que estiver satisfatória, irei publicar.
Até a próxima fanfiction yaoi, estilo shounen-ai (shoujo romântico entre homens).
Muito obrigada, novamente, por acompanharem.
Tenham uma boa leitura.
Beijos. ^ ^
Capítulo 52 - A batalha pelo futuro - Final
Vegeta está gravemente ferido e vira o corpo, a tempo de ver o bioandroide avançando nele.
Irado, o poder de Kakarotto explode, elevando-se a níveis inimagináveis, deixando Gaoh estarrecido e o mesmo é dissolvido em uma rajada potente de ki, até que não sobra nada dele, pois, foi totalmente obliterado. O ataque foi tão extremo e abrupto, que ele não conseguiu se esquivar a tempo.
Preocupado, ele caminha com dificuldade até Vegeta e o segura nos braços, falando:
- Você não deveria ter vindo aqui. E os nossos filhos?
Vegeta está quieto e cabisbaixo, sendo visível os seus dentes cerrados, enquanto o seu corpo tremia e Kakarotto pergunta preocupado, temendo que ele estivesse sentindo muita dor:
- O que houve meu pequeno príncipe? Está doendo muito?
- Seu desgraçado! Tinha uma transformação acima do super saiyajin 2 e não me contou! Aposto que Gine também a domina, né?
Kakarotto fica surpreso pelo tópico inusitado levantado pelo menor, embora fosse previsível e fala:
- Sim.
- Seu bastardo!
Vegeta exclama, deixando algumas lágrimas de raiva brotarem dos seus olhos e encontra forças para surrar Kakarotto que está fraco, não conseguindo se defender, assim como não queria agravar o estado do seu amado, caso segurasse os braços do mesmo e por isso, preferia não bloquear os golpes.
Bardock e Raditz chegam, um segurando o outro pelo ombro, sendo que ambos estavam muito feridos e o rei fala:
- Pelo visto, a batalha contra o bioandroíde ficou para trás.
- Pelo visto sim e se eu fosse o meu irmão, eu fugiria para alguma colina alta. Um ookera irado é o mesmo que uma fêmea irada.
Dito e feito, Kakarotto corre em direção ao horizonte com Vegeta atrás dele, o perseguindo, enquanto os outros riam divididos entre ter pena de Kakarotto e de acharem graça na situação, com ele fugindo de um ookera irado e com razão.
- Eu vou te matar, seu desgraçado! Volta aqui! – Vegeta exclamava, enquanto o perseguia.
Ambos olhavam o casal sumir no horizonte, enquanto riam levemente, assim como ficavam surpresos por eles conseguirem andar, depois de tudo. Ou melhor, correr, já que o voo era impossível, por não terem quase ki.
Cinco anos depois, a vida em Liart voltou ao normal.
Após a reconstrução de vários edifícios e inclusive de algumas cidades, os habitantes enfim puderam voltar e a vida seguia o seu curso.
Para alívio de Kakarotto, cujas orelhas não aguentavam mais as reclamações constantes do menor, assim como, estava ficando louco pela abstinência de não poder tocar o seu pequeno príncipe, o menor dominou a forma super saiyajin 2.
Afinal, além da surra e das reclamações ensurdecedoras, o deixou dormindo no sofá por vários meses, até dominar a transformação em super saiyajin 2, fazendo Kakarotto se desesperar, com todos sentindo pena e também achando que Vegeta foi misericordioso em dar uma punição de apenas alguns meses, até dominar a transformação.
Bardock e Raditz não duvidavam que se estivessem na mesma situação, Gine e Tights iriam punir com dois meses adicionais e frente a tal visão, o sangue deles gelou, enquanto sentiam uma intensa admiração por Kakarotto ter aguentado tanto tempo ficar longe do seu pequeno príncipe, ao mesmo que sentiram muita pena dele.
Tights havia tido gêmeas, duas meninas. Raditz era o pai mais feliz do mundo e ambas se chamavam Mizaki e Mizashi. Gine havia tido uma menina e foi dado o nome de Konato (potato – batata).
Todas as crianças brincavam juntas e todos precisariam treinar, quando ficassem maiores, devido a metamorfose em oozaru.
Por causa da cauda, os pais tomavam cuidado em fazê-las não olharem para a lua cheia quando ela surgia uma vez por mês no planeta.
Tarble e Miandy sempre os visitavam e eles traziam os seus filhos, um casal, que adoravam brincar com os primos e amigos.
Era comum fazerem banquetes ao ar livre com toda a família reunida e aquele dia, não era diferente.
As crianças tinham babas para auxiliarem os pais, garantindo um pouco de liberdade e um tempo a sós.
Havia também vários brinquedos para distrair as crianças que corriam de um lado para o outro, para desespero das babas, pois, elas eram agitadas.
Somente Konato era mais quieta e ficava junto de seus pais, sendo que adorava brincar com a cauda dos genitores, isso quando não pegava a sua própria cauda, sendo o mesmo para os outros, que ás vezes brigavam consigo mesmos para pegarem as suas caudinhas felpudas.
Naquele instante, longe dali, Kakarotto e Vegeta olhavam o horizonte, com a cauda de ambos envolvendo a cintura um do outro, para depois eles ficarem frente a frente, com o maior acariciando gentilmente o rosto do menor que corava levemente, até que fala:
- Você e os nossos filhos são o meu maior tesouro.
- É o mesmo para mim. – ele fala baixinho, enquanto corava ainda mais, pois, era reservado.
Nisso, Kakarotto se inclina, com Vegeta levantando o rosto e instantes antes dos lábios se aproximarem, o maior fala:
- Eu te amo, Vegeta.
- Eu também. – fala quase em um sussurro.
Nisso, os lábios se tocam e ambos se beijam a luz do por do sol que despontava no horizonte, com ambos selando a sua jura de amor eterno.
Fim
