Notas do Autor

Rias acaba...

Kushia surpreende quando...

A batalha entre dragão e leão tem início...

Capítulo 5 - Issei Vs Sairaorg - Dragão Vs Leão

Issei, Asia, Rossweisse e Rias chegaram ao campo de batalha, com a ruiva desconcertada pelo fato de Issei não estar usando suas técnicas pervertidas. Na frente deles, havia Sairaorg, o enorme leão de cinco metros e Kuisha Abaddon, sua Queen, que podia usar a habilidade Hole.

Então, Rossweisse, recebeu a ordem de proteger Asia e se dirigiu a base com ela, sendo visível o fato de Rossweisse estar enfraquecida.

- Ah! Eu queria pedir algo à Sairaorg. Como Régulos é uma Sacred Gear que se moveu por conta própria, sendo uma Longinus (神滅具), além do fato de ter sido reencarnado como um demônio, eu me pergunto se esse leão é incrível ou se as Evil Pieces que são. Bem, não importa. Isso me interessa muito! Me interessa demais! Por isso não conseguíamos acha-lo! Droga! – Azazel fala deprimido - Por que as Longinus dessa era passam por tantos fenômenos raros? Ah, esqueçam isso! Sairaorg! Por favor, leve esse leão ao meu laboratório depois! Eu quero pesquisa-lo!

- Tem que perguntar ao Regulus se ele aceita ser pesquisado.

- Então, Regulus, aceita ser pesquisado. São procedimentos indolores. Eu prometo. Sairaorg pode acompanhar os procedimentos se desejar.

- Com que finalidade você quer me pesquisar? – o leão pergunta arqueando o cenho.

- Precisamos saber tudo sobre a Longinus. Não é só por que estou animado para saber sobre as condições extraordinárias que o envolve. Precisamos saber tudo sobre vocês. Surgiram inimigos usando Longinus. Tudo o que temos são bases de conhecimentos que recolhemos, arduamente. Quanto mais conhecimento nós tivermos, melhor. Você estará ajudando, inclusive, o Submundo e todos os akumas, além das demais raças.

- Entendo. Se for por esse motivo, eu aceito. Mas, peço que Sairorg me acompanhe. Aliais, ele precisa me acompanhar. Eu preciso estar ao lado dele para suprimir o meu lado selvagem.

- Estarei com você, amigo.

- Eu estou maravilhado com esse leão! Ele é muito legal! E fala! – Goku exclama animado como uma criança frente a algo fascinante – Eu vi Crônicas de Nárnia, uma vez, com a Bulma e só vi leões falando em filmes. Do mundo de onde eu vim, nunca vi um leão falante.

"Sabe, Issei, isso espanta até a mim. Nunca imaginei que algo assim pudesse acontecer."

"Por quê?"

"Os meus pensamentos são cortado abruptamente quando o possessor da minha Sacred Gear, morre. Nem sequer sinto quando eles são finalizados. É mais rápido que um piscar de olhos. Quando consigo voltar a mim, como se despertasse de uma letargia, já tenho outro possessor. Mesmo que demore décadas para ter um novo, sendo que não sei se é rápido ou não o processo, pois, não sinto o tempo passar. Posso dizer que é algo muito sofrido, sabe?

"Lamento, amigo, não sabia que sofria tanto assim. Custe o que custar, vou libertá-lo da Sacred gear, assim como os outros! Eu prometo!"

"Obrigado"

Issei sai da conversa mental com Ddraig, quando as crianças começam a gritar:

- Oppai! Oppai! Oppai! Oppai Dragon! Oppai Dragon!

Issei ouviu, deprimido, as crianças usarem o seu apelido, sendo que Yukihana podia sentir o sofrimento dele. Era transparente como água.

Segundo a explicação de Sirzechs, o reboot estava sendo feito e inclusive, alguns episódios que foram adiantados, estavam sendo editados. O Oppai Dragon foi substituído por Akai Dragon (dragão vermelho) e ele usava a coragem e determinação como poder, frente as adversidades, em vez de apertar os seios da Switch Princess, dando a desculpa de uma evolução em seus poderes.

Porém, segundo o Yondai Maiou, ia demorar um pouco para as crianças esquecerem o apelido antigo e da forma de aumentar o poder, sendo que na pesquisa que fizeram, as crianças pareceram aceitar bem o novo nome e o fato de que os seios da princesa não precisavam mais ser apertados para conseguir poder.

Então, torcendo os punhos, Issei exclama:

- Sou o Akai Dragon! Usarei os meus poderes para fazer a justiça! O meu novo e incrível poder vem da determinação e da coragem! Sou o Akai Dragon! – ele exclama fazendo uma pose como o seu personagem.

Então, após alguns minutos, as crianças começam a exclamar animadas:

- Akai Dragon! Akai Dragon! Akai Dragon.

"Não é mais Oppai. Ainda bem." – ele pensa aliviado.

Asia foi para a base, sendo que Issei estava preocupado, pois, não havia somente o leão enorme, além de Sairaorg. A Queen de Sairaog estava em campo e apesar de parecer cansada, ela exibia determinação em seus olhos e fala:

- Por favor, me permita lutar contra a King. Derrotei a Queen. Quero derrotar a King.

Sairaorg fala, apoiando a mão no ombro dela, sendo evidente a sua preocupação:

- Você está cansada. Tem certeza disso?

- Sim. – ela fala corada e ele sorri.

- Faça o que desejar.

- Obrigada.

O leão senta, enquanto ela se posicionava, sendo que Rias fala arrogantemente:

- Vou mostrar o poder do clã Gremory!

- É evidente que você não treina. Você veio de uma família de alto nível, onde os membros nascem com um poder imenso e recebem o título, como no seu caso, de princesa de cabelos carmesim da ruína. De fato, é um grande título. Mas, por ter tal poder, concedido facilmente, não se dedica a treinar para obter um controle absoluto dele. Posso sentir a instabilidade desse poder. Vocês que nascem em berço de ouro, como todas as famílias abastadas e nobres, não se esforçam, com exceção de alguns, pois, o poder vem de bandeja e suas famílias são reverenciadas. Inclusive, outras famílias inferiores na hierarquia são obrigadas a servi-los e não podem ser outra coisa além de servos, tal como Grayf... – ela suspira – Deixe para lá.

Ela parece se lembrar de algo e para. Issei tem absoluta certeza de que ela iria falar Grayfia. Ele nota que ela olhava nervosa para um lado da arquibancada, sendo visível a sua preocupação e quando ele segue o olhar dela, se recorda que aqueles camarins VIP`s, eram usados por aqueles que tinham altos cargos.

Asia, Issei e Rossweisse perceberam que ela ia falar Grayfia, mas, parou e parecia preocupada com algo, até que Sairaorg apoiou a mão no ombro dela e disse, sorrindo de forma confortadora:

- Não se preocupe.

- Quase que eu... Me perdoe. Eu quase faço o senhor perder o seu sonho. O nosso sonho. – ela fala com lágrimas nos olhos.

- Relaxe. Você tem uma batalha pela frente. Não há nada para perdoar. Eu sou um dos poucos que compreendo a sua dor. Nós somos uma grande família e vamos lidar com a dor em nossos corações. Você não está sozinha e nunca ficará.

- Saraiorg-sama...

Ela fala secando os olhos e se pondo na frente de Rias, falando:

- Alguém como você nunca vai entender os fortes laços que unem a nossa realeza que é uma grande família, unida na superação. Por ele, não nos importamos de sermos vistos como escravos. É uma princesinha mimada, patética e uma vagabunda pelo que ouvi sobre você. É uma verdadeira vadia! Ficarei feliz em derrota-la. Mas, não se preocupe que não irei finalizar você. Sairaorg-sama que ter a sua luta com o Seikiryuutei e nunca o privaria disso. Só vou quebra-la um pouco. Garotas mimadas como você me enojam!

Rias exclama, concentrando os seus poderes.

- Vou ensinar o seu lugar, verme! Rasteje no chão que é o seu lugar! Uma inferior como você, devia estar beijando os meus pés e agradecendo por isso!

Na plateia, muitos akumas inferiores ficam irados com as palavras de Rias.

- O sonho de Sairaog é a esperança de akumas como nós, condenados desde o berço por sermos de famílias inferiores. Iremos lutar pelo sonho dele, nossa esperança. Não possuímos um sonho egoísta e tolo como o seu! Os nossos sonhos irão nos levar adiante!

- Cale-se bastarda! Você verá o poder de alguém superior a você! Sou uma Gremory! Um lixo insignificante como você devia mostrar a sua submissão! Vou puni-la, como um dono exigente faz com um animal malcriado!

As falas dela revoltavam muitos. Yukihana rosnava perigosamente, desejando estraçalhar a jovem. Era repulsiva a visão de muitos akumas de famílias superiores em relação aos inferiores. Havia exceções, mas, eram poucas.

Azazel não estava surpreso. Ele sabia como funcionava a hierarquia no Submundo e a visão da maioria dos akumas que vinham de famílias importantes, acima de todas as outras, assim como a educação da submissão desde a infância que os membros das famílias servas das superiores, recebiam. Desde tenra idade eram ensinados a serem submissos e obedientes, com essa educação prosseguindo durante toda a sua vida, até serem direcionados aos mestres que deveriam servir de forma submissa. Com Grayfia foi assim.

Goku a achava um monstro desprezível, enquanto que Sirzechs ficou revoltado ao ver o comportamento de sua irmã, pois, odiava ver tal tratamento aos inferiores. Tal tratamento era repulsivo a ele, que se recordava do quanto a sua amada sofreu, por isso. Mesmo quando era criança não compartilhava de tal visão, sendo o mesmo para os outros Yondai Maous. Inclusive, ele pagava a sua realeza para que eles pudessem comprar a sua liberdade e todos já tinham dinheiro para isso. Só não fizeram por vontade deles, sendo que se revoltava por Grayfia não poder comprar a sua liberdade, pois, os akumas antigos não aceitaram e se ela tentasse, perderia o direito de agir como esposa dele nas folgas.

Já, Grayfia, estava perdida em recordações de sua infância, quando era obrigada a ficar submissa, enquanto que nos olhos dos superiores, quando ousava erguer os orbes, só via desprezo pela existência dela, olhando para os membros da família dela como se fossem meros lixos, indignos de atenção e que deviam se sujeitar a todas as ordens que dessem, sendo decorrentes os estupros. Quantas vezes ela não ouviu as frases que Rias pronunciava, no caso, quando era mais jovem? Quantas vezes não chorou? Ela sabia que teve sorte em encontrar Sirzechs e que ele a protegeu de estupros, já que ele havia se tornado o seu mestre, através da realeza, pois, passou a ser propriedade dele, impedindo que qualquer outro a obrigasse.

Afinal, se fosse só serva, seria obrigada a cumprir as ordens de outros membros da família superiora. Ser escrava dele por Evil peaces a tornava inatingível pelo direito de propriedade de Sirzechs.

Claro, era obrigada a ser serva dele pelos akumas antigos.

Afinal, mesmo sendo poderosa, pelo fato de ter o sangue de uma família inferior, deveria servir aos Gremory e era obrigada a agir como serva, pois, assim seria pela eternidade e que somente conseguia agir como esposa de Sirzechs nas suas folgas, após seu marido implorar a eles, que somente concederam, após ela engravidar, já que a criança dela seria uma Gremory. Para mostrarem a sua "benevolência" para com a criança no ventre dela, com Sirzechs falando que daria o seu sobrenome a ele, permitiram que na folga ela agisse como sua esposa.

Porém, os dias seriam limitados em apenas alguns dias em um mês, sendo estes pré-determinados. Se ela ousasse agir como esposa fora dos dias estipulados, tal direito seria removido e ela teria que ser serva em período integral.

Grayfia sempre sentia a dor de não poder tratar Millicas como seu filho, sendo obrigada a trata-lo como mestre, quando não estivesse em folga. Ela não podia perder os únicos dias que ela tinha para ser mãe dele, apenas pelo desejo de abraça-lo. Era obrigada a tratar seu filho como mestre, tendo o devido respeito e servidão para com ele. Se ousasse sair do "modo serva", o seu direito das folgas seria revogado. O seu filho tinha que seguir a regra de nunca tratar a sua genitora como mãe e sim, serva, quando ela estava como empregada. O menino sofria e ela sentia a dor nos orbes pueris. Inclusive, por isso, quem cuidava da instrução dele era a avó paterna, Velena. Se ela não fosse obrigada a ser empregada, ela estaria educando o seu filho.

Afinal, uma serva não pode educar o seu mestre e quando agia como serva, Millicas, seu filho, era seu mestre. Quantas vezes ela não desejou estar no lugar de Velena, educando o seu filho? Quantas vezes não sonhou com isso?

Ela odiava ver uma mulher que gerenciava o harém de seu marido, que tinha um vasto harém, mesmo casado com ela. Grayfia temia o tipo de educação que seu filho estava recebendo. No fundo do seu coração ela condenava harém e desejava que seu filho fosse um homem de uma só mulher como o pai dele. Mesmo sendo um Yondai Maou, ele poderia ter um harém se quisesse, já que o Lucífer original tinha um harém imenso. Sirzechs estaria no direito de ter um harém, mas, não tinha, pois, era homem de uma mulher só e a amava profundamente. Por amá-la, não aceitava outras mulheres. Quem ama alguém fortemente e de forma verdadeira, não precisa de outras mulheres. Quem tem outras mulheres, é porque na verdade não ama nenhuma e só quer ter diversidade sexual na cama, sendo que dariam péssimos pais.

Como os pais dele não se amavam, ele tinha um harém. Na verdade, eles apenas suportavam a presença um do outro e como ela era esposa dele, pelas regras, poderia gerenciar o harém dele, já que no harém havia servas e ela desconfiava que muitas estavam forçadamente no harém dele, sendo estupradas. Era a sua suspeita. Isso somente a deixava ainda mais, apavorada, com o tipo de educação que o seu filho estaria recebendo de Velena. Tal pensamento a aterrorizava e povoava os seus pesadelos.

Quantas vezes ele não desejou um abraço maternal e ela apenas podia olhar e chorar em seu íntimo, enquanto lutava para manter uma face servil, apesar da dor intensa que a consumia? Quantas vezes não desejou sentir o peso morno de seu filho, que somente podia sentir nos dias de folga? Quantas vezes, ela não chorou escondida, oculta de todos, extravasando a dor em seu peito, pra depois voltar a usual face de serva, sem demonstrar qualquer tristeza? Ela perdeu as contas. Todos eram obrigados a trata-la como serva. Quando estava como empregada era apenas uma serva que devia se curvar a todos de estirpe superior ao dela, mesmo sendo esposa de um Yondai Maou que recebeu o título de Lucifer e que era do Clã Gremory.

Seu marido aperta a sua mão e sorri de forma confortadora, sabendo o motivo do semblante de sua amada frente as palavras de Rias, que deve ter feito ela se recordar de seu passado.

De volta a arena, Rias usava o seu poder de destruição na Queen, que usa a sua técnica Hole, engolindo as esferas de destruição, as espalhando pela arena, sendo que começou a devolver para Rias, que foi obrigada a voar, para escapar de seu próprio ataque, transportado pelo Hole.

- É isso o que eu quis dizer. Seu poder é instável e por isso, tem que limitar o seu uso. De que adianta ter um grande poder senão o treina? Isso é patético. Vocês de classe superior, com exceção de alguns, não sabem o que é treinar arduamente para conseguirem dominar o seu poder que é recebido sem qualquer esforço. Eu tive que treinar arduamente para conseguir dominar esses poderes. Não me foi dado. Eu tive que lutar para conquistar esses poderes. Uma vagabunda pervertida como você, não sabe o significado da palavra treino. Acha que somente os seus servos devem treinar. Não você.

- Claro. Treinamento é para os servos. Eu sou de uma das grandes famílias! Sou um nobre! Eles que precisam treinar e não essa Rias!

- De fato, se tornou uma imprestável. Nobres como você que chafurdam no poder e no status, com exceção de alguns, não conseguem enxergar o quanto são patéticos. Para vocês vem tudo fácil. Tudo em um piscar de olhos. Não precisam se esforçar. Seus desejos são leis. Até parece que eu perderia para uma vagabunda como você!

- Sua desgraçada! Vou puni-la, verme!

Então, Rias libera o seu poder e como esperado, por não treiná-lo adequadamente, ele é instável, saindo do controle, surgindo uma áurea vermelha formada por ventos carmesim que envolve a arena, até que uma explosão vermelha envolve a mesma, levantando uma nuvem de fumaça.

- Isso é o resultado de usar poder sem ter um treinamento. Ele fica instável, ao ponto dos sentimentos intensos fazerem esse poder sair do controle, como o que vimos agora. – Goku fala, seriamente – Essa jovem chega a ser um perigo para si e para os outros, por não treinar seu poder destrutivo, herdado de sua família.

Quando a poeira se dissipa, Rias está de joelhos, ofegante. Ela olha para trás, para pedir para Asia cura-la, mas, a mesma é finalizada, assim como Rossweisse. Há Holes ao lado de Issei, ao lado do leão, de Sairaorg e dela, que esta arfante, caindo de joelhos.

- Sua bastarda! Minha Bishop e minha Rook! – Rias exclama irada – Sua inferior! Como ousou fazer isso! Você não passa de lixo!

Na arena, Kuisha se ergue e fala ao se recordar de ouvir as palavras que Rias proferiu desde o início de sua boca e que eram daqueles de famílias superiores, quando se dirigiam a ela. Eram as mesmas palavras. Era a mesma dor, ouvi-las.

Já, Sairaorg, estava se contendo de ir até a ruiva e golpeá-la várias vezes pelas palavras cruéis que destilava.

Porém, sabia que se fizesse isso, acabaria finalizando ela com apenas um golpe, não conseguindo dosar seu poder em decorrência da raiva que sentia. Por isso, deixou ela como oponente de Kuisha, até porque, quem era a mais ofendida ela era. Ela tinha mais direito do que ele e poderia fazer a finalização da ruiva de uma maneira bem indolor, se assim desejar.

- Não fui eu que finalizei ambas. Foi você. Eu só tinha poder e capacidade de usar o Hole para proteger quatro pessoas, além de mim. A outra que eu protegi foi você e não por piedade e sim, por você ser o King. Se você fosse finalizada pelo uso de seu próprio poder ao atingir a si mesmo por não dominar tal poder, a luta seria encerrada e Sairaorg não poderia realizar o seu sonho de enfrentar o Sekiryuutei.

- Claro que foi você que a encerrou! – a ruiva falava com a voz arfante.

- Vamos ver através do replay! – o apresentador fala.

Nisso, em um telão, é mostrada as imagens e todos notam que a onda se expandiu em todas as direções, inclusive contra Issei.

Então, surgiram Holes ao lado de Issei, de Sairaorg, do leão e de Kuisha. Asia e Rossweisse foram atingidas em cheio, sendo que a Hook tentou usar seu poder, mas, os círculos mágicos não resistiram, sendo que por estar fraca, não teve poder suficiente para criar vários.

Eles viram que em seguida, como se o poder voltasse ao corpo de Rias, alguns Holes surgiram e sugaram o poder, salvando assim a ruiva. Claro que a imagem não estava completamente definida, sendo o esperado, considerando o poder destrutivo da técnica. Mas, tais acontecimentos eram visíveis.

- Não...

- Isso mesmo. Gostaria de ter salvado aquelas mulheres, mas, não consegui. Meu mestre não queria vê-las finalizadas até derrotar o Sekiryuutei, sendo que eu iria finalizá-las gentilmente, com apenas um golpe rápido e indolor. Já, quanto a você, posso finalizá-la como desejar. – ela termina o final com um sorriso maligno – Confesso que estou ansiosa para finalizá-la e saiba que farei com um imenso prazer.

- Vou mostrar o quanto você é um lixo! Vagabunda! Você não passa de uma inferior! – Rias exclama, irada.

Yukihana comenta consigo mesmo, da arquibancada:

- Uma vez mimada, sempre mimada.

A Queen se concentra e surge um círculo mágico, de onde surgem inúmeras vinhas da cor vermelho sangue, sendo reconhecidas como sendo vinhas demoníacas. Quando dominadas, elas prendiam aquele que o seu invocador ordenasse e a sua peculiaridade era que ficavam mais fortes ao absorver o poder daquele que prendia, impossibilitando a fuga. Essas plantas eram encontradas, apenas, nas profundezas do submundo e eram raríssimas.

- O quê?! Isso é...!

Antes que pudesse continuar falando, Rias foi amordaçada, enquanto as vinhas a retinham no chão, com Kuisha falando, sendo que estava sentada sobre as pernas, esgotada:

- Usei os meus últimos poderes para prendê-la e amordaça-la ao trazer a planta que cultivo com tanto carinho – ao ver a face de terror de Rias, ela fala sorrindo malignamente – Eu posso cultivá-las, tranquilamente. Sairaorg-sama, ela já está imobilizada. O senhor pode lutar livremente.

- Obrigado. Rias, antes desse Sairaorg, lutar contra o Issei, há algo que desejo falar a você. – ele fala seriamente – Mesmo que para os outros, eles sejam vistos como escravos, nós, King, que os tomamos por nossos motivos egoístas, devemos trata-los bem e...

- Nós tornamos suas peças em busca dos nossos sonhos. O sonho do senhor representa o nosso sonho. Representa o que mais desejamos do fundo do nosso coração. O senhor não foi um egoísta. Compartilhamos do mesmo sonho. Além disso, nós, akumas inferiores, fomos reconhecidos pelo senhor. Seguiremos o senhor até o fim. – ela fala com adoração – Além disso, o senhor procurar pagar a nós pelos serviços para comprarmos a nossa liberdade. Nós já temos condições de comprar a nossa liberdade e não faremos isso, até que o nosso sonho seja realizado. Nós lutaremos junto com o senhor. Essa foi a nossa decisão. E só iremos nos libertar, quando não formos mais necessários, apenas porque o senhor pediu para fazermos isso. Pelo senhor, já teríamos comprado a nossa liberdade, mas, recusamos. No máximo, aceitamos comprar após a realização do nosso sonho.

- O mesmo para mim. Irei seguir o senhor. Juntos, faremos o sonho do senhor e o nosso, se tornar realidade. É bom lutar por um sonho. O sonho do senhor não é egoísta. Inclusive, todos os akumas inferiores o enxergam como um líder e fico honrado em servi-lo como seu Pawan. – o grande leão curva a cabeça para ele, para depois rugir, sendo um rugido ensurdecedor e repleto do mais puro poder que revibra pelo ar e pelas arquibancadas.

- Obrigado, Kushia e Regúlus – ele se volta para Rias, que tentava esbravejar, sendo que estava amordaçada - Todos devem escolher se tornarem peças ou não. Todos da minha realeza tiveram o direito de escolher. Não forcei nenhum deles. Nem mesmo Regulus. Quando o domei, ele queria ser livre e a única forma que encontrei dele poder ficar livre da Sacred Gear, podendo correr pela natureza, foi transformá-lo em uma peça e não hesitei em usar sete Evil Peaces nele. Não manipulei nenhuma situação. Mesmo que para mim sejam a minha, família, para os outros, sempre que os olharem, serão apenas escravos. Servos e realeza são uma forma de amenizar o que eles são na realidade, pois, podem ser trocados e vendidos como qualquer objeto, se assim o dono, que é chamado de King, desejar, com as transações os tratando como se fossem meros objetos, sem sentimentos. Ou seja, temos as vidas deles, suas almas e seu corpo. Nunca devemos esquecer que para amenizar a situação deles, devemos ver eles como pessoas com sentimentos. Eles possuem sentimentos, eles possuem coração, eles possuem alma. Não são "algo". Devemos trata-los com respeito em virtude do sacrifício que fizeram ao se converterem em peças, passando a ser vistos pelos outros como meros escravos ou mercadoria, como são referenciados em murmúrios e em suas mentes. Inclusive, pago pelos serviços deles, pois, quero que eles conquistem a sua liberdade. Pelo que compreendi no outro dia, acredito em Issei. Você não é a primeira a fazer isso para conseguir excelentes escravos. No passado, era feito dessa forma, no quesito de roubar almas humanas. Mas, como sabe, houve mudanças nesse século e tais práticas foram anuladas. Isso foi acordado no Pacto assinado entre todos. Você sabe disso, né? Bem, o resultado de tal prática é essa. Minha família se dedica de corpo e alma, pois, compartilhamos o mesmo sonho. Lutamos por ele, juntos. Por isso, a diferença nas batalhas.

Então, ele olha para Issei e pergunta:

– Vamos?

O mesmo concorda e eles começam a se concentrar.

- Enfim, a batalha que todos esperamos está para começar! Quem vencerá? Sairaorg, da Casa de Bael, que até agora não perdeu uma única luta ou o Op... quer dizer, Issei, o Akai Dragon e Sekiryuutei?

Então, Sairaorg fica em frente a Issei e fala sorrindo imensamente:

- Hyoudou Issei. Finalmente chegou a hora de lutarmos. Meu sangue ferver para lutar contra você. Estou ansioso para saber o resultado do seu treinamento e jornada. Quero lutar, até um de nós cair! – ele exclama animado, sendo possível ver a empolgação dele – Saiba desde já, que eu não tenho rancor de você e muito menos ódio. Isso é apenas uma partida.

- Eu não também não sinto ódio e nem rancor de você. Acredito que se fosse no passado ou melhor, com o meu "eu" anterior, eu ficaria com muito ódio em nome dos meus amigos. Mas, você lutou limpo. Eles lutaram de forma limpa. Venceu o melhor e se caímos, iremos nos levantar novamente. É uma competição. Além disso, com uma King como essa que nós temos, acredito que, em outra situação, eles dariam a alma para vencer. Eles lutaram no máximo que puderem, frente a situação em que nos encontramos. Lutar forçadamente por alguém é complicado. Claro que eu posso estar falando besteira.

- Não está. Eu senti que o coração deles não estava nas lutas. Eles deram o seu melhor, na medida da situação em que se encontravam. Quanto a você, Issei Hyoudou, o Seikiryuutei, você luta por ela? – ele aponta para Rias.

- O meu antigo "eu", pervertido, bastardo, sexista e desgraçado, lutaria por ela com a sua alma. Eu vou lutar por mim mesmo, com a minha alma! Vou viver uma vida sem arrependimentos! Vou honrar o título de Sekiryuutei! Eu sou o Akai Dragon! O herói das crianças e irei lutar até o fim!

Nisso, as crianças gritam animadas:

- Akai Dragon! Akai Dragon! Akai Dragon! Vá, Akai Dragon!

- Meu sangue ferve por essa luta! Desde já, permito que use todos os seus movimentos, inclusive o Illegal Move Triaina. Quero que lute dando tudo de si!

- Peço que esperem um pouco, que irei consultar os juízes, se eles autorizam o Illegal Move Triaina, para essa batalha.

- Se eu estou autorizando... Por que contatá-los?

- São as regras.

- Essas regras são um saco, não acha, Issei?

- Com certeza. Espero que tomem a decisão logo. Tem certeza disso?

- Sim.

- Eu gostaria que falasse o seu sonho a todos que estão aqui, enquanto esperamos a resposta. Eles já sabem o motivo de eu lutar. Eles precisam saber pelo que você e sua família lutam.

- Escutem! O meu sonho é se tornar um Yondai Maou (四大魔王). Como um Yondai Maou, quero proteger os akumas inferiores! Quero que mesmo um akuma tido como inferior, possa realizar os seus sonhos, independente da sua classe social! Eu e a minha família lutamos por esse sonho! Vencer essa batalha permitirá que eu leve o meu sonho adiante! Ou melhor – ele olha para Kushia e Regulus, que acenam positivamente – Nosso sonho!

Houve muitos aplausos para ele e conforme esperado por Issei, a multidão torcia por ambos. Se dependesse da maioria, ambos seriam vencedores. Antes, só torciam por Issei. Agora, torciam pelo Sairaorg também e graças a ser televisionada a competição, todos puderam saber o motivo de Bael e dos outros, lutarem.

- Os juízes concordaram com as condições. Illegal Move Triaina poderá ser usado nessa partida!

A multidão vibra, sendo que as arquibancadas pareciam tremer.

Nos locais públicos que a batalha era exibida, muitos se acotovelavam e lutavam por um lugar bom. Todos torciam por ambos, sabendo que por mais que desejassem ambos vencedores, só poderia haver um.

Issei fica feliz ao ver que o coração de Sairaorg, também alcançou os demais. Se ele desejava revolucionar o Submundo, quando mais corações ele cativasse, melhor.

Yukihana ficou comovida com as palavras dele e reconhecia a sinceridade em seu coração. Mas, também sabia como funcionava o submundo. O Yondai Maou era influente, mas, quem mandava era o Conselho de akumas velhos, liderados por Rivezim e eles não desejavam nenhuma revolução. Desejam prosseguir com o sistema de castas de famílias, com as inferiores sendo obrigadas a servir outras. Enfim, continuar com o sistema que colocava algumas famílias no topo e as outras sobre os seus pés, mantendo assim a escravidão pela servidão de famílias e inclusive a escravidão pelas Evil Peaces.

Inclusive, a seu ver, os Rating Gamers, podiam ser considerados o equivalente ao "pão e circo" dos romanos, criados para apaziguar o povo, oferecendo entretenimentos, tais como gladiadores e depois, os cristãos.

Se fosse comparar com os Rating Gamers, as peças, sem ser os Kings, eram os gladiadores e os seus donos, os Kings. Os Kings lutavam, mas, só se necessário e apenas para se defender. Quem ficava na linha de frente eram as outras peças que seriam sacrificadas pelo rei, assim como os gladiadores eram sacrificados.

Claro que eles só eram encerrados do jogo e continuavam vivos, ao contrário dos gladiadores, mas, o sistema era semelhante. Um entretenimento para as classes inferiores, para que assim os superiores, ou nesse caso, os akumas antigos, pudessem gerir o império, no caso, o Submundo como desejassem, apaziguando o povo com os "espetáculos" de lutas até a morte.

Yukihana achava o sonho dele lindo. Um sonho belo. Tão belo, que nenhum Yondai Maou teria coragem de quebrar, falando que mesmo que se torne um Yondai Maou, seu sonho não poderá ser realizado. O conselho de velhos akumas não permitirá e são eles que mandam, na verdade. Ninguém tinha coragem de destruir tão belo sonho, pois, destruir tal sonho, era destruir o coração de Sairaorg e de sua família. Quem poderia ser um bastardo sem coração para destruir um sonho tão belo e igualmente altruísta?

De volta a arena, ambos se concentram e avançam.

Issei ativou os propulsores em suas costas, ao máximo e avançou contra Sairaorg, enquanto que o Bael, com o corpo coberto de touki, pulou na direção de Issei, dando um chute no chão para pegar impulso, com os punhos se cruzando, golpeando um ao outro.

Embora Issei estivesse com a sua armadura, a dor era intensa ao ponto de tomar a cabeça dele e inclusive, o seu capacete havia sido rachado com esse ataque.

- Vamos, Ddraig!

- Boost! Boost! Boost! Boost! Boost! Boost! Boost! Boost! Boost! Boost! Boost! Boost! Boost! Boost!

O poder amplificado se propagou do pulso dele, o impulsionando, enquanto avançava em direção ao rosto de Sairaorg, conseguindo dar um soco que reverberou em um tom seco no local, devido a potência.

Sangue surgiu do nariz e no canto da boca dele, sendo que, após ver o sangue, ele sorriu ainda mais, como se estivesse mais motivado e fala:

- Foi um ótimo soco! É incrível! Você se tornou um demônio há tão pouco tempo e é capaz de ter todo esse poder! Eu pensei que você estava pegando leve. É incrível que com o Balance Breaker, você já seja tão forte!

- É que agora eu sou um dragão demoníaco. Dei o meu coração a Ddraig e graças a isso, me tornei um dragonoide.

Sairaorg sorri ainda mais e exclama, empolgado:

- Mais eu admiro você, Issei Hyoudou! Sabe, sempre simpatizei com você. De certa forma, somos iguais. É como se eu me visse em um espelho.

Issei conversa em pensamento com Ddraig:

"Ddraig, só tenha certeza de aumentar a minha defesa quando for receber algum golpe dele."

"Entendido. Mas se ficarmos direcionando poder assim, seu vigor também será consumido e desde já, aviso a você, que perdeu um vigor considerável nas lutas anteriores. Você não está com todo o seu vigor."

"Isso é bom. Posso dar tudo de mim, sabendo que mesmo que eu faça isso, terei poucas chances de vencer ele. Para honrá-lo, lutarei dando tudo de mim em meu atual estado. O sonho dele é incrível. O sonho dessa vaca é um sonho egoísta e patético, sendo que por ele, manipulou todos, para conseguir peças excelentes. Permitiu que eu e Asia morrêssemos para ter peças poderosas. Ela com a sua Sacred Gear, Twilight Healing e eu, com a Sacred gear, Boosted Gear."

"Entendi."

"Quero viver sem arrependimentos! Seria um desrespeito a Sairaorg, se eu facilitasse a luta. Lutarei com tudo, contra ele!"

"O meu orgulho por você aumenta cada vez mais, Issei Hyoudou. Eu e os seus senpais os admiramos cada vez mais!"

"Obrigado."

"Mas, e se mesmo assim vencer? Ainda tem chance de vencê-lo. Ínfima, mas, tem."

"Se isso acontecer, será uma daquelas vitórias que você nunca desejou no fundo do seu coração. Será uma vitória amarga como o fel, pois, se eu vencer, o sonho egoísta e estúpido dessa vaca ruiva manipuladora, bastarda e assassina, irá se concretizar, enquanto que o sonho de Sairaorg se tornará ainda mais distante."

Nisso, eles saem da conversa mental, sendo que Sairaorg e Issei começam o embate com os punhos, com Hyoudou deixando a parte defensiva para o Ddraig, para que ele se concentrasse em atacar o Sairaorg e os punhos cobertos de Touki, dele.

Sairaorg desvia do golpe de Issei, enquanto o golpeia fortemente no abdômen, para em seguida, tentar acerta-lo com a perna, sendo que o ataque é bloqueado com o dorso do braço, para depois o Sekiryuutei dar um soco fortíssimo no rosto do Bael, fazendo-o voar para longe até se chocar contra a arena, sendo que surge uma nuvem de detritos.

Issei avança até a cratera, tentando acertar uma cotovelada em Sairaorg, que havia acabado de se erguer, sendo que ele detém o cotovelo dele, que tenta acerta-lo com a perna, sendo bloqueada com a perna do oponente, para em seguida tentar acerta-lo com um soco, sendo bloqueado pela outra mão dele, sendo que Issei sentia a força de seu oponente nos golpes. A sua armadura continuava exibindo trincas por toda a sua extensão e havia o gosto do seu sangue na sua boca. Os golpes com touki eram devastadores a seu ver, ficando estarrecido, pois, ele não havia usado o seu Sacred Gear. Regulus continuava sentado, assistindo a batalha, assim como Kuisha Abaddon, que afagava o enorme leão em sua juba.

"Parceiro, desvie dos golpes dele o máximo possível. Evite que ele o atinja. Eu estou fazendo milagre, saiba disso, mas, não sou santo milagreiro." – Ddraig fala com ele, sendo visível a sua preocupação.

"Entendi. Vou tentar"

"Não tente. Faça!"

Ambos tentam dar uma joelhada um no outro, assim como uma cotovelada, ao mesmo tempo, com ambos bloqueando o ataque um do outro, sendo que ficam por um tempo, considerável, pressionando o joelho e cotovelo um do outro, até que Issei tenta golpear Sairaorg com o seu outro braço, sendo o seu punho rebatido pelo punho dele, até que o Seikiryuutei consegue empurrar o antebraço de Bael e nisso, tenta atingi-lo com um soco, sendo bloqueado pela palma de uma das mãos dele que tenta soca-lo, sendo que o Akai Dragon desvia, para depois tentar soca-lo, com Bael bloqueando com o antebraço.

Então, cada um deles tenta chutar o outro com pé, sendo que os ataques são bloqueados, assim como o contra ataque, com ambos continuando a batalha física, com Issei procurando seguir o conselho de Ddraig, desviando sempre que possível, enquanto percebia que Sairaorg, exibia apenas alguns cortes e alguns escassos hematomas, além de um filete de sangue no canto da boca.

Novamente, ambas as joelhadas são bloqueadas um pelo outro, ao mesmo tempo, que Bael bloqueava o antebraço do Hyoudou ao segura-lo, enquanto ele bloqueava o soco de Issei com a outra mão.

Sairaorg tenta acerta-lo com uma cotovelada, mas, Issei consegue desviar o seu rosto, para em seguida tentar acerta-lo com um soco, que é bloqueado, enquanto que ele tentava acerta-lo com as pernas em vários golpes, mas, o Hyoudou usa as pernas dele, enquanto tentava acerta-lo com socos que esta bloqueava, contra-atacando.

O Sekiryuutei tentava acertar uma joelhada nele, mas, ele bloqueia com o seu joelho, enquanto avançava com o punho contra ele, que consegue desviar e tenta acerta-lo com um chute horizontal, que é bloqueado pelo outro joelho dele, que tenta dar uma cotovelada, mas, o Akai Dragon consegue desviar do golpe e tenta acertar o seu rosto, com Bael desviando, lateralmente.

Então, após o choque de um soco, eles se afastam em decorrência da força do impacto, fazendo Issei cuspir sangue por baixo da armadura.