Pov. Damon
Quando eu abri a porta naquela noite, eu estava pensando no dia maravilhoso que eu tive. Isabella era a garota mais simples e sem sal que alguém poderia conhecer, e isso me encantou, eu estava adorando os minutos e as horas que eu estava passando com ela.
Eu não me assuntei quando Rachel saiu da cozinha apenas de sutian e uma era quem estava cuidando da coisas naquele apartamento enquanto eu estava fora.
– Voltou cedo, querido. - perguntou vindo pegar a minha Jaqueta.
– Talvez eu saia mais tarde.
– Devo preparar algo para você?
– O de sempre. - isso foi o suficiente para que ela fosse na cozinha, e eu sentasse na velha poltrona que tinha naquele apartamento.
Meus planos aqui em Virginia tinha saído completamente fora do eixo. A essa altura eu não deveria está por aqui, e sim bem longe para que ninguém pudesse me encontrar, mas quando vi aquela menina de olhos castanho sonhadores naquela boate o impulso de ir lá e falar alguma idiotice foi maior do que eu.
– Aqui, espero que esteja ao seu gosto. - falou me estendendo uma taça com o conteúdo avermelhado e convidativo.
Eu provei apenas molhando as pontas dos meus lábios.
– Fresco, perfeito.
– O senhor precisa de algo? - perguntou tocando em meus ombros e dando um aperto levemente.
– Apenas que me deixe sozinho, se eu precisar de algo eu chamo. - falei retirando suas mão de onde estava. Rachel era uma linda morena, corpo definido, com suas curvas no lugar certo, só tinha um defeito. Seus olhos não eram castanho, como o da doce Isabella.
Eu odiava quando atrapalhassem a minha linha de raciocínio, e quando o meu celular começou a tocar, trazendo a minha consciência de volta ao mundo real, eu realmente quis arrancar o pescoço de quem estava do outro lado da linha.
– Pois não? - perguntei realmente não querendo saber.
– Eu jurava que você iria ignorar a minha ligação, por mais um século.
– Stefan. - concordei em desagrado
– Irmão.
Suspirei, sabendo que eu teria que lidar com isso.
– O que você quer? - perguntei pousando a minha taça, e pegando um outro copo do bar, no momento, eu precisava de um uísque bem forte.
– Aonde você está?
– Pheeeee! resposta errada. Diz logo o que você quer, eu não tenho muito tempo.
– Eu quero saber aonde você está... Eu e Elena.
– Oh! querido irmão, é esse o caso. Você e Elena, estão juntos e livres, disso eu já sei.
– Damon, ela está preocupada.
–Oh! Jura. Bem sinto muito por ela, porque eu não estou me importando com ela.
– Damon.
– Stefan, querido irmãozinho, vamos ser franco, você quer saber aonde eu estou, eu não quero falar, Elena está preocupada, e eu não me importo com ela, eu não me importo mais com vocês. Eu quero distancia de todos vocês, por isso eu fui embora, então por favor, pelo menos uma vez, respeita a porra da minha escolha. - a essa altura o copo já tinha ido de encontro com a parede, e na minha mão se encontrava uma garrafa de uísque já pela metade.
– Eu sinto muito Damon, eu realmente não queria que fosse assim.
– Você nunca quer Stefan, mas essa merda sempre continua se repetindo. Eu estou de viagem marcada,com varias viagens marcadas, e o destinos delas realmente não é da sua conta. Adeus querido irmãozinho, Stefan.
– Damon...
Eu desliguei o telefone e logo ele também voou de encontro a parede. A única coisa que ainda restava era a minha garrafa. Rachel apareceu na porta da cozinha perguntando se eu precisava de algo, e eu pedi mais uma garrafa de uísque.
– Quer companhia, talvez ajuda você a relaxar! - perguntou enquanto me entregava outra garrava e um copo, ao qual eu ignorei e peguei apenas a garrafa.
– Você tem razão. - levantei indo ao armário e pegando a minha jaqueta, e indo para a porta.- Arrume tudo, e depois pode ir, você precisa aprender a dar mais valor as oportunidades que você tem na vida. seja feliz Rachel.
Foi minhas últimas palavras a ela, antes de eu sair pela porta, e ir andando pela rua sem rumo, com apenas a minha garrafa na mão.
Eu já tinha passado tantos anos de minha vida amando uma pessoa que usava tanto a mim quanto ao meu irmão, para depois de muita luta para reencontrá-la e ouvir de sua boca, que sempre tinha sido o meu irmão. Superar esse tipo de dor não é fácil, então no lugar disso me tornei um cara que adora iludir garotinhas, para depois cair em enquanto por ela, Elena, a menina que era namorada de meu irmão, mas que correspondia sentimentos por mim, a amei, a salvei, lutei por ela, mas no final apenas se repetiu: sempre seria meu irmão.
Sempre seria o Stefan.
'O que Stefan tinha que eu não tinha?'
Parei na calçada olhando para um janela que parecia ter a luz do abajur acessa com sombras indo e vindo, a pessoa parecia andar de um lado para o outro, eu olhei para a garrafa que estava em minha mão e que agora estava vazia. A larguei no chão e me aproximei da janela, aonde tinha uma grade com trepadeiras presas e comecei a subir indo até a janela.
'Eu não me importava o que o Stefan tinha...'
Quando consegui chegar até a janela, eu dei duas batidas e escutei passos.
'Eu agora tinha uma coisa que Stefan não tinha...'
"Só um momento" escutei ela falar com alguém, e logo depois a janela abriu. "Oh! Céus, depois eu te ligo. Tchau" ela voltou a dizer no telefone e desligou.
– Damon?! - eu sorri...
Eu tinha a "minha linda e doce Isabella.", a qual eu sempre conseguia surpreender.
***** cantinho da autora *******
Gostaram? odiaram? se divertiram? sentiram vontade de embalá-lo nos seus braços e dizer que por vocês sempre seria ele Damon Salvatore? Comentem meus amores, deixe saber... beijokasssss
