N\A: Espero que gostem, suspense, romance e alguns assassinatos.


Capítulo 02

Invasão


21 de setembro de 2007


Gaara – Centro de Tóquio, as 08h03min

Era estranho meu interesse repentino pelo turno de minha irmã no hospital. Ela me olhou com seus grandes olhos verdes me perguntando os motivos e a única desculpa que tive era que provavelmente traria alguma garota para casa.

Uma mentira eficiente.

Ela soltou um sorriso malicioso, sem imaginar qual era a minha verdadeira intenção. Percebi que ela começaria a falar quando inclinou seu corpo para frente, porém antes que ela pudesse abrir a boca para proferir qualquer coisa, Kankurou chegou. A samba-canção estampada com cervejas, o rosto bronzeado sonolento.

- O que temos para café? – ele perguntou autoritário e me lembrei do meu pai. Excelente maneira de começa amanhã. Sim, estou sendo irônico.

- Temos ovos fritos, bacon e café querido. – Temari rebateu sarcasticamente e eu pude perceber um sorriso muito pequeno em seu rosto; eu não entendia como ela conseguia ser 24 horas sarcástica e quando não, inconveniente.

- Seu namoradinho tá no banheiro ainda, ele poderia sair logo.

Logo que Kankurou a encarou irritadiço e falou a palavra "namoradinho" decidi que era hora de me retirar. Peguei meu casaco na mesa e as chaves.

- Chegarei tarde. – avisei, porém, antes que eu pudesse girar a maçaneta, escutei a discussão encerrar e Temari gritar que seu turno começava às 14h30min. Por um momento eu tive absoluta certeza que minha irmã se importava muito com minha vida social.

Perdi a linha de raciocínio quando me lembrei que eu teria que ir pessoalmente ao hospital para tirar minhas conclusões. O acidente com "tal corpo encontrado em um apartamento no subúrbio da cidade" – de acordo com os jornais, o que resume em uma fonte nada confiável – foi encontrado com vida e mandado rapidamente para o hospital... É chato, mas a única maneira de saber mais detalhes era indo até lá, convencer umas das enfermeiras a me contar tudo e principalmente ser o mais discreto possível. Onde foi enviado, que horas havia morrido e principalmente em que estado o corpo se encontrava... Se eu realmente iria descobri algo sobre esse assassinato, isso era o mínimo que eu deveria saber.

O metrô ficava há alguns metros de distância de casa, o dia continuava frio. Logo que entrei na bilheteria, meio irritado comigo mesmo, lembrei que eu poderia pegar a motocicleta... Não voltaria, entrei em um dos vagões lotados.

Olhando o mesmo cenário de ontem, eu percebi a ausência de alguma coisa. Ainda havia as garotas de saias curtas, alguma coroa cansada e a placa "proibido fumar". Mas por algum motivo, seja lá qual fosse, eu estava estranhamente ansioso para que aquele vagão seguisse mais rápido, olhava o relógio e recontava sempre as estações.

Desci do metrô e rapidamente eu já estava dentro do ambiente cheirando a detergente. Não podia esbarrar com minha irmã, por isso havia perguntado o horário do seu turno.

Logo que entrei vi a enfermeira que ficava no balcão principal dando informações aos pacientes e familiares...

- Oi.

Ela ergueu seus olhos de um formulário que lia e por algum motivo parecia constrangida.

- S-sim?

Com a resposta ela voltou-se um pouco para trás e foi nesse momento que percebi que eu estava muito perto de seu rosto.

- Desculpa... Eu sou do jornal da minha escola, ontem a noite fiquei sabendo da notícia de um assassinato e falavam que o corpo foi enviado para cá com vida.

- Ah claro... – ela parecia desconfortável com assunto, mexia os cabelos escuros e soltava alguns sorrisinhos que não se sustentavam – Na realidade ele morreu em caminho para cá.

- Você saberia me dizer a causa da morte?

- Sabe, é bem estranho você perguntar isso aqui, os médicos têm código de sigilo. – ela deu um sorriso gentil. – Eu sugiro que você procure informações em outro lugar.

Confesso que odiei o profissionalismo dela, mas não sou o expressivo o suficiente para ela perceber isso. Ela se moveu carregando os papéis e me deixando para trás sem mais resposta. Foi quando já estava a beira de tentar algo na área de emergência, que ela retornou alguns passos e me respondeu com um tom quase gentil.

- Olha, não tente nada na emergência e não nos incomode com esse tipo de notícia. Eu imagino que você realmente tenha um ótimo motivo para querer saber isso, mas é melhor você desistir. E eu sinceramente não entendo por enviaram o corpo para cá, não podíamos fazer nada.

E deu as costas.

Como assim? Baguncei os cabelos enquanto o vulto dela sumiu na área restrita aos médicos. Enfermeira, não é? Claro que ela sabe muito mais que isso.

(...)

Mas que droga. As possibilidades passaram rapidamente uma atrás da outra. 1º O reporte que deu os detalhes é só mais um idiota como a maioria dos outros 2º A polícia vendeu uma falsa informação para afastar olheiros... Não, não... Para confundir o assassino seria uma possibilidade maior. 3º a enfermeira me enganou.

Não, eu não sairia dali só com aquelas informações. Liguei para minha irmã assegurando que ela estava em casa e depois falei com outra atendente tomando cuidado para não ser possivelmente visto pela a enfermeira com quem havia acabado de falar.

- Bom Dia. – tentei sorrir, mas tenho certeza que eu pareci meio idiota, ou no mínimo um boneco de cera. – Sou irmão da Sabaku Temari, ela estagia aqui na parte de administração.

A atendente, com roupas azuis claras – provavelmente era auxiliar –, continuou calada como se esperasse que eu continuasse.

- Ela me pediu para buscar alguns pertences dela.

- Preciso da identificação dela.

- Desculpa, mas ela não me deu.

- Acho que vai ser meio complicado, então.

Fiquei parado por um momento pensando. Ela continuava me olhando séria.

- Posso deixar apenas minha identificação?

Após algumas tentativas ela me deixou entrar pedindo que caso eu fosse abordado eu jamais pudesse dizer que fui autorizado por ela. Eu sabia que os corpos ficavam no subsolo do hospital, mas não sabia exatamente onde; decidi que tentaria a sorte e desci as escadarias, me deparei com um longo corredor e vi um homem de jaleco empurrando uma maca com uma superfície coberta por um lençol branco. O segui e o vi entregando uma prancheta sobre um balcão sem atendente e logo depois ele entrou com a maca em uma sala ao lado. Pela primeira vez no dia eu sorri pela oportunidade.

Aproximei-me e havia apenas mais duas sobre ela. Peguei a que estava com a data de ontem, dei uma olhada em volta como se eu pudesse dessa maneira conter a ansiedade que me consumia, e em seguida li o nome: Inuzuka Kiba. Havia a idade, as características físicas e os familiares, mas não havia a descrição e o motivo da morte e muito menos o estado do corpo. Escutei alguns passos descendo as escadarias, droga, tinha que ser rápido. Dei mais uma olhada, só havia a data do enterro, amanhã e cheguei à conclusão que teria que me conter com aquele nome. (...) Nada mais.

Deixei rapidamente tudo da mesma maneira e sai andando em passos leves e despreocupados. Cumprimentei apenas com a cabeça a mulher gordinha que provavelmente era a atendente irresponsável daqueles papéis, e sai do hospital sem grandes dificuldades.

Olhei o relógio, já eram 10h da manhã, senti um cheiro enjoativo de lámen na saída. Quem venderia lamén próximo a um hospital? Sinceramente...

Enfiei minhas mãos no bolso e tirei minha carteira de cigarros para logo depois acender um. Quando descia a rampa do hospital senti sendo esbarrado e meu marlboro vermelho cair no chão.

- Me desculpe. – Uma garota um pouco mais baixa pediu dando uma reverência. Eu só abaixei um pouco a cabeça indicando o mínimo de educação que uma pessoa tem que ter e peguei minha carteira do chão indo embora. Já estava na saída quando me senti sendo agarrado pelo braço e me deparei com a mesma garota. Só pude perceber seus traços agora. Ela tem um cabelo mais estranho que o meu... São curtos e rosas. E sobrancelhas da mesma cor sobre os grandes olhos verdes-águas.

-Desculpa, mas acho que trocamos as carteiras.

Ela mostrava uma carteira também de marlboro vermelho.

- Veja, só tem quatro cigarros aqui.

- Sim e daí? – Eu não me lembro de ter fumado tanto nesses últimos momentos, esse assassinato tem me ajudado muito nesse sentido. Olhei para ela sem dizer mais nada.

- Eu comprei ontem... Sabe... Acho que trocamos de carteira. – Ela sorria simpática e eu pude ver algumas covinhas se formarem e tremerem em sinal de nervosismo. A questão é... De raiva ou ansiedade?

- Eu também. – respondi e depois traguei meu cigarro.

- Desculpa senhor. – Como assim, senhor? Acho que somos da mesma idade. – Digo... Enfim. – ela suspirou tentando ficar calma. – Você sabe o quanto um cigarro é caro? Olha, pelas suas roupas você deve ser um desses riquinhos que mora no centro, eu deixo de comer direito para comprar esses cigarros e eu quero minha carteira de volta. – ela falou tudo de uma vez e no segundo seguinte ela tinha os olhos arregalados e se não fosse pelo frio eu diria que suas bochechas ficaram vermelhas naquele exato momento. Mas e daí? Os cigarros são meus, eu vivo em um país capitalista que o PIB cai cada vez mais a cada ano, não estou nem ai se a massa trabalhadora não pode comprar os seus cigarros.

- Não vou devolver. – disse balbuciando pelo cigarro e totalmente inexpressivo, como se fosse o acontecimento mais óbvio do mundo.

Ela apenas me fitou. Nunca vi olhos tão verdes como os delas.

- Olha... – ela colocou uma mecha de cabelo rosa atrás da orelha. – Obrigada.

Aconteceu tudo muito rápido. Segundos depois eu senti meus cigarros serem arrancado de minhas mãos. Não sei por que, mas ela já estava há muitos metros de distância quando resolvi reagir e andar até sua direção exigindo o que era meu por direito. Já estava próximo dela quando senti sendo impedido por dois guardas de entrar no local.

- Desculpa senhor, mas é proibido entrar com cigarro.

Joguei no mesmo momento o cigarro no chão, mas quando olhei novamente para frente ela já havia sumido de vista.

- E não jogue suas butucas no chão, garoto..

Em pensar que eu não havia nem ao menos tragado direito um cigarro para se alvo daquela advertência. Maldita desconhecida.


Sakura – Colégio Kitagawa, as 08h13min

Minha prova de história foi ridícula, em pensar que eu estava tão preocupada por causa disso. Deve ser influência da Tenten, que estava sentada ao meu lado rolando a lapiseira pra lá e para cá, e pensando qual foi o impacto cultural que os intelectuais da década de 20 tiveram sobre o desenvolvimento artístico do país.

Ela ainda está lá dentro pensando sobre isso. Pedi para professora para ir à enfermaria, pois me sentia meio mareada. Ela sorriu gentil e disse para recolher minhas coisas, entreguei a prova e agora estou aqui no lado de fora, após entregar uma declaração ao porteiro afirmando que estava autorizada a sair.

Adoro ter contatos nesse colégio.

Confesso que nunca fui atrás de um assassinato para solucionar... Sabe, isso não é normal, pessoas que tentam ser normais como eu, não saem por ai caçando corpos. A questão mesma é que eu realmente não sabia por onde começar, até que eu tive a brilhante ideia de visitar a sede do jornal sensacionalista que publicou aquela notícia, e fui simpática, o que me rendeu algumas informações. Ebisu, o editor da reportagem, era um coroa babão e ter peitos me ajudou muito nesse sentido. E hoje eu sabia exatamente aonde ir.

Fui para casa e troquei de roupas. Se eu iria me envolver nesse assassinato – por mais que eu não saiba nada senão onde o corpo foi parar – eu não seria facilmente localizada pelo meu uniforme.

Cheguei cedo ao hospital; olhando para o prédio percebi que era um de elite, onde os riquinhos do meu colégio provavelmente internavam seus parentes velhos e mesquinhos. Acho que não comentei, mas sou bolsista, e essa é uma das razões para eu me esforçar tanta para me destacar dos idiotas de lá... Há algumas exceções, mas isso não vem ao caso.

Mexi na minha bolsa procurando meu relógio para ver as horas, em uma das minhas mãos estão os meus cigarros... Ou melhor, estavam meus cigarros. Esbarrei em alguém e eles foram parar no chão. Meu ato foi quase mecânico, sendo a garota educada e perfeita que sou – cahan, hipócrita também – me desculpei.

- Me desculpe. – Não olhei direito para o garoto, peguei meus cigarros e segui o meu caminho; dando alguns passos, olhei minha carteira verificando o seu conteúdo. Como assim só quatro cigarros? Eu comprei essa carteira ontem... E ressaltando que eu deixei de jantar por causa dela. Corri em sua direção.

-Desculpa, mas acho que trocamos as carteiras.

Ele não me respondeu. Só nesse momento eu pude observá-lo. Vestia-se bem, calça justa de marca, casaco preto abaixo dos quadris, camiseta da mesma cor e um cachecol vinho combinando com seus cabelos da mesma tonalidade. Olhos bonitos... Mas cara de drogado. Daria pro gasto se não tivesse pose de filhinho de papai revoltado e se não fosse tão acabado.

- Veja, só tem quatro cigarros aqui. – Disse após a minha rápida análise

- Sim e daí? – Ele me perguntou e sua falta de emoção por algum motivo me irritou bastante. Mas tudo bem Sakura, lembre-se: é sendo gentil, educada e hipócrita que você consegue favores.

- Eu comprei ontem... Sabe... Acho que trocamos de carteira. – Tentei sorrir, mas ele continuava sem reagir e senti a pontinha de raiva crescer gradativamente no meu peito.

- Eu também não. – respondeu e depois tragou o seu cigarro como não se importasse. Ele soltou a fumaça e o vento trouxe para minha cara. Mas que raiva, que raiva...

- Desculpa senhor. – Droga, odeio essa minha mania de educação. – Digo... Enfim. – suspirei e mentalmente contei até três... Era para ser até dez, mas não aguentei. – Você sabe o quanto um cigarro é caro? Olha, pelas suas roupas você deve ser um desses riquinhos que mora no centro, eu deixo de comer direito para comprar esses cigarros e eu quero minha carteira de volta. – Quando eu menos percebi, eu já estava cuspindo tudo na cara dele. Sakura, sua idiota! Como você perdeu a calma diante de um bastado como esse?

- Não vou devolver.

Ele me respondeu simples. Sim... Nenhuma palavra a mais, nenhuma maldita emoção naquela cara branquela e doente.

- Olha... – coloquei uma mecha no meu cabelo e nesse tempo contei até onde eu pude... Não ia dá o gostinho... Ah quer saber? Ele que morra. – Obrigada.

Agradeci e peguei a carteira de suas mãos. Aposto que idiota podia muito bem comprar centenas de Marlboros se quisesse e o melhor de tudo, ele morreria bem cedo se fumasse tudo de uma vez. Andei rápida até o hospital. Confesso... Estou ansiosa e nem sei por que eu fiz isso. Olhei para trás e vi dois guardas o abordando. Sou realmente sortuda. Sorri com vontade e continuei andando sem olhar para trás. Ele que se dane.

Ebisu me disse que o corpo ainda se encontrava no hospital. Em algum lugar daquele imenso prédio... Idiota, eu poderia ter cruzado mais as pernas e pedido mais informações, já que todos ali pareciam desconhecer a palavra ética. Mas não tive tempo para pensar nisso, tinha que aproveitar a oportunidade que brilhava para mim. A auxiliar de enfermagem que ficava em uma das entradas sigilosas, acabava de sair; andei discretamente e despreocupada. Entrar foi fácil. Achar o local que seria o problema.

Fui entrando em quase todas as repartições do hospital atrás do necrotério, até que descendo umas escadas vi uma porta branca, com duas grandes placas avisando que só pessoas autorizadas podiam entrar... Sério que só pessoas autorizadas podem entrar ali? Por um momento eu esqueci minhas habilidades interpretativas e entrei. Deparei-me com um lugar escuro, apesar de suas paredes, teto e o piso serem tipicamente brancos; o cheiro era um misto de produtos de limpeza, álcool e sangue e ali, bem ao extremo do ambiente, só haviam duas macas ocupadas. Os corpos não costumam ficar muito tempo nas pedras, pois dependendo do caso são logo mandados pra funerária ou como no caso do corpo que procuro são geralmente mandados para o IML.

Fiquei realmente feliz pela possibilidade de ainda não terem levado o corpo, resolvi ir rápido por aqui e ver primeiro o cadáver que estava na maca mais próxima de mim. Mas antes que eu pudesse chegar próximo a ele, fui surpreendida por dois homens, eles me olharam intrigados, um deles parecia realmente irritado.

-Ei garota saia já daqui.

Fiquei tão assustada que não consegui falar nada.

-Você deve de ser mais um desses jornalistas não é mesmo? Meu deus vocês não tem limites! A entrada é restrita, sabe ler?

-Isso mesmo, não pode ficar aqui garota, se retire já.

Enquanto resmungavam, eu me limitei a correr para fora da sala, fiquei escondida na curva de um dos corredores e fiquei a observar o que os homens iriam fazer... Eles não saíram do local. Droga... Eu estava tão pertinho do cadáver. Apesar de que não sei ao certo se eu conseguiria permanecer no local sem vomitar, mas isso é apenas um detalhe.

Fiquei escondida em um canto até o momento em que vi os dois homens saindo com uma maca, vi o nome de longe em uma plaqueta, havia um número, 05, e o nome: Inuzuka Kiba.

Inuzuka Kiba...? Eu tenho certeza que conheço alguém com esse nome. Pensarei nisso depois. Já estava pronta para sair dali quando vi um homem alto e de estranhos cabelos brancos, que vestia um jaleco branco e era jovem apesar de tudo. Por um momento imaginei que só fosse mais um médico forense, mas a maneira como ele observava o local, como se averiguasse se alguém estava próximo, fez com que eu permanecesse ali. Sim, de vez enquanto eu sou estupidamente curiosa.

Ele se aproximou do balcão que ficava ao lado da sala e mexeu em algumas papeladas desorganizando tudo, pareceu achar o que queria e logo depois entrou no necrotério, não ficou lá por muito tempo e saiu com uma expressão de frustração. Será que ele estava também procurando por Inuzuka Kiba?

Escutei passos vindos da escadaria, o estranho homem também pareceu escutar, pois rapidamente saiu de lá e com certeza não seria eu que ficaria ali. Sai do local com a mesma facilidade que entrei, tirando que na saída fui abordada pela auxiliar irresponsável, mas nesse momento eu a ignorei e continuei meus passos, rápidos e ansiosos. Eu sorria. Pelo menos eu tinha um nome.


N/A: HÁ, sim eu matei o Kiba, foi mal gente... Mas sabe como é, alguém tem que morrer. E muita... Ok, melhor sem spoiler, não é? Hoje não descobrindo muita coisa senão que o corpo é do nosso querido Inuzuka. Mas fica a questão para vocês, de onde que a Sakura o conhece? Ah!, Este capítulo é cheio de informações importantes

Gostaria de fazer uma observação importante que esqueci completamente de citar anteriormente, A última rosa foi escrita a princípio em 2009 com a parceria de uma amiga, Gabriela, cujo pelas casualidades da vida, acabei perdendo contato. Escrevemos juntas até o capítulo 2, mas por consideração aos créditos, eu reescrevi de a grande maioria da parte dela, com a exceção do trecho em que coloquei uma observação. Se você estiver lendo isso Morango, ainda estou esperando uma resposta das minhas cartas.

Enfim, eu agradeço de verdade o apoio indireto que eu tenho recebido pelas minhas fics, eu realmente estava muito tempo sem escrever, e mesmo que antes eu estivesse acostumado a receber mais comentário (parece que antes existiam mais leitores e menos leitores que lêem, mas não comentam), os poucos comentários que eu tenho recebido tem me estimulado bastante. Obrigada mais uma vez para cada um que não deixa de comentar e estimula essa pseudo-escritora aqui sair da depressão-escrita que todo mundo, nós fantwatrs, já sofremos um dia.

B. Lilac: Gaara é um personagem complicado, Kishimoto nos deu uma apresentação muito superficial da personalidade dele, você vê os fatos, mas alem daqueles olhos marejados e aquela cara inexpressível, você tem que imaginar quase tudo a cerca do que se passa naquela cabeça. Por isso fico feliz que você goste dele, de verdade . Sim, eles resolverão o caso junto... devido a uma série de situações estranhas como essa, onde eles trocam as carteiras de cigarro. Obrigada de verdade, e espero que continue lendo

Até a próxima e beijos de Jamelão (alguém aqui já comeu Jamelão?).