N\A: Espero que gostem, suspense, romance e alguns assassinatos.
Capítulo 08
Yusuke
05 de outubro de 2007
Gaara, colégio Kitagawa as 12h34min
A Haruno me ligou no dia seguinte e ríspida me disse:
"Amanhã te entrego a chave, esteja no terraço no horário do intervalo."
Logo depois desligou não me dando a oportunidade de pedir que levasse a original e não a cópia que provavelmente ela tinha feito. Mas não tem importância, o importante é que já estamos na metade do intervalo e ela não se encontra aqui. Não preciso nem comentar o quanto irritado eu estou com essa situação... Depois de repetir o que eu falo, esperar é o que mais me incomoda.
Tinha comigo apenas um cigarro e não o gastaria por causa de um estresse repentino com uma garota desequilibrada, decidi que para passar o tempo eu leria o jornal pelo qual comprei pela manhã. Eu já tinha dado uma olhada e a única notícia interessante era que Hiromi Uehara – logicamente, no jornal sensacionalista, eles nem se importaram de não divulgar o nome – cumpriria 24 anos de prisão.
Então ela era a assassina... E por mais estranho que possa parecer, não fiquei nem feliz, nem decepcionado com a notícia; aquela manhã eu havia acordado sem nenhum grande interesse no assassinato de Inuzuka Kiba e minha única preocupação no momento era se minha carteira de cigarros havia acabado.
Além disso não havia nada demais, alguns casos de tráfico de drogas, prostituição infantil e o desaparecimento de um escritor famoso, um tal de Jiraiya que escrevia histórias pornôs. Estava pensando seriamente em deixar essa história de lado e voltar minha rotina monótona com meus cigarros, notícias vazias nos jornais locais e conversas ainda mais vazias sobre protagonistas de shonnes - cujo não estava muito interessado - com Rock Lee. Ou talvez eu devesse procurar outro assassinato para solucionar. Logo após ter essa ideia escutei alguém subindo as escadarias e julgando pelos passos se tratava de uma garota.
Era ela. A Haruno me fitou séria, se aproximou ficando alguns passos de distância e me jogou a chave que caiu sobre meu colo - eu estava sentado no chão. Não disse mais nada e deu as costas.
- Ela foi sentenciada, acho que acharam o nosso assassino. – disse quando ela estava próxima à porta. Ela voltou-se para mim ainda séria.
- Ela não matou Inuzuka Kiba... – ela afirmou convicta. – Não foi ela, eu tenho certeza disso.
- O que te faz pensar isso?
- Eu conversei com ela... Ela pode ter sido sentenciada, mas não foi pelo assassinato dele.
Parei para pensar por um momento. Estava cansado de discutir com ela e sabia perfeitamente que duvidar a respeito do que ela dizia sobre Hiromi era uma péssima ideia, sem dizer que eu deveria considerar o fato de que eu não estive frente a frente com a Uehara.
- Você não esteve lá para saber. - ela disse como lendo meus pensamentos. - Talvez, mesmo que estivesse, ainda seria cego demais para ver o quão tendenciosa e preguiçosa pode ser essa notícia.
A olhei por um longo momento sem dizer nada. Ela estava certa. Confesso que meu desanimo naquela manhã havia me provocado preguiça para pensar a respeito, e ainda mais, todos os problemas, incluindo os que tive com ela com suas brigas e crises, haviam me encorajado a não questionar muito a respeito.
- O que podemos fazer?
- Agora você fala no plural? - ela parecia irritada. - Não que eu faça questão, mas ontem mesmo você disse "Eu não estarei por perto.".
- Você mudou a situação. E agora é do meu interesse.
-O que você quer dizer com isso?
- Que estou aceitando sua teoria de que a Uehara não matou Kiba. E que não posso fazer nada, afinal foi você que esteve ali.
Ela ficou em silêncio me fitando; era estranho como sempre fazíamos isso quando não tínhamos argumentos. Me levantei e me aproximei dela impassível.
-Não estou propondo nada.
Ela levantou uma sobrancelha parecendo incrédula, mas isso não me irritou. A conheço há pouco tempo, mas sei que ela estará sempre na defensiva...
- Vamos ver se ela realmente não é a assassina. - eu disse.
- O que você sugere?
- Não somos policiais, eu não tenho os mecanismos que o departamento de polícia tem para solucionar esse caso e você muito menos, principalmente psicologicamente.
- O que você quer dizer com isso? - ela parecia irritada.
- Não comece... Você sabe que isso é verdade. - ela não disse nada e eu continuei. - O importante é que a polícia pode ter errado o julgamento, mas as chances disso ocorrer são mínimas e mesmo que não seja, que outras opções nós temos?
Ela me fitava sem entender, eu suspirei impaciente.
- O que eu quero dizer é que existe a possibilidade dela ter sido sentenciada injustamente, mas existe como você disse, a possibilidade também dela ter sido sentenciada por outro crime.
- E nos resta descobrir que outro crime foi esse.
Ela concluiu por mim e eu permaneci em silêncio concordando com a cabeça. Ela continuou me fitando, tinha agora uma expressão mais suave, paciente e interessada. Seus olhos me perguntavam o que eu estava pensando e me pediam que continuasse.
- Você disse que ela tinha um namorado.
- Sim, um tal de Yusuke, dizendo ela que foi ele quem levou a polícia até ela.
- E que ela não havia matado ninguém, mas por alguma razão ela se negava em revelar isso a policia.
- Certo... E isso é muito estranho. – ela ficou em silêncio por um momento, os olhos distantes. – Por que ela faria isso?
Eu soltei um sorriso mínimo. Era óbvio.
- Por que ela está o encobrindo.
Sakura sorriu empolgada e exclamou:
-Claro! Vamos atrás dele...
- Não, melhor você ficar. – ela estreitou os olhos e eu sabia que ela ia começar a reclamar – Seja lá o que ela esteja encobrindo, com certeza não é nada bom. – ela fechou a boca e me fitou por um momento em silêncio, parecia totalmente focada em minha expressão e aquilo me incomodou. – Não quero que você atrapalhe nada. – saiu antes que eu tivesse percebido e logo depois eu já sabia que ela faria um escândalo... Mas ela não disse nada, só piscou, puxou o ar com certa dificuldade e deu a volta, ficando de costa para mim.
Não entendi.
- Tudo bem, mas quero fazer alguma coisa. – ela voltou-se para mim séria. Não pude identificar sua expressão, pois havia um desequilíbrio de traços ali. – Posso tentar algo na delegacia.
- Não, é perigoso. Com certeza eles já sabem que alguém falsificou aquele documento e...
- Deixa, Sabaku. Eu resolvo isso. – ela me interrompeu impaciente. – Nos encontramos aqui amanhã, no mesmo horário. – disse sem me encarar e deu as costas para mim.
Fiquei ali olhando para onde ela havia sumido, me perguntando o que eu disse de errado para ela ficar naquele estado, ou melhor, o que eu fiz para evitar que ela começasse uma discussão desnecessária.
Não importa. Eu tinha alguém para me encontrar e esse alguém era o namorado da suposta assassina de Inuzuka Kiba... O dia seria longo.
Sakura, departamento de polícia às 15h40m.
Me sinto uma idiota. E provavelmente qualquer pessoa que passe por mim nesse exato momento deve pensar isso, mesmo não sabendo por que. Estou na lateral da delegacia, eu, meu cachecol e esse maldito frio. E tenho que adicionar minha cara de decepção e raiva.
Gaara, sociopata funcional, é um idiota. Simples. Realmente me irrita a maneira como ele me subestima. Entendo uma falsa preocupação, que por um milésimo de segundo eu acreditei ser verdadeira, mas me subestimar daquela maneira realmente me irritou.
Talvez por isso eu estivesse aqui, meio desesperada por qualquer informação que fosse válida. Sei que não posso entrar ali, pois como ele disse, eles sabiam que aquele documento tinha sido falsificado... A grande questão que me passava ainda pela cabeça é por que eles não tinham ido tirar satisfação comigo.
Passou alguns minutos até que um homem de cabelos castanhos avermelhados saiu e pousou por alguns segundos seus olhos sobre mim. Não desviei o olhar e logo em seguida ele foi embora. Ele me lembrava Gaara, só que um pouco mais alto, menos pálido e com uma expressão tensa. Não tinha os mesmo olhos, a mesma inexpressão... No entanto eu tinha certeza que se tratava do pai de Gaara. Me dá conta disso me fez olhar para baixo e me sentir levemente ansiosa.
Não tão ansiosa quando vi o guarda que eu procurava sair pela lateral da delegacia cinco minutos depois . Eu sabia que não era muito esperto da minha parte persegui-lo e que isso poderia dá péssimos resultados, mas eu não tinha muitas opçõ o mesmo guarda que havia me orientado até Hiromi Uehara, o que tinha um aspecto mais gentil e que havia tentado me dá mais esperanças. Ele atravessou a rua e comecei a segui-lo depois de uma certa distância enquanto eu torcia mentalmente que ele se dirigisse a qualquer transporte público. Tive sorte pois logo depois ele entrou no metrô. Minutos depois estávamos em pé em um vagão lotado enquanto eu ficava um pouco distante o observando.
Era um jovem senhor de aspecto cansado e sério, apesar de transparecer certa gentileza. Segurava-se com certa dificuldade nas barras do metrô e parecia distante sem se importar com a existência das pessoas. Um típico trabalhador... Se um dia eu me converter nisso, eu me mato. E falo sério.
Eu planejava conversar com ele um lugar mais reservado, esbarrando nele sem "querer" e perguntando como estava minha irmã, no caso, Hiromi. Não sei ao certo se ele se lembraria de mim ou se ele soltaria qualquer coisa, mas eu tinha que tentar.
Descemos em na quinta estação, próxima a Shibuya e discretamente o segui entre o amontoado de pessoas que subiam e desciam as escadarias. Não sabia esatamente onde havíamos descidos, mas só fui me dá conta disso, quando, andando em uma quadra vazia, eu percebi a quão silencioso e deserto era aquele lugar.
Provavelmente estávamos no subúrbio. Ele virou uma esquina e eu com medo de me perder dele apressei os passos... Foi quando eu me dei de cara com alguém.
Era ele.
Levantei minha cabeça e pude ver se rosto neutro em minha direção. Ele parecia cansado e mal-humorado. Ele todo tempo havia percebido minha presença.
- O que você quer garota?
Fiquei um minuto em silêncio provavelmente com cara de idiota e aposto que tentei dizer qualquer coisa, mas nenhum som saia.
- Diga, o que você quer? – ele parecia mal-humorado, mas não estava irritado. – Você já esteve na delegacia certo? Visitando Hiromi Uehara a acusada em tráfico de drogas...
Arregalei os olhos. Trafico de drogas? Não havia sido assassinato...?
- Hiro... – comecei e logo depois me ajeitei. – Minha irmã? Mas...
- Sua irmã? – ele levantou uma sobrancelha – Uehara não tinha irmãos, ninguém irá comparecer ao enterro dela.
Arregalei os olhos imediatamente. Enterro? Como assim...?
- Enterro? – o fitei, pensei muito rápido antes de falar. Eu não podia dizer nada errado. - Hiromi-nee-san morreu?
Ele estreitou os olhos por um momento e depois suspirou levando as mãos enrrugadas até o rosto.
- Sim... Ela cometeu suicídio, sua família não foi avisada...?
Havia acabado de notar que minha pergunta estúpida havia me denunciado, apesar do teatrinho e cara de sofrimento. Tentei me recompor e continuei:
- Não... Digo... Éramos amigas e irmãs de consideração... – abaixei a cabeça fingido extrema tristeza – Eu fiquei tão surpresa quando me disseram que ela havia assassinado alguém... Ela nunca faria isso.
O guarda suspirou e pude perceber que havia ali os mesmo traços gentilezas que ele se direcionou a mim na delegacia.
- Querida, ela cometeu suicídio ontem a noite logo após que denunciou o namorado. – ele levou uma mão até o meu ombro tentando me consolar. – Eu lamento por você.
Eu não disse nada, continuei com a cabeça baixa e dei as costas sem fitá-lo. Ele entenderia que eu estava triste demais , que queria ficar sozinha e simplesmente iria embora. O que foi exatamente o que ele fez.
Me ajeitei e parei com o teatrinho barato logo após que virei a esquina. Olhei as horas e percebi que já eram 7h da noite. Eu tinha que avisar ao Gaara.
Gaara, Shibuya as 19h11min
Descobrir onde achar o tal de Ysusuke havia sido mais fácil do que eu havia imaginado; fingindo que o procurava em seu apartamento bati na porta da vizinha "equivocamente" e perguntei ao seu respeito.
Era uma senhora que usava muita maquiagem e naquele momento estava se arrumando para sair. Ela parecia estranhamente satisfeita em me ver. Me deu um sorriso de canto e com a voz rouca perguntou:
- O que deseja?
- Queria falar com Yusuke. Ele me disse algo como uma oferta de trabalho e...
Ela pareceu levemente frustrada com minha mentira.
- Ele mora ao lado, ou melhor... morava. – ela sorriu de canto novamente e continuou. – Mas sei onde ele trabalha...
E estou aqui, dentro de uma locadora na seção pornô, olhando para uma capa com uma garota do ginasial sendo "invadida" por um tentáculo em 3D. Existem realmente pessoas que gostam disso...?
Deixei o DVD de lado quando vi um cara de rosto quadrado, expressão cansada e tez suada saindo dos fundos. Era ele. Nossos olhos se cruzaram no momento que ele aproximou do balcão e ficamos assim por um tempo até que senti meu celular vibrando e vi o número de Sakura.
- Diga.
- Yusuke é um traficante. Hiromi foi sentenciada por causa disso.
Então era isso. Voltei meus olhos em direção a Yusuke e ele continuava me fitando com seus olhos caídos e sonolentos.
- Você deve tomar cuidado... Onde você está?
- Shibuya, em uma locadora. – nesse momento virei o rosto para que ele não pudesse ler meus lábios – Na Matsuko. – disse o nome do local. Logo depois me voltei em direção a Yusuke e ele continuava lá me fitando. Decidi desligar na cara de Sakura e nesse movimento ele com a cabeça me indicou os fundos.
Segui naquele direção e logo estávamos em um beco. Ele me fitava sem expressão algumas e com um palitinho na boca ele perguntava:
- O que você quer?
- O que você tem ai? – entrei no teatrinho. Acho que minha cara de drogado – Sakura provavelmente acha isso – me ajudou bastante naquele momento.
- Tenho...
O interrompi.
- Uehara-san disse que é boa... Você sabe.
Ele estreitou os olhos e logo depois suspirando olhou para os lados como se estivesse com muita raiva.
- Aquela vadia, eu disse para não espalhar nada... Mas que merda. – voltou-se para mim – De onde você conhece Hiromi?
- Alguns contatos, eu queria comprar com ela... Mas ela sumiu.
- A vadia está na cadeia. – disse e sem emoção continuou – e vai morrer lá provavelmente. – ele parecia ter um tom de confiança em sua voz e chegou a soltar um sorrisinho muito discreto. – ela merece. – finalizou e eu não disse nada a respeito.
- Não to com o dinheiro aqui. – eu disse e ele fez a mesma expressão de antes olhando para os lados irritado, nisso ele puxou discretamente a blusa e eu pude ver um volume muito discreto em sua cintura. Ele estava armado.
- O que você quer então...? M fez perder tempo aqui...? Que mer...
Ele não terminou o que dizia, parecia espantado com alguma coisa atrás de mim e deu três passos para trás. Nisso, olhando para trás, eu pude ver vultos atravessando a rua – vi pela iluminação do poste bem na entrada no beco. Não sabia se era policia, mas não pensei duas vezes, voltei a entrar na locadora em passos apressados esbarrei com uma atendente nerd e sem me preocupar em pedir desculpa eu continuei meus passos.
Merda. Era a policia.
Entrou dois policiais armados do mesmo local que eu havia saído. Eu tinha que ser rápido. Fui em direção a uma das saídas em passos apressados me controlando para não sair correndo. Segundos depois Sakura estava diante de mim atônica. Ela estava entrando na locadora e eu quase havia esbarrado nela.
- Não diga nada, só me segue. – a puxei pelo braço e comecei a andar apressado pela rua movimentada e iluminada de Shibuya. Nos perdemos no meio da movimentação, mas eu pude perceber que eles ainda estavam atrás da gente.
Me senti ansioso e estranhamente uma prazer me preencheu. Provavelmente a adrenalina. Não sei, mas provavelmente estou sorrindo agora.
Seguimos mais alguns metros; quando esbarramos sem querer em um grupo de meninas acabei perdendo contato com Sakura que desde então eu não procurei saber como estava atrás de mim. Mas por algum motivo me bateu uma sensação instintiva de que eu não podia perdê-la simplesmente ali. Olhei em todas as direções numa mistura de ansiedade e nervosismo, vi os guardas alguns metros de distância me procurando no meio daquelas tantas cabeças e tive a leve sensação que um deles olhou diretamente para mim.
Eu tenho que sair daqui. Eu realmente tenho que sair daqui. Mas não sei sem Sakura.
Foi com esse pensamento que me senti sendo puxado pela mão e pude ver uma cabeleira rosa bem a minha frente. Era a Haruno e suas mãos estavam suadas.
Seguimos mais alguns metros até que viramos até uma esquina e nos deparamos com um beco mal iluminado; ela parou repentinamente no canto mais escuro dali, se encostou no muro e me puxou em sua direção.
Não dizíamos nada nada assim como não eu não entendia absolutamente nada. Mas por algum motivo não me movi. Ela levou os meus braços até sua cintura e com as suas próprias mãos soltas ela levantou o meu capuz e cobriu meu rosto, suas mãos, no entanto se direcionaram até minha nuca e ela inclinou seu corpo para frente.
Por um instante tive a sensação que ela me beijaria, mas isso não aconteceu. Ela se aproximou apenas sua boca muito próxima da minha para logo depois em meu ouvido dizer com uma voz muito baixa:
- Só fique em silêncio.
Eu não disse nada. Não havia nada para ser dito.
Não sei ao certo se foram apenas alguns segundos que ficamos daquele jeito, mas em algum momento ela me empurrou para trás e sem me olhar na cara andou até a saída do beco, que era consideráveis metros de distância, e disse:
- Acho que eles já foram – supôs sem me encarar – Como você estava vestido de preto suas roupas foram capazes de esconder o meu corpo na escuridão e eles não puderam nos ver. E se viram aposto que acharam que era apenas um casal...
Ela disse tentado se justificar. O que era uma péssima tentativa diante do último comentário dela. Me aproximei esperando poder dizer qualquer coisa , no entanto vi de longe, no outro lado da rua, um rosto muito familiar.
Se tratava de Asuma Sarutobi, nosso professor de química. O que era ainda mais estranho do que quase beijar a Haruno em um beco de Shibuya. Tudo bem, talvez não. Ignorei essa última observação, pois havia algo mais importante ali a ser considerado.
N/A: Eu pensei horrores antes de manter essa última cena do beco, na realidade ela foi modificada, Sakura na realidade provocava Gaara dizendo "-Nunca beijou uma garota, Gaara?"... E por mais que eu particularmente goste disso... Convenhamos que não tem nada a ver com os dois. Não por enquanto.
Sakura está mudando lentamente. Ela está se esforçando para não ser subestimada pelo "sociopata funcional" e seu raciocínio está ficando mais rápido e tendo ainda mais atitude. O que pode render alguns probleminhas no futuro haha
Essa cena do beco eu também planejava colocar o Gaara extasiado pelo fuga e sorrindo em sinal de diversão... Mas eu tenho planos que renderão cenas muitas fofas nesse mesmo contexto. Não gosto da palavra fofa, mas não sei qual usar.
Pois bem Hiromi se matou, comofaz? E perceberam que o andamento da fic foi diferente nesse capítulo?
Outro aviso importante: Eu gasto muito do meu tempo para postar semanalmente A Última Rosa e tem sido um grande prazer fazer isso, no entanto, realmente me desanima que tenha tantos poucos comentários... Existem tantos leitores e apenas 3 ou 4 comentam... Se não houvesse leitores, eu até entenderia e não comentaria nada, mas não é a situação. Tomem coragem e cometem, eu escrevo fanfic por hobby, mas também é para vocês leitores, então dêem uma forcinha, não somente para essa fic, mas para todas as fics que vocês acompanham, é uma maneira de deixar o escritor feliz e ainda divulgar a fic.
Agradeço a todos os comentários (acreditem, vocês que me dão ânimo para postar AUR semanalmente) e os responderei no próximo capítulo, por que no momento estou no estágio e não pega bem com o chefe ficar aqui hauha
Beijos de acerola.
Oul K.Z
