N\A: Espero que gostem, suspense, romance e alguns assassinatos.
Capítulo 09
Shibuya
05 de outubro de 2007
Sakura, Shibuya as 20h07min
Existe uma área em Shibuya que é totalmente proibida de ser frequentada pelos alunos do meu colégio, especialmente as garotas... Se trata da rua Dogenzaka e é exatamente onde eu me encontro. A questão não é essa... Depois de fugir de dois policiais sem saber por que, estar aqui não é exatamente o que se tem de pior nessa situação toda. O pior dessa situação toda é que ele, o professor de química recém casado, está no outro lado da rua, próximo a uma casa de "diversões" e preste a entrar.
- Não imaginei que Asuma-san frequentaria esse tipo de ambiente. – Gaara observou ao meu lado sem emoção alguma. Não parecia curioso nem surpreso. Levantei uma sobrancelha.
Eu já deveria ter me acostumado com isso.
Asuma-san logo em seguida entrou no estabelecimento e por algum motivo ficamos parados próximo ao beco enquanto centenas de jovens e velhos tarados passavam de lá para cá.
- Por que você estava sendo perseguido? – perguntei ainda parada ali enquanto Gaara tinha seus olhos ainda fixos no estabelecimento que Asuma acabava de entrar.
- Fui pega no flagra negociando com o namorado da Uehara. – respondeu sem emoção, sem mover qualquer músculo do corpo. – Na realidade eles só conseguiram ver meu vulto saindo da loja às pressas...
- A loja não tem câmera?
- Deve ter, mas não na seção de filmes pornôs.
Soltei uma risada sem querer e mesmo que ele não tivesse dito nada eu sabia que ele estava perguntando do que eu ria.
- É estranho... Você em um seção de filmes pornôs, parece até um adolescente japonês normal. – expliquei, mas ele não disse nada a princípio.
- Não fui lá para isso...
Ele disse com a voz mais baixa que o normal e eu me esforcei para disfarçar o sorriso. Era óbvio que ele não estava lá para aquilo, mas ele realmente parecia incomodado que alguém o entendesse errado nesse sentido. E isso poderia ser extremamente divertido...
- Aposto que você gosta daquela seção... Mulheres e tentáculos.
Ele finalmente olhou para mim e não contive um sorriso. Ele realmente se sentia incomodado com aquilo.
- Não tem...
Ele começou a dizer, mas parou repentinamente.
- É ele... – ele falou antes de sair andando e me puxando pelo pulso até o outro lado da rua. Acho que isso é um péssimo hábito: me puxar quando ele bem quiser. Mas isso não importa. Achei estranho a princípio, e até pensei em reclamar enquanto ele me puxava impaciente sem me dar qualquer explicação, mas quando nos aproximamos de uma parte mais distante, nos fundos de várias lojas eu entendi o que ele estava perseguindo.
Se tratava do pédofilo-cafetão que havíamos seguido há algumas semanas. Mas o estranho não era isso, era que ele estava acompanhado... Do nosso professor de química totalmente enfurecido.
Os seguindo chegamos aos fundos de uma loja vazia e escura, no entanto, iluminada o suficiente por um letreiro luminoso, podíamos perfeitamente ver os dois. Asuma estava nitidamente irritado, havia jogado seu cigarro no chão e estava até sem seu paletó e com a gravata mal ajeitada. O outro, com cara de traficante, continuava super bem vestido – se é que "isso" significa estar bem vestido - e sorria, um sorriso nojento, apesar de ter um rosto de traços bonitos. Ficamos escondidos há alguns metros de distância atentos a qualquer coisa que fosse dita entre eles. Mas não estava tendo discussão. De repente Asuma deu um murro na cara do outro que cambaleou para trás e quase caiu no chão, o professor já estava pronto para dar outro quando foi surpreendido ao ter seu braço mobilizado em um movimento que eu nem pude acompanhar.
Meu coração está batendo absurdamente rápido e Gaara a minha frente continua segurando o meu pulso, atrapalhando e me impedido de ver direito. Pensei em puxar meu braço, mas tive o pressentimento que se eu fizesse isso algo muito desajeitado poderia acontecer. Decidi ficar ali, também agachada com os olhos sobre os dois, e logo que eu dei minha total atenção a eles Asuma foi atingido por um murro e quase caiu para trás.
O pedófilo-cafetao sorria, momentos depois ele cuspiu no chão.
- Ela veio por que quis. Não vem tirar satisfação comigo. – disse e em seguida sacou uma arma de dentro das calças.
Meu coração naquele momento parou e por um milésimo de segundo meu corpo instintivamente desejou mover-se dali, mas foi inibido quando Gaara segurou ainda mais forte meu pulso me mobilizando no local.
- Não vem atrás de mim novamente. – o traficante falou com um sorriso no rosto e Asuma que estava no chão não se moveu nem disse nada. O que ele diria diante daquela situação? – Na próxima vez vou apontar isso é para ela.
Disse e após colocar a arma no bolso seguiu seus passos em direção oposta a nossa, deixando Asuma paralisado sem dizer qualquer coisa. Depois de alguns segundos ali, ele se moveu e pegou seu paletó para depois ir embora colocando um cigarro na boca.
- Ele vai procurá-lo novamente – Gaara disse se referindo ao professor que já não se encontrava mais ali. Nesse momento eu puxei meu pulso que já estava quase marcado pelos dedos do Sabaku, mas ele na apareceu se importar, apenas ficou ali olhando para o nada totalmente perdido em seus pensamentos.
- O que você acha que foi isso? – perguntei.
- Estou pensando nisso... Acho que deveríamos primeiramente perguntar quem seria "ela", no caso.
Eu suspirei cansada, cansada demais para pensar. Estou com fome e aposto que meu estado está deplorável nesse momento, depois de fugir de dois policais e presenciar seu professor de química ser quase assassinado acho que eu tenho direito de pelo menos declarar isso.
- Vamos comer alguma coisa. – Gaara disse repentinamente quase como lendo meus pensamentos. Ele não me olhava, mas eu tive a sensação que ele sabia que eu estava implorando isso mentalmente.
Eu queria ir para casa e comer lá mesmo, mas provavelmente minha vó já estará dormindo e não estou muito disposta a comer nada instantâneo e muito menos cozinhar para mim mesma. Não quero colocar fogo na casa... Não hoje. Seguimos em direção a um café – que parecia ficar aberto até as 00h00min – e só me dei conta que era a mesma cafeteria que havíamos ido antes quando ele pediu um cappuccino para mim e duas tortas floresta-negra.
O encarei exigindo caladamente uma explicação.
- Todo mundo gosta de torta de floresta-negra... Você não gosta? – ele perguntou, mas seu tom de voz neutro soou como se fosse uma afirmativa. – Queria comer algo doce, só isso.
Disse repentinamente depois de um tempo. E por algum motivo aquilo me provocou um sorriso. Gaara? Fã de doces? Não combinava com ele.
- Quem você acha que era a garota?
Não entendi a pergunta a princípio, mais logo depois me ocorreu o nome de Ino como se fosse um pensamento antigo, mas que só fui totalmente consciente agora.
- Talvez Ino Yamanaka. Ontem ela estava abraçada com o professor na sala de Ikebana. Pode ser ela certo?
- Eles têm um caso?
- Não sei... Pode significar nada também. Asuma sempre foi muito antecioso com os alunos... Ela pode ter se envolvido com algum problema e ele veio aqui tirar satisfação.
- Mas é estranho. – ele parou de falar enquanto as xícaras eram colocadas na nossa frente e continuou logo em seguida. – O que estava armado...
- Vamos chamá-lo de Sakaki. – propus e ele me fitou inexpressível. Mesmo assim eu pude perceber que ele não havia entendido. – Nunca viu "My Boss, My Hero"? Aquele drama de máfia e... – ele continuou me fitando e eu suspirei. – Deixa pra lá, só vamos chamálo de Sakaki ok?
- Certo. – ele concordou sem ânimo – De acordo com você Sakaki estava no necrotério também... – concordei com a cabeça – e ele também entregou para aquela garota uma carta com o mesmo símbolo que Hiromi citou...
- Isso, uma carta de espada, que também estava no corpo de Inuzuka Kiba de acordo com ela...
- Mas não sabemos se isso é verdade.
- Mas é muita coincidência para ser mentira... Eu sei que Hiromi é meio desequilibrada e ... – repentinamente eu me lembrei de Hiromi e me calei. Só agora eu havia me dado conta que ela havia cometido suicídio.
- Você está bem?
Sobressaltei ao escutar a voz de Gaara interromper meus pensamentos e sem graça tomei um gole do meu cappuccino. Ele não podia saber que eu me sentia, mesmo que bem discretamente, perturbada com aquele acontecimento.
- Não é nada, só estive pensando. – dei uma pausa e tentei sorrir para ele. Ele me fitou de uma maneira que eu não soube identificar o que significava, mas tentei continuar. – Sakaki também ameaçou o professor por causa de uma garota... Que pode ser perfeitamente a Ino...
- Que é ex-namorada de Kiba. – ele concluiu por mim.
Então estávamos lá. Olhando um para o outro esperando que qualquer um dissesse qualquer coisa, mas só sabíamos que havíamos colocado todas as peças de um confuso quebra cabeça sobre a mesa... E que nada daquilo parecia ter sentido.
Sakura, Shibuya as 20h47min
Ela continuou me fitando esperando que eu dissesse qualquer coisa. Mas o que poderia ser dito? Nada daquilo fazia sentido e me nego a criar suposições. Decidi que no momento eu não pensaria nada a respeito, pelo menos não sobre o suposto vínculo que aquelas fatos poderia ter com a morte de Inuzuka Kiba... E Sakura percebeu isso quando eu cortei o contato visual me voltando para o bolo que acabava de chegar.
Isso é bom. Realmente bom. É estranho que eu goste tanto de coisas tão doces como essa... Mas não fico pensando muito a respeito, então eu simplesmente prefiro comer isso a qualquer outra coisa no jantar.
Ela mordeu os lábios antes de levar o bolo até a boca – já que os dois pedidos chegaram juntos – em sinal de preocupação. Pensei em perguntar se estava tudo bem, mas desisti quando eu a vi sorrir discretamente ao saborear a junção de cereja e chocolate.
- Todo mundo gosta. – eu comentei me referindo ao bolo. Ela não olhou para mim e seu sorriso morreu repentinamente.
- Todos gostam de coisas caras e bem feitas. – ela observou. Isso me fez perceber que talvez aquele café fosse um lugar caro demais para ela pagar. Já havia notado pelas suas roupas que sua condição financeira deveria ser como de qualquer outro japonês de classe média.
É uma observação meio desnecessária, mas aquele sorriso anterior me lembrou muito o de uma criança diante da coisa mais saborosa do mundo. Isso, não sei por que, faz me sentir bem.
Escutei o barulho da porta bem atrás de mim se abrir e logo depois veio uma voz estridente bem atrás da minha cabeça:
- Gaara-kun!
Rock Lee. Não existe ninguém mais escandaloso e que me chamasse de Gaara-kun nesse mundo. Percebi que Sakura engoliu uma risada nesse exato momento.
- O que vocês fazem aqui nesse horário? – ele perguntou logo depois que se sentou ao lado de Sakura. Muito, muito próximo dela.
- Nos esbarramos na locadora e ele me convidou para um café.
Ela respondeu com um sorriso discreto e com a voz clara e suave. Levantei uma sobrancelha e até evitei olhar para ela. Sakura começava o teatrinho nesse exato momento.
- Ah sim. Me desculpe, não me apresentei, me chamo Rock Lee.
- Haruno Sakura. - e lá estava ela sorrindo docemente. Será que ninguém percebe esse teatrinho todo?
- Claro que eu sei quem é você. Representante do terceiro ano.
- Sim, mas...
- E Gaara-kun tambem comentou comigo que você adora karaokê - ele a interrompeu e no segundo seguinte eu queria muito poder matá-lo. Sakura me olhou levemente surpresa, mas logo voltou-se para Rock Lee com o sorrisinho de covinhas.
- Sério? Não imaginei que Gaara comentasse ao meu respeito... - ela voltou sua mirada para baixo dando a impressão que suas bochechas estavam vermelhas. Se eu tivesse expressão creio que eu estaria boquiaberto com as habilidades cênicas da Haruno. - Isso me deixa feliz, digo, podíamos ir ao karaokê qualquer dia, não acha Sabaku-kun?
- Mas ele não gosta de karaokê, esse cara e um completo anti-social. – Rock Lee disse - Podiamos ir só eu e...
Não... Não, ele não convidaria a Haruno para sair.
- Ficaram sabendo da morte daquele escritor, Jiraiya? - o interrompi. Sakura voltou-se para mim com o mesmo sorriso de covinhas e eu logo soube que ela me agradecia mentalmente por aquilo.
- Não, o que aconteceu?
- Ele não está desaparecido. - Rock Lee disse e logo depois ajeitou-se fazendo suspense. - Ele foi morto, seu corpo foi encontrado perto do rio Arakawa.
Assassinato? Isso me parece interessante.. Acho que esse caso de Inuzuka Kiba tem me...
- Sério? - Sakura exclamou animada cortando meu pensamento. Logo que a fitei eu percebi o que ela transmitia com aquele pergunta: ansiedade, felicidade, curiosidade. Levei as mãos as têmporas já me sentindo impaciente, pois eu já previa que a Haruno iria querer saber mais a respeito daquele assassinato e consequentemente eu, na minha maldita responsabilidade, a seguiria.
- Sim, o corpo dele foi direcionado ao hospital e de lá deve ir para o necrotério.
Sakura olhou para mim com um sorriso discreto nos lábios. Estávamos pensando a mesma coisa. Se Rock Lee não estivesse ali , provavelmente já teríamos nos levantado imediatamente, mas logicamente não podíamos. Continuei perguntando a Lee sobre o escritor, mas ele não sabia mais nada... Então começamos mais uma conversa vazia, onde Sakura conversava mais do que eu e me fez perceber que Rock Lee realmente falava demais.
Cerca de meia hora depois, decidimos que deveríamos ir embora. Eu paguei a conta antes que Sakura abrisse a carteira e me levantei junto com Rock Lee antes que ela reclamasse; na saída percebemos que Shibuya estava ainda mais cheia de quando nós chegamos.
- Onde você mora Sakura-chan?
30 minutos de conversa e eles já se chamavam pelo primeiro nome. Não que isso tenha importância, mas é realmente curioso o quão sociável aqueles dois conseguia ser.
- Em Adachi. – Ela respondeu com um sorriso e depois voltou-se para mim – Sabaku-san vai me levar lá.
Rock Lee parecia levemente surpreso e decepcionado, mas concordou com a cabeça sorrindo sem graça e logo depois deu um tchau indo em direção oposta.
- Vou ter que te levar até Adachi? Não sei se tenho gasolina na moto para...
- Claro que não. – ela me interrompeu. A fitei e percebi que a sua expressão natural havia retornado. – é obvio que vamos até o hospital mais próximo de Arakawa...
Tinha me esquecido disso e por alguma razão me senti internamente constrangido. Seguimos até minha motoestacionada há vários metros de distância. Dessa vez ela subiu rapidamente e me segurou pela cintura sem receio, não dissemos nada quando descemos no hospital.
Era um hospital grande com duas entradas principal nos dois opostos e duas rampas nas laterais que seguiam pelo depósito. Não sei ao certo se depósito era a palavra certa, mas julgando pelos dois auxiliares de enfermagem que acendiam seus cigarros ali fora, era fácil deduzir que ali era uma entrada restrita e que levaria a uma ala do hospital não direcionada aos pacientes e possivelmente onde o necrotério estaria.
Não precisei conversar com Sakura para ela saber o que eu estava planejando. Tínhamos a mesma ideia. Esperamos há uma certa distância, não havia guardas no local e rapidamente entramos e nos deparando com uma lavanderia. Era muita sorte para um dia só.
- Vem. – Sakura disse me puxando pela manga da blusa. – Veste isso – jogou a roupa verde típica dos pacientes e logo depois me indicou uma cadeira de rodas.
- O quê?
- Qual é Sabaku, se tem alguém aqui com cara de doente essa pessoa aqui é você.
Preferi ficar em silêncio sem questionar. A Haruno vestiu-se em um jaleco e ajeitou os cabelos em um coque. Obviamente ela não tinha cara de médica, mas conseguiria se passar facilmente como uma das jovens auxiliares de enfermagem, mesmo com seu rosto e corpo de jovem saindo da adolescência.
Antes de sairmos, ela me empurrando pela a cadeira de rodas, a Haruno comentou com um sorriso divertido no rosto que eu não precisava atuar que era só agir naturalmente. E mais uma vez eu preferi ficar em silêncio sem questionar. Ela parecia uma criança mimada provocando o garoto esquisito da turma.
É... Acho que combinamos bem com esses dois estereótipos.
Seguimos aleatoriamente pelo subsolo do hospital que estava – por nossa sorte – mais vazio do que o normal. O necrotério realmente ficava nessa ala e pudemos confirmar isso quando, por acaso, entramos em um corredor ainda mais vazio do que todos os outros e nos deparamos com um legista mal humorado saindo de uma sala.
Fiquei satisfeito em perceber que ele era mal-educado o suficiente para passar ao nosso lado sem se dar o trabalho de olhar em nossa cara.
- Acho que achamos.
Sakura comentou e no mesmo instante me levantei. Tínhamos que ser rápidos, pois o legista poderia voltar a qualquer momento e foi exatamente por isso, que diante da porta, eu a barrei e com a cara séria exigi:
- Você fica aqui. – ela abriu a boca para dizer qualquer coisa, mas a interrompi . – Você fica aqui. – repeti e ela, após um suspiro, pareceu entender; logo depois eu entrei na estranha e perturbadora sala fria com cheiro de formol. Evitei esse pensamento e segui em direção a única mesa de necropsia que estava no centro da sala.
" Jiraiya..."
Li quando estava a alguns metros de distância. Não me senti exatamente satisfeito ao saber que estávamos diante do corpo certo, talvez o receio de me aproximar e ver pela primeira vez um cadáver consumia o meu ânimo e me privava de qualquer sentimento semelhante. Mas eu tinha que fazê-lo. Em um impulso puxei o pano que o cobria e me deparei com sua carne pálida e acinzentada, ignorei sua face e foquei minha atenção no símbolo da nuvem cravado com uma faca exatamente sobre seu peito.
Acho que o assassinato de Inuzuka Kiba é mais complicado do que imaginávamos.
N/A: Sério, eles fizeram mais coisas estranhas e erradas nesses dois últimos capítulos do que em suas vidas inteirinhas haha. Se envolver com um traficante, fugir da polícia, perseguir um policial, presenciar um quase assassinato e invadir – novamente – um necrotério, definitivamente, não tem preço hauha'
Bom, acabou que com isso eu bombardeei um monte de informação e quero ver se alguém concluiu algo de interessante nisso tudo haha
Estou feliz pois minha observação no capítulo anterior despertou a coragem de algumas pessoas para comentar, muito obrigada mesmo =) Falando nisso, os comentários das pessoas que tem conta aqui no eu respondi pelo e-mail. Muito obrigada novamente e eu quero um Gaara desses para mim para bancar meus cappuccinos hauha'
D. F. Braine: Concordo com vc, não é rude, mas Sakura fica tão na defensiva que provavelmente qualquer comentário dele pode soar ofensivo... Mas ela vai largar de ser criança com ele... Em algum momento haha' Yusuke... Ah Yusuke, ele tem um papel importante na história, não agora, mas tem sim, fico feliz que vc tenha gostado dele com os olhos caídos e meio doente, normalmente a spessoas meio que ignoram os personagens OCC. Obrigada e até a próxima ;)
Conny: Hohoho se esse foi intenso, imagine a junção do capítulo oito com o nove. Eles estão aprendendo a lidar juntos, mesmo por que eles não possuem muitas opções, meio que eles dependem indiretamente um do outro para conseguir certas informações. E fiquei super feliz em saber que alguém gostou do Naruto, no próximo capítulo ele nos protagonizará uma cena bem... fofa? Eu não sei que adjetivo usar haha e obrigada por acompanhar mesmo estando tão ocupada ;)
Beijos de Acerola (vc sabia que acerolas são muito pouco calóricas?)
E até mais.
Oul K.Z
