N\A: Espero que gostem, suspense, romance e alguns assassinatos.
Capítulo 11
Nuvem Vermelha
12 de outubro de 2007
Sakura, colégio Kitagawa as 12h12min
- Saia comigo por favor!
Eu sei que é muito suspeito que eu tenha surgido exatamente no momento em que uma garota do primeiro ano decidiu se declarar para o sociopata funcional do Gaara. Mas realmente foi uma coincidência e não tenho culpa se alguém desconfia de qualquer coisa. Tínhamos marcado de nos encontrar ali no horário do intervalo, para discutir sobre a morte de Asuma, mas logo que eu cheguei eu escutei exatamente essas palavras:
"- Saia comigo, por favor!"
Relutei na porta, fiquei os observando pela fresta e assim eles não podiam me ver. Gaara estava impassível, olhava para o envelope rosa nas mãos da garota como se não conhecesse aquele objeto "estranho".
- Não precisa responder agora. – a garota disse, já que Gaara não respondia e não demonstrava nada. Eu não sabia o nome da garota, mas a conhecia de vista, sabia que era do primeiro ano e que tinha aquele estilo fofinha, tímida, dos cabelos curtos. Não que eu acredite que as pessoas realmente se comportam assim, mas hoje em dia as pessoas se descrevem ou descrevem as outras pessoas dessa maneira... Gaara é o melhor exemplo disso, ele não é um sociopata funcional, convenhamos... Mas combina completamente com ele.
Mas retornando a declaração da garota fofinha. Ela então estava lá, naquele silêncio mórbido, enquanto Gaara a olhava inexpressível sem qualquer rastro de emoção. Admiro essa garota por não ter fugido até agora... Se me ocorrer, farei questão de descobrir o seu nome...
- Como você se chama?
Ou Gaara pode perguntar. A garota não respondeu a princípio, mas mesmo de costas para mim eu pude perceber que ela sorria radiante. Se ela estivesse numa página de shoujou o seu sorriso ocuparia metade da página.
- Matsuri, sou do 1º ano B.
Sua empolgação é até divertida. Pois afinal existem realmente meninas que se comportam dessa maneira. Impressionante. Quase um estudo antropológico.
- Lerei a carta e depois conversamos. – ele respondeu neutro e inexpressível (como sempre), a garota concordou com a cabeça sorrindo e seguiu em direção à escadaria. Talvez essa babaquice toda não seja tão divertida assim. Foi o que eu pensei quando desci as escadas para que não nos esbarrássemos; já no corredor fingi que estava olhando alguma mensagem no celular. Nossos olhos se encontraram por um momento e ela sorriu para mim como a garota mais estupidamente feliz do mundo e provavelmente continuou sorrindo assim para todo o colégio. Não sei se é pela TPM, mas isso não é realmente ridículo?
- O que é isso na sua mão? – eu perguntei quando me encontrei com Gaara ainda no terraço. Sabe, para ele não saber que eu estava ali antes.
- Não era você atrás da porta? – ele perguntou sem me fitar.
- Não. – respondi imediatamente com um sorriso.
- Era você.
Idiota. Fechei a cara.
- Se você já sabia a resposta, por que perguntou?
- Por que eu não sabia. – ele voltou-se para mim. – Esse sorriso ai que me deu a resposta.
Pisquei duas vezes. Não discutiria com ele sobre meus sorrisos super bem ensaiados ao longo de vários anos em frente ao espelho.
- Por que exatamente você me chamou aqui? – ele me perguntou logo depois, e guardou a carta no bolso de trás da calça.
- Você conhece o Nara?
Ele não respondeu. Pegou a carteira de cigarro e acendeu um. A fumaça da primeira tragada veio exatamente na minha direção.
- Tem como você...
- Tudo bem. – Ele me interrompeu e tragou uma ultima vez antes de jogar o cigarro no chão. – Uma fumante que não pode cheirar a cigarro...
Ignorei o comentário dele e continuei.
- O Nara, você o conhece, certo? Namorado da sua irmã.
- Sobre isso... Pensei em conversar com ele, mas não quero que minha irmã saiba que estou o procurando perguntando sobre isso.
- Entendi. Eu posso falar com ele sozinha então.
Ele me observou por um longo tempo. Aposto que ele não está gostando nadinha dessa história de eu ir sozinha conseguir informações. Como se eu não fosse contar nada para ele...
- Não vou esconder nada, relaxa.
- Não é isso que me preocupa. – ele disse sem me fitar. Olhava para o nada com os braços cruzados. Nunca havia parado para notar na postura relaxada e marcante de Gaara, não que fosse distante, não era... E também nunca havia notado como ele era alto em comparação a mim, sem dizer nos ombros largos, as mãos longas e finas, a pele pálida ... Tudo muito ele...
- Tudo bem Haruno?
Droga. Acho que estou corando agora. Aposto que ele percebeu que eu estava o observando. Tentei disfarçar e perguntei:
- O que te preocupa?
- Você sendo tão exposta. Podem acabar confundindo seu interesse nesse caso todo...
Entendi. Havia lógica no que ele dizia, mas sabíamos que não tínhamos muito que fazer com os poucos mecanismos que tínhamos em mãos. Só nos restava a curiosidade.
- Não tem importância, de qualquer forma só nos resta ele e Chouji.
Ele pareceu relutar por um momento. Levou as mãos aos cabelos. Já tinha notado que Gaara deixava escapar algumas emoções, as vezes até algumas expressões, mas principalmente alguns movimentos que denunciava sua preocupação ou qualquer coisa do gênero. Eu não sabia dizer exatamente o quê, mas agora eu o sentia preocupado.
- Tudo bem, mas não aqui no colégio. O Nara frequenta um grupo de shouji, você pode encontrá-lo lá.
Aquilo me deixou animada. Estava há alguns dias apenas na morbidez de lutos e estudos banais. Sorri empolgada...
- Você tem conversado com o Uzumaki?
Não entendi o por que dele está perguntando aquilo. Aposto que fiz uma expressão engraçada... Tenten diz que isso sempre acontece quando estou muito animada com algo.
- Tirando tudo aquilo que te contei, acredito que não.
- Vocês parecem próximos.
- Um pouco, acho que somos amigos. Por que pergunta isso?
- Nada. Só tenho observado que vocês são próximos.
"Vocês são próximos..." Droga, por que Gaara tinha que se lembrar disso exatamente agora? Isso me lembra de quando estávamos no restaurante e depois daquela minha bela tentativa de afastar Rock Lee acabou resultando em um problema muito mais problemático.
Eu sabia que Naruto perceberia meu teatrinho todo, ele já tinha me convencido que ele não era tão burro... E Tenten, bom... Tenten eu poderia explicar a situação também. Deixaria bem claro que não estava interessada em Gaara... Mas apesar disso, nenhum dos dois acreditou.
Simplesmente não acreditaram.
Logo depois que eu cheguei do banheiro no restaurante de rámen, percebi que Gaara tinha sido indiscreto demais ao me seguir até ali e no final tive o prazer de me deparar com duas pessoas me fitando e seus sorrisos muito óbvios.
Rock Lee não estava ali, tinha ido conversar com um grupo de amigos estranho na mesa ao lado (ele é absurdamente sociável), então restava Tenten e Naruto; e esse último teve a ousadia de perguntar:
- E ai?
Tudo bem que essa simples oração de duas palavras pode ter milhares de significados. Mas aquele sorrisinho já me dizia tudo.
- Nós não temos nada. – deixei bem claro, mas Tenten e Naruto só sorriram ainda mais.
- Vocês são realmente próximos.
- Não estou insinuando que vocês têm alguma coisa. – Naruto disse e me senti patética em cair naquele truque barato. – Só estou insinuando que tem alguma coisa ai.
- Isso não tem...
- Não dizemos nada né, Tenten?– ele perguntou com um sorriso no rosto e logo depois voltou-se para mim. – Pode ser que vocês estão saindo ou simplesmente tem algo em comum que não podem contar para ninguém.
Ele comentou casual, como se fosse uma situação óbvia, mas não era. Tenten por exemplo se voltou contra mim com um olhar curioso e eu soube que Naruto definitivamente não era um idiota.
- Boa Tarde.
Naquela hora Neji Hyuuga e sua prima chegaram para me salvar. E, além disso, acabaram me respondendo uma dúvida do dia anterior: logo que vi a Hyuuga ao lado de Neji eu me dei conta que era ela quem nos observava no colégio, e o modo carinhoso como ela observava Naruto só me comprovava ainda mais isso. Tenho certeza que ela está apaixonada pelo Uzumaki.
Mas isso não importa agora. O importante é que agora Gaara está na minha frente me olhando confuso, provavelmente se perguntando o porquê dessa minha cara estranha de constrangimento. Sim, é idiota... E eu sou totalmente ciente disso, mas é estranho, realmente estranho e isso me incomoda de verdade.
Uma coisa era uma pessoa acreditar em uma admiraçãozinha não correspondida, outra, totalmente diferente, era ter Tenten e Naruto totalmente convictos que eu e Gaara tínhamos alguma coisa. Mesmo que não tenha fundamento algum e nem Cristo, Bruda ou Shiva pode decretar que não.
Droga, não estou falando nada com nada.
- Você está estranha hoje Haruno. – ele comentou sem emoção e aquilo me tranquilizou, pois me lembrei que apesar de tudo Gaara era insensível o suficiente para não perceber que tudo aquilo estava vinculado a ele. – Te levo hoje no final da aula até o shougi que o Nara frequenta. Te busco na sala de aula.
Concordei com a cabeça e ele foi embora. Logo depois eu soltei um suspiro de alívio.
Gaara, Estação de Metrô 17h35min
Não costumo andar de metrô em horário de pico, não pelo suor, pelo cheiro, pelo calor, pelo barulho. Só não gosto desse contato humano tão direto com desconhecidos... Essa coisa sufocante que não me permite mover e que parece sugar qualquer energia vital. Não é drama, mas é ruim e desconfortável todas essas pessoas me observando... E nesse exato momento estou de pé, me segurando nas barras do metrô, com várias pessoas a minha volta e com a Haruno sentada a minha frente, distante e... Calada.
Não que ela seja muito comunicativa. Só é estranho que ela esteja tanto tempo sem falar, sem comentários sarcásticos e observações com o caso do Inuzuka. Falando nisso, não sei ao certo se referir a tudo isso como simplesmente Inuzuka seja uma boa ideia. Desde sua morte, duas pessoas morreram em circunstâncias semelhantes e, considerando isso, ele não pode ser a chave mestre.
- Não é estranho? – perguntei.
- O quê?
- Sempre falamos o caso do Inuzuka Kiba, como se tudo girasse em torno de Inuzuka Kiba.
-Acho que é natural. – ela respondeu simples e voltou a olhar pela janela do metrô. Esse comportamento é estranho, ela sempre retruca ou, quando não, faz um longo discurso cheio de sugestões sem respostas.
- Todas nossas teorias giram em torno de Inuzuka Kiba, deveríamos mudar o foco.
- É possível. – ela respondeu desanimada sem me fitar. Isso realmente está estranho. Talvez ela só não queira conversar... Deixa pra lá. Ficamos em silêncio novamente. Passaram-se alguns minutos quando entrou uma senhora, que com muita dificuldade conseguiu se enfiar no meio de todas aquelas pessoas. Sakura se levantou imediatamente, sem sorrir, sem demonstrar nada. A senhora sentou, agradeceu e ela ficou ao meu lado, se segurando também nas barras do metrô.
- Você está bem? – perguntei.
- Por que não estaria?
Era uma pergunta estúpida. Ela sabia que aquele comportamento era estranho, mas não quis argumentar. Fiquei em silêncio. Logo depois entrou mais gente e acabamos sendo arrastados para a porta do vagão. Três homens se aproximaram da Haruno, quase a rodeando... Não que eu ache possível, ela parecia incapaz de se mover. A puxei e a troquei de lugar comigo, deixando-a a minha frente e encostado nas barras da porta do vagão.
-Obrigada. – ela agradeceu baixinho sem emoção e sem me encarar.
- Você está estranha.
Ela finalmente levantou seu rosto, tinha os olhos grandes e verdes em minha direção, sua expressão não dizia nada. Segundos depois ela piscou e abaixou a cabeça imediatamente como se estivesse constrangida.
Admito. Não estou entendendo nada.
- Como deveríamos chamá-lo? – ela perguntou repentinamente ainda cabisbaixa e eu não entendi – O caso de Inuzuka Kiba.
Fiquei em silêncio pensando... Não sou bom com nomes, minha irmã sempre me dizia que eu não tinha muita criatividade para essas coisas. Que na realidade eu não tinha criatividade para nada.
- Nuvem Vermelha?
Ela sugeriu. Parecia-me uma boa ideia, já que aparentemente era o único ponto em comum entre todos os elementos. Concordei com a cabeça e não dissemos mais nada.
- Você acha que a Ino Yamanaka tem alguma coisa a ver com isso? – ela perguntou repentinamente. Nesse momento mais gente entrou no vagão e devido a isos me aproximei da Hrauno. Ela encolheu-se e abaixou a cabeça como se protegendo. Acho que é um comportamento instintivo... Mas mesmo assim, não entendo por que ela ainda não abriu a boca para reclamar.
- É possível... Mas é melhor não supor nada. – respondi.
- Desse jeito nunca iremos chegar a nenhuma conclusão.
- Ou podemos chegar alguma conclusão precipitada.
- Antes uma conclusão precipitada do que nada.
- Você prefere o erro ao nada? – perguntei sendo lógico. Mas eu sabia que não havia soado como uma pergunta. Ela suspirou e com isso eu pude perceber que realmente estávamos próximos demais. Podia sentir a sua respiração bater no meu pescoço e suas mãos em concha protegendo o colo e apoiadas no meu peitoral. Contato humano. Muito contato humano.
- O que você acha... – ela começou a dizer, mas parou repentinamente. Imediatamente ela tentou andar para trás, mas não havia espaço algum além da barra de proteção. Acho que essa aproximação toda a incomoda tanto quando eu.
Apesar de que não é a primeira vez que nos encontramos nessa situação. Provavelmente é a segunda ou terceira vez...
(...)
E me faz pensar que é quente e vivo.
- Sabaku. – ela me chamou . – O Naruto suspeita que estamos fazendo alguma coisa.
- Como assim? – disse sem fitá-la. Confesso que não estava muito interessado nas teorias do Uzumaki.
- Não disse o que, mas ele suspeita que estamos fazendo alguma coisa.
"Próxima estação: Nakano..."
Anunciaram no metrô. Me voltei em sua direção, dessa vez ela estava com a cabeça erguida me fitando. Tinha uma expressão curiosa, e naquela distância eu podia ver todos os detalhes do seu rosto. Seus olhos eram de um verde diferente do meu, eram mais escuros, com pontinhos castanhos e confusos.
- Você não está muito interessado, não é?
Não respondi, só continuei a fitando. Pude notar seus lábios ressecados e um fio de suor descendo pelo pescoço. Seria normal, se não estivesse tão frio.
- E se ele descobrir que estamos procurando tudo isso?
- Não sei... Não acho que tenha muita importância. – respondi. Ela suspirou pelo nariz e voltou a olhar para o chão. Suas sobrancelhas franziram, e ela puxou o ar com mais força como se tivesse sentindo um pico de dor repentina.
- Você não está bem. – disse e logo depois o trem parou.
A puxei pelo braço a arrastando para fora do vagão. Ela relutou por um segundo e disse qualquer reclamação que não dei muita atenção. Quando já estávamos no lado de fora e todos os passageiros já haviam entrado e saído ela puxou o próprio braço e nem precisei fitá-la para ver o quanto irritada ela estava.
- Você é idiota? Já não te disse para parar com isso? – ela não gritou, mas era muito notório o quanto que ela se esforçava para fazê-lo. E por alguma razão percebi que ela estava mais irritada do que o normal. – E onde que aqui é a estação Okubo?
Suspirei cansado e levei minhas mãos aos cabelos bagunçando-os. Gostaria de entender por que ela estava tão irritada.
- Agora teremos que esperar...
Sinceramente estou sem paciência para escutar tudo.
- Você não está bem. – eu disse simples e logo depois me arrependi de tê-lo feito. Ela me olhou ainda mais furiosa, abriu a boca para falar qualquer coisa, mas não saiu nada. Segundos depois ela abaixou a cabeça, franziu as sobrancelhas, mordeu o lábio inferior e suas mãos tremerem levemente.
Não sei por que, mas instintivamente segurei sua mão esquerda e a levantei. Estava úmida de suor.
- Você está suando, tremendo e ainda estava naquele vagão sufocante. – ela me fitou. – Você não está bem. O que você tem? – perguntei inexpressível , como sempre fazia. Ela em resposta voltou a olhar para o chão. Segundos depois escutei e vi seus lábios dizendo qualquer coisa, mas não entendi.
- Fale mais alto.
- Cólica. É isso: Cólica.
Pisquei duas vezes.
- Sabe, aquela dor que nos mulheres normalmente sentimos quando esta...
- Eu sei o que é cólica. – a interrompi. Não precisava de explicações desnecessárias – Seria melhor se você tivesse dito e íamos ao Shogi depois.
- Viu? É isso que eu to falando. – ela começou parecendo frustrada... Ou algo assim. – Não sou frágil, não preciso de você o tempo todo com essa conversa de que não posso ou não devo fazer aquilo.
Não disse nada, apenas continuei a fitando.
- Não gosto quando você vem duvidando da minha capacidade. E é só uma cólica. – ela terminou suspirando.
Tudo bem... Eu admito: Nunca tinha parado para pensar naquilo. Não havia notado o que a deixava sempre tão irritada. Pensei que fosse teimosia, apenas orgulho... Ou qualquer coisa semelhante a isso.
- Tudo bem. – respondi simples. Ela em resposta só suspirou e deu as costas começando a andar em direção a saída da estação, como se estivesse cansada e desistido daquela situação toda.
Não pensei muito, só andei em sua direção e antes que ela subisse as escadarias a puxei pelo braço.
- Haruno... – comecei e por alguma razão dei uma pausa, talvez em uma tentativa de enfatizar – Está tudo bem, não há problemas. Podemos resolver isso amanhã.
- Quero resolver isso hoje. – ela respondeu neutra. – Vamos até o Shikamaru hoje.
Concordei com a cabeça. Compraríamos um remédio, tomaríamos algo quente e depois íamos até Shikamaru descobrir qualquer coisa em relação ao possível assassinato do professor Sarutobi.
Baguncei os cabelos e em silêncio voltamos para esperar o próximo metrô. Estava sendo um dia longo.
N/A: Eu achei o capítulo estranho haha. Na realidade não aconteceu nada, só teve eles dois e tudo girou em torno deles... Me desculpem por isso, mas agora eles vão parar com essa implicância paralela e podemos deixar o relacionamento deles com o caso Nuvem Vermelha (Desculpa a falta de criatividade) mais acelerado... Ou seja: Muita coisa irá acontecer em breve. Quem irá morrer, heim, heim? Palpites?
Quanto a Matsuri e a cartinha de amor eu confesso que eu adorei escrever essa cena hauha' A cena do metrô também, já que todas as cenas anteriores de suposto romance entre os dois era sempre narrada pelo ponto de vista da Sakura. Sem mais comentários, só digo: Gaara, seu lindo.
Quanto a cena do metrô foi outra cena que eu tive muito receio em escrevê-la, o maior receio mesmo é pelo clichê, mas a achei super necessária para o desenvolvimento do Gaara... Afinal, até agora não está muito explícito por que ele é uma pessoa tão reservada, e realmente ter tanto contato humano para ele é uma novidade... E bom, apesar da Sakura ser meio chatinha e de certa maneira insensível ela ainda continua sendo mais sociável e com mais experiências humanas que o Gaara. Inclusive ninguém deu muita atenção a presença do Sai na história?
E bom, confesso para vocês que ando bem desanimada com o número de comentários, não que eu deixarei de escrever por causa disso, mas por exemplo no último capítulo só recebi 3 comentários. E três pessoas favoritaram ... Eu acho estranho que seja uma história com tantos alerts e favoritos, mas com tantos poucos comentários. Devido ao tempo e por isso também, responderei todos os comentários no próximo capitulo, mas de qualquer forma muito obrigada D. F. Braine e Calliepatterson e as pessoas que favoritaram também, é bom saber que estão acompanhando. Mas enfim, próximo capitulo terça-feira que vem ;)
Até e beijos de limão (você sabia que limão reduz o apetite?)
Oul K.Z
