N\A: Espero que gostem, suspense, romance e alguns assassinatos.


Capítulo 12

Fotografias


14 de outubro de 2007


Gaara, Centro de Tóquio, 10h25min

Acordei sem razão alguma.

(...)

Olhei para o lado, em direção ao chão do meu quarto, e vi a carta rosada saindo do bolso. Não sabia quem era Matsuri, na realidade de todas as declarações que eu recebi até hoje nenhuma delas eu conhecia a garota. Mas isso não vem ao caso, tenho que me levantar e ir para a aula.

Verdade. Hoje é sábado. Sem aula, sem terraço, sem Haruno encima de mim.

Falando nela, me pergunto por que ela não me esperou.

Senti um cheiro doce, como de chocolate quente. Sei que coisas doces não deveria ter cheiro, mas para mim elas sempre tiveram forte aroma. Principalmente cookies de chocolate.

Acho que vou deixar o banho de lado e vou logo tomar o café da manhã.

Quando cheguei à cozinha vi que minha irmã acabava de assar biscoitos. Peguei um ainda na bandeja e quase queimei os dedos. Temari riu e disse qualquer coisa que justificasse sua risada. Sinceramente fico meio lerdo pela manhã e não fico muito atento ao que dizem.

- Garotas ficam mais irritadas naqueles dias? – perguntei repentinamente e minha irmã voltou-se lentamente em minha direção com uma cara de interrogação. – Você sabe.

- Sim, eu entendi. Mas por que você quer saber isso?

- Nada demais, só estava me perguntando.

Ele me fitou por um momento me analisando.

- Ficamos mais irritadas, sensíveis e, como diz Shikamaru, problemáticas.

Isso me lembra que ainda não consegui conversar com a Haruno sobre a conversa que ela teve com o Nara ontem a noite. Me pergunto se teria algum problema se nos encontrássemos no final de semana.

O interfone tocou duas vezes, peguei dois biscoitos e coloquei um na boca. Chegando à porta me dei conta que eu tinha me esquecido de conferir quem era. Bom... Se fosse alguém querendo matar o chefe do departamento de crimes hediondos acho que seria muito azar.

No entanto, quando abri a porta vi que era só a Haruno. O que ela faz aqui eu realmente não sei.

Ela está na minha frente, vestida em roupas normais, um short jeans e uma blusa listrada. Nunca havia notado que a Haruno tinha seios e quadris bem femininos. Mas isso não vem ao caso, ela continua na minha frente sem dizer nada apenas com uma expressão estranha no rosto.

Ficamos três segundo assim até que eu me dei conta que eu estava só com uma calça moletom. E que por isso ela não me olhava direito.

- Me desculpe, entre por favor. - eu disse, dei as costas deixando a porta aberta e segui em direção ao meu quarto. Coloquei uma blusa qualquer, voltei para sala... E o pior tinha acontecido.

Deixei a Haruno em minha casa por 3 minutos e agora ela estava conversando alegremente com minha irmã.

Sakura, Centro de Tóquio, 10h30min

A ideia inicial não era visitar o Sabaku sem avisá-lo, mas ele não atendia ao telefone, então vim de qualquer modo. Não perguntem exatamente por que, mas eu estava desocupada e ele simplesmente me deixou plantando ontem à noite.

Quando cheguei me deparei com a figura mais estranha possível... Talvez não seja estranha a palavra, mas me deparar com Gaara só de calça, com cara de sono e com um biscoito pendurado na boca não é exatamente uma cena comum. Não que seja desagradável, ou incômoda... Mas nossa... Como ele é branco.

Mas enfim, voltando a minha atual situação eu fui abandonada na porta do apartamento – isso não deveria ser chamado apenas de apartamento – enquanto ele adentrava sem dizer mais nada.

- Não liga para o Gaara, ele é assim mesmo.

Uma mulher falou mostrando apenas sua cabeça no corredor. Ela sorria e depois jogou uma piscadela. Pela idade não poderia ser a mãe do Gaara, mas de qualquer modo nunca imaginei que o Sabaku morava com alguém que soltasse piscadelas por ai.

Com aquilo me senti mais confortável para entrar, e segui em direção ao corredor, até me deparar com a cozinha. Imensa e linda, diga-se de passagem.

- Sou Temari, irmã do Gaara. – ela disse logo depois que entrei. Sorria enquanto lavava as louças. - Você é a Matsuri, a dona da carta de amor? – percebi que ela soltou uma risada pelo nariz e por algum motivo senti vontade de rir também.

- Não, carta de amor não faz muito meu estilo.

- É uma pena então, pensei que finalmente meu irmão tinha tomado jeito. – comentou e soltou uma risada baixa. Logo depois enxugou as mãos com uma toalha. Ela parou para me observar por um segundo, tinha uma expressão suave e analítica.

- Vocês estão namorando?

Não tive tempo de responder, pois Gaara tinha acabado de entrar na cozinha, agora vestido, e sem dizer nada pegou mais dois biscoitos sobre uma pequena mesa no canto.

- Estava falando sobre a Matsuri com sua amiga que você ainda não me apresentou. – Temari comentou enquanto se sentava sobre o balcão de mármore. Apesar de parecer ser mais velha que Gaara, tinha um comportamento jovial, o que torna tudo ainda mais surreal. O Sabaku não disse nada, apenas pegou duas xícaras e as encheu de café.

- Você gosta de café forte, certo?

Fico surpresa que ele saiba intuitivamente tão bem todos os meus gostos.

- Sim, com açúcar, por favor.

- Não vai apresentar mesmo? – Temari fingiu uma reclamação.

- Sakura Haruno, representante do 3º ano.

- Muito prazer Haruno. – ela disse alegre. Eu sorri e fiz uma reverência... E o normal seria que as apresentações parassem ali, mas, por algum motivo insano, o sociopata funcional continuou...

- E gosta de cappuccino, medrosa, chantagista, manipuladora e sofre de TPM naqueles dias.

Acho que minha cara deve estar muito vermelha agora. E Temari está rindo enquanto seu irmão, muito cretino, toma mais um gole de seu expresso.

- Não ligue, Sakura-san. As habilidades sociais dele são péssimas. – ela disse e continuou com um sorriso nos lábios como suprimindo uma risada. – E caso precise, eu tenho um ótimo remédio para cólica.

Agora definitivamente eu devo está vermelha. Não que admitir minha atual situação seja algo constrangedor, mas aquele contexto todo me parecia muito absurdo.

- Fique com vergonha não. Isso é sinal que vocês são íntimos e isso me deixa feliz.

Não tive tempo nem de ficar surpresa ou comentar qualquer coisa sobre aquela suposição – que anda me perseguindo nos últimos dias – pois Gaara já tinha me puxado para fora da cozinha. Com isso só puder ver um sorriso estampado no rosto de sua irmã. Aposto que ela pensa que tenho um relacionamento com o Sabaku... E me pergunto por que mais uma pessoa estava achando aquilo.


Gaara, Centro de Tóquio, 10h40min

- Por que você não me esperou? – ela me perguntou segundos depois que fechei a porta do meu quarto. Voltei-me em sua direção e pude perceber certa irritação em sua pergunta.

- Houve um desencontro. Te esperei durantes uma hora até que vi Shikamaru saindo sozinho.

Ela levou uma das mãos até as temporas e sentou-se na beirada da cama. Deixou o café no criado mudo sem nem ao menos tocar nele. Depois de um tempo com uma expressão neutra continuou:

- E se eu precisasse de você?

Eu realmente não a entendendo, há menos de 36 horas ela estava chateada comigo devido eu me "preocupar" demais, agora, nesse exato momento, ela se irrita por que houve um pequeno e óbvio desencontro. Seja paciente, como Temari explicou TPM é uma situação verídica e muito séria.

- Desculpa. – pedi. – Mas o que aconteceu lá dentro?

- O Nara suspeitou logo de cara, eu disse que estava curiosa e que tinha o visto em Shibuya dias antes, ele parecia um pouco incomodado.

- Ele sabe que um professor não pode ser pego ali.

- Ou talvez ele soubesse o que o Professor Asuma queria ali.

- É uma opção.

- De qualquer modo ele parecia se esquivar do assunto. A única informação que ele me deu é que Asuma foi atraído até o local e que algue tinha telefonado para ele antes de sair.

- Ou seja, ele foi atraído para lá, seja por alguma chantagem ou por que ele conhecia o assassino.

- Exatamente igual a Jiraiya.

Ela se sentou melhor em minha cama, ficando de pernas cruzadas, logo depois pegou meu travesseiro colocando em seu colo e servido de apoio. Tomou um gole de seu café, voltou-se depois me fitando e pelo que percebi ela esperava que eu dissesse qualquer coisa.

Ela está com maquiagem hoje, mais pálida e com os olhos marcados. Me pergunto se ela sempre se arruma assim nos finais de semana ou se ela tem algum motivo especial para isso.

- Você vai sair hoje?

- Desculpa? – ela perguntou confusa. Não disse nada. – Ia sair com a Tenten e o Naruto, por quê?

Balancei a cabeça.

- Nada, apenas uma observação. – me levantei da minha cadeira e segui até a minha escrivaninha pegando uma chave. Sabia que não podíamos chegar nenhuma conclusão, então teríamos que conseguir por outros meios além do diálogo e suposições.

Fui até o corredor e vi minha irmã no computador em seu quarto, aparentemente ocupada com algum trabalho universitário, meu irmão não estava em casa e meu pai havia saído nas primeiras horas do dia. Voltei para o quarto e me deparei com a Haruno com o retrato de minha mãe em suas mãos.

- Você não se parece muito com ela.

- Eu sei.

- Provavelmente você é mais parecido com seu pai – ela disse séria ainda olhando para o retrato. – Ela faleceu?

Por algum motivo demorei um pouco para responder. Repentinamente conversar sobre minha mãe me pareceu demasiado incômodo.

- Quando eu tinha seis anos.

Ela voltou-se para mim, me fitando séria.

- Entendo. – Achei estranho que ela não dissesse que se lamentava ou qualquer coisa do gênero. – Os meus morreram quando eu tinha nove. – Agora estava explicado, porque ela vivia com a avó, de qualquer modo ela não aparentava estar triste... Ou talvez já estivesse simplesmente acostumada.

Segundos depois se levantou e pegou sua bolsa como se indicasse que estava indo embora. Eu realmente gostaria que a Haruno deixasse suas intenções mais claras, primeiramente ela me faz uma visita sem avisar, reclama, pergunta sobre minha vida pessoal e depois vai embora. Eu realmente gostaria muito que ela fosse mais simples.

- Antes de você ir, vamos tentar uma coisa.

Andei em direção à porta, e a esperei sair. Ela parecia receosa e segurava a bolsa com as duas mãos me observando interrogativamente. Ela deu alguns passos para frente e antes que ela saísse do corredor a puxei pela mão a levando até o escritório de meu pai, não pretendia que minha irmã percebesse e por isso fiquei satisfeito quando a Haruno não disse nada e apenas seguiu.

As mãos dela estão suadas. Ou me pergunto se são as minhas.

- Escritório do seu pai?

Concordei com a cabeça e depois segui em direção a escrivaninha. Me sentei, abri uma das gavetas com a chave e peguei o notebook.

- Seu pai é da polícia... Será que ele... – ela não terminou de falar e pelo reflexo do computador eu percebi que ela estava sorrindo. Ela havia entendido tudo, mas não sabia que...

- Não sei a senha, é ridículo tentar também.

- Deixe-me tentar.

Ela se sentou em meu lugar e ficou um tempo olhando para a tela do computador. Voltou-se para mim com um sorriso fino nos lábios perguntando:

- Como é o seu pai?

Pisquei algumas vezes. Nunca me perguntei exatamente como era o meu pai. Talvez um homem calado, discreto, sem emoções e que seguia a vida por ser apenas uma questão existencial.

(...)

Nunca havia notado o quanto éramos parecidos.

- Gaara?

Percebi que estava a encarando sem dizer nada por muito tempo. Pedi desculpa e ela desmanchou o sorriso lentamente sem tirar seus olhos de mim.

- Entendi. – ela voltou seus olhos para a tela do computador mordendo o lábio inferior. – Sua mãe morreu de quê?

A pergunta me surpreendeu, pois ninguém nunca havia me perguntado com tanta naturalidade sobre aquele assunto. E talvez por isso eu tenha dito muito baixo:

- Suicídio.

Essa palavra soou muito estranha vinda da minha boca, com minha voz, com os grandes olhos da Haruno sobressaltados em minha direção. Segundos depois eu percebi que seu corpo se moveu indicando que ela se levantaria, mas repentinamente parou e voltou-se a sentar, senti uma veia sobressaltando em meu pescoço. Por algum motivo fiquei assustado com a possibilidade da Haruno me abraçar.

Não quero ser tocado por causa disso.

Engoli em seco e me ajeitei em pé ficando ereto. Segui em direção à janela e me sentei no parapeito pegando um objeto decorativo parecido com um globo. Queria afastar aquele assunto, queria me afastar dela, queria me afastar... A encarei.

Pergunto-me se mesmo eu ficando distante ela ainda pode ficar por perto.

Isso não tem sentido.

Ficamos em silêncio por alguns segundos até que ela perguntou:

- Quando que foi isso?

- Não quero conversar sobre isso.

- A data, me diga a data.

Não entendi o porquê da pergunta mais só respondi: três de março de 1993. Segundos depois a vi sorrindo.

- Você realmente não havia tentado essa data? – tinha um tom divertido, segui em sua direção e quando vi estávamos logados na conta de meu pai. Por algum motivo me senti realmente patético.

Me sentei novamente na cadeira, não havia qualquer programa instalado pelo visto, no desktop só tinha a lixeira e "meu computador" ... Fico surpreso que meu pai ainda use Windows nos dias de hoje. Mas isso não vem exatamente ao caso.

- Será que seu pai guarda os arquivos do caso no computador?

- Não sei... Não sei nem se ele é responsável por esse caso.

Joguei em pesquisa todos os arquivos de imagem, demorou exatamente alguns segundos para seguir uma lista de pequenas fotos. No reflexo do computador vi o sorriso enorme da Haruno.

Havíamos achado o que procurávamos.

Ampliei uma aleatória nas centenas de imagens e nos deparamos com o corpo nu de um senhor de idade. Tinhas os cabelos brancos compridos e ensanguentados, provavelmente por uma batida na cabeça, sua pele era flácida, enrugada e cravado em seu peito estava a nuvem.

Meu pai realmente estava investigando aqueles assassinatos. Não sei se isso é exatamente sorte.

A Haruno pegou um pen-drive da bolsa e me entregou. Ainda sorria empolgada. Me pergunto como um sorriso pode durar tanto em um rosto que estava sempre zangado. Selecionei as fotos e enviei... Sentia a ansiedade da Haruno ao meu lado, a observei pelo canto dos olhos e percebi o quanto estava empolgada. De alguma maneira isso me preocupa, principalmente pela instabilidade de seu humor. E apesar de toda aquela quase-conversa no metrô, ainda acho que ela não deveria estar envolvida com tudo isso. Suspirei... E com o meu suspiro veio o barulho da porta de entrada.

Me pergunto se é a Temari. Escutei o som dos sapatos sociais. Não. Era o meu pai. Droga.

Cancelei a transferência em 40%, dei o pen-drive para Sakura, desliguei o computador o guardando rapidamente da gaveta. Exatos três segundos depois meu pai havia aberto a porta e nos fitava neutro.

(...)

- Prazer, sou Sakura Haruno, amiga do Sabaku-san.

Acordei do meu transe ao escutar a voz demasiada simpática da Haruno. Meu pai fez ma reverência discreta e depois voltou seus olhos para mim me perguntando sem dizer nada o que eu estava fazendo aqui.

- Você tinha uma esposa muito bonita. – Sakura disse com um sorriso e meu pai a encarou. Em suas mãos estava um retrato de minha mãe, que outrora ficava repousado em um criado-mudo. – Eu peço desculpa, mas eu realmente queria saber como era mãe do Gaara-san.

A Haruno realmente tem o pensamento acelerado.

- Eu não costumo deixar meu escritório aberto. – meu pai falou enquanto a encarava, logo depois deslizou seus olhos em minha direção. Entendi o que ele insinuava.

- Estava aberto. – respondi simples e sério. – E ela pediu para conhecer pelo menos um pouco a oka-san. – continuei sem tirar meus olhos sobre ele. Ele voltou em direção a Haruno com uma expressão estranhamente suave e ficamos em silêncio. É complicado tentar adivinhar o que passa pela cabeça do meu pai, mas dúvido muito que ele suspeitasse que seu filho investigava um dos seus caso por simples monotonia do seu dia-a-dia.

- Eu peço desculpa por ter insistido. – Sakura fez uma reverência e logo depois colocou o retrato no lugar. – Até logo. – Ela andou com uma expressão suave em direção a porta e segui até meu pai.

- Não esqueça suas chaves na fechadura. – falei sério e depois sai. Ele apenas abaixou o olhar, como se estivesse decepcionado com alguma coisa, mas não disse nada. Na realidade meu pai raramente direcionava suas palavras até mim, e talvez por isso eu achasse tão estranho que mantivéssemos um conversa com mais de duas frases.

Mas isso não importa, a grande droga nisso tudo é que logo após eu sair daquele escritório, deixando a chave da escrivaninha pendurada na fechadura, na esperança que ele acreditasse que ele mesmo tinha esquecido ali, eu havia a perdido e provavelmente não poderei nunca mais tocar naquele computador.


N/A: Desculpa o atraso, meu computador teve probleminhas e eu perdi o andamento de todos os capítulos. Maravilha, não acham? Bom, finalmente o capítulo 12 saiu e creio que teremos mais uns três capítulos até encerrar a primeira parte da fic. Resumindo, muita coisa vai ser declarado até o capítulo quinze. Não escrevi a parte do Shikamaru pela falta de tempo mesmo e por que eu poderia simplesmente resumi-la nessa cena do quarto.

Gostei desse capítulo pela simples presença do pai do Gaara, minha gente, eu não sei nem o nome dessa pessoa, mas mesmo assim o adoro. Alguém sabe me dizer o seu nome? Acho que foi citado no mangá, mas sou tão desatualizada (preguiçosa) que não achei nos Wikipédias da vida. E eu sei que não teve qualquer informação realmente relevante para o caso, mas é que quando eu percebi ele já estava enorme e decidi escrever a descrição das fotos apenas no capítulo seguinte. Desculpa por isso tambem, mas foi o ritmo mal calculado, quem escreve sabe como funciona.

E se você acompanha a história não deixe de comentar, você sabia que a quantidade de comentários também é uma maneira de divulgar a fic? Alem de vocês me ajudarem expressando suas opiniões, ainda me ajudam muito pela simbologia que é "a quantidade de comentários.", eu sei que é chato e de certa maneira muito mesquinho, mas de qualquer forma o f . f. net sempre funcionou assim, certo?

E pedidos de desculpas pelo atraso principalmente para B. Lilac, Conny e D. F. Braine que estão sempre acompanhando o andamento da história, agradeço de verdade os comentários e prometo não atrasar tanto na próxima vez.

D. F. Braine: Não sabe o quanto que fico satisfeita ao saber que alguém tenha gostado do Naruto, eu sempre o acho tão mal explorado nas fanfics, sempre meio babaca, superficial e eu o acho um dos personagens mais sensíveis da série... Apesar de alguns deslizes dele, mas perdoamos haha. Ahhh, o Gaara não foi rude... Foi? Hauha' talvez um pouquinho, mas não consigo vê-lo sendo grosso com uma garota que lhe faz uma declaração. E bom, acho que nem ele tenha percebido o quanto que ele é cuidadoso com a Sakura... Mas do contrário não seria o Gaará né? Haha

B. Lilac: Acerola é bom, gosto do suco, mas só quando é feito da fruta, esses sucos de poupa não aparece acerola. Fique na dúvida de deixar aquela cena do Naruto e Sakura no jeito que ficou, pois como você disse apesar de simplória e graciosa ela nos deu pequenos elementos indispensáveis para o andamento... Alem de um susposto romance. E sim, eu matei o Asuma, tadinho, alem de morrer no anime, morre na minha fic. Mas alguém tinha que morrer haha, e eu gosto tanto do Asuma que eu não poderia ser ausente na minha fic... Mesmo que como morto. Ou talvez ele simplesmente tenha um papel fundamental na história. E sim, o Gaara é simplesmente muito Gaara, ou seja... haha

Isabela: Fico feliz de verdade que tenha gostado e espero que continue acompanhando. E não é querendo fazer propaganda, mas dizem por ai que o maior atrativo dessa fanfic é o Gaara haha, estou brincando. Falando sério agora, fico também muito feliz que ele tenha te conquistado... Ele é um tanto complicadinho, mas sendo esse gentlemen disfarçado, creio que é inevitável não insistir nele.

Conny: Fique tranquila e acompanhe quanto estiver com tempo, só o fato de você acompanhar já é um grande estimulo. Os assassinatos começarão a fazer sentido agora, e muita coisa ficará clara no próximo episódio (assim espero). E apesar de tudo isso eu acabei criando um vício de escrita que é simplesmente encaixar todo tempo uma ceninha dos dois juntos... Bom, espero que esse vicie não desvio o ponto da fic hauha'

Calliepatterson: É verdade, acho que pelo fato de conhecemos muito pouco do Gaara a não ser a postura séria e responsável, nos sentimos na liberdade de fazê-lo um pouco fofo. Li uma história que ele adorava cookies, e foi até por causa dessa história que eu não resisti em deixá-lo como um fã de doces haha'.

Até mais!

Beijos de castanha (você sabia, que ao contrário de tudo que eu divulguei até agora, castanhas são extremamente calóricas?)