CAPÍTULO II

Ser uma promoter não era exatamente a minha vocação. Gostaria de poder dizer que uma infância repleta de eventos glamourosos me preparou para essa profissão, mas o mais perto que estive da agitação foi quando meu pai me levou para um concerto de música pop quando eu tinha doze anos de idade. O show foi um desastre completo e tivemos de ir embora no intervalo. Meu pai achou que as coisas estavam ficando fora de controle quando viu que o público estava jogando casquinhas de sorvete no palco.

Meu pai era um oficial do Exército e, por causa disso, minha irmã Dora e eu estávamos sempre fazendo as malas e mudando para vários lugares ao redor do mundo. E talvez por causa da minha infância caótica, sempre desejei ter uma carreira muito sólida. Assim que me formei na universidade, a necessidade de ganhar dinheiro e a ambição tomaram conta de mim e fui fazer um estágio como analista financeira. Não há nada mais sólido do que lidar com reconfortantes colunas de números e tabelas. Depois de meu curso de treinamento, uma boa empresa na City¹ me contratou, ofereceu uma sala só para mim com garantia de que eles achavam que eu seria muito feliz trabalhando com eles. Eu esperava ser feliz.

No primeiro dia de trabalho, coloquei uma cabeça para fora da sala em busca de um rosto amigável e a possibilidade de dividir um sanduíche na hora do almoço. Encontrei um labirinto de mesas e pessoas que almoçavam enquanto falavam ao telefone. Voltei para a minha sala e fiz a mesma coisa. Não faz mal, pensei com meus botões, as pessoas que dão duro no trabalho também jogam duro. Vamos todos nos encontrar para um happy hour no bar às seis da tarde. Mas à medida que os dias foram passando, nunca fomos ao bar. Nem sequer a um McDonald's. Na verdade, a única pessoa que realmente falava comigo era a garota que vendia sanduíches.

Os dias arrastavam-se dolorosamente e foi um choque e tanto descobrir que eu morria de inveja da garota dos sanduíches. Eu invejava a mobilidade dela. Eu invejava os bate-papos informais que ela mantinha com as pessoas. Eu invejava os seus horários flexíveis. A gota d'água foi quando encontrei o presidente da empresa no corredor, enquanto mostrava o escritório para alguns visitantes. Depois de ter apertado as mãos de todos, ele virou-se para mim e disse, animado: "Espero que nós estejamos impressionando você!". Ele pensou que eu fosse um dos dignitários visitantes.

Foi aí que eu comecei a pensar se, na verdade não havia feito a escolha errada. Como poderia ser reconhecida pelo meu trabalho se o presidente da empresa nem sabia quem eu era? Atravessei um período de indecisão difícil, até que um dia, enquanto conversava com uma das funcionarias de meia-idade, descobri que ela nunca quis trabalhar no ramo financeiro. Ela aceitara o trabalho como um tapa-buracos há dezoito anos e acabou ficando porque não sabia fazer outra coisa. É engraçado como uma conversa como esta pode mudar sua vida. Eu não queria ser como ela dali a dezoito anos.

E foi assim que peguei minha planta, meu porta-retratos e abandonei meu pequeno e seguro escritório na City. Em um golpe de pura sorte, respondi a um anúncio da Table Manners e o resto é história. O que o anúncio pedindo uma assistente administrativa para uma elegante empresa de serviços de catering, animação e organização de festas não dizia era que todos os novos funcionários deveriam completar um mês de treinamento obrigatório nas cozinhas da empresa, que lembravam muito um quartel do Exército. Eu me levantava ridiculamente cedo, descascava e preparava montanhas intermináveis de legumes. Estava sempre com um monte de sedutores esparadrapos à mostra (esse mês não ajudou em nada a minha vida amorosa). Mas aprendi a fazer a maioria dos molhos básicos, fiquei sabendo quando é a melhor época para comprar vários ingredientes, qual a melhor maneira de preparar todos os tipos de peixes e carnes. Em resumo, desenvolvi um sentido especial para a comida. Não que a comida passasse despercebida por mim - sempre fui capaz de detectar quando havia biscoitos de chocolate nas proximidades -, mas acabei por saber instintivamente que sabores e texturas funcionam bem juntos.

Meu conhecimento matemático também me ajudou a ser boa com alicerces da organização em um evento. Podia projetar os custos básicos de um evento em lindos relatórios com tabelas, de modo que ainda mantinha por perto os meus reconfortáveis números, mas sem a solidão da City. Talvez daqui a alguns anos eu possa montar a minha própria empresa, porque acho que domino o essencial para ser uma gerente. E nunca imaginei que trabalhar pudesse ser tão divertido! Mesmo em um dia ruim como este. Chega a parecer imoral.


De péssimo humor, subo os degraus que levam ao meu apartamento batendo os pés e aperto impacientemente a campainha. Sei que Rem, com quem divido o apartamento, chega em casa antes de mim - como sempre - e não estou com vontade de perder tempo procurando pelas chaves na minha bolsa. Isso chateia muito o Rem, mas eu sei que ele vai atender ao interfone porque aprendeu uma grande lição na última vez, quando atendeu e gritou: "Não vou deixar você entrar, sua vagabunda preguiçosa!". E tudo o que a Sra. Lawrence queria era entregar alguns folhetos sobre o programa Vizinhança Vigilante. Ela só voltou a falar com ele depois de receber um cartão e vários buquês de flores.

- Alô?

- Sou eu, Rem.

- Onde estão suas chaves? - ele pergunta, petulante.

- Não sei. Por favooor, me deixe entrar.

- Não!

- Vamos lá, Rem!

- Ah, tá bom.

Ele aperta o botão de destrave com pouca força, o que me dá exatamente um segundo para forçar minha entrada no hall do prédio. Assim que entro, começo a subir rapidamente os dois lances de escadas, xingando a revista feminina que disse que eu deveria subir dois degraus de cada vez ou então ficaria com um traseiro do tamanho da China, e empurro a porta do apartamento. Comprei este apartamento quando ganhava um salário melhor do que agora, e Remus é o meu inquilino. Os meus tempos de salários generosos não duraram o suficiente para comprar muita mobília, mas Rem diz que gosta de um visual minimalista, acompanhado de poucos e bem selecionados acessórios: uma torrada embolorada no prato, uma planta morrendo e uma caneca meio vazia.

Nossos quartos dão para o corredor e dividimos o banheiro. Temos uma regra que diz que quem for o primeiro a colocar qualquer parte do corpo dentro do banheiro tem a preferência de uso. Isso faz com que, às sete da manhã, aconteçam corridas desembestadas, verdadeiramente perigosas e, às vezes, até mesmo uma bela agarrada no melhor estilo do rúgbi. Rem já dormiu na banheira para garantir sua vaga depois de algumas grandes noitadas de farra e de porre.

O som do The Strokes explode nas caixas acústicas, acompanhado pelo som de panelas batendo na cozinha. Provavelmente Rem está em casa há cerca de uma hora.

Foi através do meu trabalho que conheci Remus. Sua tia Agnes oferecia um coquetel - a primeira festa que organizei sozinha. Lá pelo meio da noite Remus chegou timidamente perto de mim, informando que a tia Agnes era vegetariana e os canapés, decididamente, não eram. Nesse exato momento, todo o sangue fugiu do meu cérebro enquanto via tia Agnes pegando uma das delícias carnívoras. Antes que ela a colocasse na boca, Remus fez uma grande corrida heroica, tirou o canapé da mão dela e o comeu com grande estardalhaço. Enquanto isso, eu afugentava a garçonete por trás dele, antes que tia Agnes, surpresa, comesse outro canapé. Depois Remus juntou-se a mim na cozinha, onde eu, transfigurada pelo medo, imaginava como a equipe poderia ter feito uma cagada tão monumental e se alguém iria dar pela falta de duzentos canapés. Remus simplesmente pegou todos os pedaços de presunto de parma de cima das tortinhas e começou a enfiá-los na boca. Depois mandou a garçonete de volta para a festa com os - agora - petiscos vegetarianos. E foi assim que nossa amizade começou.

Ele é o mais improvável melhor amigo que eu poderia imaginar ter. Somos, sem sombra de dúvida, um par incomum. Eu sou toda arrumada, Remus, não. Eu tenho uma agenda sofisticada, Rem usa as costas da mão e uma esferográfica. Eu organizo os trabalhos domésticos, Remus pensa que um porta-copos é um armário da cozinha. Mas sou absolutamente louca por ele e gosto de pensar que ele também sente o mesmo por mim.

Remus trabalha no departamento de reinvindicações de uma seguradora para financiar sua carreira de escritor em dificuldades (dificuldades no sentido de que ele tem problemas em escrever o que quer que seja). Esse tipo de trabalho de escritório é perfeito para o Remus. Não há responsabilidades - não há lutas por promoções, não há horas extras, nenhum objetivo a longo prazo, porque quando o dia termina tudo se resume em uma frase: um trabalho das nove às cinco. Ele chega pouco depois das nove, mantém um delicado equilíbrio entre fazer o suficiente para não ser despedido e pouco o suficiente para não ser notado e sai correndo para casa às cinco em ponto. Ele encara cada dia como uma enorme aventura e tem o surpreendente talento de aproveitar cada segundo de prazer do que quer que esteja fazendo. Suas promessas - "Me manda uma baça pelo correio até quinta-feira e eu processo a sua reclamação" - são famosas em toda a empresa. Quero dizer, famosas no sentido admoestatório da palavra.

- Oi, lindinha!

- Oi. - Atiro minha bolsa e minha pasta de couro para cima da mesa da cozinha. - O que está fazendo? - pergunto. - Não é a sua vez de lavar a louça.

Remus sorri atrás das bolhas de sabão. Nas raras ocasiões em que lava a louça ele usa quase meia embalagem de detergente. Há bolhas até no seu cabelo.

- Não consegui encontrar caneca limpa. Às vezes a vida pode ser muito cruel - ele suspira dramaticamente. - Como você está se sentindo?

- Horrorosa. Como vai você?

- Completamente bem. Ia ligar hoje para você no escritório - continua Rem.

- Ia? Você nunca me liga no escritório.

- Isso é porque você nunca me deixa ligar para você no escritório.

- Rem, se eu deixar você vai me ligar a cada meia hora. Mas hoje pensei em você.

- Foi? Você pensou: "Ah, Rem. Sinto saudades dele"?

- Não. Alastor Moody estava perguntando por você.

- Estava?

- E, pensando bem, Edgar também. De onde veio esse súbito afeto dos meus colegas de trabalho por você?

- É porque sou adorável.

Desdenho, com sarcasmo:

- Adorável, dificilmente. Eles gostam de você porque você me mete em encrencas. Moody ainda está gozando da minha cara sobre aquela intoxicação alimentar que você disse que era uma ressaca.

- Era uma ressaca.

- Sim, bom. Está vendo, Rem? É por isso que não deixo você ligar para o escritório, porque acabamos tendo conversas deste tipo. Você vai visitar tia Winnie comigo neste fim de semana? - Remus vai, várias vezes, ver tia Winnie comigo. Ela o considera um membro da família.

- Vou no sábado. Tenho uma despedida de solteiro na sexta à noite.

- Uma despedida de solteiro? - É a primeira vez que ouço falar disso.

- É, um cara no escritório.

- Quem?

- Ah, você não o conhece.

- Quando é o casamento?

- Vai demorar um bocado.

- Uma despedida de solteiro só para homens? - pergunto, cheia de suspeitas.

- Existe algum outro tipo? A propósito, chegou um cartão-postal dos seus pais. - Ele inclina a cabeça na direção da pilha de correspondência em cima da mesa.

Surpresa, largo mão do assunto da despedida de solteiro e olho para uma cena noturna perto de Hong Kong. No outro lado do postal estão os conhecidos garranchos da minha mãe.

Estou prestes a sair para ir a mais uma festa horrorosa cheia de diplomatas. Juro, querida, não sei como é que você consegue ganhar a vida fazendo isso todos os dias. Seu pai manda beijos. Tentarei telefonar em breve, sou incapaz de lembrar se você está na nossa frente, ou atrás, no fuso horário. Diga a Dora que nós a amamos quando a encontrar.
Com amor, mamãe.

Ponho o cartão de volta na pilha e suspiro. Eles parecem estar tão longe da minha própria realidade.

- Você leu? - pergunto.

- Sim. Achei que viriam ver você e Dora em breve.

- Acho que algo aconteceu no trabalho de papai. - E encolho os ombros. Eles não são os pais mais confiáveis na face da Terra.

- Então, como foi o seu dia? - pergunta Remus.

Abro a boca para começar a responder, mas o telefone toca e eu corro para atender. Uma pequena parte de mim ainda espera que seja Amus. Nem em sonhos.

- LILY! - ressoa uma voz familiar. Desde que Amus terminou o namoro, tia Winnie telefona quase todos os dias, que Deus a abençoe. - Você está em casa! Esperava bater um papo com Remus, mas acho que você também serve.

- Bom, na verdade eu é que sou a parente, tia Winnie. Não o Remus.

- Aquele chefe tirano que você tem finalmente deixou que você viesse para casa, foi? Estou absolutamente convencida de que ele possui tendências marxistas, Lily. Fique de olho, você pode acabar virando uma consumista sem perceber.

- Não acho que isso seja algo que contagie uma pessoa sem ela perceber, tia Winnie.

- Ohhh, não conte com isso - ela responde com prudência. - Eles provavelmente colocam algo na água.

- Bom, sempre que posso, evito beber água direto da torneira.

- Boa menina! Criei você e sua irmã muito bem. Melhor será se beber gim. Perguntaria como você está, mas odeio ouvir histórias sobre saúde de outras pessoas.

- Como vai o vigário? - pergunto. O vigário é o mais novo hobby da tia Winnie. Ela adora envolvê-lo em animadas discussões teológicas. Tenho muita pena dele, simplesmente não tem ideia de quem é a pessoa com quem está lidando. Lembro-me de avisos parecidos com isto no filme Tubarão, e vejam só o que acabou acontecendo.

- Anda envolvido em uma discussões sobre as flores da igreja. A Sra. Harrison fez um arranjo com um monte de berinjelas na semana passada. Acho que ela pensou que estava sendo moderna, mas o resultado final é espetacularmente indecente. Montes de formas fálicas roxas e intumescidas misturadas com algumas papoulas infelizes. Achei que o vigário iria ter um enfarte ali mesmo. Nunca ri tanto desde que um dos meninos do curso de catecismo grampeou a batina dele na corda do sino.

Dou uma risadinha.

- Tia Winnie, você é terrível.

- Na verdade, fico contente de ter apanhado você em casa. Não queria deixar um recado com Rem porque ele provavelmente entenderia tudo ao contrário. Adivinhe quem eu encontrei hoje!

- Não sei.

- Vamos lá! Adivinhe!

- Vejamos... George Clooney - digo esperançosa, rezando para que ele estivesse na casa dela neste exato momento, trancado a cadeado.

- George quem?

- Clooney.

- Loony?

- CLOONEY. Ele é um ator de cinema... esquece. Diga-me, quem você encontrou.

- A Sra. Charlesty! - Realmente, não tem nada a ver com o George Clooney.

- Não!

- Sim!

- Não acredito!

- Sim, eu estava... Você está sendo sarcástica, não está? Mas como eu não disse o motivo disso ser tão importante eu perdoo você. Eu estava no açougue na Bury St. Edmunds. Você sabe eles tiveram que fechar o açougue da cidade por alguns dias porque toda a família está de cama com gripe. Mas não se preocupe porque eu já tomei minha vacina contra a gripe.

- Graças a Deus - comento aborrecida, imaginando se algum dia a história vai chegar a algum lugar.

- Por causa disso tive que ir até Bury, e foi lá que encontrei com ela. Contei tudo sobre você e seu trabalho. Ela ficou absolutamente fascinada.

- É só isso? Por que ela deveria ficar fascinada comigo? - pergunto.

- É claro que ela estava fascinada! Você tem um trabalho muito interessante, e eu tenho muito orgulho das minhas meninas. Já parou de andar chorando pelos cantos?

- Bom, Remus não precisa mais ficar sentado no sofá comigo tirando lenços de papel da caixinha como um mágico entediado, se é isso o que deseja saber. - É claro que tia Winnie acha que isso é um progresso enorme.

- Bom, bom! - ruge ela. - Rem não está tendo problemas no trabalho, está?

É lamentável que eu tenha conhecido Amus Diggory através de Rem. A empresa de seguros onde Remus trabalha pertence à família Diggory e Amus está sendo treinado para assumir o cargo de seu pai, no futuro. Amus e eu nos conhecemos em uma festa a rigor que celebrou os cento e cinquenta anos da empresa. Fui como convidada de Remus, em vez de estar trabalhando nela. Amus não pode ser considerado bonito, em termos tradicionais, mas seu charme compensa. Fiquei completa e absolutamente de quatro por ele.

- Acho que não, ele nunca fala dele.

- Eu espero bem que não! - bufa a tia Winnie. - Vamos lá, queixo erguido, e se pensar em ligar para ele, ligue antes para mim!


Remus acabou de lavar a louça e está fazendo chá.

- Quem era? - pergunta.

- Tia Winnie. - Sento à mesa.

Ele despeja chá em duas canecas recém lavadas.

- O que ela queria?

- Bater papo. - Olho para o meu estômago, lembro do incidente no metrô e o encolho com força, estremecendo. - Preciso mesmo fazer uma dieta.

Remus acompanha meus olhos.

- Sim, precisa - diz com sinceridade.

- Não sei se posso começar hoje, tive um dia horrível.

- Lady Boswell? - Remus pergunta com ar apreensivo.

- Lady Boswell - confirmo. - Ou Bostawell, como diz Emmeline.

- Bem, acho que esta noite podemos declarar estado de calamidade pública. Mas amanhã à noite eu vou pessoalmente jogar fora todos os Cornettos e depois vamos ao supermercado comprar salsão. Ou seja lá o que for que mulheres comem quando estão fazendo dieta.

Hum, estupendo. Ele vai até a garrafeira em fim de estoque e pegar uma garrafa.

- Você entra em uma academia comigo? - suplico.

- Uma academia? - ele pergunta ao mesmo tempo que a rolha da garrafa sai, fazendo um reconfortante POP. - Precisa mesmo? Ah, está bem. - diz ele, cedendo ao meu olhar suplicante. - Acho que poso ficar mais em forma. Apesar de não estar correndo nenhuma maratona.

- Meu corpo é um templo. Este será nosso novo mantra!

- Estamos mais para "meu corpo é um barracão". Enfiamos um monte de porcarias lá dentro e fazemos uma boa limpeza uma vez por ano. - Ele bate seu copo contra o meu. - Saúde! Aos novos começos e aos velhos finais!

Tomamos um golinho em silêncio e eu digo repentinamente:

- Rem, hoje aconteceu uma coisa no metrô.

- O quê?

- Você tem que prometer que não vai rir...


¹: Centro Financeiro de Londres.


E aqui vai mais um capítulo! Espero que eu não esteja indo rápido demais, mas é que eu já tenho vários capítulos prontos e estou realmente tendo que me controlar para não postar tudo de uma vez só.

sassah potter: Olá, seja bem-vida! Ainda vai demorar um pouquinho para a Lily e o James se encontrarem, mas as cenas dos dois são ótimas (: Espero que continue gostando e acompanhando a fanfic, hehe

CarolineSilva087: Ai, que bom que você gostou! Espero que continue lendo, beijos

Marianafreitas: Muito obrigada e seja bem-vinda (:

Anne Marie Le Clair: Que bom te ver de novo por aqui! Sim, o Edgar é ótimo, espero que você goste do Remus também (porque eu o adoro). Eu acho que há um pouco de capítulos explicativos em excesso, mas daqui a pouco a história vai tomar o rumo principal. Eu fico muito grata que você indique os erros, porque essa é a minha primeira adaptação e eu estou tentando ao máximo não cometer nenhum, mas alguns passam despercebidos. A minha maior dificuldade agora é resolver se eu coloco ou não alguns personagens com o nome dos de Harry Potter. Acho que vou deixar a irmã da Lily como Dora mesmo, porque ela e a Dora não têm nada a ver. Ainda tenho que decidir se o irmão do James vai ser o Sirius, mas acho que não, porque o irmão dele na história bate em poucos pontos com os do Padfoot original. Espero receber mais comentários seus!

Beijos e abraços,
Joules