CAPÍTULO X

Meu dedo hesita antes de apertar a campainha, mas eu pressiono o botão e a porta se abre. Ouço passos subindo a escada e ele aparece na minha frente.

Não sei o que dizer e, portanto, fico quieta. Meu primeiro pensamento é imaginar se sobrou um pouco de maquiagem no meu rosto. Meu segundo pensamento é que Amus deve ter deixado algo no apartamento e veio buscar. É aí que vejo a garrafa de champanhe. Sinto um frio na barriga. Devo fingir que eu não vi?

Ele apoia o corpo de modo insolente no batente da porta e sorri para mim.

- Posso entrar?

- Claro - respondo automaticamente e dou um passo para o lado.

Vou atrás dele até a sala de estar e corro para retirar as canecas empilhadas na mesinha. Levo-as para a cozinha e, quando volto para a sala, Amus está abrindo a garrafa de champanhe. Fico um pouco irritada com a presunção dele.

- Está abrindo isso agora? Qual o motivo? - pergunto.

- Você tem taças?

- Não, não tenho.

Ele dá uma gargalhada.

- Deixa disso, Lily! Tome uma taça de champanhe comigo pelos velhos tempos. - Estou parada entre a cozinha e a sala, mas ele sorri com aquele sorrido atrevido e preguiçoso dele, e eu tenho que admitir que amoleço um pouco.

- Tá bom. - Volto para a cozinha e desencavo duas taças de vinho.

Sentamos em silêncio enquanto ele serve o champanhe com maestria. Ele toca minha taça com a dele, olha nos meus olhos por um segundo e se acomoda no sofá. A sensação de tê-lo novamente comigo me deixa perigosamente eufórica.

- Então! - diz ele. - O que anda fazendo, Lilizinha?

- Um pouco de tudo. Amus, afinal de contas, o que é isso tudo? Aparecer sem avisar com uma garrafa de champanhe?

Ele encolhe os ombros e não me olha nos olhos.

- Achei que você se recusaria a me ver se eu telefonasse antes.

- Você tem toda razão. Iria mesmo.

- Bom, aí está. - Ele sorri novamente de modo devastador.

Eu ignoro o sorriso e insisto:

- Mas por que você está aqui?

- Bem, Lily, estive pensando um bocado sobre como as coisas eram boas quando estávamos juntos e... quer mais champanhe? - Seguro minha taça enquanto ele enche as duas. - Estive pensando que talvez tenha sido um pouco precipitado.

- Um pouco precipitado?

- Senti saudades.

Fecho um pouco os olhos, como se quisesse me proteger da escancarada ironia de toda a situação. Semanas atrás, teria dado meu braço direito para ouvir isso.

- Vamos lá, Lily - Amus continua com voz macia. - Cometi um erro. Sinto muito. Mas não cometa um também só por causa do seu orgulho.

Eu hesito. O comentário me pegou de jeito. Estou jogando fora algo precioso só por pura e simples teimosia? Afinal de contas, o que ele fez de errado? Ele não me traiu. Nós não tivemos uma briga horrorosa onde dissemos coisas horríveis. Ele apenas teve medo do compromisso, mas percebeu que cometeu um erro.

Bebo outro gole de champanhe e ele inclina-se na minha direção, pegando na minha mão. A sensação das pontas dos dedos dele acariciando a minha palma não é completamente desagradável.

- Posso levar você para jantar amanhã?

- Não, tenho um compromisso.

- Na semana que vem?

- Não, estarei fora a trabalho. Em Suffolk.

- Caramba, que diabos você vai fazer lá naquele fim de mundo?

- Estou trabalhando na propriedade Hogsmeade. De James Potter - acrescento, tentando impressionar. Consigo o efeito desejado.

- James Potter? Uau! - Amus diz incrédulo e chega mais perto.

- O que está fazendo?

- Organizo um baile para eles.

- É um projeto impressionante, Lily.

- Sim, é, bem, eu sou conhecida da família.

- É? - Sua mão começa a subir de mansinho pelo meu braço. - Você vê, Lily, eu sabia que tinha cometido um erro. É óbvio que você conhece todas as pessoas certas. - Ele sorri para mim de uma maneira que eu costumava achar absolutamente charmosa, mas agora já não tenho tanta certeza. - Deve ser um trabalho difícil. ouvi dizer que ele não é muito legal - continua Amus, recostando-se novamente no sofá e bebendo um golinho de champanhe. - Como está se dando com ele?

- Ainda não o vi. Ele está em Chicago. Mas, não, ele não é muito legal.

- Como sabe se ainda não o encontrou? - Amus pergunta em tom debochado, com um sorrisinho nos lábios. Ele começa a acariciar novamente a minha mão.

- Ele despeja inquilinos sem motivo aparente e deixa a propriedade com pouca verba para manutenção.

- Ele está dormindo com uma das advogadas dele, não está?

Olho intensamente para ele.

- Onde você ouviu isso?

- Ele encolhe os ombros.

- Por aí.

- E não estou nem estaria interessada em saber com quem ele está dormindo - respondo empertigada.

- Quer dizer que - Amus continua meloso - você tem que passar a noite na propriedade? Vou poder ver você durante a semana?

- Sim, vou dormir lá - digo ríspida, a mente ainda remoendo a situação. Amus e eu estamos voltando? Eu quero isso? A mão dele sai da minha palma e volta a subir pelo meu braço. É um gesto bastante hipnótico.

- Você não pode voltar durante a semana de jeito nenhum?

- Talvez possa. - Sua mão percorreu meus ombros e agora brinca com uma mecha do meu cabelo.

- Coitadinha de você. Deve ser horrível ter que jantar com todos aqueles caipiras. Diabos, sobre o que vocês conversam?

- Ah, besouros. Cultivo. Esse tipo de coisa.

Ele dá uma gargalhada de leve, pensando que estou brincando, e se inclina para me beijar.

- Que horrível. Não consigo imaginar nada pior do que isso - murmura. Neste exato momento meu celular toca e sou despertada do estado de transe que me encontro. Franzo a teste e pego o celular na mesinha. O visor mostra o número de Hogsmeade.

- Alô?

- Lily? É Will.

- Oi, Will, como vai? - digo com um certo alívio.

- Ótimo. Estou telefonando para saber a que horas seu trem chega na terça-feira. Eu vou buscá-la.

Reviro a minha bolsa em busca da agenda e digo o horário. Ele diz estar ansioso para me encontrar novamente e desliga.

Olho para o celular por um momento.

- Olhe, Amus, na verdade eu quero pensar a respeito dessa volta, OK? - digo com voz firme.

Ele parece suspeito, mas se recupera rapidamente.

- Claro, Lily! Claro. A situação deve parecer precipitada para você.

- Sim, parece. - Levanto e vou em direção à porta. Ele me olha por um segundo e me acompanha.

- Posso telefonar?

- Não, eu telefono para você. Não quero precipitar nada. - E, com um beijo na bochecha, eu o ponho firmemente para fora do apartamento.


Remus tem um ataque de raiva quando fica sabendo da visita de Amus, e eu bebo, apreensiva, o resto do champanhe. Estou contente por ter feito Remus virar uma taça primeiro.

- Ele parecia bastante arrependido - digo incerta.

- Amus? Arrependido? Lily, nunca, antes de hoje, estas palavras estiveram juntas na mesma frase sobre Amus sem "nem um pouquinho" entre elas.

- Mas ele estava! Qual seria o motivo de aparecer?

Remus bufa sarcasticamente.

- Provavelmente queria dar uma trepada.

- Bom, ele não ia conseguir nada disso aqui - respondo impertigada.

- Aconteceu alguma coisa?

- Não, nada! - digo abespinhada.

- Lily - diz Remus, sério. Ele consegue ler o que vai na minha cabeça como se fosse um livro aberto.

- Bom... poderia ter acontecido se Will não tivesse telefonado.

- Will? - ele guincha de excitação. - De Hogsmeade?

- Sim. Will.

- O lindo fazendeiro Will?

- Sim - digo meio irritada, arrependida de ter contado sobre ele tão cedo.

- Por que ele estava telefonando? Achei que você estava tratando tudo com Monty.

- Ele queria saber a que horas chego à estação na terça-feira.

- Ah, então é ele quem vai buscar você agora. E esse foi o motivo de nada ter acontecido entre você e Amus?

- Indiretamente, acho que sim.

- Não é isso o que Freud diria. Já vi tudo. Amus se aproxima para beijar você, o telefone toca e é Will. De repente não há mais nenhum clima. Sei, sei.

Caramba, ele estava assistindo tudo escondido atrás do vaso de plantas?

- Nada disso, Rem. Podia ter sido qualquer um ao telefone.

- Você acha que o Will gosta de você?

- Realmente, não sei.

- Deus, que excitante! E eu vou conhecê-lo na semana que vem!

Olho para ele, horrorizada. Tinha esquecido que Remus vai comigo a Hogsmeade na semana que vem, para me ajudar com todo o projeto. Isso não é um bom presságio. Remus gosta de imaginar que é um Cupido, com arco e flecha. Várias pessoas por aí já se deram mal por causa disso.

Eu o encaro com o meu olhar mais fulminante.

- Rem, você tem que esquecer o que eu falei sobre o Will.

- Ahh, deixa disso, Lily! Eu posso ajudar.

- O único modo de ajudar é esquecer tudo.

- Como é que eu posso esquecer tudo quando minha melhor amiga está apaixonada por um lindo fazendeiro que possui terras até onde a vista alcança?

- Não estou apaixonada por ele e, para sua informação, ele não é o dono das terras. James é o dono.

Ele franze a testa.

- Tem certeza de que se interessou pelo irmão certo? - E leva uma almofada no meio da cara.


Quando chego a Bury St. Edmunds na terça-feira à noite, o mesmo Land Rover cheio de lama está à minha espera do lado de fora da estação.

- Will! - digo, toda feliz, enquanto escancaro a porta e subo no carro. Como prêmio, ganho um beijo no rosto e um sorriso enorme.

- Como vão as coisas?

- Ótimas! Como vai você?

- Ótimo! Tudo pronto? - Ele liga o carro e partimos.

Batemos um papo sobre o tempo e passamos para o tema familiar.

- Como vai tia Flo?

- Ela e papai estão bem. - Ele me olha. - James volta amanhã.

- Volta? - digo, fingindo indiferença.

- Não se preocupe! - diz Will, que provavelmente percebeu uma sombra passar pelo meu rosto. - Provavelmente nós não vamos vê-lo muito!

Fico reconfortada pelo "nós" e sorrio.


Monty está a todo vapor no café-da-manhã no dia seguinte.

- Lily, querida - ele resfolga -, ainda bem que encontrei você. Will disse que você até Bury St. Edmunds. - Na noite passada, pedi a Will se poderia pegar o Land Rover empestado para ir à reunião com a empresa de toldos. Eles querem que eu aprove o design final da Grande Tenda.

- Hã, sim. Você precisa de algo?

- Posso ir com você?

- Claro!

- E Flo?

- Com certeza!

- Quando você vai?

- Meio que agora.

- Pegue meu carro, é o Jaguar velho. Dê a volta até a frente da casa que vou buscar Flo. - Devolvo as chaves para Will e pego a minha bolsa. - O carro tem seguro? - pergunto a Monty.

- Acho que nenhum de nós tem seguro, querida.

- Sim, todos os meus carros têm seguro contra terceiros - diz Will, sorrindo por causa do meu ar de preocupação.

- A propósito, Sra. Jones - digo -, meu ajudante, Remus, chega esta manhã. Ele vai entrevistar todos os artistas a partir das onze horas. Se ele chegar antes da minha volta, poderia, por gentileza, acompanhá-lo ao seu quarto? Ele vai passar a noite aqui.

- Claro - ela responde secamente, sem que seus olhos encontrem os meus. Acho que, bem lá no fundo, ela está encantada em saber que estarei fora a maior parte da manhã. Parece que a ideia dela de um dia feliz é um no qual pelo menos vinte quilômetros estejam entre nós.

Dirijo cuidadosamente o velho carro de Monty até a frente da casa e pouco depois surgem Monty e Flo, acompanhados por três cães. Eu me inclino, abro a porta do passageiro e Flo entra.

- Monty, você quer dirigir? - grito através da porta aberta.

- Eu não, querida. Você dirige, eu fico com os cães. - Ele espera até que os cachorros tenham se acomodado no banco traseiro e se espreme no meio deles.

- Bom-dia, tia Flo. Como vai você? - cumprimento.

- Bem, obrigada, querida, exceto meu joelho que incomoda um pouco.

- O que há de errado com ele?

- O que você disse?

- DISSE: O QUE HÁ DE ERRADO COM SEU JOELHO?

- Artrite, querida.

Monty faz um sonoro ruído de desdém.

- Artrite? Ela nem sabe o significado da palavra.

- Eu ouvi isso, Montgomery - diz tia Flo no assento dianteiro.

- Você deveria procurar o médico por causa dessa sua audição seletiva, não por causa de seu joelho.

- O médico meu disse que meu joelho deve doer muito. Mais doloroso que seu pé, eu diria.

- Seu pé? - olho para Monty, preocupada. E me arrependo quase imediatamente de ter perguntado.

- Um velho ferimento de guerra, querida. Mal posso andar por causa dele.

- Ferimento de guerra, humpf! Você caiu da escada da adega. Você estava bêbado.

- Desminta isso, minha senhora!

- Bom! - digo, sentindo que precisamos parar com este pequeno intercâmbio verbal antes que se desafiem para um duelo em cadeiras de rodas ou coisa parecida. - Os cães vieram conosco por algum motivo em especial, Monty?

Ele inclina-se entre os assentos dianteiros.

- Eles precisam ir ao veterinário. - Vejo que um deles é a pequena westie branca que vive sendo empurrada pelos outros.

- Qual o nome dela? - pergunto, apontando para a westie.

- Meg. Não está conosco há muito tempo. Um dos empregados a encontrou perambulando perdida. Quero que o veterinário a examine para saber se está tudo bem com ela.

- Coitadinha.

Monty e Flo parecem nunca ter problemas para conversar e, enquanto batem papo o tempo todo, eu vagueio entre as conversas, fazendo listas mentais sobre o que preciso fazer. Chegamos a Bury St. Edmunds e combinamos de nos encontrar ao lado do carro em uma hora. Passo os sessenta minutos seguintes olhando insegura para o desenho da tenda de circo e rezando fervorosamente para que tudo aquilo não desabe sobre a minha cabeça e as de quinhentos convidados. Volto e encontro Monty e Flo esperando por mim ao lado do carro.

- Como vai Meg? - pergunto enquanto entro no carro. Monty já está no banco traseiro, portanto presumo que ainda quer que eu seja a motorista.

- Completamente bem.

- O que é que você tem aí, tia Flo? - pergunto, apontando para a grande sacola de plástico enquanto puxo o cinto de segurança.

- Gafanhotos.

Pisco.

- Deus, desculpe, achei que você disse gafanhotos! - Solto o freio de mão, dou ré na vaga do estacionamento e saio dirigindo em direção a casa.

- Eu disse isso. São gafanhotos.

- Oh. E, hum o que vai fazer com eles?

- São para a minha tarântula de estimação.

Quase atropelo um punhado de pedestres.

- Sua o quê?

Ela me olha como se eu precisasse tratar de um problema auditivo. E depressa.

- Minha tarântula de estimação. Poppet. - Enquanto espero o semáforo abrir, olho rapidamente ao meu redor para ver se tia Flo não a trouxe consigo para dar uma volta.

- Poppet? Você nunca falou dela antes.

- A maioria das pessoas tem um pouco de medo dela. - Jura? Por que será? - Achei que você poderia se recusar a tomar chá comigo se eu contasse sobre ela. Pode ter certeza disso.

- Por quê? Ela está solta no seu quarto?

- Como, meu bem?

- EU DISSE: ELA ESTÁ SOLTA NO SEU QUARTO?

- Não, Poppet tem seu próprio aquário. Ela só sai de vez em quando. - Quando ela pede com jeitinho? para comer crianças?

- Jura? - digo com a voz fraca. Faço um esforço tremendo para conseguir dizer algo gentil sobre uma tarântula de estimação chamada Poppet. "Ela deve ser uma boa companhia" não parece combinar direito. Monty se mete na conversa antes que eu possa dizer algo:

- É melhor mantê-la presa quando James estiver por perto.

- Garanto que ela vai ficar presa.

- Se ela escapar, o mundo desabará sobre nós. James não sabe que Poppet existe - confidencia Monty. Olho para ele pelo retrovisor. Sorte do James.

- Não vou contar nada - prometo. - Talvez seja mais seguro manter Poppet presa, tia Flo, até todo mundo ir embora. - Principalmente moi.

Chegamos a casa por volta das onze e nós três, mais os cães entramos na cozinha, carregados de compras. Estou quase a dizer "Não derrube os gafanhotos!" para tia Flo, como uma piada, quando uma das guias de cães enrola-se nas suas pernas e ela perde o equilíbrio. Agarro a sacola como os gafanhotos, dou um pequeno suspiro de alívio quando vejo que ela se segura na mesa da cozinha e vou em sua direção para ver se está tudo bem. Então sou eu quem tropeça em um dos cães e despeja todo o conteúdo da sacola no chão. Olho incrédula por alguns segundos enquanto cem gafanhotos pulam para todos os lados, com a alegria de prisioneiros em fuga, sem serem capazes de acreditar na sorte que tiveram. Os minutos que se seguem são de puro caos: os cães escapam correndo em disparada, para todas as direções. A sra. Jones começa a gritar e sobre em uma cadeira enquanto Harry observa tudo absolutamente extasiado. O resto de nós fica de quatro no chão e tenta pegar os fujões.

- Maravilhoso! - grita Harry. - Ganho um trocado para cada um que eu pegar?

- Comece a apanhá-los, Harry - ruge sua mãe, empoleirada no alto da cadeira.

Normalmente, se alguém apontasse um gafanhoto para mim eu diria algo como "que bonitinho!", ou "isso não é um canapé?", ou outra bobagem do gênero. Eu nunca me jogaria ao solo e tentaria pegar uma dessas criaturas. Todavia, aqui estou eu tendo que apanhar cem destas pestes, todas elas movendo-se em alta velocidade em direção à liberdade.

Pego uma panela com tampa no corredor de pratos e começo a usá-la como uma prisão central. Pulamos por todos os lados, gritando uns para os outros, ofegando como loucos por causa do exercício, tentando pegar os malditos insetos. Até que uma voz paralisa a todos:

- QUE DIABOS ESTÁ ACONTECENDO? EU CONSIGO OUVIR ESSA GRITARIA DO MEU ESCRITÓRIO! - Todos paramos imediatamente e nos endireitamos.

Acho que James já está em casa.


Olá, olá! Meu Deus, eu sinto que não posto um capítulo há décadas. Realmente, me desculpem pela demora; eu estive em semana de provas, minhas férias acabaram de começar e eu tenho que terminar de assistir Supernatural, mal tive tempo pra comer e dormir, muito menos para entrar aqui. Enfim, o James finalmente chegou! Sim, sim, as coisas vão esquentar bastante agora. Então, o que acharam da volta do James, e do aparecimento do Amus? Quem é o favorito de vocês?

XOXO,
Joules