CAPÍTULO XI
Um James irritado passa os dedos pelo cabelo, cortado curto dos lados e longo no alto, à la Hugh Grant. Ele é alto, moreno e é parecido com o Will, mas tem um ar arrogante e pouco atraente. Está vestido com calças desbotadas de veludo cote lê vede-oliva e um suéter leve com as mangas arregaçadas. Noto que seus cabelos estão molhados. Deve ter acabado de sair do chuveiro, penso, ele acaba de chegar do outro lado do Atlântico.
Escondo minha mão com cinco gafanhotos se contorcendo, dentro do bolso do casaco e a aperto. Engulo em seco tentando não pensar em cocô de gafanhotos e os custos de lavagem a seco.
É impressionante como gafanhotos podem desaparecer rapidamente. Impressionante. Um deles deve ter gritado: "Depressa! Corram, rapazes! Corram e salvem sua pele!", e os outros seguiram o seu conselho. Na panela evem estar uns trinta, o que significa que uns setenta e poucos estão foragidos. E eu só vejo uns três.
Fico feliz em ver que James parece ficar perturbado ao me encontrar no meio do grupo. Ele vem na minha direção.
- Lily? É você mesmo? - diz surpreso. - Papai me disse que você ia voltar. É maravilhoso ver você novamente! - Isto é irônico, considerando o nosso último encontro, que não foi lá um dos melhores. Ele não pronuncia bem todas as letras, o que faz com que soe particularmente pedante. Está na cara que ele não sabe se me dá a mão ou não, mas como me pegou com a boca na botija e minha mão está segurando cinco gafanhotos, eu me antecipo e lhe dou um beijo na face. Ele parece sem graça com o cumprimento.
- Teve um bom voo? - pergunto depressa.
- Não dormi nada. Mas foi um bom voo, obrigado.
E só depois ele se inclina e beja seus parentes também.
Assim que os cumprimentos terminam, inclino a cabeça para um dos lados, ergo as sobrancelhas e assumo um ar inquisitivo, como se estivesse dizendo "mais alguma coisa?".
- Então, o que está acontecendo? - repete James.
Uma vez que James não sabe da existência de Poppet, eu gaguejo:
- Nós estávamos... hã... estávamos... hum... - estou tentando descaradamente ganhar tempo e todo mundo sabe disso. James faz com que eu me sinta incrivelmente nervosa. Talvez eu deva continuar nesse ritmo até que todos tenham esquecido a pergunta original. Acompanhamos os olhos de James enquanto ele vê um gafanhoto particularmente perigoso pulando atrás dos seus ex-companheiros de presídio sem muito entusiasmo.
- Fazendo uma corrida de gafanhotos! - intervém Monty.
- ISSO MESMO! - eu praticamente grito em admiração. Tenho que cumprimentar este homem, foi um golpe de mestre.
- Fazendo uma corrida de gafanhotos - diz James, sem acreditar muito.
- É isso mesmo - diz Monty. - Estamos fazendo uma corrida de gafanhotos. Todos nós. Exceto a sra. Jones, claro - A sra. Jones ainda está de pé na cadeira com um ar tão apavorado que não pode ser incluída sem levantar suspeitas.
- Bom, será que podem fazer uma corrida de insetos um pouco mais silenciosa? - ele pergunta secamente. - Tenho de voltar ao trabalho. Vejo todos vocês no jantar. Vai ser bom ficar a par das notícias, Lilian - ele diz tudo isso sem sequer a sombra de uma emoção na voz e sai da cozinha sem dizer mais nada.
Viro devagar para olhar os outros. Os gafanhotos que sobraram já fugiram há muito tempo.
- Pisei em um deles - diz tia Flo, parecendo perturbada.
- Flo, você ia oferecer cada um deles como jantar para uma aranha e está chateada porque pisou em um? - Monty pergunta, incrédulo.
- Sim, claro - ela responde, balançando a cabeça, pesarosa.
Mordo o lábio. Em algum lugar, um gafanhoto chilreia consigo mesmo. Olho em volta e todos começamos a dar risadinhas.
Remus chega um pouco depois. Nenhum dos membros da família está por perto e eu consigo levá-lo correndo para a sala de visitas sem interrupções. Faço um resumo da lista de artistas que precisa entrevistar e ele parece completamente horrorizado com o monte de trabalho que tem pela frente. Não estou com tempo nem vontade de amenizar a situação, de modo que dou umas palmadinhas no joelho dele e volto para a biblioteca e para o planejamento.
Mas esqueci como Remus leva a sério o quesito comida. Ele realmente acha que algo absolutamente terrível irá acontecer se ele ficar sem comer por mais de duas horas. Ele dorme com um pacote de biscoitos do lado da cama "só para garantir". (O quê? Caso apareça um ladrão com hipoglicemia?). Portanto, não me surpreendo que, durante o dia, ele tenha conseguido encontrar a cozinha e ficado amigo da pessoa mais importante da casa: Sra. Jones. É impossível lutar contra o charme dele. Quando chego à cozinha, na esperança de conseguir tomar um aperitivo antes de enfrentar minha primeira refeição com James, encontro Remus sentado à mesa com um pacote de biscoitos e uma taça de vinho. Não há dúvidas sobre o afeto que vejo nos olhos da Sra. Jones. Ele nem sequer está usando um porta-copos.
- Boa-noite, Lily! - ele diz alegremente, um sorriso cintilante no rosto. - Estava dizendo para a Sra. Jones como acho o campo um lugar excelente! Sabia que o correio chega até aqui e tudo? Maravilhoso! Biscoito? - ele oferece o pacote.
Abano a cabeça e faço cara feia. Remus esteve poucas vezes fora de Londres. Ele nasceu a poucos metros de distância da loja da Harrods e acha que as vacas só servem para aparecer nos comerciais de manteiga. Uma vez, alguém disse a ele que não havia caixas eletrônicos fora da capital e acho que ele acreditou.
- Como vão as coisas com os artistas? - pergunto. - Alguém que preste?
- Fantásticas! Gostei muito do homem das pernas de pau! Mas ele quase furou um olho no candelabro. Eu o contratei, mais uns malabaristas, um dos mágicos, um cara que faz um número de equilibrismo com uma bicicleta. Além dos outros que já haviam sido contratados. E não se preocupe, Lily, anotei tudo para você preencher suas santas tabelas.
Relaxo um pouco. Passei o dia todo resolvendo a comida e a bebida, chapelaria, banheiros e outros mil detalhes. Só a encomenda dos arranjos de flores para as mesas levou uma hora ao telefone. Ainda tenho que tratar dos detalhes práticos com a Sra. Jones, tarefa que não estou nada ansiosa para realizar.
Will e Monty aparecem pela porta dos fundos, com um ar fresco e energético, e declaram estar famintos o suficiente para comerem a mesa.
Faço as apresentações adequadas e os homens dão um show com seus apertos de mãos e palmadas nas costas (uma cena que sempre me faz sorrir, porque espero que eles comecem a cantar e dançar "I'm a lumberjack and I'm okay" com as mãos apoiadas nos quadris). Pego uma garrafa de cerveja para Monty e uma para Will na geladeira enquanto Remus olha envergonhado para a efeminada taça de vinho em sua mão.
- Então vocês se conhecem bem? - pergunta Will.
- Rem e eu dividimos um apartamento. - Posso sentir os olhos de Remus grudados em nós e teto ignorá-lo. Felizmente Monty puxa papo com ele, perguntando sobre os artistas entrevistados.
- Como foi seu dia, Lily? - pergunta Will.
- Bom. E o seu?
- Também foi bom. Mas suponho que você não teve muitas conversas sobre as colheitas, certo?
- Não muitas, não. Foram boas?
- As conversas ou as colheitas?
- Ambas.
- As colheitas estiveram na média e eu preferia muito mais ter uma conversa com você.
- Ah, eu não tenho muito o que dizer sobre colheitas, lamento - digo, corando um pouco. - Ou sobre quaisquer outros assuntos sobre a agricultura, para dizer a verdade.
- Graças a Deus! É raro encontrar alguém que não tenha uma opinião sobre a fazenda e como ela deveria ser administrada. Posso pegar mais uma bebida? - Ele indica meu copo vazio e se levanta.
- Obrigada - respondo e entrego meu copo. Remus me cutuca com o cotovelo e ergue as sobrancelhas sugestivamente. Dou uma fulminada nele com os olhos.
- Boa-noite a todos - diz uma voz baixa e autoritária atrás de nós. Giramos e vemos James parado na porta. Will vai cumprimentá-lo imediatamente.
- Oi, James! Fez boa viagem? - pergunta.
- Sim, obrigado. Como vai você?
- Bem. Quer cerveja? - Seus modos são frios e distantes e tenho a impressão de que nem tudo são rosas entre os dois irmãos. Will vai até a geladeira pegar as bebidas e Monty faz as apresentações entre Remus e James.
- Como vão as coisas na fazenda? - James pergunta a Will enquanto ele entrega a garrafa de cerveja. Will me olha.
- Nada a informar - é a resposta breve de Will, que me entrega o copo cheio. James senta-se à mesa.
- E então, Lilian, como vão os preparativos para o baile? Devo dizer que fiquei surpreso quando papai me disse que você era a organizadora.
- O baile vai bem. Estamos indo muito bem - respondo com firmeza.
- Quando vai ser? - ele pergunta.
- No sábado, daqui a quinze dias.
- E quando começa a verdadeira bagunça da montagem?
- Poucos dias antes quando a tenda principal for montada.
É muito esquisito conversar tão formalmente com um homem que eu conheci tão bem. Sei sobre a cicatriz que ele tem na barriga da batata da perna, causada pela remoção de uma verruga. Sei que ele absolutamente detesta cogumelos, a menos que estejam em fatias finas. Sei que ele quer sempre ser o peão vermelho quando joga Banco Imobiliário. Eu o vi chorar até dormir quando seu primeiro cachorro morreu. E aqui estamos nós, conversando como se só tivéssemos nos conhecido esta manhã.
Pensando nisso, digo repentinamente:
- Você esteve no lançamento do tênis Zephyr há alguns meses. - Não quero deixar o acontecimento passar despercebido. Afinal de contas, não somos mais crianças.
Ele hesita por um momento.
- Sim, estive. Foi sua empresa que organizou o evento?
- Na verdade, fui eu.
- Foi? - Ele me olha, intrigado. - Você estava lá?
- Sim, vi você.
- Você deveria ter falado comigo.
- Eu ia, mas você pareceu não ter me reconhecido.
- Bom, não se ofenda, mas, na última vez em que a vi, você tinha onze anos.
- Ah. - Sinto-me muito boba e toda a minha indignação desaparece. Sou uma idiota. Poderia jurar que ele havia me reconhecido, mas agora está explicado o porquê de ele não ter dito nada.
Tia Flo e é uma distração bem-vinda, flutuando sobre nós como uma flor rara no meio de uns arbustos agrestes. Remus está visivelmente encantado em encontrar alguém tão exótico, e eles trocam cumprimentos barulhentos.
El vem em nossa direção e pousa suavemente a mão no ombro de James.
- Já parou de viver naquele ritmo de trabalho horroroso, James querido?
Ele sorri para ela e toma um gole da garrafa de cerveja.
- Estou pronto para conversar sobre o que você quiser, tia Flo.
Ela se senta na cadeira ao lado.
- Você sabe que nunca vai arranjar uma namorada a sério enquanto trabalhar tanto.
- Não sabia que queria uma.
- Parece-me que ouvimos boatos sobre você e uma jovem advogada. - Os olhos dela cintilam alegremente na direção dele.
- Foi? - Os olhos dele sorriem de volta, mas seus lábios estão apertados.
- Você está namorando alguém, Lily? Não perguntamos isso! - diz tia Flo.
Assusto-me com a repentina mudança do foco para a minha pessoa.
- Hã, acabo de sair de um relacionamento, tia Flo. - Droga, isto soa terrivelmente sério, como se fosse um noivado ou algo parecido. - Mas não era nada muito sério - acrescento depressa -, foi mesmo um namorico! - a palavra "namorico" fica pairando alegremente no ar. Como um tom meio que de vagabunda. - Ele trabalhava muito - tento explicar. - Era Amus Diggory. O filho de David Diggory, da empresa de seguros? - Agora parece que estou me exibindo. Pelo amor de Deus, alguém me dê um tiro.
- Eu os conheço! - diz Monty. Deus o abençoe. - Uma empresa importante na cidade!
- É deles! - digo aliviada e tomo um gole enorme de cerveja.
- E a viagem foi bem-sucedida, James? - pergunta Monty, mudando de assunto, já que percebeu meu desconforto.
- Acho que sim. Alguns dos principais executivos da empresa voarão para cá na semana que vem para acertar os detalhes.
Ele continua explicando um pouco mais sobre a viagem de negócios, mas tem plena consciência de que há estranhos na casa e olha para mim de vez em quando. Tomo tanto cuidado na presença dele que estou quase perdendo a respiração, e luto contra o desejo de cruzar os braços na minha frente como forma de autoproteção.
Will ajuda a me distrair da ansiedade crescente.
- O que temos para jantar, sra. J? O que é que cheira tão maravilhosamente bem? - ele pergunta enquanto descasca o rótulo da garrafa de cerveja.
A sra. Jones não perde tempo em retirar uma travessa do fundo do forno. Todos fungamos, cheirando o ar como em um comercial. Ela coloca a travessa na mesa.
- O Sr. Remus diz que é vegetariano, portanto eu fiz um cozido de feijão.
Há um silêncio incômodo. Vegetariano é um palavrão nesta casa. Aperto os olhos e encaro Remus fixamente. Até ele tem um ar horrorizado. Nunca alguém tinha levado tão a sério o que ele diz sobre ser vegetariano.
- Cozido de feijão? - Will pergunta com desdém.
- Tem certeza de que você é vegetariano? Será que não quis dizer vegetariano irlandês? Ou talvez você não seja mesmo vegetariano?
- Hã, bem. Eu achei que era. Mas, sabe como é, nunca se pode ter certeza. - Agora a sra. Jones também o está encarando. Ele olha para mim e para ela, dividido entre as duas mulheres iradas. E, sensatamente, escolhe o lado da que pode deixá-lo mais infeliz.
- Mas cozido de feijão é o meu prato favorito!
- Parece que alguém vomitou no meu prato - diz Monty quando recebe a sua porção. Ele é o único na cozinha que pode dizer uma coisa dessas, mas a sra. Jones o fulmina com o olhar. Tento não cair na gargalhada.
- O que Harry vai comer? - pergunta Will, salivando. - Ele também vai comer isso?
- Iscas de peixe.
- Ooh, iscas de peixe.
- Will, a Sra. Jones teve um trabalhão para fazer com que um de nossos visitantes se sentisse em casa - diz James. Por causa desse comentário condescendente, Will fulmina James com os olhos.
- Então, Lilian. Você deu uma olhada na fazenda? Parece com o que você se lembra? - James sorri para mim.
- É exatamente igual ao que me lembro - é a minha resposta seca.
- Precisamos ir visitar o lago enquanto você estiver ir. Costumávamos ir pescar lá um bocado.
- Mesmo? - pergunto educadamente. Não dá para entrar em uma conversa gentil sobre lembranças do passado com James como se nunca nada tivesse acontecido. Ele vai ter que achar uma maneira mais direta de apaziguar sua consciência, se é que quer fazer isso. Como pedir desculpar.
James nota minha frieza e muda para outro assunto.
Apesar do cardápio vegetariano forçado, o jantar é animado. Monty abre algumas garrafas de vinho e a conversa flui junto com ele. Estou sentada entre Monty e Will, que é, sem dúvida, um dos melhores lugares da casa.
James pergunta de repente:
- A propósito, queria perguntar... algum dos gafanhotos da corrida escapou?
Ele encara alternadamente a mim e Monty. Will e Remus estão intrigados.
Pensando que Monty pode ceder com a pressão, eu tomo a dianteira.
- Nós os soltamos no jardim, não foi, Monty? - Monty acena depressa com a cabeça. - Por quê? - pergunto, lamentando tê-lo feito assim que a frase sai da minha boca.
- Acho que continuo ouvindo-os.
De repente todos nós começamos a ter problemas auditivos.
- Ouvi-los?
- Você disse gafanhotos?
- Eu não ouço nenhum, e você?
- Como?
- Sobre o que vocês estão falando?
Olhamos todos para ele.
- É uma espécie de cantoria. Como o som que os gafanhotos fazem. - Ele olha para o nosso pequeno grupo.
Há uma breve pausa enquanto subconscientemente nós nos reagrupamos.
- Zumbido! - exclamo e sou aplaudida. - ZUM-BI-DO - repito, um pouco mais alto. Afinal de contas, ele tem um problema de audição.
- Zumbido? - ele pergunta.
Todo mundo vê a oportunidade e aproveita para meter a colherzinha.
- Provavelmente por causa do estresse.
Sininhos nos ouvidos.
- Você anda trabalhando demais.
- Celulares podem causar problemas terríveis.
De repente, a sobremesa é motivo de absoluto fascínio para todos. Como se nunca tivéssemos comido um sorvete como aquele.
- O sorvete está delicioso, sra. Jones! - exclamo.
- Absolutamente maravilhoso! - diz tia Flo, comendo com gosto.
- Onde a senhora o comprou, sra. Jones? - pergunta Monty.
A sra. Jones parece confusa.
- Comprei no supermercado. É feito pela Wall's - a voz dela tem um tom de incredulidade.
- É porque ele é tão... tão... tão cremoso.
Neste momento James pede licença, dizendo que precisa trabalhar mais um pouco. Eu relaxo visivelmente.
- Mudando de assunto... como vai a querida Dora, Lily? - pergunta Monty. - Ela tem namorado?
- Dora? Nããão. Dora está bem casada com a carreira dela, não tem tempo para rapazes.
- Você a vê sempre?
- A cada duas semanas, mais ou menos. Mas ultimamente temos andado muito ocupadas, e já faz um bom tempo que não nos vemos.
Monty baixa a voz e a conversa continua atrás de nós.
- Senti a sua falta e de Dora quando vocês partiram. Acho que os meninos também sentiram - ele acrescenta apressado.
- Sim, foi uma pena termos perdido contato.
Ele sorri e olha para suas mãos.
- Também acho, mas algumas coisas ficam melhores quando ficam para trás. Conte mais sobre você e sua tia Winnie.
Começo a contar sobre a tortura dela ao vigário, mas fico pensando no comentário de Monty. Algumas coisas ficam melhores quando ficam para trás. Que diabo ele quis dizer com isso?
N/A: E aqui vai um pouco mais de James Potter para vocês! Não tenho muito o que falar, além de que fiquei muito lisonjeada com todas as pessoas que favoritaram e/ou seguiram a fanfic desde o último capítulo postado. Sério, eu não poderia ter ficado mais feliz. De qualquer maneira, tem alguém aí que assista Supernatural também?
Svelis: Hey there! Primeiramente, seja bem-vindo(a) a fanfic! Segundo, muito muito muito obrigada pelos elogios e por contar tudo aquilo, eu fiquei muito emocionada. Bem, na verdade, "A Vida É Uma Festa", como eu mencionei no início da fic, é uma adaptação de um livro que eu li há um tempo e relacionei à Jily (acontece que tudo o que eu leio/assisto/faço acaba sendo relacionado à Jily em algum momento), e resolvi transformar em fanfic. Então, sim, há vários "OCs", simplesmente porque já estavam na história original e eu teria muito trabalho para tirá-los ou modificá-los, e provavelmente perderia o rumo da história. Existem várias adaptações de livros para fanfics, até mesmo autores no fanfiction net que são especializados em fazer isso (minha favorita é a "Nick Crawford", só para constar). Eu me lembro bem da minha primeira UA, e tenho que dizer que foi amor a primeira vista. Espero que a partir daqui você leia outras! PS: James é maravilhoso, sim!
IBlackI: Olá, querida, seja bem-vinda! Vamos ser sinceras, sim? Quem não ama o James? Apesar de o Sirius ser o meu favorito de toda a série, o James encanta qualquer uma, hehe.
Anne Maria Le Clair: Aaah, que bom te ver de novo, estava com saudades! Sim, o James chegou para sua felicidade hahaha. Eu vou viajar e talvez não consiga atualizar com a frequência ideal, mas não desista da fic, sim?
Beijinhos e até próxima,
Joules
