CAPÍTULO XII
Na sexta-feira de manhã levanto cedo, com a cabeça a mil por hora, pensando nas coisas que devo fazer. Rose e Mary vêm para uma nova reunião e por isso tomo um banho rápido e visto um elegante terninho risca-de-giz. Pego meu bloco e anotações, encontro Meg, a westie, esperando por mim do outro lado da porta do quarto e vamos juntas para a cozinha.
- Bom-dia, sra. Jones! - sorrio delicadamente para ela.
- Bom-dia, Lilian.
- Como a senhora está nesta linda manhã? - ela me encara.
- Ocupada. Tenho um monte de coisas a planejar com toda a confusão que vem por aí.
Ah.
- E, ainda por cima, tenho que ir até Bury St. Edmunds.
Muito provavelmente para uma reunião no Clube da Câmara de Tortura. Eles devem se reunir às sextas-feiras na prefeitura.
- Eu tenho que fazer compras - ela diz enfaticamente, e me dá outra encarada.
O café-da-manhã é uma questão de sorte na casa dos Potter. Tudo depende muito do estado de espírito da cozinheira, e nesta manhã, pelo monte de caixas de cereais na mesa, acho que é um dia "ruim". Encho uma tigela e mastigo, tentando desesperadamente acordar.
- Bom-dia, Lily! Bom-dia, sra. Jones! Como estão todas? - Remus entra valsando, com um visual horrivelmente bem-disposto e desperto. - Lindo dia, não é?
- Dormiu bem, Remus? - pergunta a sra. Jones.
- Sra. J., não fazia a mínima ideia de que o campo fosse tão barulhento. Parecia que meio zoológico estava debaixo da minha janela. E, de repente, ouvi um grito horroroso no meio da noite. Pensei que você estivesse sendo estuprada e assassinada, Lily! Estava pronto para correr para o seu quarto com a minha nécessaire quando percebi que o barulho vinha do lado de fora.
- E se eu estivesse do lado de fora, sendo estuprada e assassinada?
- Oh. Não pensei nisso. Mas está na cara que não era você, certo? Porque cá está você, linda, leve e solta. Bom, talvez não muito linda. Nem leve. Mas pelo menos você está aqui, não está? - Ele sempre me provoca de manhã, porque sabe que não tenho energia para retrucar.
- Provavelmente foi uma vaca - diz a sra. Jones.
- Oh, então ela estava procurando você, Lily! - diz Remus com sua cara de rá-rá-rá. Eu não faço nenhum rá-rá-rá de volta. A sra. Jones já parece pensar que sou meio oferecida mesmo. Ela tem dado umas olhadelas suspeitas para mim e Will nestes últimos dias.
- O que você quer que eu faça hoje? - pergunta Remus.
- Ah, uns bicos. Preciso resolver o problema da eletricidade, por isso você precisa ligar para todos os fornecedores e descobrir o que eles pensam. Também preciso de uma planta interna da tenda principal. Na verdade eu tenho uma lista de coisas para você fazer. - Tiro a lista da prancheta e dou para ele.
Harry entra enquanto estou dizendo tudo isso, senta-se à mesa e pega o cereal.
- Você pode me ajudar hoje, Harry? - pergunta Remus. - Em troca de algum dinheiro para a arrecadação de fundos?
- Ooh, sim, por favor!
- Então precisamos pôr as nossas perninhas pra andar!
Minha reunião com Rose e Mary dura a manhã toda. Elas saem por volta da uma da tarde, e depois de ter respondido a uma dúzia de e-mails sobre a Festa Nórdica do Gelo vou até a cozinha procurar pelo almoço. Não há ninguém por perto, sendo assim, faço um sanduíche de presunto e sento-me a mesa para comê-lo. Depois, pensando melhor, pego o sanduíche e saio. Não vi nossa velha casa desde que voltei a Hogsmeade e tenho um súbito impulso de fazer isso. Começo a subir a colina em direção à casa, comendo o sanduíche.
No alto da colina, depois de cinco minutos de caminhada em bom passo, minha antiga casa aparece e eu paro para retomar o fôlego. A casa é feita de madeira preta e branca e está aninhada ao lado do bosque, o que sempre fez com que o meu quarto e o de Dora, que ficavam na parte de trás da casa fossem ambientes extremamente sombrios por causa da falta de luz. Costumávamos contar histórias de terror uma para a outra à luz de lanternas, escondidas debaixo das cobertas, e depois ficávamos petrificadas de medo o resto e insistíamos para que Hector, o gato, dormisse conosco (embora agora, anos depois eu não tenha muita certeza de que ele seria útil caso aparecesse um lobisomem, a não ser para servir de aperitivo antes do prato principal).
No verão, James costumava jogar pedrinhas na nossa janela no meio da noite, e eu me vestia depressa, com roupas que já havia separado, saía pela janela, caminhava pelo telhado da garagem e íamos pescar juntos sob a luz do luar. Eu acho que ele sabia que eu tinha medo dos bosques quando ele não estava por perto, porque sempre esperava que eu escalasse tudo até chegar à janela do meu quarto, e nunca ia embora antes que eu entrasse e acenasse um adeusinho.
Vou até a porta da frente, com mais algumas lembranças, e tento espiar através de uma das janelas da frente sem matar os atuais moradores de susto. Para minha surpresa, a casa está vazia. Encosto o rosto contra uma janela suja e vejo as salas empoeiradas e vazias, com uma caixa velha e um jornal aqui e ali. Há um ar de tristeza por todo lado. Fico arrepiada e me viro para ir embora.
Will está com um humor de cão quando chego, porque James deu-lhe uma ordem imperial para fazer chá. Ele bate chaleiras e xícaras furiosamente. O racionamento está em pleno vigor em Hogsmeade porque, depois da minha primeira xícara, sou informada com firmeza pela sra. Jones que aquela era a minha cota.
Portanto, quando Remus decide que precisa muito de um cigarro, eu saio com ele, aliviada. Mergulhamos no agradável ar do fim da tarde e caminhamos preguiçosamente pelo jardim murado. O jardim murado era um dos meus locais favoritos quando criança, e só o redescobri dias atrás, quando estava fazendo a marcação para a renda. Parece que o local foi entregue à própria sorte há um bom tempo. Alguém cortou a grama recentemente, mas, tirando isso, o caos reina supremo nos canteiros de flores. Pode-se encontrar todo tipo de surpresas. Um pé de lavanda aqui e uma figueira rebelde ali. É lindo. Se tivesse tempo, teria muito prazer em descortinar os tesouros que o jardim tem a oferecer. Lembro que Elizabeth Potter passava horas ali.
Remus acende o cigarro e traga fundo até que a fumaça chegue às suas botas.
- Meu Deus, que maravilha! Só fumei três cigarros desde que cheguei aqui!
- Então decidiu se vai largar o emprego?
- Bom, tirei estes dias como férias. Mas posso pedir demissão na semana que vem, antes de voltar para ajudar você.
- Você não tem que trabalhar durante o aviso prévio?
- Em geral eles nos mandam imediatamente para casa, mas eu tenho duas semanas de férias vencidas, caso eles não façam isso. - Ele dá outra tragada funda. - Sabe-se lá como eu vou aguentar a semana anterior ao baile com poucos cigarros!
- Pode ser uma boa oportunidade para parar de fumar - digo enrolando uma folha no dedo. Remus vive falando sobre o quanto gostaria de deixar de fumar.
- Mas assim eu vou engordar! Vou passar o dia todo comendo batatas fritas.
- Uns quilinhos a mais podem fazer bem, a longo prazo.
- Ah, desiste, Lily. Para você está bem, você não está namorando com... - ele interrompe de repente.
- Ninguém? E você está? - pergunto de modo inocente.
Ele abre a boca, hesitante.
- Na verdade, Lily, tem uma coisa, ou melhor, alguém, sobre quem gostaria de conversar a respeito...
Mas ele não continua, porque de repente ouvimos vozes se aproximando.
- O cigarro - censuro Remus.
O que Remus deveria ter feito neste momento era ter jogado o cigarro no canteiro e esperado que ele não pegasse fogo. Mas esta, claro, seria a maneira inteligente e madura de fazer a coisa. Em vez disso, Remus entra em pânico e dá o cigarro para mim (acho que vamos discutir isso inúmeras vezes até o fim das nossas vidas), e eu sou burra o suficiente para pegá-lo. Todos nós fomos severamente avisados pelo Moody para não fumar perto de clientes. Sob ameaça de acabarmos no seguro-desemprego. Ele acha que fumar é a coisa mais repugnante que um funcionário de uma empresa de catering poderia fazer. Remus sabe que não continuará empregado por muito tempo se Moody descobrir que andou fumando na frente de clientes. Neste momento, James e um jovem de óculos com um ar muito sério, viram a esquina e entram no jardim murado. Eles vêem esta linda cena à sua frente. Piso depressa no cigarro, mas depois penso bem e, caso o Rei e Senhor da Mansão resolva implicar, pego a bituca.
- Lilian. Remus - diz James suavemente.
- Oi! - digo sem graça, alternando o peso do corpo em um pé e depois no outro, como se tivesse doze anos e fosse pega fazendo arte nos fundos do barracão da casa.
- Não sabia que você fumava, Lilian.
- Hã... hã... hã... - Os três homens me encaram, atentíssimos a cada "hã" que eu faço. É um momento como esse que eu desejo ser francesa. Bastava encolher os ombros, entortar a mão, manter a pose e fazer uma careta sem ter que explicar nada.
É claro que Remus acha que precisa ajudar e diz:
- Como uma chaminé! - e sorri.
Pronto. Chega. Recuso-me a ser amiga de Remus por mais um dia.
James me encara por um segundo, como se estivesse tentando encaixar esta informação no que sabe a meu respeito, e depois se vira para o jovem ao lado dele.
- Desculpe, não apresentei você. Sam, estes são Lilian e Remus. Estão aqui para nos ajudar com o baile de caridade. Lilian morou na propriedade quando éramos crianças. Este é Sam, um amigo meu que trabalha na empresa.
Sam sorri e estende amigavelmente a mão para nós dois.
- Eu também fumava. Cerca de dois maços por dia - completa.
- Verdade? - retruco educadamente, resistindo ao impulso de dar uma canelada nele.
- Nunca vi você fumando, Lilian - diz James. Ainda estamos falando nisso?
- Estou tentando parar! - improviso depressa. James ergue as sobrancelhas.
- Isso é bom - diz de modo encorajador.
- Sim. Não é? - E por que não mudamos de assunto?
- Fico feliz em saber que você está tentando dar um chute nesse vício. - Sam segura meu braço e me dá um olhar de compreensão. Não é no vício que eu queria dar um chute.
- Então, Lilian, você volta para Londres esta noite? - pergunta James.
- Hã, sim - respondo, ainda fervendo de raiva. - Vamos os dois mas voltaremos para uns dias na semana que vem, e depois durante toda a semana antes do baile.
- Bom, se não os vir mais tarde, façam uma boa viagem.
- Obrigada - murmuro.
Os dois se afastam e eu ouço suas vozes sumindo:
-... Bom, se os americanos mantiverem a promessa de...
- Seu grande imbecil! - digo no mesmo instante em que os dois desaparecem e olho para Rem, que está gargalhando silenciosamente, com o rosto enfiado no casaco.
- Deixa disso, Lily. Foi muito engraçado!
- Rem! Você é completamente irresponsável! - digo zangada.
- Eu? Irresponsável? Que bobagem! Eu vivo para a responsabilidade. Fui o monitor do leite na escola. E, além disso, antes você do que eu. Moody pode me despedir mais facilmente do que a você.
- Ele já acha que eu causo problemas em demasia. Estou tentando dar um ar...
- O quê?
- Não sei. De compostura? De sofisticação?
- Mas você não é nada disso - Remus parece confuso.
- Eu sei disso - sibilo entre dentes -, mas ele não sabe. E se ele comenta algo sobre o cigarro com Moody, eu serei linchada.
Remus põe a mão no meu braço, olha profundamente nos meus olhos e diz com uma voz compungida:
- Fico feliz em saber que você está tentando dar um chute nesse vício.
De repente começo a rir. Saímos juntos do jardim e eu esqueço completamente de perguntar a Remus o que é que ele queria me contar.
Remus desaparece a maior parte do fim de semana, e eu tenho que estar presente na Festa Nórdica do Gelo de Lady Boswell, que corre surpreendentemente bem. Sean e Oliver aparecem e brigam imediatamente, o que acaba sendo uma bênção disfarçada, porque ignoram um ao outro durante o sucesso da noite. O bar de gelo e o escorregador dos copos de vodca são um enorme sucesso, e o único senão da noite toda aconteceu quando Lady Boswell conseguiu prender o braço em uma escultura de gelo. Foi ela quem resolveu andar pela festa com a pele à mostra quando avisamos todo mundo dos perigos da proximidade com o gelo, e não pode nos responsabilizar por isso.
O início da semana passa em grande velocidade, num borrão que incluía Edgar, fitas, flores e café. E, já que tenho um monte de visitas a fazer nas próximas semanas, consigo convencer Moody a alugar um carro para mim.
Volto para Hogsmeade na quinta-feira. Na quarta à noite faço as malas e saio de Londres no meu novo Smart para ficar com tia Winnie antes de seguir viagem para Hogsmeade no dia seguinte. Tia Winnie vai ser a anfitriã de um jogo de cartas na casa dela. Ajudo a preparar sanduíches para todos, porque aparentemente é impossível que eles parem para comer algo. Passo o resto da noite enfiada no meu quarto com Snuffles e uma pilha de revistas Good Housekeeping.
Na manhã seguinte, me enrolo em um velho roupão estampado e, quando chego ao andar de baixo, descubro que tia Winnie e Snuffles já foram até a cidade comprar jornais e pão. Encho uma xícara com chá e ando pelo jardim, sentindo o calor do sol em meu pescoço. Um latido alto me avisa de que Snuffles oltou para casa, o que nem sempre significa que tia Winnie também voltou. Rodo sobre os calcanhares e vejo-o em disparada na minha direção, seguido de perto por tia Winnie, ofegante. Ela acena com a mão. Eu aceno de volta. Ela acena novamente. Franzo a testa. É um pouco cedo pra ficar fazendo micagens, não é? Aceno de novo, de um modo meio entediado e ela acena de volta furiosamente. Demoro até descobrir que ela não está apenas matando o tempo.
- Tia Winnie? - grito. - Você está bem?
Ela parece incapaz de falar, mas a colina depois da cidade é muito íngreme e ela está longe de ser uma atleta. Continua a agitar o jornal de modo meio alucinado. Finalmente chega perto de mim e, no meio de bufadas e resfolegadas, entrega o jornal. É um exemplar do Telegraph. Olho pra a manchete: GREVE DO METRÔ PARALISA A CIDADE.
- Hã, eu posso ir de ônibus para o trabalho, tia Winnie. Não é nenhum problema.
Ela range os dentes e balança a cabeça impacientemente. Inclina o corpo para a frente, coloca uma das mãos na coxa ainda tentando recuperar o fôlego, e com a outra mão faz o número dois. Pelo menos é isso que eu acho que está fazendo - pode muito bem estar só sendo mal-educada.
Vou para a página dois. Uma manchete de meia página grita: AQUISIÇÃO HOSTIL DE FÁBRICA POR POTTER FOI POR ÁGUA ABAIXO.
- Oh, meu Deus! - digo para tia Winnie.
Ela faz um gesto impaciente para que eu continue lendo. E eu continuo.
Novas revelações sensacionais foram a diferença para James Potter entre fazer um negócio ou ver tudo cair por terra. Um banco de investimentos americano não identificado decidiu apoiar a fábrica que Potter tentava adquirir depois que algumas revelações sobre seus negócios e sua ética pessoal levaram o banco a acreditar que várias das promessas e condições da venda não seriam cumpridas. "Este é um homem", diz uma fonte próxima da família Potter, "que despeja seus inquilinos de sua própria família cair aos pedaços. Ele também dorme com a advogada que cuida dos negócios da família; portanto, não esperem muita coisa dela também".
- Oh, meu Deus - repito. Desabo sentada na grama debaixo da macieira. Noto, distraída, que a grama ainda está úmida do orvalho.
Tia Winnie, que neste meio-tempo conseguiu recuperar o fôlego, ajoelha ao meu lado.
- Tudo isso é verdade?
- Sim, é, mas o jornal faz com que pareça horrível. Mas não sei nada sobre essa advogada. Acho que tia Flo falou algo sobre ela na noite anterior. Mas o que interessa se ele dorme com ela ou não? Não tem nada a ver com a aquisição.
- Penso que a situação é parecida com a dos políticos e suas vidas pessoas. Pode-se dizer que não tem nada a ver com o trabalho que fazem, mas forma-se uma ideia a respeito da integridade deles.
- Acho que sim. Não sou a maior admiradora de James, mas isso tudo é horrível. Acho melhor ligar para Hogsmeade, isso pode afetar o baile de alguma maneira.
Levanto do chão, decidida, e entro em casa. Meu celular toca e eu salto para atender, com o estômago embrulhado. Tenho uma sensação ruim a respeito da ligação, não sei por quê. É Will.
- Oi! Você viu o jornal? - pergunto ansiosa.
- Sim recebemos o jornal faz uma hora. Lily, acho que você devia vir para cá... - a voz dele soa distante e fraca.
- Estava pronta para sair. É horrível, não é?
- É sim. Na verdade, é pior ainda, porque James diz que sabe quem é o informante.
- Verdade? - respondo.
- Sim. Ele diz que é você.
Como vocês podem ver, eu não consigo ficar longe da minha fanfic, estou atualizando direto da Argentina! Enfim, uma questão que vem surgindo bastante nas reviews é se Sirius Black vai aparecer no decorrer da história. Eu quero que vocês entendam que o Pads é meu personagem favorito da saga inteira e todos os personagens que eu poderia substituir para ser ele nunca me parecem bons o suficiente. Até porque o James não tem exatamente muitos amigos, e para a Lily a cota já deu, já temos Edgar e Remus. Lembro de novo que isso é uma adaptação, então eu tenho que simplesmente esperar que apareça algum outro personagem que seja parecido com o Sirius original. Caso isso não aconteça, eu simplesmente vou colocá-lo em alguma cena pequena, por mais que não seja o que eu queria. Agora, vamos às respostas:
LaahB: Ai, eu também não aguento ficar longe de vocês :c Eu adoro a Nick Crawford, estou sentindo saudades dela, ela não atualiza as fanfics há semanas, né?
Svelis: Espero que goste de outras UA! Pois é, o James é um amor, mas a Lily vai perceber isso já, já. A respeito do Sirius, eu respondi logo acima, e eu também tenho uma atração enorme pelos Black. Depois dos Marotos, o Regulus vem logo depois na minha lista de personagens favoritos em Harry Potter. E, por fim, sobre o Will... acho que vamos ter uma reviravolta na história; como eu digo no resumo, a visão da Lily talvez não esteja completamente correta.
IBlackI: Que bom que você está comentando, então. Estarei de esperando!
XOXO,
Julie Patootie
