Claro que não estava saindo com Motoki. Ainda assim, Usagi se deixou sentar na cama tal qual uma criança esperando punição. Se houvesse sido mais sincera com o marido, ou até se houvesse esperado mais dele, a situação não chegaria tão longe. Mamoru tivera as mesmas desconfianças e nada fizera de represália; o divórcio havia sido sugerido tão somente em razão de seus pais. Sentiu-se estranha ao perceber que lhe fora perdoada uma traição – mesmo esta nem haver existido. Queria dizer que aquele era mesmo um casamento de mentira? Ou que o marido estava disposto a aceitar até aquilo?

Olhou para a entrada do quarto. Acabara de ouvir a porta do banheiro, onde Mamoru estava tomando banho quando ela chegara do trabalho. Não demoraria muito para o confronto. Tentando não fechar os olhos, ela fez uma contagem silenciosa enquanto os passos se aproximavam.

- Ah, você está aí.

Mamoru se encontrava com os cabelos molhados e apenas vestia o short do pijama. Passou a toalha que envolvia seu pescoço para se secar mais e correu até uma gaveta de onde retirou uma regata preta.

Tentando se focar em por que estava sentada ali tão formalmente, Usagi inspirou fundo antes de falar:

- Precisamos conversar, né?

Já vestido, ele assentiu com alguma hesitação. Então, olhou para a tela de seu celular por um momento. Estaria pensando em quê?

- Eu acredito em você – ela começou a dizer. – Acredito que você e a Reika... Bem, quero que acredite também sobre o Motoki. Somos amigos, cada vez mais próximos. Mas nada além.

- Estava com ele agora?

- Não interessa. – Usagi sentiu seu rosto queimar de aborrecimento. Ainda assim, forçou-se a recuperar a calma; não era bom deixar emoção nenhuma chegar à superfície. Virou a cara, mas acabou por responder: – Mas não estava não. Motoki é outro ingrato que só vinha causando problema na própria vida. Pode ligar pra empresa, eu saí há pouco de lá.

Para a sua surpresa, o que se seguiu foi um som de risada.

- Não creio que me dariam essa informação. – Mamoru riu mais um pouco antes de continuar: – Já devia ter imaginado.

- Como assim?

- Leia – assim dizendo, ele lhe mostrou a tela de seu celular.

Sentia-se confusa com o pedido, por isso foi preciso que o outro insistisse no gesto para Usagi acatar. Por que ela precisava ler aquilo? Já havia dito que acreditava. Não obstante todas as dúvidas que ainda se fixavam em sua mente – Shin havia visto os dois juntos em um café! – Usagi decidira acreditar.

Quando percebeu a impaciência na expressão de Mamoru, ela assentiu apologeticamente e estudou a tela do aparelho. A primeira coisa que lhe saltou aos olhos era o que já devia estar esperando: tratava-se de uma mensagem escrita por Reika. Claro, os dois se comunicavam até mais que Motoki e Usagi. Apesar de sabê-lo, ainda sentiu a garganta seca com a confirmação. A mensagem, contudo, negava qualquer insinuação. Reika se resumia a informar que Motoki faria uma viagem de trabalho novamente e perguntar se "por um acaso sua esposa também?".

Tornou a olhar para Mamoru, tentando não compreender a insinuação.

- Não sei por que está me acusando – disse-lhe por fim.

- Você realmente dormiu na casa de seus pais naquela noite.

Pegando de volta o celular, ele voltou as mensagens até se dar por satisfeito. Desta vez, Reika parecia furiosa ao falar da viagem a trabalho do marido e pedia para ver Mamoru.

- Como ela sabe que é mentira? Ele pode só estar viajando mesmo. Eu estou aqui, né?

- Porque eu liguei para perguntar na empresa. Pedi para falar com um conhecido de Motoki e ele não sabia de viagem alguma. Ademais, sei quando meu amigo está aprontando alguma, Usagi. – Ele pegou de volta o celular e o devolveu à cômoda. De repente, voltou-se para com um sorriso. – Não nos importa mais.

Ainda sentada na cama, Usagi desfez sua posição de penitência para se afastar discretamente. Aquele Mamoru... fazia seu coração bater. Ele estendeu a mão até bem perto de sua bochecha. Tanto que podia senti-la ser acariciada sem sentir o toque em si. E ansiou-o; por segundos infinitos, ansiou-o. Quando estava prestes a ceder ao que desejava, a ânsia foi interrompida quando o outro assim lhe sussurrou:

- Gostaria de poder provar que, realmente, não há nada entre Reika e eu...

Mas Usagi interrompeu a frase ao jogar-se para cima e o beijar tanto como vinha se contendo por tanto tempo. Não havia o que provar, queria lhe transmitir com sua saliva. Ela sequer queria falar disso dali em diante. Queria apenas abraçá-lo e senti-lo contra si. Ressentiu-se contra a regata preta que o vira vestir, por que não ficara como antes? Era mais uma peça que os separava.

Aos poucos, Mamoru começou a corresponder o abraço. Suas mãos entraram pelo fino blazer que ela usava para o trabalho e começaram a pesquisar como fazer o mesmo com a blusa de baixo. Seu corpo também chegou mais próximo, já a estaria empurrando para a cama? A mente de Usagi estava tão entorpecida com as carícias que não conseguia se apavorar com o fato de ainda nem haver se banhado desde que chegara ou com o tanto de tempo que os dois não ficavam tão íntimos. Ela o queria mais perto, confirmando que aquele final de semana não passara de um pesadelo.

Então, ele se afastou. Melhor dizendo, ele pulou para trás. Ao abrir seus olhos, Usagi percebeu que os do marido encaravam assustados a sacada do apartamento.

- Um gato? – balbuciou Mamoru, levando a mão à cabeça. – Como?

Em seguida, ele correu até a sacada, seguido por Usagi.

- Gato? Como assim? – inquiriu-lhe ela.

Era a reconciliação dos dois e Mamoru via um gato? Incapaz de se conter, Usagi começou a rir.

- Estou certo de que vi um gato preto bem aqui. Olhando pra dentro. – E levou a mão até a barra de segurança. – Está um pouco quente. Sinta!

Obedecendo, voltou a olhar para o homem. Mamoru estava franzindo a testa e olhando de volta para o quarto, como se calculando o que teria interessado a um gato.

- Ele estava sim aqui, olhando pra gente.

- Espera. – Usagi se abraçou para suprimir os calafrios. – Acha pode ter um pervertido nos olhando?

Os olhos do outro pareceram saltar em sua direção.

- Você acha que um humano pode escalar todos esses andares, mas não em um gato que eu disse que vi!? – perguntou-lhe exaltado.

- Que você acha que viu, quer dizer? – E Usagi voltou a gargalhar, já esquecida do temor de antes.

Apesar de contrariado, Mamoru acabou se juntando a ela. Até que a interrompeu ao abraçá-la com força. Ela sentiu sua cabeça se afundar bem próxima ao espaço no peito do marido entre suas clavículas e inspirou aquele cheiro familiar. Não haviam estado próximos por muito tempo, mas aquele abraço era quase como uma máquina que a transportara para seu lar. Não queria mais sair de lá.

Fungou em segredo, antes de se afastar um pouco. Então, pediu a Mamoru:

- Eu acredito em você, é verdade... E sei como estou sendo idiota pedindo isto. Odeio essas meninas bobas que fazem o mesmo nas novelas. É aquela parte que mais odeio, porque sei que o mocinho não vai cumprir e os dois vão brigar...

O outro a interrompeu com um sinal que prosseguisse com o assunto. Após tomar um pouco de fôlego, Usagi assentiu e continuou:

- Gostaria que não falasse mais com aquela mulher.


Durante o verão, os dias começavam bastante cedo e as cigarras cantavam estridentes. Isto costumava aborrecer um pouco Makoto, pois lhe era muito difícil dormir com tudo aquilo se somando ao calor natural da estação.

Naquele dia, ela agradeceu a todos os fatores. Bem, exceto pelo calor, pois o hotel em que acordara às cinco da manhã estava com o ar condicionado ligado a todo o vapor. Maldito hotel. O que fazia nele, passando a noite fora em plena terça-feira? A semana nem estava no meio e ela não era mais uma adolescente, por mais que tentasse se passar por universitária nos goukons. Sim, e foi para isso que o sol claro e as cigarras barulhentas a acordaram. Que ela precisava crescer.

Enquanto andava por aquela rua, tentou calcular quanto tempo teria que matar até o horário do trabalho. Também precisava de roupas novas, já que fora se encontrar com ele direto da empresa. E de um bom café. Com bastante glicose acompanhando.

"Desta forma, parece que estou de coração partido..." pensou na ironia, já que tomara a decisão exatamente para se mostrar a adulta da história. A decisão de largá-lo.

Após receber seu pedido no primeiro café que encontrara aberto às seis da manhã, Makoto tomou um lugar conspícuo dos gatos pingados que passavam pela rua. Então, começou a olhar para a bandeja cheia de donuts coloridos. Era difícil não fazer uma linha do tempo mentalmente de como chegara ali. Não desde o dia em que marcaram de passar juntos à noite. Mas desde o zero em seu relacionamento, quando tudo não passava de flertes.

Sempre se sentira atraída por aquele homem. De início, o amigo de Usagi apenas lhe lembrava de um antigo namorado; o que era normal. Claro que se sentia atraída pelo homem. Motoki era um rapaz naturalmente bonito e que não se esforçava para ser simpático. Não lhe era difícil entender por que a amiga o considerava um irmão mais velho. Aquele papel parecia vir naturalmente ao homem. O que apenas acrescentava a seu charme, na opinião de Makoto. Talvez, porque ela não possuísse irmãos, ou apenas porque não costumava ganhar tanto afeto assim de outra pessoa. No final, poderia ser simplesmente porque Motoki era muito bonito.

Era frustrante fazer aquela reconstrução. Com o dedo, Makoto traçou desenhos imaginários com o farelo de um dos donuts.

Não se recordava de quando seus convites para saírem começaram a ser atendidos. Somente que, no início, ela mesma não nutria qualquer esperança. Motoki estava casado, não importava quantos problemas houvesse na relação. Sua intenção era de apenas aproveitar a excitação que estar com ele lhe provocava. Até perceber que Usagi não sabia de nada. Os dois eram grandes amigos, mas ele não lhe contara sobre qualquer desses encontros inocentes. A menos que não fossem tão inocentes assim.

Um dia, ela o confrontou. Sempre fora uma menina sincera; então, nunca escondera seus sentimentos de Motoki. Mesmo assim, ele pretendia seguir com aquelas saídas ambíguas? Não era justo, por isso, ela iria chamar Usagi para acompanhá-los da próxima vez. Antes que sua esposa começasse a achar estranho.

Makoto sorriu com aquela lembrança e logo sentiu vontade de se jogar o café quente na própria cara. Não era bom, não era nada bom gostar daquilo. Era algo triste; o dia em que começara a cair.

Ainda podia ver tudo como um filme. Motoki havia ficado sério com a pergunta e baixado o olhar. Então, respondeu-lhe: "Espero que ela não descubra." Até hoje, Makoto não tinha certeza se ele quisera dizer Usagi ou Reika. Talvez, ambas. Era quase engraçada sua insistência em esconder tudo daquela, mesmo quando Usagi acabava virando seu álibi sem saber. E o perigo de a esposa confirmar com a menina? Sempre que lhe inquiria, Motoki balançava a mão, como se isso não fosse nada.

A sensação de ser a outra não era boa, só que o mal-estar não era nada comparado ao prazer de estar com ele. Ademais, sempre se repetia, estava claro que o casamento não ia bem. Era uma questão de esperar. A maior mentira que os homens diziam às amantes acabou dita por ela mesma. Mas os dois mesmos nunca conversaram sobre o futuro; apenas se encontravam e se amavam.

Não que fizesse tanto tempo assim que começaram a consumar relação. De fato, tiveram vários encontros que apenas terminaram em beijos e que faziam Makoto se dizer que não passavam de uma brincadeira. Sexo mesmo fora um acontecimento demorado, de dois meses antes. Não muito mais que isso. E se aceitar os encontros casuais já a fizera sentir-se baixa, ir para a cama de um homem com aliança no dedo – ele nunca a tirava! – foi como se lançar ao chão e cavar até achar água.

Chega! Foi o grito que prendeu na garganta ao acordar naquela manhã com a cantoria das cigarras. Não podia mais. Reika estava grávida, e ele ainda não queria desistir. Makoto que não iria ficar esperando para ver no que dava. Não tinha mais graça fazia tempo.

Afundou a cabeça na bandeja já vazia. Agora que a adrenalina da fuga passava, restava-lhe a exaustão. Seus músculos pareciam haver ido dormir junto com seu cérebro. E ela ainda tinha que comprar alguma roupa... Talvez, devesse voltar para casa. Ou raspar a cabeça, já que já começara com os clichês da fossa ao engolir o equivalente calórico de dias em minutos.

- Makoto?

Levantou-se assustada, sentindo a adrenalina perdida como que a invadir seus poros. Por um momento, não interpretou bem a cena à sua frente e achou estar vindo Motoki parado ali com uma bandeja. Mas não seria ele, né? Ele não teria coragem de procurá-la após a mensagem que lhe deixara escrita.

Era o homem com quem dormira.

- Masato... – murmurou, como se aquele fosse algum sonho.

- Desculpa, estava procurando alguma mesa.

Quanto tempo se passara desde que tomara aquele lugar? O café vazio parecia em pleno movimento. Olhou rapidamente o relógio do celular para constatar que eram quase oito horas. Percebendo o homem ainda ali de pé, fez sinal para a cadeira vaga à sua frente e disse:

- Ah, pode se sentar! Eu já deveria estar indo mesmo.

Aceitando a oferta, ele lhe respondeu:

- Que pena, achei que seria mais um encontro do destino. – Masato curvou-se um pouco até ela com um sorriso.

Era mesmo; diferente do jeito familiar de Motoki, aquele homem era quase um paquerador profissional.

- Encontro do destino é meloso demais, né? – respondeu, levantando-se.

- Espera. Não estou sendo meloso; é só que vim tendo uns sonhos estranhos.

- Desculpa, Masato. Eu adoro ser cantada, não é algo que qualquer um teria coragem de fazer comigo. Mas hoje, não.

- E se não for só uma cantada? Afinal, não vai aceitar sair comigo?

- Lembra a última vez que me chamou para uns drinques e eu te disse que parei de beber? Desta vez, parei de flertar.

Com isso, tentou sair antes que ele arrumasse alguma resposta. Mas seu adversário era rápido. Já estava de pé atrás dela e parecia lhe cheirar os cabelos. Aproveitando-se da inércia que causara, Masato lhe sugeriu soprando sua nuca com as palavras:

- E namorar? – Ele já devia saber a resposta e não deu tempo de reação. Segurou os braços de Makoto e, acariciando-os quase sem tocá-la, aumentou a oferta: – E casar?


Mamoru subiu as escadas familiares do templo Hikawa, incerto de quando havia estado ali. Na semana anterior, havia dito que já visitara o lugar, mas não conseguia lembrar-se de um só dia específico. Por que passara a fazer sua primeira visita anual em outro templo quando este era mais próximo? Era outra pergunta que lhe surgiu assim que chegou ao tempo.

A jovem de cabelo curto, subordinada da planejadora que cuidaria da cerimônia, pôs-se a dar um breve relato da história do lugar e de como vinha ficando popular nos últimos anos. Aparentemente, a administração passara a ser feita pela neta do sacerdote e ficara mais competente. Então, a moça pediu licença para chamar o próprio senhor dono daquele lugar.

- Acho que um casamento tradicional não é muito minha cara... – comentou Usagi, não pela primeira vez. Mas seus olhos estavam dançando pelos detalhes do templo tanto quantos os dele próprio deviam estar.

- A senhora Aino só quer ter certeza de que teremos o casamento perfeito. – Não resistindo ao impulso, Mamoru lhe envolveu o ombro e a puxou para perto. Era tão libertador poder fazê-lo enfim agora que tudo havia sido resolvido.

Ou quase tudo. Sabia que Usagi se sentia mal pelo pedido que ela mesma fizera, mas Mamoru a compreendia. E, logo, tudo ficaria realmente bem.

- Acha que poderíamos aproveitar para um tour? – perguntou a esposa, parecendo animada com a própria ideia.

- Vá em frente, eu te chamo quando precisar.

- Ah, é. Você já conhece aqui, né?

Sabendo como seria estranho dizer que não tinha certeza, Mamoru apenas sorriu fracamente em resposta. Parecendo satisfeita com aquilo, Usagi saltitou até sumir em meio às construções.

Quando voltou a vista para o terreno, ele achou um lugar à sombra onde poderia se sentar. Sendo um espaço visível, decidiu esperar por lá.

- Meu senhor?

A voz o espantou tanto quanto suas palavras. Vinham de um rapaz de aproximadamente sua idade e cabelos bem loiros. Não parecia trabalhar ali e "meu senhor" também não poderia ser forma de tratamento para um cliente.

O próprio homem pareceu confuso com o que dissera, pois que sacudiu a cabeça e o olhou por um momento. Havia-o confundido com alguém provavelmente.

- Sinto muito – disse o rapaz, baixando a cabeça para ocultar sem sucesso o rubor. Desta vez, um sotaque de estrangeiro acompanhava as palavras.

Mamoru tentou balançar a mão e depois apenas acenou com a cabeça que estava tudo bem. O outro não saberia, mas aquilo não seria o mais estranho de seu dia. Não quando se encontrava em um templo conhecido, mas no qual não se lembrava de já haver posto o pé.

Antes de iniciar qualquer diálogo para quebrar o silêncio do constrangimento, Mamoru percebeu que umas pessoas saíam da construção principal junto com a moça da agência. Usagi também já retornava e fazia sinal para ele com um grande sorriso. E tropeçava sabia-se lá onde, caindo de cara no chão.

Não contendo o riso, ele nem pôde ir auxiliá-la antes de uma das pessoas do templo chegar à frente e bradar com atitude:

- Mas é uma idiota desastrada!

Sem se levantar, Usagi ergueu o rosto, já cheio de lágrimas, e apontou em direção à mulher de longos cabelos escuros.

- É a mulher doida!

Continuará...

[Fim da Parte 6]


Notas da Autora:

Ooooooi!

Este capítulo atrasou um tiquinho novamente por conta de conflitos com o meu mestrado. É... a corda tá apertando no pescoço, rs. Mas ele compensa pelo tamanho, néee? Espero que sim! Agradeço infinitamente a todas as reviews da ilopessousa, da Pri Salles e da MViana. Aliás, Pri Salles comentou da falta de Usagi e Mamoru, e siiiim você tem razão! Acho que criei tanta história paralela que perdi um tanto a mão do casal principal. Sinto muito mesmo! O pior é que não tenho muito como mudar isso. Enfim, este capítulo aquilo teve bastante cena dos dois pelos menos, né? Agora as coisas estão muito melhores, rs. Pena que ainda tem o probleminha lá dos generais tresloucados ou já dava até pra chamar de final feliz. xDDD Claro que eu não ia deixar um final feliz tão fácil, ho ho ho.

Aliás, eu AMO essa parte final da Usagi com a Rei! É mais uma daquelas cenas que você tá escrevendo que o personagem da sua cabeça age sozinho. "É a DOIDA!" tenho que entregar meus artigos semana que vem e preparar minha aula, enfim, reajustar ao ritmo pós-férias xD Então, pode ser que o próximo capítulo também atrase. Mas cobrem-no porque é quando eu vejo que vocês tão lendo que bate a vergonha e venho aqui postar capítulo pra vocês... ^^;

Muito obrigada por todos os comentários, por favor, continuem dizendo o que estão achando!