N/A: Atenção, esse capitulo contém conteúdo sexual explicito! Se não se sentir a vontade com esse tipo de texto não leia! Você foi avisado!
A não leitura desse capitulo não afetara o entendimento da história, mas eu recomendo que leia!
Antes que ela pudesse se levantar pra providenciar o café e o banho Albus puxou-a pelas coxas de volta pra si. É claro que ela tentara resistir, mas não tinha nem de longe tanto alto controle quanto Albus, ele sabia muito bem onde toca-la e a condição dela só a deixava mais sensível.
Ela cedeu. Se tivesse forças pra resistir ela sabia que ele não a forçaria a nada, mas ela queria aquilo muito mais do que podia.
Ainda segurando nas coxas dela Albus a jogou contra a cama ficando por cima dela lhe beijando o pescoço e por vezes a boca. Tocando-a no sexo por debaixo da saia sentiu que ela estava úmida. Rapidamente ele a deixou tão nua quanto podia e bem devagar e com bastante cuidado, penetrou-a.
Por um segundo Minerva pensou que aquilo ainda era nojento, depois pensou se Holanda realmente estava vendo e depois pensou em se lambuzar de Sorbet de Limão, então riu.
Só parou de rir quando Albus a obrigou a gemer (ele tinha começado aquela brincadeira de novo, de fazer-la gemer, mesmo sabendo que ela tinha muita vergonha e segurava o máximo que podia).
Os gemidos dela sempre tinham parecido ronronares ao ouvidos de Albus, mas agora eram ronronares completos. As unhas que ela sempre ficava nas costas dele agora eram meio garras e ela fez de tudo pra esconde-las mas a cada estocada dele ela mostrava-as um pouco mais entre os gemidos que ele a obrigava soltar.
Alguma coisa fez Albus a acariciar na barriga como se ela fosse um gato. E então ela deu um longo gritinho de prazer, Albus notou e se aproveitou disso, fazendo a gemer sem parar:
- Albusss... Albuss... A-Albussss...
Alguma coisa dizia a Minerva que ele estava com medo de machuca-la, a esse ponto ele deveria ter aumentado a velocidade de seus movimentos pelo menos na metade como sempre fazia, mas naquele dia em especial ele estava sendo tão carinhoso e vagaroso quanto podia, como se estivesse com medo e como se ela fosse muito sensivel. Ela estava gostando tanto quanto gostava da outra forma.
Se albus pudesse falar sem se enrolar na própria língua ele admitiria que não estava tão bêbado e agradeceria por a língua de Minerva não ter se tornado aspera e ela não ter adquirido mais 4 seios.
Ainda era estranho, não deixaria de ser, os pelos causavam uma sensação muito estranha, porém, boa. Ela ainda estava meio gata mas estava tão gostosa como sempre e ele tinha que colocar aquilo em palavras. Albus enterrou o rosto no pescoço dela e lhe mordendo disse com dificuldade:
- Você pode estar meio gata... Mas continua tão gostosa como sempre...
Ela riu e arranhando as costas dele disse:
- Você também acha... Uma loucura... Transarmos... Comigo assim?
Ele acenou um sim e lhe deu um daqueles sorrisos Albus e continuou se movendo dentro dela.
Mais uns minutos foram o suficiente e ela atingiu o orgasmo de um forma incontrolável levantando o quadril da cama fazendo-o ir mais fundo dentro de si. Emitiu um gemido que poderia ser comparado a um miado e fincou as unhas nas costas de Albus que gemeu de dor e prazer. Albus riu com o gemido-miado dela pouco antes de ir se dentro dela.
Ele se deixou cair em cima dela e rolou pro lado puxando-a consigo, foi com muito gosto que notou que ainda permanecia dentro dela, e agradeceu por ser dia de passeio a Hogsmeade na manhã seguinte. Era confortável demais ali dentro dela pra se quer se mover e nenhum dos estava disposto a quebrar aquele contato. Dormiram assim, Albus se sentindo mais aconchegado que nunca e Minerva se sentindo mui completa.
Pouco antes de Albus adormecer lhe ocorreu a solução pro problema de Minerva.
N/A: Então pessoa, aqui vai mais um cap! Eu decidi postar por que achei o último muito pequeno. Esse também é pequeno mas é nc e nc é nc :v. Então, é só.
Obrigado por lerem e bjos!
