N/A: Atenção, esse capitulo tem conteúdo sexual explicito! Se não se sente a vontade com o texto pare por aqui! A não leitura desse texto pode abalar o objetivo da fic!

Albus estava indo pro seu quarto quando viu que já estava bem tarde, tinha estranhado a demora de Minerva, mas achou que ela devia estar aproveitando a própria liberdade um pouco. Ele já estava com seu pijama terminando de assinar uns papeis e tinha se esquecido da hora, os olhos dele também já estavam ficando pesados. Ele foi se arrastando pelas escadas pra ir pro seu quarto quando foi abruptamente parado por Minerva:

- Bom, querido, hoje temos uma surpresa. Por favor queira se sentar, sem tocar em nada e aguardar sim?

Ele não tinha visto ela entrar e nem estava entendendo, mas ainda tinha um pouco da luxuria que tinha sido barrada com um feitiço naquela manhã.

Quando entrou no quarto seus olhos brilharam, ele nem podia acreditar no que estava vendo: O quarto só deixava de estar completamente escuro por que haviam varias mesinhas espalhadas por ele com uma vela em cada, e não só uma vela, também haviam grandes tigelas transparentes com Sorbet de Limão em cada uma.

Albus logo correu em direção a tigela mais próxima na intenção de pegar a grande colher que estava do lado e devorar todo o conteúdo, mas foi parado por Minerva, taxativa:

- Eu disse sem tocar em nada. Até parece que gosta mais de Sorbet de Limão do que de mim! Se tocar em alguma dessas tigelas eu acabo com a raça Albus Dumbledore, entendido?

Ele se encolheu perante o olhar dela e sentou na cama dizendo:

- Só uma? Por Favor? Isso é tortura!

Minerva até tentou resistir aqueles olhinhos de cachorro abandonado, mas ele era irresistível. Ela disse:

- Só uma, enquanto você me espera. Mas só uma!

Albus não perdeu tempo em pegar uma tigela e conjurar uma colher. Minerva foi até o banheiro que ficava no quarto e só voltou quando Albus estava a ponto de colocar a última colher do seu precioso doce na boca, parou com a colher a meio caminho da boca estendida no ar e a deixou cair de volta na tigela.

Minerva estava uma gata. Estava com uma lingerie toda felpuda, tinha uma arquinho com orelinhas de gato e luvas felpudas de gato, botas também, usava um cinto da cor da sua pele que tinha uma calda de gato que ficava balançando preguiçosamente pra todos os lados. Estava com o rosto pintado imitando um gato; com bigodinhos e nariz rosado. Ela também tinha uma gargantilha que tinha uma medalhinha dourada escrito alguma coisa que Albus não conseguia ler. Ela estava exatamente como uma "Gatinha Play Boy". Ela disse olhando nos olhos de Albus com uma voz rouca e toda manhosa:

- Miaau... Eu estou tão... Carente...

Ela foi ate ele e o puxou pela barba fazendo-o ficar de pé, e começou a se esfregar em um Albus boquiaberto e estático dizendo:

- Seria tão bom se meu dono me fizesse um... Carinho...

Ela terminou tirando a tigela das mãos de Albus e colocando as duas mãos dele em seu quadril quase em cima do bumbum.

Albus ainda não tinha esboçado nenhuma reação mais podia se ver (e o no caso de Minerva que não parava de se esfregar nele, se sentir) uma ereção por sob o tecido leve do pijama. Minerva começou a desabotoar os botões da camisa do pijama de Albus lhe arranhando o tórax de vez em quando, dizendo:

- Eu também estou... Com tanto frio... Seria muito bom se meu dono me... Esquentasse...

Minerva então, enquanto desabotoava os últimos botões da camisa de Albus segurou o medalhão de sua gargantilha nos dentes em que se lia a sigla "A.D".

Quando Minerva tirou a camisa de Albus, ainda atônito, roubou a colher dele e pegou em uma outra tigela uma grande colherada de Sorbet de Limão jogando em si por sobre sua barriga nua e seus braços, dizendo:

- Oh... Como sou desastrada... Agora meu dono vai ter que me limpar...

E se jogou na cama depois de acariciar a ereção de Albus por cima de sua calça de pijama. Ela se esticou na cama fingindo de espreguiçar e espalhando mais doce em si.

Minerva soltou um gritinho ao sentir a língua e a barba de Albus, já sem calça, lhe lamber todo o doce da barriga e braços. Em pouco tempo Albus já tinha lambido todo o doce e não perdeu tempo em lhe espalhar mais, dessa vez por sobre os seios (ele rasgou o sutiã felpudo dela ao meio, transformando-o em duas partes que ficavam presas pelas alças nos braços de Minerva).

Quando Minerva achou que não poderia mais se surpreender (ou ser cruelmente torturada) pela língua de Albus sentiu ele lhe espalhar o doce em suas coxas. Ele lambeu o doce de suas coxas por 2 vezes, na terceira ele habilmente lhe tirou a parte de baixo da lingerie e espalhou o doce por sobre seu sexo. Quando Minerva sentiu a língua dele lambendo-lhe o sexo não pode deixar de gemer.

Em pouco tempo e com uma língua tão hábil de Albus ela chegou ao ápice do prazer com o nome de Albus na boca. Quando o Sorbet de Limão já estava quase todo no fim Albus a penetrou, e ela disse olhando no mar azul dos olhos dele:

- Tão devagar quanto da última vez?

Ele lhe beijou e acenou um sim, e começou os movimentos de vai-e-vem bem lentamente.

Por horas Albus brincou de arrancar gemidos de Minerva, ele disse a ela:

- Eu nunca achei que Sorbet de Limão pudesse ficar mais gostoso que que ja era. Mas sempre acho que você pode ficar mais gostosa que ja é. Você sempre consegue se superar.

Ela riu enquanto o beijava, não disse nada, estava sem forças pra falar e em poucos minutos chegou ao segundo orgasmo mordendo-o no pescoço e dando um longo gemido.

Albus não demorou muito depois disso, prenxeu-a abundantemente e depois se deixou cair sobre ela, rolou para o lado puxando-a consigo e como da última vez se sentiu ficar dentro dela. Mas ela quebrou o contato tirando-o de dentro de si, e antes que ele pudesse protestar, ela virou ficando de costas pra ele e colocando-o dentro de si novamente.

Albus não entendeu até ela se deitar fazendo-o ir consigo. Viu-se dentro dela deitado de conchinha, não poderia estar mais confortável. Albus disse ao pé do ouvido dela:

- Tudo bem?

Ela sorriu, mesmo que ele não pudesse ver não conseguia parar de sorrir e disse:

- Sim... Você não sabe como foi díficil fazer todo aquele teatrinho.

Ele riu enquanto tirava a gargantilha do pescoço dela, depois lhe beijou a nuca e disse:

- Não precisava ter feito isso por mim.

Ela decidiu não tirar o arquinho com orelinhas de gato, nem as botas e luvas e também ficou com a calda (que tinha se enrolado na cintura de Albus)

- Eu sei que não, mas afinal, tinha prometido uma recompensa e eu gostei tanto quanto você.

Ele a apertou contra si indo mais fundo dentro dela e lhe arrancando um suspiro, disse:

- Eu te amo Minerva.

Ela apertou as mãos dele que estavam na sua cintura e em sua barriga fazendo-o se apertar mais contra ela e disse:

- Eu também te amo Albus.

E dormiram juntos e mais ligados do que nunca.

Fim!

N/A: Bem, aqui está o último capitulo! Desculpem a demora mas tenho estado me concentrando muito nos estudos, passei em um curso com nota máxima e ganhei uma bolsa! 3

E também tenho estado me concentrando muito em duas fics, Recesso Escolar com Hagrid e Maxime e em uma em particular que é sobre League of Legends, um jogo que jogo e gosto muito. Então, obrigado por esperarem e por lerem!

Bjos e Abraços