NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Lemon, Magia, Misticismo, Romance e Novela,Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez,Sexo
Aviso legal: Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo em que se passa, não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual, sendo vedada a utilização por outros autores sem minha prévia autorização. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.
Sinopse: Draco não aturava o castanho, sua vida era Harry.
Neville não aturava o loiro, sua vida era Harry.
Harry tinha dois melhores amigos: Draco e Neville, ele era apaixonado por Draco.
"Por quê minha vida sem você não faz sentido? É como se houvesse um animal dentro de
mim te querendo cada vez mais e mais e no fim eu sei que é verdade, nós dois sabemos"
O que pode acontecer? Ou melhor, o que Neville pode fazer?
Não se preocupe! Never mind! Não tem importância! Never mind! Não faz mal! Never mind!
Never Mind- Capítulo 2
Escrita por LadyChess
(por 3ª pessoa)
-Você prefere ficar com esse filhote de comensal da morte Harry?
-Eu não quero nada com você Longbottom. Eu amo Draco e é com ele que quero ficar, se para você minha amizade não é suficiente então que ela se encere aqui!
Neville perdeu a cor por alguns instantes e saiu da sala com uma áurea negra o rodeando.
-Tudo bem Harry... Logo, logo você será meu, Draco vai te abandonar, eu encontrarei um jeito de você ser meu.
Com o passar do tempo Neville não conseguia encontrar um meio de separar Harry e Draco, um dia acidentalmente, ele em sua casa encontra um livro secreto repleto de maldiçoes e feitiços antigos. Neville logo começa a ler livro e nele encontra o que desejava o feitiço "Ego sum amor!", que simplesmente engana a pessoa que é enfeitiçada, fazendo-a enxergar seu verdadeiro amor na pessoa que a enfeitiça. Logo Neville começa a estudar o feitiço, e quando acha que o aprendeu começa a tentar lançá-lo em Harry, no inicio Neville não conseguia efetuar o feitiço corretamente e então não funcionava, com o tempo ele aperfeiçoou a técnica e conseguiu executá-la com maestria em Harry por alguns segundos.
No salão principal Harry saltou em Neville rodeando seu pescoço com os braços e abraçando e o beijando apaixonadamente. Mais ao longe foi possível ouvir o barulho de algo se quebrando, mas não era nenhum objeto ou algo sem valor, era o coração de Draco Malfoy, que chegava e via seu namorado pulando e beijado Neville.
-Harry! -ele falou alto o suficiente para Harry o ouvir.
Harry se soltou de Neville olhou para Draco espantado, quando novamente olhou para quem estava beijando viu Neville.
-O que? Mas como? -Harry murmurava pondo a mão sobre seus lábios.
-Muito bem Potter. -foi ouvida a voz de Draco por todo o salão, quando olhou para trás viu Draco com os olhos cheios de lágrimas. -Vejo que tomou sua decisão, teria sido mais sábio conversar comigo primeiro, mas como sempre o Harry. -testa rachada/ gosto de atenção. -Potter, tinha que dar um show. Esperava mais de você, mão se preocupe em me procurar mais. -Draco falou se virando e saindo correndo do salão, com uma Pansy quase, só quase, descabelada ao seu encalço.
Ainda estupefado por seu plano dar certo Neville abraça Harry, que acordando o afasta de si. Harry tinha um olhar muito perigoso e magoado.
-O que você armou dessa vez Longbottom? Você vai se arrepender. Depois conversaremos.
Harry se vira e vai correndo em direção a Draco que há esta hora já estava na Sonserina chorando nos braços de sua amiga Pansy.
-Pan! Ele me traiu, na frente de todo o salão, me fez de bobo, me fez acreditar que era verdade. Por que? Meu amor não era suficiente. E agora, o que vai acontecer? -Draco chorava e soluçava como nunca em sua vida, nem no dia em que sua mãe morreu juntamente com Voldemort por ter obrigado sua família a segui-lo não havia chorado assim.
-Oh Draco! Eu não sei meu amor, mas se Potter realmente fez isso ele não te merece. Esqueça-o e siga em frente.
-Mas dói Pan, dói demais. -Draco respira fundo, controla as lágrimas, parando de chorar com uma expressão totalmente Malfoy em seus piores dias. -Muito bem Pan! Você tem razão, se Potter foi idiota o suficiente para recusar alguém lindo como eu, é porque ele não me merece, a partir de agora ele terá o melhor tratamento Malfoy de cortesia e vingança.
A partir daquele dia Draco evitava Harry a todo custo e fazia o possível para vê-lo em apuros, um mês havia se passado e eles ainda não tinham se reconciliado, apesar do coração de Draco ter dado uma amolecida.
Harry se vingou de Neville o deixando uma noite inteira no meio da floresta negra sozinho, depois ele passou a ignorá-lo tentando descobrir a verdade e falar com Draco.
Neville achava que Harry o odiava até que um dia durante o banho 'Harry' o procura.
-Longbottom! Nunca pensei que você poderia ter uma ideia tão inteligente assim. Realmente um plano de mestre, mas você cometeu um erro, o erro de se meter em meu caminho, agora que já sei a verdade, logo mais poderei falar com Harry e você irá se arrepender... A partir de agora. Eu conheço esse feitiço que você utilizou, sabe de uma coisa Nev. -Draco riu perversamente, seus olhos cor de mercúrio reluziam de alegria. -Essa é uma ótima notícia, ótima mesmo. Te uma coisa que aparentemente você não sabia sobre essa maldição.
-O que? -Longbottom perguntou entre dentes.
-Eu não deixei você falar. Langlok! -comigo dizendo Longbotton começou a asfixiar, um minuto depois lancei o contra feitiço. -Anapneo. Da próxima vez, só fale quando for permitido, se não quiser ficar dois minutos engasgado. Onde eu estava mesmo? Ah sim. Essa maldição Longbottom, é uma maldição proibida, qualquer pessoa que a efetuar deve ser denunciada e lançada em Azkaban. -Longbotton ficou pálido rapidamente e começou a chorar. -Eu poderia te denunciar e sei que nunca mais seria incomodado por você, mas eu não vou fazer isso. Ah não, eu vou me tornar seu pesadelo pessoal, você vai saber como é minha dor. E depois eu ainda poderei usar isso a meu favor, porque não importa quanto tempo passe, esse feitiço tem uma característica que permite ao ministério ver se ele foi utilizado mesmo depois de anos, é claro, se alguém te denunciar. Estou tão feliz Longbottom você nem sabe o quanto. Eu estou tão feliz que vou terminar com sua tortura e ir logo procurar Harry. Sectumsempra! Finite incantatem. -me aproximei de Longbottom ensanguentado no chão e falei-lhe. -Daqui a alguns minutos seu corpo voltara ao normal, se você contar para qualquer pessoa sobre nossa conversa você levara o beijo. Fique aqui durante o resto do dia, você ainda esta sob o efeito de veritaserum. E suscetível a qualquer um. Adeus Longbottom depois conversaremos.
Saí da sala precisa e fui em direção ao meu dormitório, já era de tarde quando terminei com Longbottom, estava na hora do almoço. Passando pelo salão principal todos me observavam e cochichavam sobre o meu sumiço durante a parte da manha inteira. Harry me olhou com um ar apaixonada e ao ver que eu percebi logo desviou o olhar constrangido pela promessa de mais cedo. Pan, logo se levantou e veio em minha direção. Aproximou-se e saímos os dois juntos do salão. Chegando ao meu dormitório me pus a rir descontroladamente, Pansy pensando que eu estava louco logo se aproximou pondo a mão em minha testa.
-Tudo bem com você Draquinho? Você esta rindo igual a um louco.
-Ah, Pan querida! Você não sabe da melhor! Meu plano deu certo, mais do que certo, tão certo que agora eu tenho Longbottom em minhas mãos, para fazer o que bem entender.
-O que você descobriu Draquinho?
-Ele enfeitiçou o Harry Pan, o enfeitiçou e o beijou. Agora eu sei a verdade, Harry não fez por mal.
-E quando você vai falar com ele?
-Mais tarde Pan. Hoje ainda quero descansar um pouco, Lancei tantas maldiçoes que estou cansado. -falei me deitando na minha cama e puxando um travesseiro.
-Maldições Draquinho? E se te descobrirem? E se o Longbottom abrir a boca?
-Tudo bem Pan, ele não vai falar nada, eu tenho ele em minhas mãos. -falei já fechando os olhos e quase adormecendo. –Pan! -chamei antes de ela sair.
-Sim Draquinho?
-Me cobre nas aulas hoje. Acho que não vou aparecer nelas essa tarde, vou recuperar meu sono perdido nesse mês.
-Você sabe que Potter como nosso grande mártir vai achar que é por culpa dele que você não esta indo, não sabe? -ela falou travessa rindo. -Até logo, durma bem!
-Obrigado. – falei sorrindo e logo adormecendo e colocando em dia meu sono perdido.
Acordei quando já era noite e Pansy me chamava para o jantar.
-Eu aposto que você não comeu nada o dia todo. Vamos logo antes que você passe mal Draquinho, e sem reclamações.
-Tudo bem Pan, só me deixa tomar um banho rápido.
Levantei tomei um banho e me troquei. Eu e Pansy fomos juntos em direção ao salão principal. Quando entramos lá os cochichos começaram.
Sentei-me ignorando todos os olhares voltados para mim e comecei a comer. Após cerca de vinte minutos olhei à frente na mesa da Grifinória e vi que Harry não comia, só ficava mexendo sua comida com a colher de um lado para outro do prato. Suspirando finalizei minha refeição e levantei indo em direção à mesa da Grifinória com todos os olhares sobre mim. Me aproximei e fiquei parado em frente a Harry, que olhava para baixo e ainda não havia me visto.
-Hum-hum. -dei um leve pigarro chamando sua atenção, enquanto todos permaneciam em silêncio esperando nossas ações. -Harry, será que podemos conversar? -falei em tom calmo e baixo, que poderia até ser considerado doce, se eu não fosse quem sou.
Antes que Harry pudesse me dizer qualquer coisa a Sangue-ruim Granger se intrometeu e o cortou.
-Não Malfoy. Ele não pode falar com você, agora saia daqui que estamos tentando comer.
Sorri sombriamente com uma parte de minha franja tampando o rosto, como um pequeno demônio.
-Ora Sang... -parei, pois, Harry me lançava um ohar reprovador. Logo me corrigi. -Granger, que você era estranha eu sabia, a única coisa que não imaginava era ate aonde isso ia. Eu nunca imaginaria que chegou ao ponto de mudar seu nome para Harry.
Ela ficou vermelha e por todo o salão eram ouvidos risinhos, até Potter se segurava para não rir.
-Ora Malfoy, eu não mudei meu nome coisa nenhuma, eu...
Ela iria continuar falando, mas a interrompi.
-Então Granger, se você não mudou seu nome para Harry, não responda a pergunta feita para ele. -a ignorei e novamente me virei para Harry. -Podemos conversar Harry? -perguntei novamente.
Ele ficou verde de nervoso e respondeu baixinho que sim.
-Então vamos para um local privado. -falei estendendo a mão para ele se levantar, rapidamente ele pegou minha mão e saímos do salão ao som das especulações. Olhei para a mesa da Sonserina e pude ver Pansy, sorrindo igual à serpente, que eu sabia que ela era, me fazendo sinal de positivo.
Fomos andando pelos corredores das masmorras até chegar ao meu quarto. Como monitor eu tinha um quarto privado. Entramos no quarto e logo me sentei na cama, Harry ficou parado esperando algum sinal meu, até que resolveu falar.
-Por que você não foi às aulas hoje? Eu fiquei preocupado.
Me joguei na cama deitado olhando para cima e respondi.
-Estava descobrindo à verdade direto na fonte e depois fiquei só dormindo.
-A verdade? -ele falou esperançoso
-Aproxime-se Harry, não fique ai em pé. -Ele se aproximou e sentou na beirada da cama perto de meus pés, me sentei ficando de frente e muito próximo a ele. -Sim Harry... -falei passando a mão sobre seu rosto, ele fechou os olhos e suspirou inclinando o rosto na direção de meu toque e eu continuei falando. -A verdade.
Nossos rostos estavam a milímetros de distancia e já podíamos sentir a respiração um do outro em nossas faces e se misturando.
-E qual é a verdade Dray? -perguntou fazendo com que nossos lábios roçassem.
-Longbottom te enfeitiçou. -falei vendo-o se afastar levemente de mim e abrir os olhos.
-Ele teve coragem? Eu não acredito... Dray. -ele fez uma cara magoada e abri meus braços, ao que ele se jogou em meus chorando, apesar de tudo ele ainda considerava Longbottom um amigo fiel. -Ele fez igual a todos Dray, me usou, para conseguir o que queria.
-Shiuuu... Tudo bem agora. Nós já sabemos a verdade. Ele nunca mais vai pôr os pés no nosso caminho. -o puxei em direção a mim apertando o abraço e nos deitando na cama.
-Como Dray? Como você descobriu isso? -ele perguntou deitando em meu peitoral.
-Sinceramente Harry, eu passei um grande tempo pensando em como me vingar de você, eu até pensei em contar para meu pai. -nessa hora ele ficou verde – Mas eu não contei, seria demais até para aquele momento atiçar um veela raivoso por proteger seu filhote em você. Depois eu comecei a pensar e imaginando, eu cheguei à conclusão de que você só poderia estar enfeitiçado, porque vamos e convenhamos, quem em sã consciência trairia Draco Malfoy?. -Harry me deu um beliscão quando falei isso. -Ai! É verdade, ninguém me trairia nunca em sã consciência. Então pensando assim comecei a imaginar um jeito de pegar Longbottom e fazê-lo me contar a verdade. Lembra hoje de manha quando você me agarrou. -ele fez que sim com a cabeça colocando o rosto na curva de meu pescoço e dando vários beijinhos, meio ofegante continuei. -Você me ajudou e muito a concretizar meu plano. Com um fio de cabelo seu eu misturei a poção polissuco e uma outra poção. Mais tarde chamei Longbottom para conversar e fiz ele me contar tudo. -contei omitindo as partes em que eu torturava Longbottom, enquanto Harry se colocava por cima de mim beijando meu pescoço. -Ele, Harry, usou em você uma maldição proibida, nunca mais ele nos incomodará, se ele se aproximar novamente me fale.
-Ah Dray! Eu estou tão feliz que tudo se resolveu, só fico triste que Neville tenha feito tal coisa comigo, eu realmente o considerava como um irmão. -Harry falou beijando o contorno de meu rosto.
Logo me cansei daquele joguinho e direcionei a boca de Harry a minha, trocando com ele um apaixonado beijo.
