NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Lemon, Magia, Misticismo, Romance e Novela,Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez,Sexo
Aviso legal: Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo em que se passa, não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual, sendo vedada a utilização por outros autores sem minha prévia autorização. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.
Sinopse: Draco não aturava o castanho, sua vida era Harry.
Neville não aturava o loiro, sua vida era Harry.
Harry tinha dois melhores amigos: Draco e Neville, ele era apaixonado por Draco.
"Por quê minha vida sem você não faz sentido? É como se houvesse um animal dentro de
mim te querendo cada vez mais e mais e no fim eu sei que é verdade, nós dois sabemos"
O que pode acontecer? Ou melhor, o que Neville pode fazer?
Não se preocupe! Never mind! Não tem importância! Never mind! Não faz mal! Never mind!
Never Mind- Capítulo 3
Escrita por LadyChess
POV HARRY
Deitado por cima do peito de Draco vi as carícias que lhe fazia serem interrompidas quando em um ataque surpresa ele me puxou repentinamente pela nuca e beijou, me assustei inicialmente quando seus lábios novamente se chocaram aos meus, mas logo me vi euforicamente retribuindo. Estava fraco e carente por atenção, seus carinhos e beijos plácidos enchiam meu coração de uma emoção a pouco esquecida, ele se apertava contra mim, tornando a cada segundo o ósculo mais envolvente.
–Ahh Dra-draay -gemi puxando ar quando ele nos separou e mordiscava minha orelha. -Não faz ahhh-ssiiiim -tentei falar quando ele direcionava sua doce boca por meu pescoço.
–Você é irresistivelmente gostoso Harry, eu quero te comer todinho. -ele ronronava abaixo de minha orelha, mesmo estando por baixo ele me dominava.
Suas mãos estavam firmes em meus cabelos e os repuxavam com força, minhas mãos corriam pelo seu corpo e ele gemia enquanto marcava meu pescoço. Minha mão direita guiou-se automaticamente para sua cintura enquanto a outra caminhava inocentemente pelo vale de seu abdômen, infiltrando-se por baixo do uniforme escolar, após brincar um pouquinho em seu tórax desci mais. Draco gemia abaixo de mim e com mais vigor succionava meu pescoço e colo, sua calça já estava marcada com uma enorme ereção, olhei para aquele monte e minha mão fugiu de seu torço indo parar ali automaticamente. Primeiro passei levemente o indicador sobre o volume, ouvindo-o prender o ar, após espalmei toda minha mão sobre a carne de pedra, apertando firmemente, sentindo sua forma e calor, apalpei um pouco, vendo-o choramingar coisas ininteligíveis em meu pescoço, sua mão também havia se intrometido em minha camisa, com movimentos ágeis e precisos ele soltava os três botões da peça.
Ajoelhei-me passando uma perna de cada lado de sua cintura e o puxei para cima, ele se sentou abaixo de mim, olhando em meus olhos segurou a gola de minha roupa, nesse momento imaginei que tiraria minha camisa, mas com um malicioso sorriso ele a segurou firmemente dos lados e sem delicadeza alguma sob meu olhar, rasgou-a no meio jogando-se de volta na cama, ainda ajoelhado sobre Draco minha mão trabalhava na região abaixo de sua cintura, masturbando-o. O rosto de Draco estava vermelho e sorria abertamente para mim, pus minha mão levemente sob o zíper e o desci alguns milímetros, parando.
–Parece que eu é que estou te comendo Draco. -falei levemente sorrindo e continuando a descer seu zíper.
Ele emburrou levemente a cara e desviou o olhar fazendo um leve beicinho, acho que ele nem mesmo percebia quando fazia essas coisas, mas essa era uma das coisas nele que me fascinavam. Abri totalmente sua calça e enfiei minha mão ali, apertando firmemente a base do órgão que clamava para sair daquele casulo apertado que Dray ousava chamar de cueca. Ele soltou um longo gemido, repentinamente afastando minha mão e nos virando na cama em um impulso, Dray me jogou no colchão, posicionando-se apoiado sobre minha cintura e olhando de cima para mim. Nesse momento eu me sentia preso, minha calça tornou-se uma prisão e meu membro ereto começava a ficar dolorido; a visão do MEU loiro bem acima de mim, estreitava mais ainda o curto espaço lá dentro.
–Eu que mando aqui Harry. -ditou inclinando-se sobre mim ficando com a bunda arrebitada no ar, logo lambendo desde minha clavícula ate o lóbulo da orelha, para sussurrar ainda mordiscando o local. -Eu que mando Harry, só eu. Você é meu. -murmurou beijando cada trecho de pele ate chegar próximo à minha boca, fechei os olhos e esperei ansioso, mas em questão de segundos o calor e o peso sobre meu corpo sumiu, choraminguei abrindo os olhos e vendo Draco fechar o zíper de sua calça e se por em uma postura ereta. Franzi o cenho e tentando me controlar perguntei.
–O que foi Dray? Você não quer mais? Sou eu? -perguntei nervoso, controlando minha voz, que já demonstrava como eu estava partido em mil , com um aperto no peito sentindo o peso de uma segunda rejeição.
–Não Harry, eu não posso fazer isso, o problema não é você, sou eu.
Meus olhos se estreitaram e em meu rosto surgiu um sorriso irônico.
–Não é você, sou eu. -repeti imitando sua voz -Você tem noção do que esta dizendo? Como isso dói? -já havia lágrimas em meus olhos e toda a excitação havia se transformado em dor, pela face de Draco rapidamente pude ver vários sentimentos, medo, desejo e amor, mas logo ele os escondia novamente. Após minutos de silêncio interroguei-o novamente. -Não vai dizer nada, Malfoy? -tendo novamente o silêncio como resposta ergui-me da cama onde estava sentado e caminhei pelo quarto recolhendo minha gravata e capa, indo em direção å porta.
Por dentro de mim algo parecia errado, tremendamente errado, como se eu não devesse sair dali, porém aquela era minha única opção. -Tchau então Dra... Mafoy. -Segurei a maçaneta e parei no momento em que ouvi uma espécie de rosnado raivoso que logo parou, acenei negativamente olhando pro chão com algumas lágrimas brotando no olhar, tentava prolongar ao máximo à partida, queria tanto que ele tivesse alguma explicação, que ele respondesse minhas perguntas. Sem que eu pudesse ver estava ajoelhado de frente å porta ainda segurando na maçaneta e soltando longos soluços. Meus olhos não paravam de vazar e eu não tinha forças para me levantar, minhas pernas e mãos tremiam, meu peito subia e descia freneticamente. Draco Malfoy, a mesma pessoa que eu sempre amei, que sempre cuidei, eu vivia só por ele, frustração me preenchia, Draco era meu amor, minha vida, mas o que eu era pra ele?
E eu estava ali jogado no chão de seu quarto chorando e me humilhando, tentava me recompor e levantar quando fui abraçado por trás novamente ouvindo um rosnado seguido da voz de Draco mais rouca que o normal e bem próxima a meu rosto.
–Você tira muitas conclusões precipitadas Potter. -ele cuspiu meu sobrenome -Consigo ouvir seus pensamentos daqui... É tão idiota à ponto de pensar que eu teria todo esse trabalho de torturar Longbotton e te deixar ir? Não era eu a Drama Queen?-ralhou enquanto me pegava do chão e levava até a cama, sentando-se na poltrona ao lado desta. Deitei-me me encolhendo e escondendo a face chorosa, ao fundo Draco, (sim, Draco, em minha mente sempre seria Meu Draco, por mais que minha boca cuspisse Malfoy) dizia algo, mas eu não o ouvia, minha mente flutuava longe daquele quarto, tentando ignorar a dor que ainda se encontrava em meu peito.
–Entende o que eu quero dizer Harry? -perguntou, estreitei meus olhos, ninguém me abandonaria, EU terminaria primeiro.
–Entendi! Entendi a porra toda Malfoy. Não se preocupe com nada, eu te abandono aqui mesmo. -virei-me na cama urrando por fora e quebrando por dentre. Ele ficou instantaneamente pálido e parecia a ponto de desmaiar. Engoliu um seco e com a voz apertada e contida falou.
–Então depois de todo esse show é isso o que você faz Harry? Diz que me ama, mas quando te conto que recebi minha herança e você é meu parceiro, me abandona tão facilmente? -ele tinha a voz magoada e parecia ter sido encolhido -Esperava o melhor vindo de você. -falou encolhendo-se abraçando as pernas com seus pés sobre a poltrona.
Então finalmente juntei as peças do quebra cabeças. Draco parando quando estávamos quase lá, Draco veela, eu parceiro do Draco veela, parceiros são pra vida toda depois que fazem sexo.
–Ai meu Deus! -exclamei quando me dei conta do que havia feito.
Draco me amava! Me ama! Ele só não queria me prender involuntariamente.
–Draco? -chamei baixinho, me sentando na beira da cama e me aproximando dele -Draco, desculpa... Eu não havia ouvido nada do que disse. -ele permanecia enrolado e com a cabeça escondida entre as pernas, hora ou outra fungava -Por favor olha pra mim, amor. Eu pensei que fosse me abandonar, eu não sabia o que fazer. -eu falava e ele se recusava a me olhar -Por favor... Eu amo você, meu pequeno. -murmurei o abraçando, quando ele finalmente e com olhos chorosos me encarou.
Parecendo ter reacionado, ele me empurrou de volta a cama, porém, não recebi beijos como esperava e sim tapas e socos, nada forte o suficiente para me machucar, mas na medida de mostrar sua revolta.
Draco estava sobre mim e me batia, quando abaixou seu rosto até colá-lo ao meu.
–Vou te ensinar a querer ouvir cada palavra minha Potter, você vai querê-las como se fossem o mais delicioso dos vinhos.
Sua boca tocava suavemente minha orelha enquanto falava e sua mão, sem tempo para preliminares ia direto para meu sexo. Beijava e lambia meu pescoço, movendo-se, se esfregando em mim. Seu quadril fazia leves movimentos de cópula, mesmo ainda desconectados. Senti dedos intrusos em minha boca, recebi-os de bom grado, chupava e lambia, os olhos do loiro já acendiam de desejo.
–Isso Harry, chupa direitinho, sua saliva vai ser sua única preparação. Você foi um menino mal, merece ser punido. -falava parando de manusear meu novamente ereto membro, mesmo que por cima da roupa e tirando um dos dedos de minha boca, gemi em frustração, mas parei no momento em que ele pôs esse dedo melado por minha saliva em sua própria boca.
–Aahh! -gemi roucamente com a cena quando ele passou o dedo com as duas salivas sobre minha boca, tentei capturar o dedo novamente, mas ele afastou sua mão, pegando a varinha e com um feitiço mudo, tirando nossas roupas.
Suspirei em alívio ao ter meu pênis liberado de sua prisão de jeans. Estava morrendo de desejo, meu coração pulava ensandecido.
–Ah! Draco! -gemi quando ele mordeu meu mamilo, não mais aguentaria sem gozar, os dedos molhados brincavam em meu interior e eu queria mais, olhei em seus lindos olhos dilatados e implorei -Por favor, Draco, me fode! Arr eu não aguento mais. Foi como o inferno automaticamente suas mãos e lábios pararam de trabalhar e ele me olhou sugestivo.
–Como estamos apressados hoje... Harry, meu Harry. -ele murmurava sugando meu marcado pescoço.
–Siiiim. Só seu e de mais ninguém, mas Draco, por favor, eu imploro, me cone Agora.
Gritei gemendo igual uma prostituta, eu me esfregava no corpo acima e gemia em seu ouvido tentando fazê-lo perder o controle.
–Vire-se, eu vou te comer bem gostoso e de quatro. É isso que você quer Harryzito, gemendo desse jeito e se esfregando em mim como em cão no cio?
Cada palavra me estimulava mais e mais, minha vontade era jogá-lo na cama e me sentar sobre seu pênis ereto e gotejante, e não parar de cavalgá-lo até me satisfazer, mas aquela era a noite dele eu o devia submissão e tudo estava sendo prazeroso ao extremo. Somente resmunguei quando tentou me pôr de costas e quatro.
–Não, de frente, eu quero ver seu rosto. -sussurrei para em seguida vê-lo sorrir bem abertamente.
–Tudo o que meu testa rachada quiser.
Rapidamente ergueu minhas pernas em seus ombros e se aproximou, dando pinceladadas com seu mastro em minha bunda. Eu não continha os gemidos e não contive quando senti a cabeça grande e em forma de cogumelo forçar passagem em meu alargado buraquinho. Ele pressionou o membro e em questão de segundos a ponta entrou, eu me sentia queimar e rasgar, mas não queria que parasse.
–Mete Draco, mete tudo de uma vez. -gemi
–Não posso Harry... Hummn. Se eu não for devagar vai doer mais. -ele respondeu penalizado.
–Tudo bem, mete que eu aguento amor. Eu sou Harry gosto de dor Potter, lembra? -falei e ele sorriu.
–Você quem sabe.
E dizendo isso enfiou todo seu pênis em mim, até o talo, soltando em conjunto comigo em longo e sofrido suspiro. A dor era grande e contrastava com o prazer,Draco foi se movendo aos poucos fazendo pequenas investidas. Metia e tirava lentamente, acompanhando o ritmo de meu canal que apertava seu membro, logo a dor saiu e restou só o prazer. Draco já fazia movimentos mais rápidos, mas não o suficiente.
–Aahhh. Mais Dray, mais rápido, mais forte. -eu gemi de olhos fechados sentindo-o investir como uma besta contra mim, meu corpo pegava fogo e meu pau sacudia abandonado entre nós, só que havia algo mais apetitoso que ele e igualmente abandonado. O loiro lambia seus lábios se concentrando cada vez mais nos movimentos pélvicos e gemer roucamente em meu ouvido, virei meu rosto e capturei aquela boca fina e vermelha tão apetitosa, durante alguns segundos ele perdeu o compasso de surpresa, mas logo retribuía ai sôfrego beijo e voltava a se mover com volúpia.
Meu pênis ardia e vazava loucamente, parei o beijo obsceno para falar.
–Hmmmm Dra-Dray, estou quase lá, eu não aguento mais, mete mais forte.
–Há-rrrry, eu também estou quase lá, vamos juntos. -falou metendo com toda sua força me fazendo ver estrelas ao tocar minha próstata. Meu canal se apertou mais ainda comprimindo o pênis de Draco e pedi que me acertasse ali novamente, ele repetiu o ato mais três vezes antes que meu pênis pulsasse e despejasse meu líquido sobre nossos abdomens unidos, com o aperto de minha libertação Draco meteu o mais fundo e forte que conseguia despejando sua semente em meu interior, gemendo meu nome como uma prancha de salvação.
–Harryyyyyyy! -continuou se movendo até estar totalmente satisfeito e seu membro quase murchar dentro de mim.
Me senti lânguido e meus olhos pesaram, Draco se retirou de mim e deitou-se à meu lado, me puxando pata seu peito, me aconcheguei fechando os olhos suspirando feliz e satisfeito.
–Amo você Draco, tanto que nem eu consigo imaginar. -murmurei escondendo minha cabeça na curva de seu pescoço, sentindo ele pôr seu rosto em meus cabelos e logo em seguida sorrir.
–Nem pense em dormir toda a noite Harry. -falou e então sussurrou mais baixinho e sexy -Você ainda tem que me comer tão gostoso quanto eu te comi. -sorri e logo em seguida questionei algo que ele havia dito.
–Amor? Que história é essa de ter torturado o Neville?
