Oi Gente!

Passando rapidinho para deixar um capítulo PRESENTE.

Tanta gente acompanhando a fic. Tantos comentários. Estou SUPER feliz.

E ESTE CAPÍTULO

VEM EM FORMA DE AGRADECIMENTO POR TANTO CARINHO DA PARTE DE VCS.

É PEQUENO, MAS É DE CORAÇÃO.

O próximo capítulo é o último, postarei amanha a tarde.

Mais uma vez obrigada pelo carinho. Beijo grande.

OBS: Amanhã falo com todas.

Edward se aproximou, a respiração quente contra o rosto de Isabella. Em um gesto inconsciente, ela umedeceu os lábios enquanto Edward inclinava a cabeça para o lado.

Não deveria… me beijar – sussurrou ela.

Você nunca objetou antes – resmungou Edward pouco antes de lhe capturar os lábios.

ISABELLA SENTIU os joelhos cederem e se agarrou aos ombros fortes para não escorregar pelo corpo de Edward. Ele a segurou firme contra o peito, enquanto a boca experiente se apossava da dela. Aquele beijo era… diferente. Ela deixou escapar um suspiro suave; um som de capitulação? Sinceramente, não se importava. Talvez fosse um som de desejo. Ou ânsia. Edward a arrebatava. Não havia outra palavra para definir o que ele estava fazendo. Tomava posse dos lábios carnudos como se fosse seu único dono e senhor. Como se tivesse direitos exclusivos sobre sua boca e se recusasse a dividi-los com quem quer que fosse. Nunca. O corpo de Isabella se moldou ao dele, enquanto ela saboreava a rigidez daquele peito e daquelas coxas, tremendo à medida que as mãos longas rumavam por seu corpo até a nuca. Edward fechou os dedos naquele ponto, mantendo-a cativa. Como se a intenção dela fosse escapar! Isabella era uma presa espontânea. Aquilo… era o que havia sonhado. Fantasiado. Desejado tanto. Loucamente.

Quero fazer amor com você – disse ele com uma ansiedade ofegante, os lábios mal se apartando dos dela. – Lutei contra isto. Theos! Lutei muito contra isto, mas se não a tiver, enlouquecerei.

Sim – sussurrou Bella. – Eu o desejo tanto!

As mãos fortes começaram a desfazer o nó do roupão que ela usava, os lábios exigentes nunca deixando os dela. Era como se Edward não suportasse a ideia de parar de beijá-la. Devorava-a, mesmo enquanto lhe abria o robe. E então, as mãos ávidas se encontravam espalmadas em sua pele exposta, fazendo-a gemer e estremecer, enfraquecida contra a rigidez do corpo másculo.

Macia. Tão macia e linda! Como a seda – murmurou ele, deixando as palmas acariciarem as laterais do corpo de Isabella, antes de movê-las para os seios firmes. Só então abandonou os lábios carnudos para imprimir uma trilha de beijos quentes pela mandíbula delicada, o lóbulo da orelha e mais abaixo, pelo pescoço macio. Edward lhe mordia e sugava a pele, fazendo-a experimentar calafrio após calafrio. A boca experiente prosseguiu em sua jornada erótica, e Isabella teve de prender a respiração quando ele se ajoelhou diante dela. Escorregando os braços sob o robe, Edward os fechou em torno da cintura fina e a puxou para baixo, forçando-a a flexionar os joelhos. Os lábios de Edward ficaram quase na altura dos seios empinados, de modo que a respiração quente lhe fustigasse os mamilos, fazendo-os enrijecer. E então ele fechou a boca sobre um deles, atritando a língua contra o bico enrijecido.

O robe de Isabella escorregou para o chão, formando uma poça aos seus pés e ela se viu nua, envolta nos braços musculosos. Edward lhe sugou o seio, o cabelo cobre e a pele morena em contraste com a dela. Como era erótica a visão daquele homem orgulhoso e forte, ajoelhado, com os braços fechados com força em torno de sua cintura… como se nunca fosse soltá-la. Porém, antes que Isabella se deixasse dissolver naquela fantasia, ele afastou os lábios do mamilo, fazendo-a soltar um gemido de protesto.

Edward ergueu o olhar ardente contra a luz da lâmpada.

Você é maravilhosa, Bella – disse com uma voz baixa e rouca, repleta de paixão.

Em seguida, afrouxou a força com que a envolvia apenas o suficiente para se erguer, e o tecido da camisa roçou a pele dela. Isabella esticou as mãos para desabotoá-la, querendo se livrar da peça para sentir a pele de Edward contra a sua. Mas ele lhe segurou as mãos, unindo-as com força.

Oh, não, Bella mou. A sedução ficará por minha conta. E pretendo seduzi-la até as últimas consequências.

Edward a ergueu nos braços e caminhou lentamente na direção do quarto. O olhar fixo no dela. Isabella temia dizer qualquer coisa que o fizesse recuar e dissipar aquela magia. Após deitá-la na cama, ele se ergueu e assomou diante dela. Isabella sentia-se estranhamente vulnerável sob aquele escrutínio intenso. Tímida e um tanto insegura. As mãos se ergueram na intenção de ocultar os seios.

Não esconda tamanha beleza de mim – sussurrou ele.

Encorajada pela óbvia aprovação de Edward, ela deixou as mãos penderem sobre o colchão. O desejo se refletia nos olhos castanhos como duas labaredas, enquanto os dedos longos se dirigiam aos botões da camisa. No meio do ato de desabotoá-los, ele perdeu a paciência e os arrebentou com um puxão. Livrando-se da peça, desceu, frenético, o zíper da calça. Isabella inspirou profundamente e prendeu o ar nos pulmões, quando a calça comprida e a cueca boxer escorregaram pelas coxas musculosas, libertando a masculinidade excitada. Uma promessa silenciosa enquanto ele se aproximava. Em seguida, Edward lhe afastou os joelhos e se acomodou entre as coxas macias, quando se deitou na cama. Quente, sedoso e ainda assim rígido como o aço. A pele firme colando-se à dela, queimando-a, fazendo-a se contorcer sob o corpo forte. As bocas se encontraram outra vez, e Isabella lhe envolveu o pescoço com os braços, prolongando aquela batalha de línguas e lábios. Suave, úmido, o duelo era um precursor da dança que os corpos estavam prestes a executar.

Nunca me senti tão fora de controle – admitiu ele. – Tão excitado e sensível a uma mulher. Você me enlouquece, Bella. Tenho de possuí-la.

Sim – o sussurro de entrega escapou dos lábios intumescidos de Isabella. Ele começou a empreender uma jornada excitante pelo pescoço delicado, os ombros, descendo o próprio corpo até que os lábios lhe encontrassem os seios firmes. Ela cravou o olhar no teto. A pintura intrincada enevoando diante de seus olhos, à medida que o prazer a dominava. Por alguns vários e longos segundos, Edward se deteve a lhe estimular os mamilos rígidos com a língua para, em seguida, imprimir uma trilha úmida de beijos pelo abdome macio. Por um breve instante, brincou com o piercing que lhe adornava o umbigo, antes de prosseguir naquela expedição descendente. Isabella enrijeceu quando a boca ousada lhe encontrou a essência, o âmago de sua feminilidade. Impotente, ela arqueou os quadris, se expondo ainda mais àquela exploração erótica.

Edward soltou uma risada abafada e não a decepcionou.

Por favor, quero-o dentro de mim.

Quero que esteja preparada para me receber, Bella mou – respondeu ele, enquanto deslizava um dedo sobre a pele úmida da região sensível.

Possua-me – disse ela, baixando o olhar para encontrar o dele. – Sou sua.

Aquelas palavras pareceram destruir o autocontrole de Edward. No mesmo instante, ele se moveu sobre o corpo macio, abrindo-lhe as pernas e se encaixando perfeitamente entre as coxas aveludadas. Em um segundo estava se posicionando para penetrá-la, e no outro deslizando para dentro dela, rompendo a leve resistência sem nenhuma dificuldade. Todo o corpo de Isabella enrijeceu com o choque. Embora sentisse apenas uma pontada de dor, fora a sensação daquele preenchimento que quase a sufocou. Os olhos verdes se arregalaram e, em um gesto instintivo, ela espalmou as mãos nos ombros largos para empurrá-lo. Edward a observava com olhar confuso, mesmo enquanto movia os quadris para recuar e investir outra vez. E então Isabella relaxou sob o corpo forte, permitindo que as mãos que se agarravam aos ombros de Edward escorregassem para lhe envolver o pescoço. Uma onda de prazer doce e excitante a atingiu como fogo espalhado pelo vento. Os lábios de Edward encontraram os dela mais uma vez em um gesto tranquilizador, fundindo-os, de repente gentis e ternos.

Movimente-se comigo, agape mou – incitou ele. – Enrosque suas pernas em minha cintura. Isto.

A pele de Isabella pareceu despertar para a vida, retesada e sensível pelo desejo. Ele fincou os cotovelos nas laterais da cabeça de Isabella, suspendendo o corpo o suficiente para que ela não precisasse suportar o seu peso, enquanto se movia entre as pernas sedosas. A respiração saía com dificuldade. Ela ofegava, e as bocas e os quadris de ambos executavam os passos daquela dança nova e excitante.

Venha comigo – sussurrou ele. Incapaz de fazer qualquer coisa além de seguir o turbilhão de prazer que crescia em seu ventre e se espalhava por todo o corpo, Isabella gritou ao mesmo tempo em que ele enrijeceu sobre ela.

Edward a puxou suavemente contra a rigidez de sua excitação, murmurando-lhe palavras contra o ouvido. Algumas, ela compreendia, outras eram ininteligíveis. E então ele desabou, soltando o peso do corpo quente sobre o dela.

Por alguns longos segundos, apenas o som das respirações alteradas preenchia a atmosfera.

Em seguida, Edward ergueu a cabeça para encará-la. Após lhe depositar um beijo suave nos lábios, desencaixou os corpos de ambos.

Volto já.

Isabella o observou caminhar até o toalete e voltar, instantes depois, com uma toalha umedecida.

Eu a machuquei? – perguntou ele, num sussurro.

Isabella se sentou na cama e estendeu a mão para pegar a toalha, mas ele a manteve fora de seu alcance. Em seguida, a esfregou sobre a pele macia para limpá-la.

Não. Você não me machucou – respondeu ela no mesmo tom.

Por que não me contou? Não havia nenhum tom de recriminação ou acusação na voz de Edward.

Não sabia se acreditaria.

E então deixou-me violá-la, quando deveria ter sido conduzida com toda a suavidade? Tratada de modo carinhoso?

O arrependimento estampado naquele belo rosto másculo era genuíno. Não por ter feito amor com ela, deduziu Isabella, mas por pensar que a tratara de maneira rude. Esticando o braço, ela lhe tocou o rosto, saboreando o atrito da barba de um dia.

Você não me machucou. Foi perfeito.

Edward deixou a toalha escorregar para o chão e lhe segurou o rosto com as duas mãos.

Não. Não foi perfeito, mas posso fazer com que seja. Os lábios sensuais se aproximaram dos dela e a beijaram com uma ternura que a fez experimentar uma pontada de dor no peito. O desejo despertou outra vez, aflorando, se esticando para alcançá-los.

Agora, Edward não teve pressa. Inundou de beijos e carícias cada milímetro daquele corpo de curvas perfeitas. Murmurava palavras carinhosas e elogios, cada uma aterrissando naquela região distante que ela reservara apenas para Edward em seu coração. Isabella absorvia cada toque, cada palavra como terra árida que ansiasse por água. E quando Edward a penetrou lentamente, ela soube que jamais seria capaz de amá-lo mais do que naquele momento. Esperara tanto tempo para tê-lo daquela forma! Focado nela, vendo-a, tocando-a e a amando como Bella o amava. Dessa vez, ele aguardou que Isabella se entregasse por completo ao clímax, e apenas quando os últimos espasmos de prazer lhe abandonaram o corpo foi que ele se enterrou fundo naquela maciez apertada e quente e se entregou ao próprio orgasmo.

Edward encostou a testa na dela, os lábios dos dois a apenas milímetros de distância. Insatisfeita até mesmo com aquela minúscula separação, Isabella ergueu o queixo, fazendo com que as bocas dos dois se encontrassem em um beijo doce que ela sentiu na própria alma.

Melhor assim? – murmurou ele. Isabella sorriu.

Sim.

Edward ACORDOU com um corpo feminino macio enroscado ao seu. Abriu os olhos, soprou uma mecha de cabelo que lhe caía sobre os lábios e constatou que Isabella estava mais atirada sobre ele do que enroscada. Os seios firmes pressionavam seu peito, e um dos braços o envolvia de modo possessivo. As pernas se entrelaçavam nas dele, enquanto ela dormia profundamente. A respiração cadenciada e suave lhe reverberava nos ouvidos. Porém, logo a realidade o atingiu e, com ela, o peso do que fizera. Tal sentimento de culpa e resignação não era inesperado. Poderia colocar a culpa na paixão, no desejo, em muitas coisas, mas sabia a verdade. Desejara-a e a possuíra. E certamente sabia o que estava prestes a fazer mesmo no calor do momento. Nunca antes, em seus 32 anos, perdera toda a consciência durante um ato sexual, e não era agora que iria começar. Não usara nem mesmo um preservativo e, por mais que se esforçasse, não conseguia atinar com uma desculpa plausível para tamanha estupidez. Não fora nem mesmo por falta de não tê-lo consigo no momento. Era um homem prevenido e sempre trazia, não apenas um, mas dois preservativos em sua carteira. E ainda assim, não havia sido capaz de parar o que estava fazendo para pegar um. Não a protegera; e, pior, aquela fora uma decisão consciente. Não tinha mais ninguém a culpar em toda aquela confusão a não ser a si mesmo, e sabia muito bem disso. Com todo o cuidado, desencaixou os corpos dos dois. Enrijeceu quando Isabella deixou escapar um suspiro suave, mas logo ela voltou a se aninhar sob as cobertas e ficar imóvel.

Edward se encaminhou ao toalete para tomar uma ducha, ciente de que haveria consequências para aquela escolha. Estava até mesmo se preparando e fazendo planos mentalmente. Mas apesar daquilo tudo, experimentava uma estranha sensação de paz em vez de uma resignação dolorosa. Ainda assim, temia tudo que tinha a fazer. E dizer. Envolvendo os quadris em uma toalha, saiu do toalete e recolheu o traje que usara no dia anterior. Felizmente, sempre mantinha várias mudas de roupa em seu escritório. Aquela seria sua primeira

parada.

Quando estava vestindo a calça comprida, Isabella se mexeu, o cabelo longo envolvendo-lhe parte corpo, enquanto girava e esticava a mão como que a procurá-lo. Edward sentiu o corpo tenso, a excitação despertando cada célula viva. Um sussurro suave que se avolumava enquanto a observava. Os olhos chocolates se abriram, sonolentos, e pestanejaram várias vezes quando se concentraram nele.

Edward esticou a mão e lhe tocou a lateral do rosto, afastando-lhe uma mecha de cabelo escuro para trás.

Tenho coisas a fazer, Bella. Coisas importantes. – Inclinando a cabeça, ele lhe depositou um beijo suave no cabelo e, sem dizer mais nada, deu-lhe as costas e saiu do quarto.

ISABELLA SE encontrava parada ao lado da cama, enrolada apenas em um lençol, do qual apertava as extremidades com força. Baixou o olhar à toalha molhada descartada, que ostentava a evidência de sua virgindade perdida, e experimentou uma estranha sensação no peito. Para onde teria ido Edward? Ele retornaria? Ou seria ela apenas uma tentação que se tornara insuportável, e ele resolvera voltar correndo para se entender com Alice? Fechou os olhos e deixou pender o queixo até que lhe tocasse o peito. Não queria ser a outra. Aquela ideia não a agradava. Também não desejava ser responsável pela tristeza de alguém. Mas por que tinha de colocar o bem-estar da outra mulher acima do seu? Com aquela tristeza contida alojada no coração, se encaminhou ao toalete para tomar um banho quente. Partes dela estavam doloridas. Uma dor deliciosa. E não conseguiu se furtar a fechar os olhos e recordar cada toque, cada beijo, cada carícia. A sensação do corpo forte se movendo contra o seu. Permaneceu na banheira até a água amornar. Finalmente, estremecendo de frio, se ergueu e enrolou-se em uma toalha. Sentia uma languidez incomum. Muitas coisas permaneciam desconhecidas, não resolvidas, e ela temia que continuassem daquela forma. Cada vez mais desgostosa com a própria letargia, forçou-se a se vestir. Recusava-se a ficar sentada naquele quarto de hotel, prendendo a respiração como uma tola apaixonada, esperando por um homem que talvez não retornasse. Primeiro, faria uma refeição e, em seguida, iria até seu apartamento. Os móveis novos que comprara haviam sido entregues, e Edward providenciara para que alguém lhe comprasse todos os itens de que necessitava. Iria até lá e faria uma lista do que estava faltando. Depois, talvez fosse melhor começar a pensar no que fazer com o resto de sua vida.

Quando abriu a porta, deparou de imediato com a expressão fechada de Reynolds.

Isabella tentou sorrir, mas fracassou miseravelmente. E então, deixou escapar um suspiro.

É melhor você entrar para que eu possa me desculpar da maneira adequada. Depois, pode me acompanhar até o restaurante do hotel e, em seguida, ao meu novo apartamento.

Reynolds exibiu um sorriso genuíno e entrou na suíte.

Agora, srta. Swan, está entendendo como as coisas devem ser feitas. Meu serviço se torna muito mais fácil quando conheço seu destino e sei que não escapará na primeira oportunidade.

Isabella exibiu uma careta.

Sinto muito mesmo por ter lhe causado tantos problemas. Acho que a partir de agora me achará bem mais cordata.

O divertimento desapareceu do semblante do segurança. A expressão se tornou fechada, enquanto a encarava com olhar questionador.

Espero que nada de mal tenha lhe acontecido.

Por um instante, Isabella permaneceu calada. Em seguida, com um sorriso tristonho, gesticulou na direção da porta.

Vamos comer. Estou faminta.

Edward SE sentou, exausto, na cadeira atrás da mesa do escritório e ergueu o fone. Mais uma vez, na Grécia seria meia-noite, mas precisava ter aquela conversa com Emmett para que pudesse dar prosseguimento aos seus planos.

Oi– rosnou Emmett, sonolento.

Fiz algo terrível – disse Edward, sem rodeios.

Edward? – perguntou Emmett, mais alerta. – Por que diabos está telefonando a esta hora? Mais uma vez. E a que coisa terrível está se referindo? Está preso?

Edward não pôde conter uma risada diante daquela pergunta.

Não. Não estou preso.

Então, o que há de errado?

Edward esfregou o rosto com uma das mãos.

Seduzi Isabella.

Seguiu-se um longo silêncio.

Acho que não ouvi direito – disse Emmett por fim.

Edward o ouviu dizer alguma coisa para Rose.

Não, agape mou, não há nada errado. Volte a dormir. É apenas Edward. – Em seguida, voltou a se dirigir ao irmão: – Espere um momento para que eu possa atender esta ligação no escritório. Rose ficou acordada até tarde da noite com o bebê.

Edward esperou pacientemente, enquanto ouvia o farfalhar das cobertas da cama e o beijo que o irmão deu na esposa, antes de se levantar.

Alguns minutos mais tarde, a voz de Emmett estava de volta do outro lado da linha:

Agora diga-me que não fez o que acho que fez.

Não posso fazer isso. A coisa é ainda mais grave.

Mais grave do que você seduzir uma jovem que está sob seus cuidados? Não consigo imaginar o que seria pior.

Ela era virgem e não usei proteção. – Edward se encolheu, mesmo enquanto proferia as palavras. Aquele tipo de conversa o fazia parecer um adolescente de 16 anos confessando seus pecados ao pai. Emmett soltou um xingamento e exalou a respiração de maneira audível.

Droga, Edward, que diabos estava pensando?! Está bem, esqueça o que acabei de dizer. Obviamente não estava pensando. Isso é um fato. Mas e quanto a Alice? Não disse a mim e a Jasper que iria se casar com ela? Jasper vai ficar furioso se você magoar Alice. O que estava fazendo na cama com Isabella? E Deus, sem proteção! Ficou maluco?!

E você foi muito cuidadoso com Rose? – retrucou Edward, na defensiva.

Eu tinha um relacionamento com ela – rosnou Emmett. – Não estava noivo de outra mulher, tampouco Rose se achava sob meus cuidados. Edward, isso ultrapassa os limites da insanidade.

Não estou noivo de outra mulher – revelou ele num quase sussurro. – Não pedi Alice em casamento.

Seguiu-se outro silêncio perplexo.

É melhor começar do início e me contar toda esta história – sugeriu Emmett, cansado. – É óbvio que está com um problema sério nas mãos. Comece pela parte em que você não pediu Alice em casamento.

beijos e até