CAP. 17 B: GUARDIÃO
Passaram em alguns dias.
O desconcerto e assombro refletia-se na cada rosto quando uma manhã O Profeta trazia uma surpreendente notícia como encabeçado.
A FAMÍLIA MALFOY EM DESGRAÇA.
St. Mungo tem como residente permanente a Narcisa Malfoy.
A imagem dizia-o todo e se repetia uma e outra vez; Narcisa vestida de negro, o cabelo solto e desordenado, com o pranto desbordando e dando gritos silenciosos lutava para que os enormes enfermeiros a soltassem.
Depois do enterro de seu único filho, quem morreu em escuras circunstâncias, a senhora Malfoy sofreu um ataque nervoso do qual não se recupera até o momento; o Diretor do Colégio Albus Dumbledore não quis dar mais detalhes, mas sabemos extraoficialmente que a morte do jovem herdeiro se produziu quando este tentava lançar maldições, entre eles a pior imperdoável ao mesmíssimo Diretor. A oportuna intervenção do professor de Defesa Contra as Artes Escuras, Remus Lupin frustrou seus planos.
O enterro realizou-se de maneira imediata, já que o corpo do desafortunado estudante não podia ser mostrado por mais tempo.
A idoneidade jornalística desta servidora, fez que comprovasse com meus próprios olhos o lamentável estado do corpo, e é por isso que não publico as fotos correspondentes para não ferir suscetibilidades de nenhum tipo.
—Draco Malfoy tem morrido.
Essa notícia era o constante sussurro entre os mesmos estudantes, não o criam, mas agora se explicavam o misterioso desaparecimento do loiro, justo desde a noite em que se escutaram ruídos e gritos estranhos próximos ao despacho do diretor, e quando seu professor de defesa regressou em um dia depois, com diversas marcas de luta, se mostrava totalmente abatido, e não ditou as classes normais.
Três dias tinham passado desde essa noite, três dias e o jornal dava-lhes essa notícia. Parkinson desmaiou-se, a maioria dos Slytherin não quiseram ir a classes, também não fazia falta, porque nesse dia as tinham suspendido todas, os professores tratariam de acalmar os ânimos.
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Essas mesmas páginas foram apertadas com raiva e jogadas ao fogo após que os vermelhos olhos o lessem uma e outra vez. Arrebatar dessa forma sua cobiçada presa, nem sequer tinha-o desfrutado uma só vez.
— LUCIUS!
E os cristais dos lustres sacudiram-se enquanto o Lord passeava-se furioso.
— LUCIUS! —voltou a gritar.
—Aqui tem-me meu Senhor…
—NÃO FALE SÓ TE FICA QUIETO.
E sem aviso, um feitiço saiu disparado contra o peito do loiro que ao princípio achou que sua vida terminaria nesse momento, mas só sentiu um frio vazio em seu coração, onde devia se sentir cálido e cheio, só tinha vazio, isso era pior que a morte.
O Lord via claramente que o halo azul que devia formar sobre o coração de Lucius já não existia, com isso comprovou que efetivamente a magia do herdeiro Malfoy já não estava unida a seu pai, de modo que decidiu que seu pai devia sofrer um pouco, ainda que de seguro que o comensal já conhecia a resposta.
—Sua querida Narcisa está louca sabia? —disse-lhe acalmo. — como se terá dado conta sua linhagem terminará contigo.
Lucius queria ver a seu filho desesperadamente, esse vazio não deveria estar, em mudança a luz azul sim, pior que a morte se sentia, pior, porque seu filho, seu Draco já não estava.
—Seu estúpido rapaz morreu quando tentava cumprir com minha encomenda — Por que tinha que fazer sangrar sua ferida?
O Lord deixou-o só, a imensa dor, e as vontades de seguir a sua retonho pelo mesmo caminho, se concretou em só uma pequena lágrima que caiu no frio andar.
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Trazia-lhe a poção diária e demorou um pouco em atingir-lhe olhava-o fixamente e pensar que Snape tinha suas esperanças em Dumbledore.
— Que sucede?
—Dumbledore… mente.
— A que se refere?
—Pedi-lhe que o cuidasse e… e o primeiro que faz —se aclarou a garganta—Draco morreu e Cisa já não é mais.
Essa era uma notícia horrível, de que estava falando? E um jornal caiu cerca dele Bellatrix lhe tinha dado e foi bem como Lucius se inteirou dos pormenores; Severus tomou-o e leu três vezes, ao princípio seus nervos queriam traí-lo, mas analisou-o mais a fundo e seu semblante tranquilizou-se, um pouco.
— Como pode estar tão seguro?
—Porque o nexo da linhagem já não me une a ele. —lhe disse ausente.
—Poderia ter outra explicação para isso Lucius.
—Como se atreve a me dizer tal coisa, minha família já não existe, e seu querido Albus é o culpado.
—Albus está-o protegendo, e também a Narcisa. Deve ser algum de seus planos.
—ENTÃO EXPLICA-ME O FRIO E O VAZIO SEVERUS.
—Não poderia, mas… tem em conta que Albus deu via livre para que essa jornalista conseguisse esta história.
—Não te entendo. —seu tom era de derrota, já não compreendia nada.
—Albus jamais deixaria que essa mulher se acercasse ao Colégio, a não ser que ele quisesse que assim fosse.
Dúvida, Severus tinha posto em sua alma uma dúvida, o mais lógico era averiguar por sua conta, mas tinha temor que o que lia no jornal o colasse como a única verdade, então se refugiou na incerteza, era melhor ter uma dúvida a uma certeza, em especial neste caso.
De modo que decidiu que o melhor era não voltar a sair da mansão, não queria encontrar com a confirmação de seus maiores medos.
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Bellatrix dançava no meio do salão, ria como maníaca, sua sorte não podia ser melhor; sem que ela interviesse se tinha desfeito dos que ela cria seus "rivais".
Snape morreria uma vez que desse a luz, porque Voldemort não lhe perdoaria esse grito e os golpes que lhe desse quando se inteirou da gestação, oh sim! O mataria, e ela o convenceria para ser a executora em pessoa.
Draco, seu "querido" sobrinho já não representava perigo algum, é mais já não representava nada, jamais chegaria a ocupar "seu" lugar no leito de seu amo, só ela teria lugar aí.
Bellatrix dançava e quis celebrá-lo mais, ainda com gráceis saltos de ballet se dirigiu às habitações de Severus.
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Dumbledore e Harry olhavam-se mutuamente pressionados, a Casa de Slytherin era um caos, foi necessário dormir a vários de seus estudantes para deter seus ataques contra os demais parceiros e, enviar a outros mais violentos a suas casas familiares.
—A estas alturas Voldemort já deve estar inteirado. —reflexionou Harry.
—É o mais seguro meu rapaz, é o mais seguro.
Fawkes dormia e acordou quando ambos magos começaram a conversar, espreguiçou seu corpo e emitiu um gorjeio melódico; Harry acercou-lhe para acariciar sua cabeça, a ave recebeu-o de bom grau.
—Não ter a Malfoy me molestando é estranho. —voltou a dizer.
—Sabe que era necessário… por um bem maior, seguro que o compreende.
—Já sei, não tinha de outra, mas me pergunto, como a estará passando Remus?
—Saberá como lidar com isso, não se preocupe.
O rapaz deixou de acariciar a fênix, para dirigir-se para os estranhos artigos dentro do escritório, chamado com curiosidade por um novo e particular.
—Harry, não o toque.
Não o ia tocar, especialmente quando essa frágil esfera pareceria que se romperia com só lhe soprar e seu conteúdo era o que poderia se chamar fumaça negra, e não queria o derramar.
—Não me dirá que é verdade?
—Ainda não, mas quando cumpra com sua função o saberá. Até esse então, espera e te empenha em seguir as indicações de Remus, me acha que te serão de grande utilidade.
—Sei-o. Quando o momento chegue.
—Sim Harry, quando o momento chegue.
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Snape tratava de convencer-se assim mesmo que Albus em verdade estaria protegendo a Draco, mas também duvidava. Talvez ele mesmo não lhe tinha pedido a mesma proteção para Lily? O pior era a falta do nexo que unia a pai e filho.
Seus escuros olhos estavam fixos nessa árvore enquanto tratava de ordenar suas ideias, ficava-lhe pelo menos uma hora de luz diurna antes de que a noite caísse completamente e o contemplar era o mais relaxante que tinha a disposição.
— Talvez não te cansa, sempre estar nessa janela? —irrompeu a voz conhecida dessa mulher.
— Que é o que olha tanto? Sempre que venho você está nesta janela. Não pensará que podes fugir por aí, verdadeiro?
Severus não lhe prestou a menor importância, deixaria que falasse, ele não lhe responderia. Lestrange não se importou no mínimo esse silêncio, mexendo seu corpo acercou-se da pouco bem perto de Snape.
—Draco morreu —lhe sussurrou ao ouvido, Severus só apertou seu punho. — como padrinho deveria do ter protegido. —Desta vez o homem lhe olhou com raiva, ela se afastou um pouco para ver melhor sua expressão. — O esqueci, enquanto Draco morria, você contemplava a linda vista.
Severus ia gritar-lhe todas as maldições que conhecia, mas de um empurrão Lestrange lhe apartou com brusquidão de seu sitio, temendo por seu bebê e pelas reações violentas da comensal, se afastou com rapidez. Bellatrix tomou posição em frente aos cristais inspecionando a cada detalhe que se apresentava a seus olhos, sorriu com ironia quando sua mente formou um doente jogo de perguntas.
— Oooh! mas que temos aqui? —E com o mesmo sorriso olhou-lhe de lado. — quem diria que Snape estranharia o Colégio?
O cenho preocupado de Severus fazer sorrir mais.
— A que se aferra? eh! Snape?
E a mulher retirou-se vários passos brandindo sua varinha, ainda que seguia em frente à janela.
— Ao céu quiçá?
Mal terminou de dizer isso quando um minúsculo raio amarelo se estrelou contra a superfície do vidro e uma fila de tijolos tampou a parte superior da janela. Severus abriu seus olhos com inquietude. Mas Bela voltou a falar.
— Já sei! à luz do sol.
E outra fila de tijolos estreitou mais a janela.
—Bela…
—Não, tens razão, então, gostas de ver o vento mexer tudo.
Desta vez duas filas tinham-se situado e a janela era a metade de alta que antes.
—Pelo que mais queira. —rogou.
—Aí equivoca-te, Severus, não é o que eu mais queira, senão o que você queira —respondeu acariciando seu queixo como se analisasse alguma questão filosófica— O encontra o olhando aqui? —voltou a perguntar-lhe.
—Faz favor… Bela… —Severus já se tinha apoiado na parede.
—Basta de jogos, já sei o que olha a cada tarde —lhe disse ameaçante— já sei a que se aferra, eu sei, sou muito astuta Snape —agora seu tom era aninhado. — é esse Verdade? esse raquítico salgueiro em onde mais tempo passa, desejaria que fosse o de Hogwarts? —e levantou os ombros como lhe restando importância. —Eu sinto, mas não te merece isso.
E a janela fechou-se por completo, já não existia, as luzes das velas superiores tomaram o lugar dos poucos raios solares.
—Acostuma-te a perdê-lo todo Snape, sua liberdade, sua árvore… sua criança.
E fechou a porta, foi-se bem mais feliz do que entrasse, sabia perfeitamente que Voldemort aprovaria suas ações e se não, faria que o fizesse.
Magnus teve dificuldade em acalmar lhe, conseguiu-o mal uns minutos antes de se marchar, que poderia fazer ele? Certamente nada. Só sua companhia pôde lhe oferecer nos seguintes dias. Mas alegrou-se como nunca quando desde os andares inferiores se escutou os gritos dessa mulher, qualquer coisa que lhe estivesse passando desejou que fosse por muito tempo.
—VOCÊ NÃO TEM AUTORIDADE PARA MUDAR NADA EM SEU RECINTO, POR QUE O FEZ?
Voldemort se ensanchava com as costas ensanguentada de Bellatrix quando esta, lhe tinha comunicado que foi ela quem clausurasse a janela.
—Eu… eu só lhe vigiava… meu Senhor.
— MAS FEZ!
—FIZ-O PORQUE ATACOU-ME —gritou como último recurso. O Lord pareceu interessar-se.
—Segue.
—…atacou-me… você… você me proibiu lhe fazer dano… de modo que lhe proibi a janela… só isso.
Peter encontrava-se no mesmo salão, e desfrutava dos castigos que presenciava, Lestrange sempre lhe humilhava e ver toda a tortura era em verdade muito prazeroso.
—Peter, Peter pode confirmá-lo… estava ali. —o delgado índice da mulher apontava-o diretamente a ele, odiava a Lestrange, sim, mas ter estado baixo as ordens de Snape também lhe molestava, de modo que fez o mais óbvio, mentir.
—Sim meu amo, eu o vi meu amo.
Que poderia esperar desse tipo de pessoas? a mentira, o sadismo, a perversão; todas as iniquidades juntas em suas almas.
Voldemort deteve açoite-los contra a mulher, tinha muitas coisas que preparar com respeito ao ritual, não perderia mais seu tempo, de modo que só lhe deixou uma advertência.
—JAMAIS TOMARÁ SUAS PRÓPRIAS DECISÕES BELA, JAMAIS.
E com isso a deixou. Bellatrix era teimosa e se apresentava-se alguma oportunidade de incomodar a Severus, então o faria, bem valeriam a pena seus castigos.
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Seis meses, hoje cumpria-se seis meses desde que visse a Severus por última vez, seus olhos verdes passeavam-se pelo despacho de seu professor, seis meses dos quais nas últimas semanas se exigiu ao máximo em seu treinamento com Remus, até com o mesmo Dumbledore.
Agradecia a seus amigos por acompanhá-lo em todos seus treinamentos, o tempo passava tortuosamente lento.
—O que supus, está aqui Harry.
— Onde mais poderia estar Hermione?
—Pois, no comedor como todos.
—Hoje não tenho apetite, eu sinto.
Sua amiga acercou-se compreensiva, não encontrava as palavras apropriadas.
—Supõe-se que devo acabar com Voldemort… não sei se a profecia está no correto.
—Isso é algo que escapa de nosso entendimento e de nossas mãos Harry. Agora vêem, o comedor é de por si vazio, mais desde que a maioria dos Slytherins não estão, e se você não te apresenta será mais vazio ainda.
Olharam-se apenados e caminharam das masmorras ao comedor, em poucas semanas muitas coisas tinham mudado, os alunos eram muito poucos e os laços de companheirismo se estreitaram mais, inclusive os Slytherins restantes já não tomavam em conta a rivalidade das casas, e à hora das comidas a distinção das cores era o de menos.
Em San Mungo, em onde Narcisa Malfoy ainda se encontrava interna, também existia uma inusitada atividade, não muito notória por suposto, mas quem conhecesse o funcionamento dessa instituição se daria conta que existia maior pessoal que em ocasiões anteriores.
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Enquanto em Hogwarts reinava um estranho ambiente de afabilidade, em Londres a crueldade crescia no interior de uma comensal.
Com o rosto altivo e sem dirigir sua mirada aos demais a seu passo, encaminhava-se resolvida ao andar superior, sustentava uma carteira de papel, não teve dúvida quando entrou com o sorriso torcido, os açoites recebidos faz em alguns dias lhes pagaria com cresces e "esta" era a melhor maneira. Entrou alegre e sua voz também expressava satisfação pelo que faria.
—Olha, trouxe-lhe um presente a seu engendro, acho que sou a primeira em dar-lhe um.
Da carteira sacou com lentidão uma branca e terna roupa de recém nascido e sustentou-o no ar. Severus que estava sentado ao pé da cama a olhou com horror, a conhecia e tratou de permanecer acalmado, nada do que vinha dessa louca era bom.
—Deixa de importunar-me, vai-te.
—Lástima que não possa chegar a lhe o pôr sabe?
—Disse que se fosse, não farei caso a nada do que me diga — não a veria e fixou seus olhos no andar, mas alçou a mirada quando uma teia branca empanada de sangue caiu cerca dos pés da bruxa.
Bela tinha cortado uma parte da roupinha e do corte manava sangue que tingia horrivelmente a fina teia.
Talhou uma manga, com lentidão, voltou repetir o mesmo com a outra e se entreteve destruindo a terna prenda com perversão e satisfação.
A visão era aterradora, ver como esse pequeníssimo roupa era cortado lhe fazia sentir doente, não atinou a gritar, as batidas de seu coração eram mais acelerados a cada vez, seu peito subia e baixava com rapidez, não conteve as lágrimas porque seus olhos viam exatamente o que sucederia com seu bebê mal nascesse. Quando Bellatrix se foi Severus ainda tinha impresso em sua mente a desgarradora imagem.
Magnus ingressou ao quarto e viu-o, Severus soluçava aconchegado na cama apertando em seu peito o que pareciam pedaços de teia vermelhos, foi muito difícil que se desprendesse deles, mas quando o sanador os juntou, compendiou de imediato a reação de seu paciente.
— Maldição!
Ao princípio o embalou, não obteve resposta, devia o fazer reagir, o sustentou dos ombros.
—Escuta-me Severus, Albus não deixará que lhe façam dano, Albus virá e nos sacará muito cedo.
— O matarão! o matarão! —Severus não escutava razões.
—Não, não, não o farão, me ouve! seu bebê viverá, viverá e será feliz.
—Nem sequer poderei pôr lhe um nome.
Magnus estava desesperado, parecesse que Severus não se acalmaria com nada.
—Lhes protegerei, me entende, eu protegerei a seu bebê, serei seu guardião por minha vida, eu serei.
—Promete.
—Prometo, Severus, prometo.
E ficou velando seu sono, temeroso de que Voldemort o encontrasse acariciando o rosto de Snape, por fortuna não veio, e se foi quando Severus se teve dormido, justo quando o relógio marcava as nove fechou a porta.
Nos subsequentes dias…
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Tinha passado um pouco mais de seis meses desde o dia quinze de novembro, concretamente era dia trinta de maio, a Ordem sempre estava em alerta permanente e no quartel algum membro permanecia vigilante da lareira.
Eram as sete da noite e Albus tinha a vista fixa nessa esfera em onde a fumaça negra se tinha dissolvido por completo e em seu lugar uma luz amarela brilhava, quando de repente a luz se fez mais brilhante e a esfera cedeu seu conteúdo no ar, o ambiente se impregnou de algo doce, o fénix começou a emitir seu canto de tal forma que até Hagrid pôde o escutar; Albus olhou surpreendido como a luz amarelenta se desintegrava e sua barba tremeu, suas mãos tremeram dantes de enviar sua Patronus para um chamado aos aurores.
Jogando pós flu a sua lareira contatou-se com o membro da Ordem em guarda, voltou a fazê-lo, mas desta vez para contatar com o professor de Defesa.
—Remus hoje deixará de ser seu guardião, Draco vá por sua mãe, o momento tem chegado.
Nota tradutor:
Hummmmmmmmmmmmmmm
Finalmente o resgate vai agir... espero que gostem do capitulo e vejo vocês em breve nos reviews
E sinceramente estamos na reta final da fic...
Ate breve
Fui…
