Oi Gente!
Mais um capítulo!
Esclarecimento:
Desculpem se a configuração esta ruim, é que não consegui uma cópia do livro que estivesse liberada para
revisão, todas estão bloqueadas, com isso estou fazendo a adaptação em um bloco de notas. Estou me desdobrando
para fazer o melhor possível, mas não tem como ficar perfeito, pois as edições no bloco são limitadas.
Se estiver muito ruim, posso deixar em hiato até conseguir uma cópia desbloqueada.
Aguardo a opinião de vcs.
Obrigada a todas que estão comentando.
Falo com vcs no próximo cap., que dependendo da opinião de vcs poderá chegar logo mais a noite.
beijo grande.
Boa leitura
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
— Será que um homem já tocou em você? Você já tocou em um homem?
— Não, — eu sussurrei.
— Cristo, — ele amaldiçoou. Suas mãos se moveram dos meus
ombros e trabalharam pelas minhas costas, até que suas mãos
circularam ao redor da minha cintura. Ele estava duro e pressionando
em minhas costas, que nada fez para ajudar com as minhas
inseguranças.
— Você tem um cheiro delicioso, — disse ele enquanto ele
mordiscava minha orelha. — Eu não deveria querer você tanto, mas eu
não consigo manter minhas mãos longe de você.
Coloquei minha cabeça para o lado, dando a ele mais espaço para
beijar. Eu não era uma idiota total. Eu sabia o que homens e mulheres
faziam juntos. Eu sabia o que eram as preliminares, e eu
definitivamente sabia que o Sr. Cullen estava todo sobre preliminares,
como os meus mamilos estavam pressionando contra meu sutiã e o
ponto entre as minhas coxas estava latejando.
Suas mãos se moveram para cima da minha cintura e encostaram
logo abaixo do meu sutiã. Senti vergonha da minha respiração
irregular, porque eu tinha certeza que ele poderia não só ouvir, mas
sentir isso também.
Olhei para estes dedos escuros e vi enquanto eles entravam e
saíam com minha respiração. Atando os dedos na frente da minha
camisa, o ar frio beijou meu umbigo, quando ele começou a levantar o
tecido do meu corpo.
— A pele do seu pescoço é tão macia. Eu não posso ajudar, mas
pergunto se você é tão suave em todos os lugares, — disse ele,
continuando a acariciar a minha pele com seus lábios quentes.
E então ele estava deslizando os dedos contra o meu estômago,
pele com pele. Para um homem com tanto dinheiro, as pontas dos seus
dedos são ásperas. Eu gostei. Deus me perdoe, mas eu gostei muito.
Ele levantou minha camisa ainda mais.
— Levante os braços, linda. Eu quero ver a sua pele.
Fiz o que ele pediu e ele puxou minha camiseta sobre a minha
cabeça e meus braços. Minha pele arrepiou quando o ar bateu no meu
corpo nu. Eu fiquei ali, de costas para ele, em apenas uma saia e sutiã
sem atrativos.
Trabalhando com os dedos pelo meu corpo, ele me transformou
em massa no local.
— Tão perfeita, — ele sussurrou no meu cabelo.
Fechei os olhos e deixei ele seguir seu caminho comigo. Eu
respirei fundo quando seus dedos trabalhavam abaixo e começaram a
abrir a minha saia. Eu não estava pronta, mas não havia como voltar
atrás. Eu tinha feito um pacto com o diabo, e pelo o meu irmão e por
mim, eu iria honrar o negócio.
Minha saia caiu aos meus tornozelos e eu abri meus olhos para
me olhar no espelho. Eu estava pálida, o que fez suas mãos parecerem
escuras, enquanto trabalhavam para baixo meus quadris.
Vi seu reflexo enquanto ele mudou-se para desabotoar o paletó,
puxando-o para fora de seus ombros, e jogando para o lado. Ele
afrouxou a gravata e colocou em volta do pescoço.
E então ele estava de joelhos atrás de mim, com as mãos a
trabalharem na parte de trás das minhas panturrilhas para minhas
coxas. Eu estava tremendo de novo, mas eu não tinha certeza se era
meus nervos ou as sensações que voavam através de meu corpo à
velocidade da luz. Eu estava me perdendo nele e tinha sido apenas uma
questão de minutos desde que tínhamos entrado no quarto juntos.
Ele era bom. Totalmente bom demais.
Ele correu o nariz ao longo do interior da minha perna e eu fechei
meus olhos e deixei minha boca aberta em um suspiro.
— O que você está fazendo comigo? — eu perguntei sem fôlego.
Apertando os lábios quentes para o interior da minha coxa, ele
gemeu seu apreço.
— Eu quero você desesperada por mim.
Minha cabeça caiu para trás quando ele continuou os beijos
quentes no interior das minhas pernas. Ele estava recebendo o que ele
queria. Eu podia sentir meu coração batendo entre as pernas como se
estivesse implorando e provocando já.
Alcançando por trás, eu enterrei meus dedos em seu cabelo e
segurei-o para mim. E então ele estava me transformando. Eu olhei
para baixo em seus olhos quando ele estava ajoelhado na minha frente.
Foi estranho e incrível ao mesmo tempo ter um homem tão exigente de
joelhos na minha frente.
Um gemido escapou de meus lábios quando ele começou a beijar
minha barriga, logo acima da minha linha da calcinha. Eu estava tão
dentro dele, eu não podia sequer pensar em esta constrangida pela
minha calcinha Jane de algodão liso.
O oxigênio não parecia mais importante. Tudo o que importava
era o pulsar dentro da minha calcinha e sua boca, que agora estava
pressionada contra a minha coxa. Ele beijou todos os lugares, menos o
lugar que eu queria mais. Eu estava desesperada.
Eu puxei a parte de trás de sua cabeça para mim e tentei movê-lo
onde eu queria que ele fosse.
— Edward, — eu engasguei.
Afastando-se, ele abaixou a cabeça e suspirou asperamente antes
de se levantar e colocar os braços sobre os meus ombros.
— Outra hora, querida.
Suas palavras foram um esguicho de água fria.
— O quê? — eu disse cansada.
— Fez muito bem, o desempenho muito parecido com o de uma
não virgem.
— Mas eu não... isso não era...
Ele colocou um dedo em meus lábios.
— Esteja no clube amanhã ao meio-dia. Não se atrase. — ele deu um beijo suave na minha
bochecha, sua respiração farfalhando o cabelo macio ao redor da minha
orelha. — Boa noite, linda.
Eu queria detê-lo. Eu deveria tê-lo detido e o fazer me ouvir, mas
já era tarde demais e eu não tenho certeza que ele teria me ouvido de
qualquer maneira.
Me virei enquanto ele ajustava a gravata e colocava seu casaco de
volta. A porta se abriu e fechou alguns segundos mais tarde, e a tensão
na sala se elevou.
— Eu contratei uma nova garçonete. Você saberia se você
estivesse aqui ontem à noite, — disse Tania, arquivando documentos no
armário no canto da sala.
— Eu tive negócios diferente do clube para atender.
Ela se virou, colocando a mão em seu quadril e olhando para mim
com uma expressão irritada.
— Negócios com a Princesa Jasmine?
Coloquei minha caneta sobre a mesa, suspirei e encontrei seu
olhar.
— Tania, qual o seu fodido problema? Sério, o que há com você
sendo toda vadia ultimamente?
Fechando o armário, ela balançou a cabeça e caminhou através
do quarto.
Suspirando, peguei minha caneta e comecei a ir sobre os
números novamente. Eu tinha perdido a noção do tempo, por isso,
quando a porta se abriu de novo eu estava esperando que fosse Tania.
Não foi. Jasmine estava lá em um par de jeans baratos e o que
provavelmente era sua segunda melhor camisa. Ela era muito bonita
para vestir essas merdas de roupas, algo que eu planejei resolver logo,
as coisas estavam funcionando ordenadamente entre nós.
— Sua mãe não te ensinou a bater?
Seu doce rosto anuviou diante de seus olhos que ficaram
vermelhos de raiva e suas bochechas coradas.
— Nunca fale sobre minha mãe, — ela mordeu.
Suas palavras foram bruscas e diretas ao ponto. Sua raiva era
evidente na tensão de sua boca. Ela era como um gatinho pronto para
agarrar a minha cara.
Havia mais sobre a minha Jasmine, mas nada que eu precisava
saber. Mas família era algo que eu entendia, algo que eu desejava
enquanto um menino. Por essa razão, eu nunca mencionarei sua
família novamente.
— Notável, — eu disse.
Sua raiva não era algo que pudesse reunir um pedido de
desculpas de mim.
— Sente-se, — fiz um gesto para a cadeira em frente à minha
mesa.
Um passo à frente, ela se mudou em volta da cadeira e se sentou
cruzando os braços. Ela ainda carregava sua resistência para mim. Eu
gostava disso. Eu aprecio o desafio que ela me deu.
— Me pergunte novamente, — eu simplesmente declaro.
Ela franziu o cenho, confusa.
— Perguntar a você o que de novo?
— Me pergunte novamente, — eu repeti.
Recostado na cadeira, eu deixei meus olhos vaguear sobre os seus
seios empinados de uma forma muito óbvia. Ela lambeu os lábios
nervosamente e meu pau começou a crescer.
— A sua oferta ainda está de pé? — ela perguntou hesitante.
Um sorriso puxou para o lado da minha boca.
— Por uma questão de fato, está.
Eu adorava ter tanto controle sobre as coisas na minha vida.
Jasmine não era uma exceção.
Seus olhos se estreitaram, e eu esperei para ver se ela mordia a
isca.
— Então eu acho que passei no pequeno teste?
Eu ri,
— Oh, não, querida, isso foi apenas o começo. Eu gosto de
minhas mulheres de uma certa maneira, e você precisa ser... — fiz uma
pausa, pensando nas palavras certas. — Disciplinada da maneira que
eu gosto das mulheres.
Ela parecia absolutamente assustada.
— Disciplinada para o seu prazer?
— Exatamente, — eu sorri.
Levantando da minha cadeira, eu andei e pairei sobre ela. Ela
olhou para mim com os olhos verdes duros.
— Você nunca faz nada para agradar as mulheres que aprendem
a agradar você? — ela retrucou.
Eu agarrei o seu queixo entre os meus dedos e a levantei com
força.
— Apesar de eu gostar muito de sua boca inteligente, — eu disse,
passando o polegar sobre seu lábio inferior. — Eu não vou tolerar isso.
E haverá consequências para o seu mau comportamento no futuro.
— Consequências? — ela desafiou com uma sobrancelha
levantada.
Apertei-lhe o queixo.
— No entanto, eu gosto de admirar sua boca. Mantenha ela aberta e
eu vou ser obrigado a enfiar algo nela. Entendido?
Antes que ela pudesse responder, minha boca entrou com força
na dela. Eu empurrei seus lábios com a minha língua. Eu não fui gentil,
mas era tanto um castigo e uma recompensa. Ela fez barulho na parte
de trás de sua garganta enquanto eu devorava sua boca.
Quando levantei a cabeça, seus lábios estavam vermelhos e
inchados. Ela passou a língua sobre a pele sensível me provocando para
beijá-la novamente.
Me afastando dela, eu voltei para a minha mesa e retornei o olhar
sobre os meus papeis.
— Eu acho que eu gostaria de aceitar a sua oferta.
Eu silenciosamente comemoro a minha vitória.
— Você acha, ou você tem certeza?
Ela ergueu o queixo e com os lábios apertados ela disse,
— Eu tenho certeza.
Eu a queria mais do que eu quis uma mulher em um longo
tempo. Esta era a minha maneira de fazer as coisas e ela tinha que ser
tudo antes de eu continuar com ela.
— Bom. Vamos começar agora.
Gostei da maneira como seu rosto se iluminou com surpresa.
Chocá-la era incrivelmente divertido para mim.
— Agora? — exclamou ela. — Mas...
— Mas o quê? Eu tenho um monte de trabalho a fazer com você,
então quanto mais cedo melhor.
Antes que ela pudesse responder, peguei uma pequena bolsa
preta de presente debaixo da minha mesa e empurrei em direção a ela.
Ela olhou para ela com desconfiança e, em seguida, deu um passo
adiante.
— O que é isso?
Eu suspirei.
— Por que você não abre e descobre?
Lentamente, ela enganchou a borda da bolsa com o dedo e tentou
espreitar em torno do tecido de papel rosa. Eu poderia ter feito sem todo
o barulho, mas o vendedor insistiu que seria um toque agradável.
Puxando-a para fora, ela levantou a primeira peça de roupa para
fora e fez uma careta. Olhando para mim, ela tirou a segunda parte e as
levantou para que ela pudesse ter uma visão melhor.
Seus olhos encontraram os meus e eu sorri.
— Que diabos é isso?
— Sr. Cullen, — eu a corrigi.
— O quê?
—Meu nome e do que você estará me chamando é Sr. Cullen.
— Mas por quê?
Mais uma vez, eu suspiro e esfrego a ponta do meu nariz.
— Chega de questionar tudo o que eu disser para você fazer. Você vai me
chamar de Sr. Cullen e minha querida, Jasmine, isso é chamado roupa.
Mais importante ainda é a sua roupa.
— Esta não é uma roupa, Sr. Cullen. — ela estava praticamente
fora de si.
— E tudo o que eu fodidamente disser que é, é, e isso que me
agrada. Então coloque a maldita coisa.
Eu tinha a assustado com minhas palavras afiadas.
Ela olhou para mim envergonhada.
— Ok. Acho que vou colocá-las.
— Você gosta? Esse é o seu raciocínio? Bem, torta de creme de
coco me agrada, mas você não me vê tentando usar, não é?
De pé, eu espreitava em sua direção.
— Primeiro de tudo, eu amo torta de creme de coco. Vendo você usar isso me agradaria muito desde
que eu pudesse tirar fora de você. Em segundo lugar, a sua boca
inteligente atacou novamente. Você só tem que se culpar por sua
próxima tarefa.
— Qual será a próxima tarefa? — ela parecia assustada.
Boa. Vamos fazê-la suar.
Chegando, peguei a bolsa e entreguei a ela. Ela hesitou e eu a
balancei até que ela finalmente tirou de mim.
— O banheiro é por ali. — me encostei na minha mesa e dobrei os
braços sobre o peito, até que ela finalmente se virou e caminhou em
direção ao banheiro.
— Oh, e Jasmine?
Ela parou, mas não respondeu.
— Tire o sutiã e calcinha.
As costas dela se enrijeceram, mas ela continuou até o banheiro e
fechou a porta. Segundos depois, a voz dela flutuou do outro cômodo.
— Você vai me dizer por que eu tenho que usar isso e exatamente
o que eu vou fazer?
— Eu vou assim que você trazer seu traseiro aqui fora.
Depois de alguns minutos, a porta se abre lentamente, mas
nenhum sinal de Jasmine.
— Eu estou esperando... e eu aposto que você poderia imaginar o
quanto eu odeio esperar.
Eu a ouvi suspirar e então ela estava andando em minha direção.
A roupa serviu exatamente como eu esperava. Na verdade, melhor do
que eu imaginava.
A saia preta risca de giz ficava curta em suas coxas e quando ela
se moveu, eu tive um vislumbre das dobras rosa suaves entre suas
pernas. O casaco estava apertado sobre os seios e com apenas um
botão, eu quase podia ver seus belos mamilos.
A mera fodida visão dela quase me fez querer empurrá-la contra a
parede e foder cinco orgasmos dela.
— Venha aqui, — ordenei. Ela se moveu lentamente para ficar na
minha frente. — Vire-se.
Ela abriu a boca para dizer algo, mas eu atirei a ela um olhar e
sua boca fechou com um estalo.
Dizer a ela para se virar era uma muito fodida má ideia da minha
parte. Eu tive que controlar a vontade de dobra-la sobre a cadeira.
— Estou aqui. Você vai me dizer o que eu preciso fazer agora?
— Por enquanto, você é a minha assistente. Você está indo para
atender a todos os meus desejos, todas as minhas... necessidades. —
corri as costas dos meus dedos sobre a bochecha da sua bunda exposta
e ela deixou escapar um pequeno suspiro.
Dando um passo para frente, eu escorreguei minha mão entre as
suas coxas de seda e ela gemeu.
— Edward.
Torcendo minhas mãos, eu belisquei seu clitóris, e ela gritou.
— Sr. Cullen, — eu a corrigi. — Quando você está nessa roupa...
Eu sou o Sr. Cullen.
Eu podia ver seus ombros endurecendo.
— Você fez a sua escolha, Jasmine, e se você se permitir, você vai
desfrutar do nosso arranjo muito bem.
— Antes ou depois de você me adestrar?
Eu andei em torno dela e me inclinei para frente.
— Antes, durante, e depois. Eu prometo a você, querida.
A chama da excitação dançava dentro de seus olhos e eu sabia
que eu a tinha.
— Me siga. — eu caminho até minha cadeira e me sento.
Ela estava hesitante, mas ela fez seu caminho em torno de minha
mesa até que ela estava de pé ao meu lado. Por mais que sua inocência
fosse excitante pra mim, eu queria ver o lado sedutor dela.
— Para me agradar, você precisa saber o que eu gosto.
Ela engoliu em seco.
— Do que você gosta?
Agarrando-a bruscamente pela cintura, a puxei diretamente na
minha frente e empurro as suas pernas abertas, encaixando minhas
coxas entre elas. Ela agarrou a borda da mesa.
— Eu gosto de olhar, — eu disse, levantando os olhos para ela.
Eu sabia o instante em que ela entendeu o que eu quis dizer. Ela
quase parecia pronta para fugir, mas ali havia aquela centelha de novo.
— Me mostre.
Ela lentamente se levantou sobre a minha mesa, mantendo
contato visual comigo o tempo todo. Eu não olhei para longe dela
quando ela abriu as pernas, colocando um pé em cada lado da minha
cadeira.
— Você gosta do que vê, Sr. Cullen? — ela perguntou timidamente.
Meus olhos caíram e eu gemi para mim mesmo, eu não queria
nada mais do que enterrar meu rosto na suavidade entre as pernas.
— Sim, eu faço. Muitíssimo. Sabe o que mais eu gosto?
— O quê?
Encontro seu olhar de novo,
— Meu café. Preto.
Na manhã seguinte eu acordei com o sol. Um café na mão, eu
estava no conjunto enorme de janelas e vi o mundo ganhando vida.
Memórias da noite anterior e como eu a passei arquivando documentos
e fazendo um trabalho de secretária com as menores roupas conhecidas
pelo homem, me fez rir. Eu deveria estar louca, mas eu não poderia
ajudar. Edward realmente era uma aberração louca, e eu acho que eu
era uma, também, porque eu estava meio que desfrutando dos nossos
pequenos jogos.
Uma hora mais tarde, eu andei com Seth para o saguão onde
fomos recebidos pelo Sr. Martin. Quando voltei para o quarto, eu chorei
no chuveiro. Foi a coisa mais estranha chorar quando as coisas
estavam meio que melhorando, mas eu chorei por Seth, por Vó, por
meus pais - eu soluçava alto sobre a vida em geral, que era tão
desequilibrada. As coisas podem mudar aos poucos. Graças a
Edward, a vida foi ficando mais fácil - mais confusa, mas mais fácil.
Então, novamente, Edward era apenas mais uma coisa na
minha vida que não é permanente. Para não falar que ele estava em
todo o lugar. Eu não tinha certeza que eu o entendia, mas eu sabia que
tinha chegado a mim mesma misturada em algo louco. Depois de uma
vida que foi muito chata e que passei cuidando dos outros, talvez louca
fosse o que eu precisava.
Quando eu terminei, desliguei o chuveiro, puxei a cortina, só
para encontrar novas roupas e uma toalha luxuosa grossa esperando
no banheiro por mim.
Rapidamente, seco meu corpo e, em vez de me vestir com as
roupas, eu visto o roupão de cortesia. Eu não sabia o que estava no
quarto comigo, mas não ia ficar sentada no banheiro com medo de
descobrir.
Eu rastejei para sala de estar do hotel e encontro Edward. Ele
tinha renunciado seu terno típico por um par de jeans e uma camisa de
colarinho que se agarrava ao peito largo e braços. Ele estava de pé no
meio da sala, girando um conjunto de chaves em torno de seu dedo.
Olhando fixamente para a vista da cidade, seu cabelo estava bagunçado
e segurando um par de óculos de sol. Ele parecia delicioso.
Uma vez que ele percebeu que eu estava olhando para ele, ele
voltou seus lindos olhos verdes em mim.
O ar deixou meu corpo.
— O que você está fazendo aqui? — perguntei.
O canto de sua boca levanta, mostrando seu conjunto sexy de
covinhas.
— O quarto está em meu nome e eu pago por isso.
Ele caminhou em minha direção e de repente eu estava ciente de
quão terrível devo ter parecido. Talvez tenha sido uma coisa boa. Talvez
ele não gostaria de fazer sexo comigo naquele exato momento.
Estendi a mão e toquei um fio de imersão cabelo molhado.
— Eu sei que devo parecer...
— Absolutamente fodidamente sexy.
Ele passou a mão no meu rosto e sorriu para mim.
— Há gotas de água que cobrem a pele que eu posso ver. Eu gostaria de lambê-las a
partir de seu corpo.
Eu tremo e puxo o roupão em volta de mim mais apertado.
— Mas, primeiro, eu quero saber por que você está chorando. —
ele beliscou o meu queixo mais ou menos como ele tinha feito no dia
anterior, e alegria correu através de mim. — Lábios sensuais como estes
nunca devem usar uma careta.
Eu queria que ele me beijasse duro, mas ele se afastou, liberando
o meu queixo.
Ele falou e me olhou como se nos conhecêssemos há anos. Não
era terrível. Isso me fez sentir uma estranha sensação de segurança que
eu não sentia desde quando Vó estava viva.
— Não é nada, — eu disse.
— Eu acho que sei o que está incomodando você. Vista-se, —
disse ele severamente. — Eu quero te mostrar uma coisa. — ele me
virou em direção ao banheiro e bateu no meu bumbum.
Peguei meu mais agradável conjunto de sutiã e calcinha, e me
vesti rapidamente com as roupas que ele trouxe para mim. As etiquetas
ainda estavam sobre elas e eu quase morri quando vi que as calças só
foram mais de duas centenas de dólares. Eu parei de olhar a partir
desse ponto. A camiseta que ele comprou se encaixava perfeitamente, e
a cor verde parece boa.
Eu escovei os dentes, passei uma escova através de meus cabelos
molhados, e me olhei no espelho alto no canto. Edward tem muito
bom gosto para roupas.
Voltei para a sala de estar e seus olhos se moveram pelo meu
corpo como um toque sedutor.
— Você está maravilhosa, — ele colocou os óculos escuros sobre
os olhos e veio na minha direção.
— Obrigada, — eu respondi.
Ele estendeu a mão para mim para ir com ele ao elevador, e então
ele o pegou, apertando o botão para nos levar para o lobby.
O carro dele era agradável. Não, não, era além de agradável. Era
um Jaguar preto elegante e sexy, assim como ele. Ele abriu a porta para
mim e eu escorreguei dentro. O couro rico abraçou minha bunda com
amor, e eu derreti no conforto. Ele deu a volta ao carro, pegou as chaves
do manobrista, e deslizou ao meu lado.
Ele dirigia como um louco, passando pelos carros voando em ruas
de sentido único e ultrapassando luzes amarelas como se estivessem
verdes. Meus dedos cavaram no punho da porta como se isso fosse me
manter segura, e ele riu ao meu lado. Ele estacionou na frente de um
edifício agradável. Os tijolos por fora eram brancos e combinava com
apartamentos dourados.
Havia um arco lindo que ficava na frente e portas de vidro com
um porteiro parado em frente assentindo agradavelmente as pessoas
que passavam.
— Vamos lá, linda, — ele disse, jogando as chaves para o
manobrista.
Eu segui atrás dele para um elevador. Esperamos que a porta se
abrisse e calor subiu na minha espinha quando ele colocou a mão na
parte inferior das minhas costas, enquanto esperávamos o elevador.
O elevador se abriu em uma sala. Ela era mobiliada com bom
gosto com uma decoração feminina e novamente tinha uma parede de
janelas que mostrava a cidade de Nova York lá fora.
Ele sorriu para mim antes que ele saísse do elevador, me puxou
junto com ele. Eu olho o espaço - um condomínio elegante, com móveis
caros que foram definitivamente decorados por um profissional. Eu
tentei descobrir onde estávamos, e então eu comecei a ver peças
conhecidas colocadas ao redor da sala. Fotos da sala da Vó estavam na
parede e quadros cheios de sorrisos de Seth estavam colocados em uma
mesa ao lado.
Engoli em seco.
— Isso é... — eu não conseguia nem terminar a frase.
— É seu.
Com a boca e os olhos arregalados com o choque, fico
boquiaberta, dou uma volta na sala. Eu mal podia acreditar nos meus
olhos.
— Mas as minhas coisas. Como você fez... — senti as lágrimas
picando o fundo dos meus olhos.
— Tania. Ela cuidou de tudo. Aparentemente, a sua amiga que
trabalha no clube diz algumas coisas por alguns dólares.
Eu me virei para ele com os olhos arregalados. Ninguém nunca
tinha feito nada tão surpreendente para mim antes. Tudo o que eu
tinha guardado na garagem dos pais de Alice estava lá.
Havia tantas coisas que eu queria dizer a ele, mas nada era bom o
suficiente. Em vez disso, eu fui até ele e joguei meus braços em volta do
pescoço. Ele ficou tenso e ficou ali, sem me abraçar de volta.
— Uau, — ele riu, e me afastou.
Eu me afastei e sorri para ele.
— Não tenho palavras. Obrigada, Edward. Eu vou pagar de volta. Eu vou...
Ele levantou a mão para me silenciar.
— Não se preocupe. Vou cobrar o pagamento em breve.
Seus olhos devoraram minha boca e eu engoli em seco.
— Vamos dar uma olhada no resto do lugar, — disse ele, se
virando de costas para mim e indo embora.
O lugar era magnífico - nenhuma despesa poupada. Era enorme,
mais do que eu saberia o que fazer com ele, mas eu sabia que não era
permanente. Essa coisa que estava acontecendo com Edward estava
apenas começando, mas eu não era estúpida o suficiente para pensar
que seria para sempre. Para Seth, e, secretamente, para mim também,
eu faria isso. Mas eu tinha que ter um plano reserva.
Edward me levou de volta para o hotel, e não ficou. Reuniões de
negócios o levaram embora e a parte estranha foi, eu me senti triste, ele
estava saindo. Eu estava começando a me sentir segura com ele e isso
não era bom. Ele era o oposto do seguro. Ele era perigoso.
Especialmente desde que ele me fez sentir coisas fisicamente que eu
nunca tinha sentido antes.
Arrumei todos os nossos pertences, e desci para atender Seth no
saguão, depois da escola.
— Então nós temos um lugar agora. — meu sorriso machucava
meu rosto de tão grande.
Puxando-o ao meu lado enquanto caminhávamos de volta para o
elevador, eu bagunço seu cabelo.
— Isso é ótimo. Quando é que vamos mudar? — ele perguntou.
— Agora mesmo. Tudo já está em seu lugar. Todas as nossas
coisas estão lá. É perfeito, Seth.
— Mas como?
— Um amigo meu está nos ajudando até eu chegar aos meus pés.
— Muito bom amigo, — ele encolheu os ombros.
Felizmente, o assunto foi encerrado e uma vez que chegamos ao
nosso lugar e ele viu como era fabuloso, eu não acho que ele se
preocupava com os como e os porquês.
Naquela noite eu dormi na minha cama, em um lugar seguro,
cercada por todas as minhas coisas. Meu cabelo estava molhado da
imersão em um banho quente durante toda a noite e meu corpo parecia
mais relaxado do que esteve nos últimos anos.
— Será que essa calça jeans faz meu traseiro parecer gordo? —
perguntou Alice. Ela estava se virando no espelho, tentando vê-la de
volta.
— Não, — eu disse distraidamente, olhando para fora da loja para
o resto do shopping Manhattan.
Mulheres envoltas em coisas caras e carregando bolsas com cães
dentro, conversavam enquanto caminhavam.
Um dia das meninas com Alice era exatamente o que eu
precisava. Tudo o que tenha a minha mente longe da bagunça louca
que minha vida estava se tornando.
— Foda-se. Acho que vou pegar um tamanho menor, então.
Ela se despe sem se importar que eu a via em apenas calcinha.
Foi então que eu percebi o que ela tinha dito.
— Espere. Você está dizendo que quer um par de jeans para fazer
a sua bunda gorda? — eu perguntei confusa.
— Sim. Minha bunda é plana. Eu preciso de algo para levantá-la.
— ela se abaixou, agarrando a parte inferior e levantando-a.
— Oh meu Deus, Alice. Você é tão demente.
Onze pares de jeans mais tarde, e ela finalmente encontrou um
par que ela estava feliz com ele.
Em seguida, paramos em uma outra loja de roupas, onde eu
estava sentada por mais uma hora e assistia ela experimentar roupas.
Qualquer coisa era melhor do que estar no apartamento assistindo TV o
dia todo.
— Oh meu Deus, você deve tentar isto. — disse Alice do meu
lado. — Isto ficaria surpreendente em você , combina com o seu cabelo.
Olhei para encontrá-la segurando um top verde. Era lindo, com
um decote arredondado.
— Eu não tenho dinheiro para comprar alguma roupa nova agora,
— eu ri.
— Oh, vamos lá. Você tem que, pelo menos, experimentar ele. —
empurrando o top em meus braços, ela me empurrou para o vestiário.
Suspirei alto, antes de puxar minha camiseta sobre a minha
cabeça e deslizar o top verde. O tecido parecia como manteiga e se
encaixava perfeitamente. Me virei no espelho admirando o quão bom ele
parecia em mim. Agarrando a etiqueta que estava pendurada no braço,
eu olhei para o preço caro.
— Sai. Me deixe ver como ficou, — Alice gritou do outro lado da
porta.
Abrindo a porta, saio e ajusto o top.
— Está vendo? Eu te disse que iria ficar surpreendente em você.
Você não ama isso?
Eu sorri e dei uma pequena volta.
— Eu acho que eu amo.
Depois de prometer a Alice que eu ia economizar e comprar o top
um dia, finalmente saímos da loja e nos dirigimos para a praça de
alimentação.
— Então, o que exatamente aconteceu no Aro's? — perguntou ela,
sugando em seu copo do Starbucks.
A praça de alimentação, pessoas em torno de nós se
movimentavam com risos e vozes. Me abaixei e puxei uma batata frita
da minha bandeja.
— Nada realmente, — eu dei de ombros.
Alice inclinou a cabeça para o lado e olhou para mim como se eu
estivesse cheia disso, o que eu estava totalmente.
— Não me venha com essa merda. Stacy, a garçonete bonita com
o piercing de nariz, disse que viu Edward falar com você
pessoalmente. Ele nunca faz isso. — ela tomou outro gole. — Então o
que foi que ele disse?
Eu debati sobre dizer ou não a ela fosse uma boa ideia. Eu
conhecia Alice a um tempo e nunca tinha sido ela a dizer segredos.
Mas, novamente, eu nunca tive nenhum segredo suculento para
contar. Trabalhando na Aro's e ela era obrigada a deixar isso escapar
em algum momento. O pensamento dela contar para Edward que eu
estava falando sobre ele não me assusta, mas não era algo que eu
queria que acontecesse.
— Realmente. Nada aconteceu. Ele apenas me disse que o
trabalho não é para mim e me mandou seguir o meu caminho. — eu
estava mentindo. Odeio mentir e não era algo que eu fazia muitas vezes,
mas era necessário.
Alice não sabia onde eu estava hospedada. Ela estava muito
presa em sua vida até mesmo para perguntar, o que foi bom pra mim.
Normalmente eu estaria incomodada por suas maneiras egoístas, mas,
desta vez, não tanto.
— Ele é fodidamente sexy não é?
Eu perguntei,
— Quem?
— Edward, o proprietário do Aro's.
— Oh. Sim, eu acho que ele é bonito, — eu dei de ombros.
Outra mentira.
— Você acha? — ela estendeu a mão e brincando colocou a mão
na minha testa como se estivesse verificando minha temperatura. Eu ri
e bati na sua mão. — Sério, Bella, ou você está delirando de febre
ardente, totalmente cega, ou em chupo clitóris, se você não ver o quão
incrivelmente quente que o homem é.
— Oh meu Deus, você não disse isso? — eu abaixei minha cabeça
quando notei a senhora ao seu lado olhando para nós com uma
expressão chocada.
— Sim, eu fiz. E assim você sabe, eu adoraria se você fosse
qualquer um desses. — ela roubou uma batata frita da minha bandeja e
jogou em sua boca. — Sexy ou não, ele é um boqueteiro.
— Como assim? — perguntei.
— Oh, vamos lá, Bella. Boqueiro, pô. — ela fez o movimento com a
mão e boca como se estivesse indo para baixo em um cara.
Nesse ponto, a senhora ao nosso lado se levantou e se mudou.
Pobre senhora.
No entanto, as palavras de Alice chamaram minha atenção.
— O que faz você pensar que ele é gay?
— Ele tem que ser. Ele trabalha no clube cheio de cadelas
quentes, inclusive eu, e nunca nem uma vez ele já se aproximou de
qualquer uma delas.
— Isso não significa que ele é gay, — eu defendi.
Ela olhou para mim como se eu fosse louca, em seguida, agarrou
seus seios e apertou-os.
— Sério, olhe para estes. Em dois anos, ele teria pelo menos flertado comigo uma vez.
Eu não disse mais nada depois disso. Eu poderia ter falado a
verdade, dizendo a ela que eu sabia de fato que Edward não era gay,
mas ela era minha amiga e eu prefiro que ela fique autoconfiante.
Eu esperei até que Alice estivesse completamente fora de vista
antes que eu subisse na parte de trás do carro preto elegante que
estava esperando por mim.
— Teve um bom tempo de compras, senhorita? — perguntou o Sr.
Martin, se afastando- do meio-fio.
— Tenho certeza que sim. — Eu estampo um sorriso falso e me
viro para ver a cidade passar.
Nós fomos pegar Seth na escola, e, em seguida, o Sr. Martin nos
levou para casa. Depois de um jantar rápido , Seth
tomou banho e foi para a cama. Eu me sentei e assisti TV. A última
coisa que eu lembrava era um episódio de Golden Girls, antes de
adormecer no sofá.
Me lembrei brevemente de acordar nos braços de Edward,
enquanto ele me levou para o meu quarto. Eu estava muito cansada
para tentar falar com ele, e meus olhos tinham se fechado. Então eu
acho que ele me deitou na minha cama, e puxou as cobertas até meu
peito.
Tinha havido um calor suave na minha bochecha que eu tinha
certeza que era um beijo, mas eu não podia me incomodar em abrir os
olhos. Eu devia estar sonhando embora. Edward Cullen não era o tipo
de homem que fazia qualquer coisa suave e doce.
Eu acordei na manhã seguinte com Seth fazendo um café da
manhã. Eu dormi demais, o que era algo que eu não fazia muitas vezes.
Saindo da cama, eu fiz o meu caminho para o banheiro e joguei água
fria no meu rosto para ajudar a me acordar.
Depois de escovar os cabelos e os dentes, eu voltei para o meu
quarto para me vestir para o dia. Estendi a mão para abrir a porta do
armário quando vi o top verde que eu tinha admirado no dia anterior no
shopping pendurado na maçaneta da porta.
Pegando-o, vi que era o tamanho perfeito e tudo mais. Foi então
que, a noite anterior voltou correndo para mim. Edward tinha
definitivamente estado lá. Não tinha sido um sonho como eu pensava
que era.
— Então, qual é o negócio entre você e Jasmine? — Tania entrou em
meu escritório com um Starbucks e um sorriso forçado.
Seu sorriso sozinho era alarmante, porque sorrir não era sua
coisa.
— O que você quer dizer?
— Você tem que admitir as coisas são diferentes com ela.
Eu não conseguia entender o por quê, mas Tania não estava
agindo como ela mesma.
— Nosso negócio não é diferente do negócio com o resto das
meninas no meu livro.
— É fodidamente o mesmo, — ela bufou em torno de sua xícara
de café. — Não me lembro de alguma vez comprar às outras meninas
apartamentos de luxo.
— Ela precisava de um lugar. Eu vou cobrir a diferença em seus
pagamentos semanais. Ela vai receber menos. — Eu estava mentindo,
mas eu não queria que Tania pensando que Jasmine estava me mudando.
Ela não estava.
— Não me venhas essas besteiras, Edward. Eu vi a conta que
abriu para ela. Ela tem a mesma quantidade de dinheiro inicial como o
resto das meninas. — ela encostou seu quadril contra minha mesa e fez
uma careta para mim. — Qual é o problema? Esta cadela está fazendo
você amolecer?
A raiva me atingiu profundamente em um lugar que eu não tinha
visitado desde que eu era jovem e estúpido, e lutando para sobreviver
nas ruas de Nova York.
— Não a chame assim, — eu rosnei, o lado do meu punho
aterrissou na minha mesa forte, balançando papeis.
Minha voz estava escura, desafiando ela a dizer outra palavra.
Tania e eu costumamos nos dar bem, mas ela chamar Jasmine de puta
balançou algo solto.
Ela olhou para mim com um olhar de pena.
— Não é diferente, é? — balançando a cabeça, ela se virou e saiu do meu escritório.
Minhas mãos tremiam de raiva.
— Não fale comigo dessa maneira!
Sem se virar, ela falou por cima do ombro.
— Sinto muito, senhor.
Eu pensei que fosse meu direito de indicar quando a pessoa mais
próxima de mim estava se tornando um fodido gatinho domesticado.
A porta bateu atrás dela, derrubando uma foto da minha parede.
Eu ia ter que abaixar o ego de Tania um pouco. Ela estava
definitivamente ficando muito confortável tentando me controlar. Eu
não estava permitindo isso.
Eu não quero ouvir mais merda do caralho tentando
tirar minha masculinidade. Jasmine não estava me mudando. Eu tinha
acabado de conhecer a menina e eu mal tive um gosto dela ainda. Eu
não estava mudando para qualquer uma, e eu ia provar isso.
Peguei meu livro e folheei as páginas. Jasmine não estava pronta
para o sexo, mas eu estava precisando de um pouco de atenção
feminina. Escolhendo aleatoriamente, peguei meu telefone e preparado
o texto para uma das minhas meninas, mas um barulho alto, abaixo no
clube me parou.
— Onde diabos ele está? — uma voz feminina gritou.
Indo para a janela, os trabalhadores abaixo se separaram
enquanto Bambi irrompeu por entre as mesas derrubando as cadeiras
no chão. Ela não estava tão calma como ela estava na última vez que
nos encontramos. Seus olhos estavam arregalados, mas não os grandes
olhos de corça habituais que eu estava acostumado. Ela para uma fera
selvagem, e caçando.
Tomando as escadas o mais rápido que pude, fui direto para ela.
Ela praticamente rosnou quando eu a peguei pelo braço e a puxei para
a seção VIP. Meus funcionários não precisam saber sobre o meu
negócio pessoal e com ela sendo uma cadela desagradável, não
demoraria muito para que todo mundo soubesse de tudo.
— Qual é o seu problema? — eu perguntei calmamente,
esperando que ela me seguisse.
— Eu estou completamente, fodidamente quebrada. Esse é o
problema. Durante meses, os pagamentos estavam me sustentando.
Perdi meu emprego desde que o deixei a cada vez que você ligou, e
agora você está completamente me cortando. Isso é besteira e você sabe
disso, Edward. — ela deu ênfase no meu nome, pois eu nunca tinha
me dado ao trabalho de contar a ela.
Eu silenciosamente perguntei como ela descobriu quem eu era,
como ela me encontrou.
— Isso é péssimo para você. No entanto, o clube não está aberto
no momento. Abrimos esta noite às sete. Por favor, volte em seguida.
— Desculpe-me? — ela perguntou, chocada.
— Eu estou te pedindo para sair. Se você não fizer isso, eu vou ter
que te tirar do local à força.
— Como você pode me tratar assim? Eu pensei... eu pensei que
tínhamos algo especial.
Eu a puxei para perto de mim. Tão perto, que seus seios
pressionavam em meu peito e eu podia sentir sua respiração. Ela se
contorceu como se ela estivesse gostando.
— Tínhamos um acordo. Um que você fez um monte de dinheiro e
uma vez que me fez ter exatamente o que eu queria de você. Eu não fui
vago sobre a nossa situação. Você sabia no que você estava entrando e
você ainda fez isso. Eu fiquei entediado com você, o que eu costumo
fazer, e agora o nosso acordo acabou. Não é minha culpa que você não
sabe como economizar dinheiro. Talvez se você não tivesse explodido
tudo em besteira frívola, você teria um pouco guardado em sua conta.
Agora, eu não estou pedindo, eu estou mandando. Sai fora do meu
estabelecimento.
Ela gaguejou sobre sua resposta ininteligível, antes de se virar e
fugir do clube. Eu segui atrás dela, os funcionários se viraram e
voltaram ao trabalho, como se não tivessem ouvido cada pedacinho da
nossa conversa. Foda-se. Eu estava estressado além da conta, e eu não
tinha tido qualquer buceta desde que eu coloquei os olhos em Jasmine.
Jasmine. Ela era linda e sexy - sem noção do seu poder de
sedução. Ela era a mulher que eu estava procurando, durante anos – o
único tipo faltando do meu livro preto. E ela era tão boa quanto minha.
Eu já tinha comprado um apartamento para ela e dei a ela uma
conta cheia de dinheiro. Pronta ou não, era a hora de eu começar a ser
pago pela minha parte do acordo.
A porta do elevador se abriu para o espaço limpo, confortável do
apartamento de Jasmine. Eu tinha estado lá na noite anterior, mas desta
vez o lugar cheirava a mulher e flores frescas. Eu inalei sua doçura e
fechei os olhos para a corrente de desejo me consumindo.
Entrando na sala, fiquei surpreso com o quão confortável e em
casa eu me senti no apartamento. As fotos de família tiradas de
armazenamento de Jasmine foram espalhadas pela parede e mesa na
sala de estar. Era reconfortante.
A foto em particular de Jasmine e seu irmão mais novo, quando
eles eram mais jovens, estava pendurada. Eu invejava seu
relacionamento. Família - é tudo o que eu sempre quis. Mas, ao mesmo
tempo, o medo de ser deixado para trás me impediu de ter quaisquer
novas relações com alguém. Era um ciclo sem fim.
Foi então que eu notei a música que vinha do outro quarto. Meus
pés seguiram a melodia, até que eu estava em pé na porta do quarto de
Jasmine.
Ela estava lá, apenas com uma toalha enrolada na sua estrutura
curvilínea. Ela estava de costas para mim e ela se movia ao redor da
sala, balançando os quadris, cantando em sua escova.
Fios molhados de cabelos presos a suas costas e gotas de água
escorriam pelos seus ombros e na toalha. Minha boca ficou seca
pensando sobre sugar a água de seu corpo.
Apoiando meu ombro contra a porta, eu assisti em silêncio com
os braços cruzados. Ela era diferente, jovem e agradável, cheia de vida.
Era refrescante.
Princesa Jasmine, a personagem de desenho animado, não tinha
nada da minha Jasmine. Minha Jasmine era muito mais sedutora, mais linda, mais
gostosa, mais inocente . A partir do momento que eu a vi pela primeira vez, eu estava a poucos
segundos de ser o lobo uivando com os olhos esbugalhados.
Sua toalha se moveu até as coxas, expondo a parte inferior de sua
nádega e isso foi minha ruína. Entrando no quarto, eu escorreguei por
trás dela e envolvi minhas mãos em torno de seus quadris. Eu estava
duro, e por isso eu esfregava meu pau duro na parte traseira de sua
toalha.
Ela gritou antes de se virar em meus braços. A toalha foi
esquecida e caiu para o chão entre nós. Lá estava ela, nua em meus
braços e molhada – tão fodidamente molhada em todos os lugares. Eu
só podia esperar que em breve o seu ponto doce entre as suas pernas
também estaria encharcado para mim.
Mexendo em um fio de cabelo dela, meus dedos brilharam com a
umidade. Ela olhou para mim com os olhos arregalados. Seus dentes
afundaram em seu lábio inferior e quando ela o liberou, ele estava
inchado e rosa - implorando para eu mordê-lo.
Então eu fiz.
Chupei seu lábio inferior em minha boca e mordi o suficiente para
fazê-la ficar tensa.
— Você está me deixando louco merda, — eu disse, me inclinando
e fechando a minha boca contra a dela.
Ela tinha um sabor incrível. Como frutas frescas na chuva. Como
uma das minhas memórias favoritas... como uma casa que eu nunca
conheci. E, estranhamente, isso me irritou.
Eu me afastei, liberando seus braços e sua boca de uma vez. Ela
caiu para trás, cobrindo os seios antes que eu pudesse vê-los.
Inclinando-se, ela tentou recuperar a toalha, mas eu a impedi.
— Mova suas mãos, — eu exigi. — Eu quero ver seus peitos.
— Edward, isso é... — ela começou.
Cortei-a antes que ela pudesse terminar.
— O que eu disse?
Ela ficou lá olhando para mim. Eu podia ver o debate em seus
olhos. Ela não tinha certeza se ela devia ouvir ou me dizer para ir para o
inferno. Finalmente, ela baixou as mãos de seu corpo e parou na minha
frente, gloriosamente nua.
Calor irradiava dos meus olhos enquanto eu os deixava
mergulhar e explorar sua pele perfumada. Seus mamilos arrebitados
endureceram, me provocando para apertá-los. Estendendo a mão, eu
belisquei um mamilo entre o polegar e o indicador, provocando um som
de assobio por entre os seus dentes.
— Será que dói? — eu perguntei.
— Um pouco.
— Mas ainda é bom, não é?
Ela estaria mentindo se ela negasse. Seus olhos já estavam
brilhando de desejo.
Ela não respondeu, levando-me a apertar mais apertado.
— Sim! — exclamou ela.
— Sim, o quê?
— É uma sensação boa.
Soltei seu mamilo avermelhado e aliviei com uma boa chicotada
com a minha língua. Sua respiração engatou e, em seguida, ela gemeu
quando eu chupei o seu mamilo em minha boca e mordisquei
docemente. Ela mereceu um pouco mais agora.
Quando eu me afastei e olhei para ela, seus olhos estavam
vidrados de desejo. Ela já estava derretendo em minhas mãos. Não
faltava muito antes de eu tê-la amarrada a uma cama, sacudindo sua
bunda no ar, me implorando para fodê-la.
Eu corri um dedo a partir de sua clavícula, descendo sobre o
mamilo úmido. Eu não conseguia manter as mãos longe dela. Sua pele
estava úmida escorregadia debaixo do meu dedo. Eu continuei no meu
caminho, movendo para baixo de seu estômago para seu umbigo. Sua
pele era como seda. Era errado que ela a cobrisse com algodão barato.
Alcançando meu bolso, peguei um cartão e coloco-o na palma da
sua mão, fechando os seus dedos em torno dele.
— O que é isso? — ela perguntou, abrindo a sua mão.
— É para você gastar como quiser. Eu só tenho um pedido, se
livre das calcinhas de algodão. Seu corpo implora por seda e renda.
Ela me chocou empurrando o cartão de volta na minha mão.
— Não, Edward. Você já fez o suficiente. Eu não posso aceitar.
O condomínio, o carro, o top, tudo isso... a propósito, obrigado pelo top.
Eu nem quero saber como você sabia que eu o tinha provado.
— Eu tenho os meus meios.
Eu não disse a ela que Martin tinha saído do carro para um
passeio e viu o quão feliz ela estava dentro da loja, fazendo compras
com a amiga. Ele pegou e contou para mim. Como eu disse antes, ele
tem sido pago muito bem por uma razão.
— Bem, é tudo muito. Já para não falar, eu realmente não tenho
feito nada para ganhar nada disto ainda.
Eu sorri. Ela era tão ingênua e doce. Foi uma maravilha que New
York não tivesse comido ela viva ainda.
— Não se preocupe, você vai.
Seu rosto empalideceu, timidez enchendo sua expressão, e eu ri.
— Vá às compras. Compra algo que vai me deixar louco. Vou
buscá-la hoje à noite às sete. Esteja pronta e vestida para matar.
Eu não esperei por ela responder. Eu fui embora. Se não me
afastasse dela logo, eu ia fazer algo estúpido, e empurrá-la antes que
ela estivesse pronta, ela na cama e eu afundando minhas bolas
profundamente em sua buceta apertada.
Eu tinha plenos direitos para fazer o que quisesse com ela, e
sabia que ela faria isso, porque ela obviamente se sentia em dívida
comigo. Mas esse não era o meu objetivo. Eu queria que ela me quisesse
do jeito que a queria. Eu queria ela toda molhada e implorando por
meu pau e qualquer outra coisa que eu tivesse para oferecer. Para ter
isso, eu esperaria, mesmo que isso me mate.
Uma vez que Edward saiu o quarto, me deixei relaxar. Não era
que ele me assustou, mas me fez fisicamente consciente de mim e
dele. O modo como meu corpo respondia a ele era algo que eu não
estava acostumada.
Meu mamilo doía, ardendo a partir de sua atenção, e entre as
minhas pernas eu estava encharcada. Cada parte de mim estava
hipersensível. Quando peguei minha toalha e esfreguei-a em todo o meu
corpo, um pequeno suspiro me escapou.
Eu estava sozinha. Eu ouvi atentamente enquanto o elevador se
abriu e fechou, me garantindo que Edward tinha ido embora. Então
deixei minhas mãos caírem lentamente pelo meu corpo, minhas
mãos esfregando em meus mamilos duros e construindo a sensação
abaixo do meu estômago.
Não ia demorar muito para que eu estivesse implorando ele por
tudo o que ele tinha para oferecer, mas a coisa toda de estar sendo paga
estava realmente me atrapalhando. Para não falar, odiava que ele me
chamasse de Jasmine.
Quem era essa Jasmine, de qualquer maneira?
Como eu poderia entrar em algo sexual com ele, sabendo que ele
não queria nem me conhecer? Tudo parecia tão errado, mas tão certo ao
mesmo tempo. Isso era confuso.
Não muito tempo depois de me vestir, Seth saiu do elevador. Eu
poderia dizer imediatamente que algo o estava incomodando.
Ele jogou sua bolsa no chão, no canto e foi para a cozinha para a
comida que estava lá quando nos mudamos. Adolescentes comem mais
do que os homens crescidos.
Descendo, eu tirei sua bolsa pesada do chão e a coloquei na mesa
para que ele pudesse iniciar a sua lição de casa, uma vez que ele tivesse
terminado com o seu lanche depois da escola. Um envelope branco caiu
do bolso lateral e pousou aos meus pés.
— O que é isso? — eu perguntei, deslizando o dedo dentro do
envelope e o abrindo.
— É um convite para um programa de arte que está acontecendo
neste verão, — ele encolheu os ombros. — Não é um grande negócio. —
sua boca estava cheia de batatas fritas, e sua voz estava abafada.
Meus olhos percorreram a carta. O programa de arte era notável -
como em, apenas trinta alunos em todo o estado de Nova York eram
convidados a cada ano. E, no entanto, o meu irmão conseguiu ser um
deles.
— Parece um negócio muito grande para mim. Desde quando você
gosta de arte? — eu perguntei, segurando a carta.
— Desde sempre, eu meio que sempre guardei dentro de mim.
Então a senhora Gelding, minha professora de arte, me pegou
desenhando no meu caderno. Ela é a única que enviou meu trabalho
para os coordenadores do programa.
Fiquei espantada. Eu achava que sabia tudo que havia para saber
sobre o meu irmão mais novo... acho que estava errada.
— Posso ver o seu trabalho?
Ele puxou uma pasta de documentos de sua mochila e entregou.
Folheando a arte, desenhos de Nova York voltavam o olhar para mim.
As linhas desenhadas com perfeição e sombras em todos os lugares,
formando uma representação exata da cidade. Era lindo - mais do que
lindo.
Conforme eu folheei, me deparei com uma imagem que fez meu
coração afundar. Ali era Vó sorrindo para mim, rugas enchendo a cara
de felicidade. Era perfeitamente igual - exatamente como eu me
lembrava dela.
— Há um de você também. — Seth menciona ao meu lado.
Eu não sabia que ele estava me observando e rapidamente
enxuguei as lágrimas se formando em meus cílios inferiores. Corri meus
dedos pelo desenho seguinte. Era eu, e era como me olhar no espelho.
Linhas estavam gravadas em minha carranca, e os meus olhos estavam
cheios de tristeza.
Deslizando a arte de volta para a pasta, eu entrego para ele.
— Eles são surpreendentes, Seth. Eu não posso... Eu não sei o
que dizer. Você é simplesmente incrível. Você tem que ir. Não, você está
indo.
E eu quis dizer isso. Seria um verão solitário, mas era uma honra
ser convidado para um lugar assim e com o seu talento, ele tinha que ir.
Para não mencionar, com tudo o que tinha acontecendo ao meu redor
com Edward e a nova casa, talvez Seth sendo escondido em algum
lugar não era uma má ideia.
— Eu não posso, — ele disse com firmeza, colocando sua pasta de
volta em sua bolsa.
— Por que não? Eu acho que é uma ótima ideia, Seth. Você pode
ser o próximo grande sucesso no mundo das artes.
Ele riu e balançou a cabeça, seu cabelo desajeitado caindo em
seus olhos.
— Eu gostaria, mas é muito caro. — ele deu de ombros. —
Como eu disse, isso não é grande coisa.
E então, eu sabia. Seth queria ir - ele queria ir muito, mas como
ele estava sempre fazendo, ele bufou, então eu não ia ficar estressada.
Bem, não mais. Era hora de meu irmão ter algo que ele queria pelo
menos uma vez.
— Quanto? — eu perguntei.
— Não importa.
— Quanto, Seth?
Ele sorriu timidamente antes de ceder.
— Cinco mil durante o verão, — ele respondeu.
Engoli em seco, tentando empurrar para baixo o nó preso na
minha garganta. Não ia acontecer. Não era como se cinco mil dólares
estava apenas indo para aterrissar em meus pés, e tanto quanto eu
amava meu irmão, não havia nenhuma maneira no mundo que eu ia
pedir isso para Edward.
Eu já odiava a ideia dele cuidar de nós, que é exatamente o que
ele estava fazendo. Eu me senti ainda pior sabendo que eu não tinha
feito nada até agora para ganhar tudo o que ele nos deu. Então,
novamente, era um pouco assustador. O que Edward considera o
pagamento adequado para tudo?
— Eu sinto muito, Seth. — eu disse com a garganta apertada. —
Eu sinto muito.
— Não se preocupe, — ele sorriu, antes de entrar em seu quarto.
Ouvi sua música começar a tocar suavemente de seu velho rádio
antes de sua porta se fechar.
Uma hora depois, o cartão do banco que Edward tinha deixado
para trás, me chamou a atenção. Eu tinha esquecido tudo sobre ele. Eu
não queria gastar o dinheiro no cartão. Eu particularmente não queria
gastá-lo comigo como Edward tinha pedido, mas eu queria que Seth
fosse feliz.
Liguei para o número na parte de trás do cartão, apenas para
descobrir que a conta tinha cinco mil dólares . Meu queixo caiu.
Era o destino. Era muito mais do que sorte. Eu tinha o dinheiro para
enviar Seth para o programa de arte. Mesmo que isso significasse não
ter nada para mim durante todo o verão, ele estava indo.
Liguei para sua escola e fiz o pagamento por telefone, dizendo ao
administrador que eu era um benfeitor anônimo. Seth já tinha dúvidas
sobre o condomínio. Como é que eu explico de repente ter cinco mil
para o programa? Era mais fácil mentir.
Eu mal podia esperar para ver o sorriso feliz que eu tinha certeza
que ele estaria usando quando ele chegasse em casa da escola no dia
seguinte. Eu sentia falta do seu sorriso – o especial que ele costumava
ter antes de começar a entender a crueldade do mundo. Eu planejava
me aquecer em seu sorriso, e me deixar encher de felicidade enquanto
secretamente sabia que eu fui a única a colocá-lo lá.
Mais tarde, vestida com meu sutiã sexy e calcinha - que
naturalmente, ainda era de algodão - e minha melhor roupa, incluindo
o top que Edward tinha me comprado. Ele saberia que nem tudo era
novo, mas eu lidaria com isso, se e quando ele tocasse no assunto.
Eu o encontrei na frente. Ele chegou no carro preto com Mr.
Martin como motorista. Eu gostava mais quando Edward dirigia
porque era mais confortável. Eu não tinha que me preocupar com o que
o Sr. Martin podia ouvir a partir do assento do motorista.
Além disso, todos os motoristas e restaurantes caros não eram
pra mim. Eu queria tanto que ele me levasse para uma lanchonete e ver
um filme, mas fiquei quieta.
— Olá, Sr. Martin, — eu disse quando entrei no carro.
— Olá, senhorita.
Me virei para encontrar Edward com raiva olhando para mim.
— Por que você não está vestida para matar?
Olhei para a minha roupa. Dedilhando na frente do meu top, eu
agi seriamente confusa.
— Eu pensei que estava vestida para matar.
Ele não achou o comentário divertido como eu fiz.
— Responda a pergunta.
Suspirei e cedi.
— Eu não tive tempo para fazer compras.
— Você está mentindo, — disse ele. — Vamos tentar isso de novo.
Por que você não...
— Eu estou sem dinheiro, — eu o interrompi.
— Como isso é possível, Jasmine? Você tinha cinco mil dólares
nessa conta. Eu sei disso porque eu sou o único que abriu. Onde foi o
dinheiro?
— Eu usei.
— Com o quê? Eu juro que se eu descobrir que você está em
alguma merda, o negócio acaba.
— Não. Não é nada como isso.
— Então o que é?
— Seth. Ele entrou neste programa de arte para o verão. Apenas
trinta pessoas foram convidadas de todo o estado, e ele conseguiu, — eu
me apresso. — Eu vou te mostrar o seu trabalho. Ele é muito bom. Eu
só... eu não quero que ele fique sem algo novamente.
— Então, agora você vai ficar sem?
— Não. Quando ele está feliz, eu estou feliz. Eu vou fazer o que
for preciso para me certificar que Seth tenha uma boa vida. Se isso
significa ficar sem, então que assim seja.
— E o que dizer de sua vida? Você não acha que você deve ter
uma boa vida, também?
— Minha vida está muito boa.
— Eu discordo, — ele se virou, olhando para o seu relógio caro. —
Eu vou colocar mais dinheiro na conta.
— Não! — eu disse alto demais. — Eu quero dizer, por favor, não
faça isso. Eu não tenho feito nada para merecê-lo ainda.
— Ainda? — ele levantou uma sobrancelha e sorriu.
Um rubor quente cobriu minhas bochechas.
— Você sabe o que quero dizer. Eu só não entendo por que você está fazendo isso
quando eu não... você sabe?
— O que você diria se eu dissesse que eu faria o que fosse preciso
para me certificar de que você tenha uma boa vida?
— Eu diria que você está louco.
— Então eu acho que eu estou louco, — ele se aproximou. —
Muito em breve você vai me pagar de volta, e eu espero por esse tipo de
pagamento.
Meu rubor aumenta.
— Você tem que fazer isso tão óbvio? — pergunto em voz baixa,
apontando para o Sr. Martin no banco da frente.
Ele olhou para mim com confusão antes de seu rosto se iluminar
e ele começar a rir. Eu afundei mais profundo em minha vergonha e no
assento.
— Você estava sob a suposição de que Martin não sabe o que eu
faço com as minhas meninas? — mais uma vez, ele riu.
— Bem, não. Quero dizer...
— Confie em mim. Martin é pago uma enorme quantia por uma
razão. Ele é pago para agir com a maior discrição. — ele estendeu a mão
e apertou o ombro do Sr. Martin, brincando. — Não é verdade, meu
velho?
Meus olhos se encontraram com os de Sr. Martin no espelho
retrovisor e ele acenou com a cabeça e sorriu.
— Absolutamente, senhor.
Edward sorriu para mim, antes de olhar pela janela mais uma
vez.
— Mudança de planos, Martin. Vamos para o outro lado da
cidade e fazer um pit stop.
Em vez do esperado restaurante caro, Edward me levou a uma
lanchonete barata chamado The Pit Stop. Era no lado mais
obscuro da cidade. O exterior do edifício parecia primitivo, e as pessoas
que vinham de dentro pareciam ainda pior.
— Tem vergonha pela forma como me visto? — eu tentei controlar
o tom afiado em minha voz e evito qualquer contato visual com ele.
— O que você está falando? — ele parecia genuinamente confuso.
Acenando meu braço, eu disse,
— Você não me leva a lugares que eu não iria manchar a sua reputação?
— Nós realmente temos que controlar suas emoções excessivas,
Jasmine. Você é quente ou fria, e ao mesmo tempo que isso pode parecer
sexualmente atraente, não é quando está fora do quarto. Eu não trouxe
você aqui porque eu estou envergonhado por sua escolha de roupas.
Este é o meu lugar favorito para comer hambúrgueres que entopem
artérias e fazem o coração falhar.
Eu não respondi a isso. Em vez disso, contive meu sorriso e o
segui.
Desta vez, Edward foi quem estendeu como uma mudança de
hábito quando entramos. Ele manteve a cabeça erguida enquanto se
movia com confiança pelo lugar em seu terno preto caro. Eu cobri meu
sorriso. As expressões nos rostos de todos ao nosso redor eram
cômicas.
— O quê? — Edward perguntou quando me notou olhando e
sorrindo.
— Você parece tão fora de lugar aqui, — eu ri.
Ele se esforçou para não sorrir, em seguida, suas covinhas se
aprofundaram e o canto da sua boca inclina para cima.
— Confie em mim. Estou mais confortável em um lugar como este do que você pensa.
Suas palavras me fazem pensar sobre ele e de onde ele tinha
vindo. Eu não sabia quase nada sobre Edward, mas de repente eu
tinha esse desejo. Ele era um enigma e um que poderia usar ternos
caros, mas ainda assim se sentir confortável nos guetos de Nova York.
Pegamos a mesa na parte de trás, escondidos do resto das
pessoas no restaurante.
— Me diga algo sobre você, — eu disse, dobrando o guardanapo
nervosamente diante de mim.
Quando ele não respondeu, eu olhei para cima para encontrá-lo
olhando para mim como se eu fosse o seu jantar. Seus olhos no meu
rosto, no meu pescoço, e pousando no meu peito.
— Eu não falo sobre mim com as minhas meninas.
A coisa mais estranha aconteceu naquele momento. Passei a
sentir ciúme. Queimou no meu centro, como se eu tivesse acabado de
comer comida mexicana ruim. Não fazia sentido, porque eu não tinha
um poder sobre Edward, que seja. Eu duvidava seriamente que
alguém no mundo fazia.
— Peço desculpas. Eu esqueci que eu era apenas uma das suas
meninas. No entanto, há muitas, — eu rebati, olhando para qualquer
lugar menos para ele. Eu estava envergonhada por minha reação.
— Você está com ciúmes das outras meninas, Jasmine? — ele
perguntou. Seu sorriso era arrogante e presunçoso.
— Não.
Não houve necessidade de elaborar. Imaginei que minha mentira
seria mais crível se eu continuasse breve e doce.
— Bom. Você não tem nenhuma razão de ser. Eu não tenho visto
ou falado com nenhuma delas desde o momento em que eu a vi pela
primeira vez.
A queimadura no meu estômago se dissolveu e eu me vi trancada
em um olhar aquecido. Então ele se virou e puxou o colarinho. Ele
estava finalmente desconfortável, e eu juntei do que ele disse mais do
que eu queria.
A garçonete veio e colocou a nossa comida na mesa. Grandes,
hambúrgueres desleixados, cheio de calorias e muito gostosos, com um
lado de batatas fritas e ataque cardíaco, era exatamente o que eu
precisava.
O hambúrguer estava incrível e eu não pude deixar de gemer em
apreço, enquanto eu mastigava.
— Bom, não é? — ele perguntou enquanto dava uma mordida.
— Oh meu Deus, esse é o melhor hambúrguer que eu já tive.
E era. Eu poderia perfeitamente me ver enfrentando as ruas da
cidade na ocasião pela delícia que era o meu hambúrguer.
— Este era o meu lugar favorito para comer quando eu era mais
jovem, — disse ele, mergulhando suas fritas na pilha de ketchup em
sua embalagem de hambúrguer.
Eu não quero dizer nada sobre o fato de que ele tinha me dito algo
pessoal, quando eu era supostamente apenas uma de suas meninas.
Em vez disso, sorrio e digo,
— Eu acho que pode ser meu novo lugar favorito. Isso é fantástico.
Quando terminamos, eu estava feliz e cheia, Edward deixou
uma nota de cem dólares sobre a mesa e se levantou. O segui para o ar
da noite, me sentindo completamente satisfeita com a comida e a
companhia de Edward.
Sr. Martin puxou na frente do restaurante como se estivesse
saindo. Edward abriu a porta para mim e eu deu um passo até
entrar.
— Me dê a porra da sua carteira, — disse uma voz rouca atrás de
nós.
Me virei para ver Edward ali com uma arma presa a seu lado. O
homem que segurava a arma parecia que dormia nas ruas e estava
definitivamente sobre o efeito de algo. Ele estava tremendo e
impaciente, como se estivesse morrendo por uma outra batida do que
quer que fosse que ele estava viciado. Seus olhos vermelhos olhavam
para Edward enquanto ele esperava.
— Eu estou falando sério, filho da puta. Me dê sua fodida carteira
ou eu vou estourar um buraco em você e tomar um pouco de alguma
coisa do pedaço quente de traseiro que esta com você, também.
As coisas foram um borrão a partir desse ponto. Quando
Edward passou pelo homem, eu quase não o vi passar, antes que ele
o tinha em seu estômago e a arma apontada para sua cabeça.
— Cuidado com quem você tenta roubar, seu fodido, — ele
rosnou, apertando a arma profundamente na têmpora do homem. — Eu
devia te matar, mas eu vou deixar você ir, porque eu sei que este não é
o seu território. Leve sua bunda onde você pertence ou terei Anthony
explodindo seus miolos. Entendido?
Sua voz era crua e com raiva. Ele falou como o homem que tinha
tentado nos roubar. Eu mal podia acreditar o quão cruel ele soou. Eu
não culpo o homem quando ele acenou com a cabeça e saiu correndo.
A parte traseira do carro estava me segurando. Eu estava
congelada de medo. Ter um estranho ameaçando matar faz isso com
você, eu acho.
— Você está bem? — perguntou Edward.
Ele sacudiu o casaco como se estivesse sujo e limpou suas calças.
Eu não podia responder de primeira e apenas olhei fixamente em sua
direção.
— Jas...
— Por favor, não me chame assim... — eu implorei em um
suspiro. Eu tinha certeza que meu rosto tinha perdido toda a cor e eu
senti como se estivesse passando mal. — Não agora, — eu finalmente
terminei.
Eu sabia que ele disse que eu era a única que ele chamava de
Jasmine, mas isso não o torna mais fácil de ouvir. Se eu era tão especial,
por que ele não poderia saber meu nome?
— Tudo bem, — disse ele firmemente. Ele não gosta que lhe
digam o que fazer e ele não gostava de fazer isso ainda mais. — Você
está bem? — perguntou.
— Eu? Você está bem? Você é o único que tinha uma arma
apontada para você.
Como ele podia parecer tão calmo? Depois de tudo o que
aconteceu com os meus pais, eu não podia suportar a visão de armas.
Algumas noites eu tinha certeza que eu ainda podia ouvir o som de tiros
ao meu redor. Meu medo me manteve longe delas.
— Isto é Nova York, querida. Todo mundo nessa porra de cidade,
provavelmente teve uma arma apontada para eles durante a sua vida.
Eu fiz uma careta.
— Se isso era para me tranquilizar, não funcionou.
Meu estômago revirou com o pensamento de ter uma arma
apontada para mim, e o rosto de Seth apareceu imediatamente na
minha cabeça. Eu nunca queria que ele conhecesse esse tipo de medo.
Fui ingênua ao pensar que poderia protegê-lo de todo o mal e ódio neste
mundo, mas eu tinha que tentar. Antes que eu pudesse impedir, fui
rapidamente atingida por um momento diferente, uma imagem diferente
e eu senti meu corpo começar a tremer.
Em um piscar de olhos, Edward estava ao meu lado e suas
mãos se moviam sobre os meus braços e rosto. Seus dedos acariciaram
a curva do meu pescoço e ele levantou o meu rosto para olhar para ele.
Ele mostrou uma combinação de possessividade, preocupação e...
raiva. Eu não entendo a raiva, mas isso fez seus olhos acenderem
de forma brilhante.
— Por que você está tremendo? — sua voz era áspera.
— Por que você está com raiva?
— É o que sobrou do idiota que pensou que poderia apontar uma
arma na minha cara.
Engoli em seco e rezei para eu não vomitar em seus sapatos
caros.
— Agora a sua vez. Por que você está tremendo? — perguntou ele.
Eu tomei uma respiração muito precisa e exalo a minha
confissão.
— Eu odeio armas. Eu não posso suportá-las até o ponto que
elas me fazem mal fisicamente.
Ele franziu o cenho.
— Por quê?
Me senti confusa com a sua pergunta e eu combinava com o seu
cenho franzido.
— Não é óbvio? Armas matam pessoas.
Ele sorriu.
— Não, querida, pessoas matam pessoas. — ele
parecia escuro e perigoso quando ele disse isso. — As armas são
simplesmente um meio para um fim.
— Novamente, se você está tentando me confortar, você não está
fazendo um trabalho muito bom.
— Eu não confortei, eu disse a realidade e eu sou tão real quanto
possível.
— Eu notei, — eu respondi.
— Você pode se mover? Você é capaz de entrar no carro?
Eu balancei a cabeça, antes de correr para o carro. Edward
esperou até que estivéssemos em movimento antes de falar novamente.
— Qual é a verdadeira razão pela qual você tem medo de armas?
Eu me virei para olhar para ele, mas ele estava virado para a
frente.
— Desde que eu era uma garotinha eu sempre tive medo delas.
— Isso não me diz o por quê.
Eu não quero falar sobre meus pais ou a sua morte, e eu tinha
certeza de que Edward não queria ouvir a história também.
— Eu conheço alguém que foi baleado e morto. — não era uma
mentira, mas não era toda a verdade.
Um minuto inteiro se passou antes dele dizer qualquer coisa.
— Então, por causa do seu medo, você fica indefesa? O que teria
acontecido se eu não estivesse aqui? O que acontece quando a coisa
que você tem medo acaba por ser a única coisa que pode salvar sua
vida? Exceto que, você não sabe como usá-lo.
— Então, eu estou ferrada, — eu disse simplesmente.
— Não. — ele finalmente se virou para olhar para mim e eu
controlava a vontade de me remexer sob seu olhar. — Então, você está
morta.
Eu não sabia como responder. Em parte, porque eu não tinha
uma resposta, e em parte porque, no fundo, eu sabia que ele estava
certo. Nós ficamos em silêncio e não foi até que estávamos perto do meu
apartamento que eu falei.
— Quem é Anthony? — perguntei.
Ele continuou a olhar para fora da janela enquanto ele respondia.
— Só um cara que eu conhecia.
— Acho que você é daquele lado da cidade? — eu sabia que eu
estava forçando, mas eu não poderia me ajudar.
— Sim, — ele respondeu.
— A sua família ainda vive lá?
De repente, ele se virou para mim com o olhar irritado, como o
que ele deu ao homem que tentou nos roubar.
— Alguém já te disse que você faz muitas malditas perguntas? —
seu tom era tão brusco, ele me pegou completamente desprevenida.
— Sinto muito. Eu só pensei...
Ele me cortou.
— Você não estava pensando. Estamos aqui. Aproveite o resto da sua noite.
Ele estava me despedindo como se eu fosse uma criança. E ao
contrário de todas as outras vezes, ele não ia entrar, ou até mesmo sair
do carro por esse assunto.
Até o momento em que eu cheguei ao meu andar, eu me senti
horrível. E se ele não tem uma família? Lá estava eu, jogando vinte
perguntas e ainda não tinha pensado sobre a existência ou não,
estava perguntando algo que poderia incomodá-lo.
Ele estava sendo totalmente rude, mas depois de pensar sobre
isso, eu não estava surpresa. Ele me disse desde o início que o nosso
acordo era e isso não incluía perguntas pessoais - a menos quando elas
fossem para mim.
Nós nunca íamos vegetar na frente da TV e ficar conhecendo um
ao outro. E mesmo que eu morresse antes de eu realmente admitir isso,
eu realmente queria conhecer Edward... em mais maneiras do que
uma.
Eu era um babaca. Eu soube toda a minha vida. Eu não nasci
assim, mas o mundo ao meu redor me moldou em alguém que pudesse
tomar merda e a despejar com a mesma rapidez. Sendo um idiota
arrogante nunca me tinha falhado até agora, até hoje. A mágoa em seus
olhos quando eu gritei com ela era como uma arma de choque.
Ela não sabia como eu era fodido. Ela não sabia que perguntar
sobre a minha família era a coisa mais dolorosa que ela poderia fazer.
Eu estava errado por gritar com ela. Havia uma grande diferença entre
autoridade sexual e gritar com uma mulher. Mas eu sabia que uma vez
que me acalmasse, ia fazer as pazes com ela.
Vapor de água derramava sobre meu rosto e ombros. O chuveiro
foi o primeiro lugar que fui quando estive de volta em casa. Eu
andei através do clube lotado, ignorando as pessoas que pensavam que
eram meus amigos, e fui direto até as escadas. Eu teria que voltar a
descer logo e jogar de dono do clube, mas tudo o que queria fazer era
ficar sob o fogo e me deixar queimar.
— O que aconteceu? — Tania perguntou quando eu fui para o
escritório.
Ela estava sentada atrás da minha mesa com os pés para cima
como se fosse dona do lugar.
— Foda-se. Qualquer coisa acontecendo lá embaixo? — eu
perguntei, folheando papéis na minha mesa.
— Ái. Isso queima um pouco. Ainda bem que eu gosto de dor. —
ela baixou as pesadas botas no chão e se levantou. — Ninguém
especial, mas você ainda deve mostrar a sua cara.
A nossa relação estava tensa, tinha sido desde que eu tinha posto
os olhos de Jasmine. Era mais um aborrecimento que não tinha
vontade de lidar, mas em algum momento eu ia ter que ir ao fundo dos
problemas de Tania.
Ela bateu a porta do escritório em seu caminho para fora e eu
balancei a cabeça em irritação. Eu estava a segundos de distância de
me virar, ir atrás dela, e xingá-la. Mas, em seguida, a porta se abriu
novamente, deixando entrar a música alta do andar de baixo.
— O que está errado? Você não era uma cadela? — eu perguntei,
de costas para ela.
— Na verdade, eu vim pedir desculpas.
A voz suave de Jasmine encheu o espaço atrás de mim, me levando
a me virar e encará-la. Ela havia se trocado, e agora estava vestindo
uma saia preta sexy e um top rosa de ombro caído. Seu rubor típico
cobria o rosto e pescoço. Meu pau ficou duro nos últimos segundos
desde que ela chegou.
— Desculpas pelo quê? — perguntei.
Ela não tinha motivos para se desculpar. Eu, por outro lado,
deveria ter pedido desculpas, mas isso não era algo que eu já fiz. Em
vez disso,ia comprar algo agradável ou dar a ela um orgasmo extra.
— Eu não deveria ter sido intrometida. Eu não tinha o direito de
me intrometer no seu negócio ou perguntar sobre sua família.
Eu poderia ter me aproveitado de sua posição, em vez disso,
tomei-a pela mão e a puxei para mim. Enterrando meu rosto em seu
cabelo, deixando seu perfume fresco me encher.
— Não. Eu fui um completo idiota. Eu não devia ter gritado com
você assim. É claro que você gostaria de saber mais sobre mim. Então,
sinto muito.
Se Tania pudesse me ouvir me desculpando com uma das meninas
do meu livro, não há dúvida de que ela ia cortar meu pau fora e dá-lo a
alguém mais digno. Honestamente, me senti estranho. Eu não esperava
que as palavras saíssem; elas pareciam pegajosas na minha língua e
tive que engolir em seco para tirar o gosto amargo da minha boca.
— Eu digo que nós dois simplesmente esqueçamos isso, — ela
sorriu.
Seu sorriso era doce. Muito doce para um homem como eu, mas
me embebedei nele de qualquer maneira. Ela se inclinou para me
abraçar e eu deixei, mesmo sabendo que ela ia sentir o quão duro
eu estava através das minhas calças. Ela ficou tensa contra mim e
quando se afastou sua expressão era diferente.
— Isso sempre acontece com você? — ela apontou.
Eu tive que segurar a risada borbulhando meu peito.
— Só a cada vez que te vejo.
— Sério? Eu faço isso para você?
Ela fodidamente não tinha noção. Como podia não saber o
quão deliciosa parecia em uma saia mostrando as suas pernas
fantásticas? Sem mencionar uma camisa que me mostrava um pouco
de pele. Não era tão indecente como a maioria das minhas meninas,
mas com ela, era dez vezes mais sexy.
— Sim. — minha voz estava rouca.
Eu não tinha ficado tanto tempo sem sexo desde que tinha
dezessete anos. Só de saber que ela estava olhando para o meu pau
estava fazendo isso por mim. Inferno, eu me senti como um adolescente
fodido tudo de novo.
E então ela fez pior.
— Posso tocar?
Foda-me. Foda-se todas as doces bocetas apertadas do mundo.
Ela estava me excitando.
— Você pode fazer o que quiser. — eu estava sendo calmo e frio
por fora, mas por dentro estava queimando. Meus órgãos internos
estavam em chamas e prontos para seu toque.
Eu sabia quando eu conheci Jasmine que ela precisaria de tempo,
e acho que talvez esse desafio a fez mais atraente. Mas agora ela
estava se tornando curiosa - ela queria me tocar - e eu não tinha
certeza de que poderia segurar por muito mais tempo.
Com a mão trêmula, ela estendeu a mão e começou a desfazer o
meu cinto. Eu quase gozo na hora. Lá estava eu, pensando que ela iria
me tocar através da minha calça - ter uma ideia do meu comprimento e
largura - mas oh não, minha menina estava indo para a pele.
Eu inclinei minha cabeça para trás e fechei os olhos, enquanto ela
enfiou a mão dentro das minhas calças, os dedos sentindo meu eixo.
Uma baforada quente passou entre os meus dentes como uma panela
fumegante e ela puxou a mão.
— Eu machuquei você?
— Porra, não, — eu disse, pegando sua mão e colocando-a de
volta onde pertencia.
Minhas calças começaram a cair em torno de meus quadris e
empurrei minha cueca para que caísse também. Eu fiquei lá com meu
pau apontando diretamente para ela e deixando-a tocar e sentir. Era a
coisa mais doce, mais erótica que eu já tinha experimentado.
Seus dedos estavam frios e moles. Eles pareciam incríveis. Ela
ficava mais corajosa quanto mais tocava, deixando os dedos se
envolver em torno de mim e apertar. Eu não aguentava mais. Eu
precisava de mais. Descendo, cobri sua mão com a minha e a movi
para cima e para baixo, mostrando a ela como eu gostava de ser tocado.
— Assim, querida.
Quando tirei minha mão, ela continuou. Uma vez que
pegou o jeito a coisa e o seu pulso começou trabalhando em círculos, eu
estava segurando a mesa atrás de mim. Sua respiração acelerou com a
minha e vi enquanto seus seios subiam e desciam com sua respiração.
Eu estava ficando cada vez mais perto. Eu sabia que não demoraria
muito para que eu gozasse forte e rápido em sua mão.
— Pare, baby. Eu vou vir, — eu disse, agarrando a mão dela para
parar seus movimentos.
— Não é esse o ponto? — ela perguntou.
Eu considerei deixá-la continuar, mas não havia mais diversão
nisso.
— Sim, mas quando eu fizer, eu quero que seja em sua boca.
— Você é tão vulgar.
— Eu sou. Não se preocupe, você vai aprender a amar isso.
Ela se afastou de mim, mas eu a segui passo a passo, até que ela
esbarrou na minha mesa.
— Eu vou? — ela engoliu em seco.
Seus olhos estavam dilatados e seu coração estava batendo tão
forte que eu podia ver a ligeira pulsação no lado de seu pescoço.
— Você definitivamente vai. — estendendo a mão, eu corri um
dedo sobre esse pulso e ela ficou tensa. — Você tem medo de mim,
Jasmine? — eu me inclinei para perto.
— Eu deveria estar? — ela perguntou.
Rindo baixinho para mim mesmo, eu me movi tão perto que meus
lábios roçaram ao longo da borda de sua orelha.
— Inequivocamente.
— Nesse caso, eu estou. — sua respiração profunda era difícil no
meu ouvido.
Me inclinando para trás, peguei em seu rosto corado, olhos
vidrados, e lábios úmidos.
— Vamos jogar um jogo, — eu disse,
correndo os meus dedos acima até suas costas ficarem rígidas.
— Que tipo de jogo?
— É chamado Edward diz.
— Isso não é um jogo de verdade, — ela revirou os olhos.
— Edward diz fique quieta, — eu disse.
O canto da sua boca levantou em um pequeno sorriso.
Recuando, a tomei da cabeça aos pés.
— Edward diz tire o seu top.
Ela se remexeu.
— Edward, eu...
Eu levantei a mão.
— Edward não disse falar. Até agora, você é terrível neste jogo.
— me movo para o sofá e me sento. — Vamos tentar
isso de novo. Edward diz tire seu top.
Fechando os olhos, ela levantou o top pela bainha e puxou-a
sobre sua cabeça. Não fiquei surpreso ao ver que seus mamilos estavam
rígidos sob o seu sutiã. Por mais que ela odiasse admitir, estava
excitada. Ela estava lentamente começando a prosperar em ser
controlada, exatamente como eu esperava que fosse.
Meus olhos se moviam sobre seu sutiã e para baixo em sua
barriga lisa.
— Tire o seu sutiã, — eu disse.
Sem pensar, ela moveu seus braços para trás e agarrou seu sutiã,
deixando-o cair os pelos seus braços e no chão.
— Tsk, tsk, garota safada. Eu não disse que Edward diz, — eu
sorri.
— Droga, — ela sussurrou.
Rindo, eu continuei.
— Eu iria deixá-la como está, mas você
precisa de um castigo. Edward diz tire sua saia.
Mergulhando seus polegares na parte superior de sua saia, ela
puxou para baixo, a deixando reunir em torno de seus pés. Ela saiu
dela, chutando para o lado.
Estando lá apenas em sua calcinha, ela manteve sua cabeça
erguida, embora eu pudesse dizer que ela estava nervosa. Agora, ela
percorreu um longo caminho. Eu estava estranhamente orgulhoso dela.
— Edward diz toque-se.
Naquele momento, percebi que eu tinha razão sobre Jasmine desde
o momento em que eu a conheci. Ela era a Jasmine sedutora. Ela
só não tinha sido alimentada e saído dela.
Enquanto a maioria das mulheres teria ido direto tocar sua
buceta, Jasmine não fez. Sem sequer perceber o que estava fazendo, ela
me seduziu. A partir de seu pescoço, ela passou as mãos pelos lados até
que se encontraram na frente, logo abaixo de sua garganta.
Seus olhos permaneceram nos meus enquanto ela trabalhava
lentamente os dedos para baixo sobre os seios, e passavam sobre seus
mamilos.
Engoli em seco enquanto ela beliscou cada pico antes de suas
mãos continuarem seu caminho até seu estômago. Quando ela estava
começando a gostar dela mesma, ela fechou os olhos e colocou a cabeça
para trás. Suas mãos se moviam mais baixo, pairando sobre linha de
sua calcinha de uma forma provocante que tornava difícil ficar sentado.
E então ela foi sempre mergulhando tão cuidadosamente as
pontas dos dedos na cintura da calcinha. Engoli em seco e me inclinei
para frente, à espera do momento em que ela se tocasse para mim.
Tania escolheu aquele momento para entrar explodindo em meu
escritório.
O véu sensual se ergueu e Jasmine correu para sua camisa para
se cobrir.
— Porra! — eu disse, me levantando do sofá. Eu nem sequer
tentei esconder a minha furiosa dureza. — O que é isso?
Tania ficou ali olhando para nós boquiaberta.
— Ela estava fazendo stripp? Desde quando isso é o suficiente para você?
Os ombros de Jasmine caíram e, pela primeira vez, eu queria
chegar e bater a merda fora de Tania.
— Cai fora! — eu gritei.
— Tanto faz. Você tem um convidado lá embaixo. Quando você
terminar de brincar com o seu brinquedo, desça. — ela foi embora,
deixando a porta aberta.
Seu brinquedo.
Isso do que ela me chamou. A pior parte, eu não conseguia nem
ficar com raiva de suas palavras, porque isso é exatamente o que eu
sou. Comprada e paga.
E lá tinha estado eu, finalmente começando a jogar, e gostei.
Na verdade, eu adorei. Ter um homem tão forte na palma da minha mão
– é isso o que você chama de poder. E que Deus me ajude, eu queria me
sentir poderosa.
Assim que ele caminhou e bateu a porta, eu olhei para ele e vi a
raiva em seus olhos.
— Ignore ela, — disse ele.
Eu estava farta de pessoas que agem como se eu estivesse a
poucos segundos de quebrar. Se eu ainda não tinha quebrado, com
certeza não ia agora. Eu não queria ignorá-la. Eu queria usar suas
palavras para me fazer forte. Eu queria usar tudo o que eu tinha
aprendido até agora a me tornar mais forte.
— Ela está certa, — eu disse. — Eu sou o seu brinquedo.
Ele tentou acalmar as coisas.
— Não pense nisso dessa forma, Jas...
Eu o interrompi.
— E eu gosto disso.
Ele parou e olhou para mim, como se eu fosse uma estranha que
tinha acabado de entrar na sala. Finalmente, o lado de sua boca se
elevou e suas covinhas afundaram em suas bochechas.
— Então venha aqui e me deixe brincar com você.
Fui até ele e quando seus dedos cravaram em meus quadris,
não me afastei. Eu queria isso - eu o queria.
Usando um dedo, ele inclinou o meu rosto para o dele e passou a
língua em meus lábios.
— Eu realmente te assusto? — ele perguntou.
Mais uma vez... me tratando como se eu estivesse prestes a
quebrar. Não mais. Eu estava cheia disso.
— Não, — para mostrar a ele que eu estava falando sério, eu
capturei seus lábios inferiores nos meus dentes e puxei. Eu uma vez vi
uma mulher fazer isso em um filme, e deixou o homem louco. Isso fez o
mesmo com Edward. Seus dedos cravaram em meus braços enquanto
ele me moveu, apertando a minha bunda contra sua mesa. Ele olhou
para mim perigosamente e eu sabia que naquele momento estava
brincando com fogo. Mas, a última coisa que sentia era medo.
Ele estava me testando, assim como havia sido desde o momento
em que o conheci. Foi uma experiência para ver quão longe eu iria
deixá-lo ir quando ele lentamente passou as mãos pelas minhas coxas.
Foi um teste, quando ele enfiou o dedo ao lado da minha calcinha e
começou a correr suavemente a parte de trás de seu dedo em mim, e
agora cada vez mais deixando sua junta deslizar e massagear meu
clitóris. Era tudo um teste e pelos sons de aprovação que ele fez, eu
estava passando.
Minha cabeça caiu para trás, deixando as sensações de o seu
dedo criar o movimento através de mim. Eu nunca tinha sentido nada
tão surpreendente.
Puxando o dedo de minha calcinha, ele enfiou a junta em sua
boca e chupou. Eu quase explodi no local.
— Porra. Você tem um gosto incrível. — ele começou a enrolar o
algodão para baixo em minhas coxas até que minha calcinha estava em
torno de meus tornozelos. — Você ganhou um prêmio. Você tem feito
tão bem, vou comer sua boceta e você vai me deixar. Você entende?
Eu mordi meu lábio inferior e assenti.
— Eu estou indo com a minha língua para sua pequena fenda
apertada até que você me peça para parar. E então vou enfiar minha
língua fundo em você e chupar seu clitóris até que você goze. E quando
você fizer isso, eu vou envolver sua doçura e engoli-la.
Meus joelhos ficaram fracos com suas palavras. Deixei que ele me
levantasse em cima da mesa. Olhando para o teto em cima de mim,
não lutei com ele quando ele lentamente espalhou minhas pernas.
Ele não perdeu tempo, e eu nunca estive mais agradecida. Sua
língua mergulhou em minha buceta, em seguida, ele correu para cima e
chupou meu clitóris com um estalo alto. Eu levantei da mesa e um som
que nunca tinha feito explodiu de minha boca.
— Oh meu Deus, — as palavras correram de meus lábios.
— Não me adore ainda, querida. Eu estou apenas começando.
E então sua boca estava em mim de novo, me trabalhando para
cima e para baixo. Deslizando contra a minha pele molhada de
maneiras que eu nunca soube que era possível. Sua língua enrolada,
jogou, tocou todos os nervos que eu tinha, me fazendo arfar e puxar seu
cabelo. Eu nunca tinha estado tão agitada, mas mais uma vez nunca
me senti tão incrível na minha vida.
— Me diga que você quer gozar na minha boca. Eu quero ouvir
sua linda boca dizer coisas sujas.
Suas palavras soaram tão longe, mas elas romperam minha
neblina de admiração. Quando não respondi, ele mordiscou meu
lábio me fazendo sibilar.
— Diga, — ele exigiu.
Eu não ligo para o que parecia. Eu não ligo para o que estava
dizendo, enquanto ele não parasse.
— Oh meu Deus, Edward, eu quero gozar em sua boca. Por
favor, me faz gozar na sua boca.
E então, a subida foi de lá. Ele me segurou na mesa enquanto
trabalhava minha buceta contra seu rosto. A onda de sensações lavou
contra mim. A música no andar de baixo bateu contra a parede de vidro
em seu escritório e combinava com o ritmo da minha pulsação. Eu
gritava palavras que nunca disse antes em minha vida enquanto a
minha libertação me bateu, e meus sucos derramaram em sua boca.
— Porra. Sim, Edward. Sim.
Ele foi fiel à sua palavra quando começou a se animar com a
minha doçura, como um homem sedento. Ele lambeu até as minhas
pernas começaram a tremer e cada palavra que eu disse saiu em um
gaguejar alto.
Inclinando-se para trás, ele limpou a boca com as costas de
seu braço. E eu deitei lá, nua e aberta a ele enquanto o quarto em torno
de mim começou a voltar em foco.
— Você é tão quente quando goza.
Ele empurrou as calças para baixo e eu sabia o que estava
prestes a acontecer. Eu não queria surtar, e não tinha certeza se
estava pronta; Eu nunca imaginei minha primeira vez em cima da mesa
em uma boate, não importava como a fantasia era.
Ele me surpreendeu. Em vez de se empurrar em mim, ele
espalmou sua dureza e começou a masturbar lentamente.
— Eu não vou transar com você aqui, mas ainda podemos ter um
pouco de diversão.
Me apoiei em meus cotovelos e engasguei quando ele brincou com
a cabeça de seu eixo, o passando sobre o meu clitóris. Ele apertou sua
dureza contra a minha fenda, e meus músculos se apertaram.
Segurando o comprimento de seu pênis contra mim com os polegares,
ele ergueu os quadris e gemia. Me senti bem - seu ritmo - sua ereção
pressionando contra mim uma e outra vez. Eu podia sentir sua subida
chegando, a cada golpe de seu pênis, sua ponta esfregava contra a
minha pilha de nervos.
— Eu vou vir em toda essa bonita boceta rosa.
Ele agarrou minhas pernas e empurrou-as juntas, passando seu
pau com força em minhas dobras escorregadias. Abraçando as minhas
pernas, ele olhou para mim e começou a empurrar mais duro. O olhar
em seus olhos quando olhou para o meu corpo nu me excitou ainda
mais. Me abaixei e empurrei sua cabeça roxa contra o meu clitóris
enquanto o cutucava com cada impulso, levando-o a se mover mais
rápido e mais rápido, até que tinha certeza que eu ia quebrar.
— Porra, sim! — ele jogou a cabeça para trás e senti o calor se
infiltrar em minha pele.
Ele continuou a trabalhar assim mesmo, empurrando os quadris,
esfregando sua libertação quente em cima de mim. Ao vê-lo desfeito me
empurrou sobre a borda. Meu corpo ficou tenso e eu gritei um segundo
orgasmo.
Quando minhas pernas se abriram, ele caiu em cima de mim, a
cabeça caindo sobre meu estômago. Nossas respirações eram fortes e
rápidas enquanto passei meus dedos em seus cabelos úmidos. Meu
corpo cantarolava com os tremores suaves de alegria. Na verdade,
me senti como se ronronasse.
Apertando os meus lábios na pele quente ao lado de seu umbigo,
beijei-a e me levantei de seu corpo. Abraçar não era a minha coisa,
embora, era pouco esmagador como era bom estar com ela - senti-la
contra mim. Era melhor com ela do que com qualquer outra mulher, e
nós ainda não tínhamos fodido.
Eu sabia desde o primeiro momento em que coloquei os olhos
nela, ela ia ser perfeita... e ela não me decepcionou. O problema agora
era que eu não conseguia o suficiente dela. Eu queria estar com ela e
ouvir sua voz, todo o maldito tempo. Eu não sabia como lidar com isso.
Eu não sabia o que significava. Eu só sabia que tudo sobre ela era
viciante e era demais para mim.
— Vamos lá. Eu vou levá-lo para o carro, — eu disse uma vez que
nós ajustamos nossas roupas.
Era a última coisa que queria fazer. Eu não queria que ela
fosse embora. Eu queria levá-la para o meu apartamento e passar a
noite entre suas pernas, mas isso não era uma possibilidade.
Eu não estava indo para quebrar as regras, e não ter relações
sexuais no meu apartamento era uma das regras. Tania estava certa. Era
diferente com Jasmine, mas eu tinha que parar com isso. Eu não podia
permitir que ela fosse diferente, pelo menos não mais do que já era.
— Vejo você em breve, — Jasmine sorriu para mim, antes de subir
na parte de trás do carro. Eu balancei a cabeça, e contive o sorriso
puxando meus lábios.
Sob nenhuma circunstância eu estava indo para me transformar
em um fodido fraco. Eu nunca iria me tornar um dos homens patéticos
presos por uma boceta. Ela não ia me mudar.
beijos e até
