Oi gente!
Como prometi mais cedo, aqui esta o capítulo!
Respondendo;
Cheiva minha querida, chegou, chegou, chegou kkkkkk. Só iria colocar em hiato baby, se vcs estivessem com dificuldade
de ler a fic. Mas todas estão dizendo que ta legal, então " ka estarei a postar até o fim". Obrigada linda, vc é um amor.
Grazi minha linda, estava sentindo a sua falta. Que bom que vc gostou. bjs querida e obrigada
Raffa, estou super feliz que a fic esta te prendendo. Bem vinda. obrigada
Beth querida, ta sim, mais vai ficar melhor ainda, aguarde. Que bom que ta legal. obrigada
Anonima, chegou mais querida. obrigada
Cristina minha linda, esse homem faz babar mesmo. Vcs merecem isso e muito mais. obrigada flor
Monara, bem vinda baby, prazer em te ter por aqui. Que bom, espero não te decepcionar. obrigada querida
Ana carol, sem palavras para agradecer o carinho de sempre. Que bom que ta normal. obrigada
Shirley minha querida, a Tania não vai prejudicar a Bella, é pior, muito pior. O Edward vai começar a se
render neste cap. Obrigada pela compreensão flor. bjs
Kjessica, obrigada linda. Ele é mesmo, mas vai se achar jaja. Obrigado pela dica. beijos flor
Neri minha Deusa kkkkkkkkk vou tentar começar a postar na próxima sexta, fique tranquila. bjs
Barbara, menina que isso? Mas não tiro sua razão, eu tbm fico assim, sou ansiosa demais, fico desesperada
quando vejo que atualizaram uma fc que acompanho, perco fome e foco kkkk. Tbm fiquei de quatro por...beijos e obrigada
Esther, eu que agradeço mil vezes pelo carinho de sempre flor. obrigada e beijo grande
Lailla, que bom que voltou flor, senti mesmo sua falta. Bom que tenha gostado. obrigada querida
Samara, que pena querida. Pode ter certeza que estou fazendo o meu melhor. obrigada baby
Paula, obrigada linda. Bem vinda. Feliz de te ter por aqui. bjs
ESPERO NÃO TER ESQUECIDO NINGUÉM.
MENINAS, OBRIGADA PELA COMPREENSÃO E PERDOEM AS FALHAS E ERROS.
BOA LEITURA.
OBS; A TANIA É PIOR , MUITO PIOR DO QUE VCS IMAGINAM. IRÃO SE SURPREENDER.
— Jasmine sorriu para mim, antes de subir
na parte de trás do carro. Eu balancei a cabeça, e contive o sorriso
puxando meus lábios.
Sob nenhuma circunstância eu estava indo para me transformar
em um fodido fraco. Eu nunca iria me tornar um dos homens patéticos
presos por uma boceta. Ela não iria me mudar.
Eu a assisti ir até que eu não podia ver as luzes traseiras mais.
Caminhando de volta para dentro, eu fui até a seção VIP, onde passei o
resto da noite fodida com algumas celebridades playboys.
Pelos próximos três dias, eu não envio uma mensagem ou visito
Jasmine, mesmo que isso me mate. Eu me enterrei na papelada e
reuniões, e tentei não pensar nela. Eu poderia ter me reunido com mais
uma das minhas meninas, mas eu não estava sentindo vontade para isso. Minhas
bolas estavam em um grupo, e minha mente estava uma bagunça.
— Você foi um idiota esta semana, — disse Tania, jogando uma
pilha de papeis na minha mesa. — Esta menina tem seu pau torcido,
Edward. Acho que ela é uma má ideia.
— Me diga como você realmente se sente, — eu respondi sem
olhar para cima.
— Tanto faz, — ela cuspiu em seu caminho para fora da porta.
Ela estava certa. Eu estava virando um caso instável fodido. O
clube sempre foi minha prioridade número um, mas desde que eu
conheci Jasmine, tornou-se uma reflexão tardia. Passei menos tempo no
andar de baixo, e mais tempo com ela. A montanha de papel na minha
mesa que não tinha sido feito era a prova disso.
Empurrando os papeis fora, eu fico de pé e tiro minha jaqueta da
parte de trás da cadeira. Os últimos dias tinham sido um inferno, e era
hora eu ia fazer uma pequena visita surpresa.
As ruas estavam escorregadias com a chuva. Os pneus do meu
carro deslizam quando virava as esquinas, indo rápido demais para o
tempo.
O porteiro do prédio da Jasmine acenou para mim enquanto eu
passava. Foi embaraçoso pensar, mas eu estava realmente ficando
animado para vê-la. Um sorriso involuntário puxou a minha boca
quando eu cheguei no elevador, mas o minuto em que a porta se abriu
para seu apartamento no último andar, o sorriso desapareceu do meu
rosto.
Jasmine estava sentada no chão ao lado do elevador, chorando.
Seus olhos estavam vermelhos e inchados, enquanto ela limpava seu
nariz com um lenço.
— O que está errado? — perguntei.
Ela olhou para mim e abriu a boca para falar. Em vez disso, um
soluço explodiu de seus lábios carnudos e ela cobriu o rosto com as
mãos. Se inclinando para baixo, eu coloquei meus braços em baixo dela
e peguei-a do chão. Ela colocou os braços em volta de mim e enterrou
seu rosto no meu pescoço.
Eu não era de ficar para o drama cheio de lágrimas. Mais uma
vez, foi algo diferente com ela. Entrando no quarto dela, coloquei ela na
beira da cama. Peguei os pedaços de cabelo molhado do rosto, enquanto
eu me ajoelhava na frente dela.
— Me diga o que é.
Ela fungou.
— É Seth. Ele foi para o programa no Instituto de Arte
a uma hora atrás. Ele vai passar a maior parte do verão.
— Eu pensei que era isso que você queria? — perguntei confuso.
— É, mas isso não significa que eu não vou sentir falta dele. Eu
cuidei dele desde que ele era praticamente um bebê. Eu não sei como
ele vai estar lá. Ele é tudo que eu tenho.
A vontade de dizer a ela que ela me tinha era forte, mas as
palavras proibidas me engasgaram quando ficaram presas na minha
garganta.
Em vez disso, eu passei os dedos em uma mecha de seu cabelo e
o coloquei atrás da sua orelha.
— Onde o instituto de arte está localizado? É muito longe?
— É cerca de cinco horas de distância, mas ele vai ficar lá
durante todo o verão em vez de ficar comigo.
Meu sorriso voltou. Mesmo que ela estava chorando e chateada,
eu ri. Sua cabeça ergueu e ela olhou para mim como se eu fosse louco.
Me senti louco. Ela estava me deixando louco.
— Sério que está rindo de mim agora? — ela perguntou com raiva.
— Sim. Você percebe que ele está perto o suficiente para que você
possa visitá-lo, certo?
Ela fungou e usou seu lenço para limpar. Com os olhos vermelhos
e cabelo bagunçado, ela deveria ter parecido um bagunça, mas era o
oposto total. Ela parecia macia e cheia de emoções que eu nunca iria
entender. Ela parecia real - viva. Eu invejava sua capacidade de sentir
tão profundamente por alguém, mas sentia pena dela ao mesmo tempo.
Sentimento são coisas para as pessoas que significam ter a capacidade
de sentir dor também.
— Eu sei. Eu só estou sendo dramática. Eu sou uma mulher, eu
tenho permissão.
Ela sorriu em meio às lágrimas e por mais clichê que pareça, eu
perdi a minha respiração. Foi como um soco nos pulmões - uma
expiração do homem que eu pensei que eu era e um renascimento de
uma nova pessoa que sentia as coisas pela mulher na frente dele.
Usando meu polegar, eu capturei uma lágrima enquanto ela
descia pelo seu rosto.
— Obrigada por estar aqui, Edward, — ela sussurrou com a
cabeça para baixo.
Erguendo o seu rosto para encontrar o meu novamente, eu sorri
para ela.
— Eu não costumo ficar em torno de uma mulher chorando. Eu
acho que eu aprendi alguma coisa. O que você vai me dar?
Ela visivelmente engoliu em seco e seus olhos se arregalaram.
— O que você quer?
Eu já estava pensando nas diferentes posições que eu queria
colocá-la. Que posição eu poderia ficar mais profundo dentro de sua
boceta pequena perfeita, mas eu sabia que tinha que levá-la devagar.
Inclinando a sua cabeça mais elevada, eu levei o meu tempo,
roçando seus lábios com os meus e sentindo o seu calor. Eu continuei a
fazer isso até o momento em que eu sabia que ela me queria beijando-a.
Ela exalou e fechou os olhos e isso era todo o convite que eu precisava.
Mordi os seus lábios antes de apertar a minha boca para a dela
com força. Um ruído doce passou correndo por seus lábios e vibrou
minha boca. Beijei-a profundamente, saboreando-a na minha língua e
memorizando o momento para dias posteriores.
Seus dedos trabalharam seu caminho para o cabelo na parte de
trás do meu pescoço enquanto ela moldou seu corpo ao meu. Ela se
encaixava como se fosse feita para mim. Era a segunda vez que eu
beijava uma mulher sem a intenção de transar com ela. Ambas as vezes
foram com ela.
Ela interrompeu o beijo e sorriu para mim. Capturando a minha
bochecha com a palma da sua mão macia, eu me perdi em seus olhos.
— Você é incrível, Edward, — ela sussurrou.
E então, eu vi. A coisa que me dizia que o meu tempo com uma das
minhas meninas acabou - a coisa que normalmente me mandava
correndo para as colinas. Estava em seus olhos, o jeito que ela olhou
para mim com uma expressão maravilhada. Ela estava apaixonada por
mim. Ela tinha quebrado uma das minhas regras sagradas.
As coisas mais estranhas aconteceram naquele exato momento.
Primeiro, eu não tinha absolutamente nenhum desejo de correr dela. De
qualquer coisa, queria me banhar em sua expressão e comemorar
seus sentimentos por mim. E segundo, quase perguntei qual era seu
nome verdadeiro. Eu queria saber dela, quem ela era, o que ela gostava.
Mas o pior de tudo, queria ficar com ela.
Em vez disso, me afastei, como se suas palavras fosse um tapa
no meu rosto. Suas sobrancelhas ergueram em confusão. Eu estava de
pé, alisando as rugas de minhas calças.
— Nosso tempo aqui acabou.
Eu queria dizer mais, qualquer coisa que iria machucá-la e
mudar sua opinião sobre mim. Eu não estava pronto para deixá-la ir
ainda. Eu só tinha um gosto do que ela tinha para oferecer
sexualmente, e agora havia esses sentimentos proibidos que saltavam
ao redor que eu não entendia.
Em vez de empurrar e dizer coisas ofensivas, me virei e a deixei
sentada na cama, com uma expressão confusa.
Eu tinha que pensar. Eu precisava descobrir o que diabos estava
acontecendo comigo e precisava corrigir isso rapidamente. Edward
Cullen não era fisgado por uma boceta, especialmente antes que ele
tivesse a boceta.
Foda-me. Era isso mesmo possível?
Assim que voltei para o meu escritório, puxei meu livro fora
e folheei os nomes. Eu sabia exatamente o que eu precisava.
Wilma e Betty.
Elas tinham certeza de tirar a minha mente da treta louca que
atualmente tomava conta da minha vida. Eu pude já ouvir seus
gemidos e senti-las em volta do meu pau duro.
Peguei meu telefone e enviei uma mensagem de texto, instruindo-
as a me encontram em nosso quarto habitual. Tão rapidamente como
eu pisei em meu escritório, saí.
A viagem até o hotel foi um borrão. Eu dirigi no piloto automático.
— Olá, Sr. Cullen, — a recepcionista disse, sorrindo enquanto
segurava o cartão do meu quarto.
Eu balancei a cabeça. Eu não tinha
tempo para conversar com ninguém. Meu pau estava em uma missão.
Eu precisava de sexo desconectado de sentimentos, nenhuma besteira.
Quando entrei no quartos, as meninas já tinham começado sem
mim. Ambas estavam nuas e trabalhando em cima da cama. Tirei
minha jaqueta, desfiz minha gravata e dei um passo para o lado da
cama. Wilma voltou sua atenção para mim, e começou a desabotoar as
minhas calças. Ela olhou para mim com um sorriso sedutor, puxando
minha calça e cueca para baixo em torno de meus quadris.
Eu estava mole.
— O que temos aqui? Isso é inaceitável, — ela murmurou.
Ela envolvendo uma mão experiente em volta do meu pau,
começou a trabalhar com isso. Fechei os olhos e tentei estar apenas no
momento, mas tudo que eu vi foi o cabelo castanhos avermelhados e olhos chocolates.
Balancei a cabeça, tentando tirar a imagem da minha mente. Não
importa quantas vezes a empurrei para longe, ela continuava
voltando.
— Vamos, Edward. Nos dê o que queremos, — disse Betty,
lambendo os lábios enquanto se inclinou e tomou o mamilo de
Wilma em sua boca.
Absolutamente nada estava acontecendo lá embaixo. Minhas
bolas estavam apertadas e doíam para a liberação. Eu queria foder
tanto que não podia suportar isso, mas não era capaz de ficar
duro.
Eu bati a mão de Wilma a distância e a agarrei. Comecei a me
acariciar com uma missão. Eu tinha um ponto a provar, e se isso
significava que tinha de bombear o meu próprio pau, eu fodidamente
faria.
Dez minutos mais tarde, mesmo com a mão hábil e uma visão de
Wilma fodendo com a língua Betty, não havia nada.
— Desculpem meninas. Hoje não é o dia.
Elas continuaram enquanto eu me vestia e saía da sala. Fechei a
porta com os gemidos de Betty.
Não havia como negar isso. Jasmine estava me mudando de
alguma forma. Era novo, e eu odiava isso, mas não havia nada que
pudesse fazer. Eu estava oficialmente fodido.
Ela precisava ir.
Me levantei e olhei pela parede de janelas enquanto o dia se
transformou em noite. Depois da visita de Edward, as coisas ficaram
mal. Tem sido dias, e ele ainda não entrou em contato comigo. Não era
como se ele fosse meu namorado. Eu não tinha o direito de sequer
pensar sobre ele, a não ser que ele ligue.
Eu já era uma bagunça emocional sobre Seth me deixando por
algumas semanas, mas Edward Cullen era o mais confuso homem na
Terra. Toda vez que eu sentisse como se estivesse vendo o real, ele iria
me calar.
Uma coisa era certa, eu realmente gostei do ele real - como
realmente, realmente gostava dele. Eu nunca me senti assim com
ninguém, e definitivamente não é qualquer um que era como Edward.
Eu não tinha certeza de como responder a meus sentimentos. Eu não
tinha certeza de como responder a qualquer coisa que envolva ele.
A única coisa que sabia, é que não queria ficar mais uma
semana sem vê-lo. Algo me disse que ele estava à beira de se livrar de
mim, e eu não tinha certeza se queria mais isso. Não por causa do
dinheiro, mas porque eu o queria.
Passei dia após dia me colocando em tarefas e procurando lugares
que estavam contratando. Se Edward estivesse terminado comigo,
precisava de um plano de saída. Eu andava e preenchia pedidos até que
meus pés e dedos queimassem, e depois voltava para o condomínio e
mergulhava até que ficasse cansada.
Quando me sentia sozinha, tinha me tocado e imaginado
que era ele. Eu tinha me dado orgasmo depois de orgasmo pensando
nele, e estava cansada de tocar a mim mesma. Eu queria Edward -
em torno de mim, em mim... de todas as maneiras possíveis.
Passei mais tempo no chuveiro, me certificando de raspar tudo
com perfeição, e então saí e coloquei o único sutiã sexy e calcinha que
tinha. Eram simples de renda preta, mas qualquer coisa era melhor
do que o algodão branco.
Meu corpo parecia diferente sob meus dedos quando me vesti
com um vestido preto de verão. Ele era curto e eu não podia me curvar,
mas era a única coisa que tinha que era remotamente sexy.
Eu me senti mais completa em minhas penas - mais feminina. Eu
já estava excitada, pensando em quão descarada que iria ser. Eu não
era o tipo de mulher que fazia coisas malucas, mas já tinha decidido
que iria fazer isso. Ninguém ia me segurar mais - nem mesmo eu.
Os garçons sorriram para mim quando entrei porque eles sabiam
porque que eu estava lá. Eu estava com medo de esbarrar em
Alice, então me movi rapidamente. Minhas bochechas queimaram
enquanto eu deslizei pelo clube e subi as escadas até o escritório de
Edward. Eu estendi a minha mão até bater na porta, mas decidi
contra isso. Eu queria surpreendê-lo, ou, no mínimo, agir confiante.
Eu agarrei a maçaneta e abri a porta, preparada para vê-lo
sentado em sua mesa, mas ele não estava lá. O escritório estava escuro,
exceto por uma luz em sua mesa. É claro, essa era a minha sorte,ir
até lá com a coragem de abordá-lo para o sexo, e ele não estaria lá.
Eu pisei em seu escritório, fechando a porta atrás de mim, e fui
para sua mesa. Memórias de como ele me lambeu e chupou assaltaram
meu cérebro e podia me sentir ficando molhada por ele novamente.
Correndo os dedos sobre a área de trabalho suave, me inclinei para a
frente, até que senti a madeira dura contra o meu peito.
Corri minhas mãos pelo meu corpo desfrutando a sensação de
minhas mãos através do vestido de algodão fino, e quando cheguei ao
ápice das minhas coxas, empurrei com meus dedos.
Era uma loucura ir para o escritório de um homem e se
masturbar com sua memória, mas estava me sentindo
extremamente louca. Eu não conseguia parar de pensar nele ou o jeito
que ele me fez sentir. Além disso, se ele entrasse, ele definitivamente
teria uma boa visão.
Um suspiro escapou de meus lábios quando meus dedos
encontraram minha calcinha úmida. Esfreguei, apreciando a
sensação abrasiva da renda contra o meu clitóris. Deixei minha
cabeça cair sobre a mesa e revirei os quadris, moendo na minha própria
mão. Eu me tornei boa em conseguir me desligar. Não ia demorar muito
e estaria encharcando minha calcinha. Talvez eu mesma fizesse algo
muito louco e a deixaria em sua mesa quando tivesse terminado.
— Ah, sim, — gemi quando senti o calor líquido se reunir na
minha ponta.
— Você sempre invade escritórios para se masturbar? — a voz de
Edward rompeu minha neblina sexual.
Engoli em seco, deixando cair as minhas mãos do corpo, e
girando em torno para encontrá-lo descansando no sofá em seu
escritório. Ele tomou um gole do seu copo e gelo tilintava enquanto ele o
movia.
— Devo chamar a polícia e relatar o incidente? — ele perguntou
com uma cara séria, colocando o copo sobre a mesa lateral.
A julgar pelo inchaço óbvio em suas calças, ele estava me
observando o tempo todo.
— Eu tenho sido má, senhor. Mas talvez você mesmo deva me
punir?
Seus olhos brilharam com uma sugestão de um sorriso e eu
estava feliz que o tinha agradado.
— Você gostaria não acha? — ele perguntou.
Eu balancei a cabeça.
— Sim.
— Sente-se na minha mesa e abra as pernas, — ele exigiu.
Foi nesse exato momento que meus nervos chegaram. Um rubor
quente subiu pelas minhas costas e derreteu em meu pescoço e
bochechas. Em vez de fazer o que ele pediu, eu estava lá e olhei para ele
como um cachorrinho perdido.
— Eu disse... sente sua bunda gorda na porra da minha mesa e
espalhe suas coxas cremosas. Amplas.
Sua natureza brusca era chocante, mas gostei - tinha me
acostumado a ele. Mantive meus olhos fixos nos dele enquanto
lentamente me sentava na beirada da mesa e abria as minhas pernas.
Sabendo que ele estava observando as minhas ações, de alguma
forma me excitava.
— Sua calcinha está tão molhada, — ele gemeu. — Você gosta de
tocar a si mesma, não é?
Eu balancei a cabeça e estendi a mão, deixando meus
dedos percorrerem todo o meu coberto de renda, broto inchado. Deitei
nas minhas costas, apreciando meus cuidados. Minha respiração
tornou-se rápida e curta.
— Eu não posso deixar de me tocar quando eu penso nessa
buceta virgem apertada.
Eu podia ouvir seus quadris balançando no sofá de couro, e o
som dele esfregando sua ereção através das calças.
— Puxe sua calcinha para o lado, e se foda com o dedo.
Fazendo o que ele pediu, pressionei meu dedo do meio tão
profundo quanto ele iria. Meu canal pediu mais, e tinha certeza que
só Edward poderia satisfazer essa parte de mim.
— Olhe para mim.
Ergui a cabeça fora de sua mesa e olhei para ele com os olhos
semicerrados. Ele abriu o zíper de suas calças suficiente para o seu pau
aparecer.
— Imagine que você está usando isso... — ele apertou a cabeça de
seu pau. — Para gozar.
Puxando meu dedo fora das minhas profundezas, eu pressionei
contra minha protuberância sensível e esfrego. Eu mantive meus olhos
na mão que ele estava usando para puxar seu pênis inchado, me
certificando de mover a minha mão no mesmo ritmo rápido. Minha boca
estava aberta e minha respiração corria para dentro e para fora, dura e
rápida.
— Amo os doces barulhinhos que seus dedos estão fazendo. —
ele agarrou seu saco com a outra mão e puxou.
Nem tinha percebido que minha umidade estava fazendo
ruídos.Não me importava. Tudo o que importava era a forma como
ele se sentia.
Eu estava chegando rapidamente a minha libertação. E
silenciosamente esperava que ele viesse entre as minhas pernas e
pressionaria seu corpo profundamente no meu. Eu queria vir com ele.
Eu queria senti-lo me penetrar tão duro, que não saberia onde eu
terminava e ele começava.
Abri meus olhos um pouco para vê-lo ainda sentado no sofá,
se bombeando duro e rápido. Só assistindo ele estava prestes a me
enviar sobre a borda. Eu estava tão perto de vir.
— Pare. Não se atreva a vir ainda, — disse ele.
Eu puxei minha mão do meu corpo e minhas entranhas
apertadas prontas para um lançamento que eu não estava dando.
— Que tipo de punidor seria eu, se deixar você dar prazer a si
mesma? — perguntou ele.— Você precisa aprender a bater antes
de entrar. Você precisa aprender boas maneiras.
Não acha, Jasmine?
Me sentindo rebelde e pronta para empurrá-lo tão quanto como
ele me empurrou,mantive minha posição.
— Não, — eu disse com firmeza, escondendo o sorriso que pedia
os meus lábios.
Levantando-se e deslizando seu cinto dos passadoras, suas calças
caíram para seus quadris, expondo seu longo e grosso eixo.
— O que você disse? — perguntou ele asperamente.
Meus olhos foram até o seu pau - quente e zangado, cheio de
desejo.
— Eu disse, não.
Edward odiava a palavra não, mas, ao mesmo tempo,
descobri que é o que o transformava mais.
Eu podia sentir meu corpo já se infiltrando com a luxúria, à
espera de um orgasmo que sabia que seria épico. Eu queria tudo -
tudo o que ele poderia me oferecer.
— O que disse a você sobre dizer não a mim? — ele dobrou o
cinto no meio e bateu contra a palma da mão.
— Nunca diga que não. Nunca recusar a você. — eu mordi o
interior da minha bochecha enquanto eu esperava pela sua punição.
— Jasmine? E fez isso de qualquer maneira, não é? — ele tentou
cobrir seu pequeno sorriso com um rígido, imóvel olhar.
— Sim.
— O que acontece com as meninas que são más, Jasmine?
Mais uma vez, o cinto encontrou sua palma. Eu vacilei com o
barulho que fez. Eu mal podia conter a emoção que me encheu. Eu
sabia que Edward estava indo para usar o cinto em mim, e não
podia esperar para ver como.
— Elas são punidas.
— E você foi má, não é?
Eu balancei a cabeça.
— Muito má.
E então ele estava em pé na minha frente, cinto na mão.
— Vire-se e coloque as palmas das mãos sobre a mesa, — disse
ele severamente.
Me virando, coloquei minhas mãos espalmadas no topo como
ele havia pedido. Me inclinando, esperei ansiosamente por seu
próximo movimento.
Eu não tive que esperar muito tempo antes de seu cinto aterrissar
com força contra a bochecha da minha bunda. Eu gritei em
choque e surpresa.
Logo após o cinto me dar um tapa, com a mão quente ele a
passou o local, acalmando a picada.
— Um, — ele sussurrou em meu ouvido.
Eu levantei minhas mãos no balcão para me virar e encará-lo,
mas a sua mão no meio das minhas costas me parou quando ele me
pressionou com mais força na mesa.
— Não, não se mova, — disse ele com veemência.
Meu rosto estava agora pressionado na mesa enquanto eu
esperava por mais uma picada do cinto. Mais uma vez, ele trouxe o
cinto para baixo em mim, só que desta vez foi a nádega oposta. Doeu, e
mais uma vez gritei.
Se debruçando sobre mim, ele pressionou sua bochecha contra a
picada antes de virar e pressionar os lábios contra a queimadura.
— Dois, — disse ele com veemência.
Eu estava tão excitada QUE não entendi. Ele estava me
machucando, mas me senti tão bem.
Esperei ansiosamente por mais, mas o cinto nunca desceu
novamente. Em vez disso, ele moveu o couro entre as minhas pernas,
passando-o por cima da minha inchada, carne coberta de renda e
enviou sensações fortes através de mim. Eu gemia.
— Será que se sente bem? — ele perguntou.
Eu gemi a minha resposta quando ele começou a mover o couro
para trás e para frente. E então ele me surpreendeu por bater o
cinturão contra minha umidade. Não foi tão duro quanto foi contra a
minha bunda, mas ainda assim doeu um pouco.
Eu mordi meu lábio inferior para conter os sons que se
apressaram a partir do fundo da minha garganta. Mais uma vez, ele
moveu o couro contra mim, pressionando-o contra minha
protuberância sensível e me trazendo perto de orgasmo.
— Está tudo bem, baby. Você merece. Sinta isso. É uma sensação
boa, não é? — acenei em resposta.
— Por favor, não pare, — as palavras saltaram de meus lábios.
Ele parou, e olhei para trás para vê-lo puxar o cinto para longe
do meu corpo, estava encharcado com a minha umidade e ele lambeu e
gemeu sua aprovação antes de jogar o cinto no chão.
Se afastando de mim, ele voltou para o sofá e se sentou
novamente.
— Você pode continuar, — disse ele, como se não tivesse me
espancado com um cinto.
Eu me dirigi a ele, mas ele levantou a mão para me impedir.
— Continue se tocando.
Mais uma vez, me abaixei e esfreguei. Não demorou muito e eu já
podia sentir rapidamente me aproximando da minha libertação. E então
o orgasmo me atingiu como uma tonelada de cimento duro e lento, ele tomou
conta de mim.
— É isso aí, baby. Venha para mim, — disse ele através de minha
onda orgástica.
— Oh Deus, — eu gritei então o líquido quente derramava de meu
corpo. Senti a rajada transbordando a minhas dobras e indo para baixo
da minha coxa.
Minhas pernas tremiam debaixo de mim, e senti como se
fosse desmoronar no chão em uma quente, bagunça tremendo. Uma vez
que andava a onda, deixei minhas mãos caírem do meu corpo.
Respirando de forma irregular, eu era capaz de abrir os olhos
novamente.
— Agora venha aqui.
Ele estendeu a sua mão para a minha. Trazendo-a para sua boca,
ele chupou meu dedo do meio liso em sua boca. Sua língua girava em
torno de meu dedo enviando uma sensação aguda pelo meu braço e no
meio das minhas pernas.
— Você tem um gosto tão doce, — disse ele, puxando meu dedo
da sua boca com um estalo.
Eu não sabia qual era o próximo. Lá estava eu ali na frente dele,
sucos fluindo pelas minhas pernas.
— Levante o seu vestido. — seu olhar aquecido ficando ainda
mais quente. — Eu quero ver o seu corpo.
Respirando fundo, me abaixei, e peguei a bainha do meu vestido,
e levantei. O ar frio escovaram minhas coxas, e então o meu estômago.
Meus mamilos apertaram dentro do meu sutiã, e eu joguei o meu
vestido para o chão.
Meus dedos roçaram minha calcinha de renda, mas antes que eu
pudesse me tocar, ele me parou novamente.
— Eu quero essa calcinha. Tire e dê para mim.
Colocando os polegares na parte superior da minha calcinha,
tirei-a. Meus olhos se fecharam no seu rígido membro, de pé alto,
implorando por atenção.
A umidade quente entre minhas dobras parecia fria quando o ar
me tocou. Levantei minha perna e puxei a renda do meu pé.
Tentando não ser o meu estranho costume, segurei em um dedo em
gancho.
Ele pegou a calcinha e prendeu-a ao nariz, cheirando
profundamente.
— Você tem um cheiro incrível, — ele murmurou. — Ela está
fodidamente encharcada, também. Abra as pernas um pouco e me deixe
ver quão molhada você está.
Eu ampliei minha postura.
— Não, eu ainda não consigo ver. Enfia dois dedos dentro e me
mostra.
Fazendo o que ele pediu, mergulhei o meus dedos anelar e do
meio profundamente, e gemendo na sensação de dor.
Removendo os meus dedos, me aproximei de onde ele estava
sentado no sofá. Minha calcinha envolta em seu ombro.
Desta vez, ele pegou os dedos encharcados e levou-os para seu
pênis, usando-os para espalhar meus sucos em torno de sua ponta
brilhando. Ele tomou seu tempo, seu comprimento afiado, duro em
minha palma. Seus olhos presos nos meus o tempo todo.
Ele trouxe a minha mão até seu rosto e lambeu entre os dedos
antes de deixa-los ir. Quando ele se afastou, ele sorriu para mim.
— Você é incrivelmente sexy, — disse ele.
Eu estava ali na frente dele apenas em meu sutiã. Meu corpo
estava vermelho, e ainda vibrando com satisfação, mas a dor dentro de
mim precisava ser esfregada.
— Edward... — eu comecei.
— O quê, querida? Qualquer coisa que você quiser, é seu.
Sem convite, me mudei para a frente e montei seu colo. Quando
meu sexo molhado esfregou contra sua dureza, seus lábios apertaram e os
músculos de seu maxilar estalaram.
— Eu quero você. — minhas palavras eram profundas e roucas.
— Eu sou todo seu, — disse ele, me alcançando e empurrando
meu cabelo por cima dos ombros.
Meus dedos começaram a trabalhar desabotoando sua camisa,
enquanto ele estendeu a mão e bebeu o líquido em seu copo.
Empurrando o tecido para o lado, eu estava satisfeita com o
bronzeado, a pele lisa e músculos esculpidos. Meus dedos exploraram
os declives e rugas de seu torso, e seus músculos ganharam vida sob
meus dedos.
Me inclinando, pressionei meus lábios nos seus ombros e o
beijei do ombro ao peito. Sua mão se moveu para a parte de trás da
minha cabeça, docemente brincando com o cabelo lá. Seu sabor salgado
correu em toda a minha língua quando comecei a lamber seu
mamilo.
Sua cabeça caiu para trás contra o sofá e um profundo suspiro
soou. Eu usei meus dentes, mordiscando seu mamilo duro, enquanto
continuava a sentir o gosto dele.
Suas mãos deslizaram pela minha espinha me fazendo tremer, e
então seus dedos hábeis tiraram meu sutiã. Ele o escorregou do meu
corpo e jogou pela sala. Ele agarrou meus quadris, me puxando mais
contra ele.
— Diga-me o que você quer, Jasmine.
Eu sabia o que queria, mas não sei como dizer isso. Eu
gemia enquanto circulava meus quadris, espalhando minha umidade
por toda a sua exposta dureza.
— Diga, baby. Diga que você quer que eu te foda. Gosto de ouvir
esse boca doce dizer coisas sujas. — ele moveu os quadris abaixo de
mim, sua ponta pressionando contra a minha abertura.
— Foda-me, Edward. Por favor. Eu não aguento mais.
Eu mal podia acreditar que tinha dito isso. Soou sexy e
sedutora, mas ainda cheio de necessidade. E funcionou porque de
repente ele me virou no sofá e estava empoleirado em cima de mim.
Sua mão se moveu entre nós quando ele empurrou a calça,
chutando para o chão ao nosso lado. Ele se esfregou contra mim como
das outras vezes. Só que desta vez, não foi o suficiente. Eu queria muito
mais.
Levantando meus quadris, me pressionei quando ele se
afastou, deixando-o saber o quanto eu o queria dentro de mim.
— Onde você me quer?
— Por favor, Edward. Coloque-o em mim.
— Coloque o que em você, querida? — ele pressionou novamente.
— Meu pau? Me diga que você quer o meu pau dentro de você.
Eu me mexi embaixo dele, tentando leva-lo onde eu queria.
— Eu quero o seu pau grande, profundo dentro de mim.
Ele moveu seu corpo, e o senti contra a minha entrada, mais
uma vez.
— Você está tão quente e molhada.
E então ele estava empurrando para dentro de mim, me enchendo
e esticando meu corpo de uma forma que nunca tinha sido esticada. Eu
fiquei tensa debaixo dele, até que ele foi tão profundo quanto ele poderia
ir naquele momento.
— Porra. Tão quente, tão apertada. — prazer encheu sua
expressão e os seus olhos fecharam. Ele se afastou, e pressionou em
mim de novo, ainda mais neste momento. Houve uma pequena picada.
Eu assobiei e minhas coxas ficaram tensas contra seus quadris.
Seus olhos se abriram e se suavizaram.
— Você está bem? — perguntou ele.
Mordi o lábio inferior e assenti.
— Sim, não pare. — cheguei em torno dele e cravei minhas unhas
em sua bunda. — Mais.
Seus lábios roçaram a minha testa e ele começou a se mover em
cima de mim. Seus quadris pressionados nos meus, seu corpo me
enchendo tão completamente que eu tinha certeza que podia senti-lo
no meu estômago. Suor reunia entre nós dois, fazendo o seu corpo
deslizar contra o meu.
Ele se inclinou sobre os seus antebraços, que foram plantadas
firmemente no sofá de cada lado da minha cabeça. Seu rosto pairava
sobre o meu e de vez em quando ele se inclinava para baixo e me
beijava, enchendo minha boca com a sua língua e o sabor dele.
Seus movimentos aceleraram, e o desejo dentro de mim se
intensificou. Não demorou muito para que eu estivesse me movendo
com ele, levantando meus quadris para encontrar o seu impulso e
cavando minhas unhas profundamente na carne em suas costas.
Tão perto, eu estava tão perto. Eu comecei a fazer ruídos,
silenciosamente implorando a ele com os meus olhos por mais. Ele
mexeu seus quadris, socando em mim com tanta força que devia ter
doído, mas não fez - me senti tão bem. Melhor do que qualquer coisa
que senti em toda a minha vida.
— Vem no meu pau, Jasmine. Eu quero sentir você vir quente em
toda a cabeça do meu pau.
Isso não era fazer amor, Isso era foder. Pelo menos é o que ele
chamou. E enquanto eu provavelmente deveria ter estado enojada com
as suas palavras e aspereza, eu adorei. Ele foi me empurrando cada vez
mais perto da borda.
Eu queria que ele falasse sujo para mim. Eu queria que ele fosse
áspero. Eu estava cansada de ser tratada como porcelana cara. Eu não
ia quebrar.
Ele me empurrou para mais perto e mais alto, mas não importa o
quão duro ele empurrasse, não ia ao longo da borda.
— Porra, — disse ele, puxando para fora do meu corpo.
Se inclinando para trás, ele pegou meus quadris e levantou meu
corpo do sofá e à boca. Meus ombros cavados no sofá, enquanto as
minhas coxas e quadris foram lançados para o ar. Eu ia reclamar, mas
ele enfiou dois dedos dentro de mim e chupou meu clitóris em sua boca.
Ele trabalhou com os dedos, esfregando contra a dor, enquanto
chupou algumas vezes. Eu quebrei. Ele segurou meus quadris ainda
enquanto eu rebolava contra seu rosto, gritando um comunicado que eu
tinha certeza que todo mundo lá embaixo podia ouvir.
Quando desci do meu orgasmo, ele estava em cima de mim
novamente. Ele não perdeu tempo mergulhando profundamente em
mim, acendendo a chama mais uma vez. Ele não se conteve, batendo
em meu corpo forte e rápido.
Murmurando palavras que eu nem sequer tentava compreender,
ele tomou conta do meu corpo e eu estava por baixo dele, observando
sua bela transformação em seu rosto de prazer.
Ele estava chegando perto. Eu sabia porque eu estava começando
a entender suas expressões. Sua boca se abriu, seu cabelo
caindo em seus olhos. Eu o puxei para mais perto, segurando-o para
mim.
— Porra, eu vou...
E então ele se puxou do meu corpo e agarrou seu pau, puxando e
derramando seu calor no meu estômago. Ele resmungou, enquanto o
prazer doloroso puxou as suas sobrancelhas para baixo e o fez cerrar os
dentes.
Ele caiu no sofá ao meu lado, nossos corpos pressionados juntos
em um polimento suado. Nossas respirações encheram a sala com o
calor ofegante, enquanto cada um de nós tentou pegar mais oxigênio.
Por fim, o quarto ficou silencioso e a música no térreo bateu
contra o vidro em um ritmo próximo ao meu coração. Eu me virei para
encará-lo, apenas para encontrá-lo dormindo profundamente.
Estendendo a mão, eu corri meus dedos pelo seu cabelo e
me inclino para um beijo. Não havia absolutamente nenhuma dúvida
em minha mente mais. Eu estava me apaixonando por Edward, o que
era uma coisa muito ruim.
— Sério, Edward? — Tania gritou por cima de mim.— Isso é inaceitável,
especialmente para você. Coloque suas
malditas roupas e tenha sua bunda lá embaixo.
O lado do meu rosto estava grudado ao couro no sofá e assim
estava o meu pau mole. Eu não sei quanto tempo eu dormi, mas
acordei me sentindo como se eu tivesse passado um tempo com cada
mulher em meu livro. Meu corpo estava relaxado e satisfeito e me senti
tão completamente exausto, eu poderia ter rolado de costas e voltado a
dormir.
Tudo que eu sabia era que Jasmine tinha estado lá. Ela me
mostrou que valeu a pena cada centavo e mais - muito mais. Eu
também sabia na hora que eu acordei que Jasmine tinha ido embora.
Seu calor não estava pressionado contra mim do jeito que tinha estado
depois que eu tinha liberado a minha carga.
Eu estava deitado lá, frio e nu no meu sofá de couro, com Tania
olhando para mim com irritados, olhos redondos.
— Que diabos está acontecendo com você? Você nunca misturou
negócios e lazer antes.
Eu definitivamente fui longe demais. Eu não estava planejando
transar com ela ainda, na verdade, eu estava jogando com a ideia de
deixá-la ir. Mas o seu pequeno modo de se insinuar. Eu não fui capaz
de me segurar. Não com ela se tocando e me seduzindo pra caralho.
— Você está me ouvindo? — perguntou Tania.
Suas palavras cortaram minhas lembranças da noite anterior,
forçando a minha alegria do dia seguinte a se dissolver rapidamente.
— O que você está falando? Eu a despedi. Eu não estou
misturando tudo. — me levantando do sofá, eu estiquei o meu corpo nu
e estralei meu pescoço.
— Você está fodendo com ela em seu escritório, durante o horário
do clube. Esta é a segunda vez que isso aconteceu. Você nunca trouxe
suas meninas aqui antes. Esta merda tem que parar.
Me abaixei e coloquei minhas calças.
— Este é o meu escritório, Tania. Vou foder todas as mulheres do
meu livro, na porra do meu escritório, a noite toda, se eu quiser. — eu
procurei minha camisa e empurrei meus braços para ela. — Desde
quando você dá a mínima para onde e com quem eu transo? — eu
perguntei, ao abotoar minha camisa.
— Desde que começou a deixar esta cadela afetar o seu trabalho,
— disse ela, abrindo a porta e deixando entrar a música do andar de
baixo. — Eu estou indo para baixo. Há pessoas esperando para vê-lo
quando estiver acabado de brincar aqui em cima.
A porta bateu atrás dela pela centésima vez esta semana. Mesmo
que eu deveria ter estado regiamente chateado por ter falado assim, eu
não estava. Eu não conseguia pensar em nada, a não ser a forma como
Jasmine me fazia sentir contra mim. Eu podia sentir o cheiro dela em
volta de mim. Nunca tinha sido assim com qualquer outra mulher.
Nunca.
Eu tinha sido o seu primeiro. Mesmo que fosse para ser um
momento especial para ela, eu não podia ajudar, mas sinto como se o
momento fosse especial para mim, também. Por que eu? Por que ela se
deu tão livremente a mim da forma como ela tinha? Dinheiro à parte, eu
não tive que a empurrar para isso. Ela veio até mim, e isso me fez sentir
totalmente diferente de alguma forma. E o que é pior, eu não odiei isso.
Porra, eu adorei.
Passei o resto da noite ficando mais bêbado do que um gambá na
seção VIP. Engoli dose após dose, pendurado meus braços em torno dos
ombros de algumas Nova Yorkinas mais quentes e ricas. Eu estava
relaxado e realmente me divertindo na minha própria criação, como se
eu não estivesse no trabalho.
Tania estava longe de ser encontrada e, pela primeira vez, eu
estava feliz por não tê-la pairando sobre mim. As garçonetes tinham os
drinques em andamento e não demorou muito para que fosse hora de
fechar. De alguma forma, eu fiz isso lá em cima.
Na manhã seguinte acordei nu, com uma furiosa dureza, e
uma dor de cabeça que doía muito para até mesmo abrir os olhos. Eu
ainda podia sentir o cheiro dela na minha pele, e mesmo sabendo
que era uma péssima ideia, eu precisava vê-la novamente.
— Qual a cor que gostaria? — perguntou a vendedora.
— Vermelho.
A cor de luxúria e pecado, e todas as outras
coisas que eu pensei quando penso em Jasmine. Nenhuma outra cor
faria isso por ela. Claro, ela parecia incrível em qualquer coisa, mas o
que ela estava fazendo comigo era proibido, e eu queria lembrar disso
cada vez que meus olhos corressem pelo seu corpo.
Eu estava ao lado e vi enquanto a senhora envolvia a lingerie
vermelha em uma caixa cheia de papel de seda. Eu não podia esperar
para ver a calcinha de renda escondida nas ondas doces da bunda dela,
ou vê-la no sexy sutiã, apenas cobrindo os seus seios empinados. Eu
estava indo para realmente desfrutar de tirar esses pedaços caros de
rendas de seu corpo.
Eu tive que mandar os pacotes serem entregues a ela porque não me sentia bem
fazendo isso sozinho. Entregar presentes em pessoa, não era algo que
costumava fazer. Inferno, comprar presentes era algo completamente
diferente, mas não vi Jasmine gastar dinheiro levianamente em si
mesma. Ela não era esse tipo de garota. Ela estava dando, e eu não
podia esperar até que ela estivesse me dando o que eu queria de novo.
Por mais difícil que fosse, fiquei longe dela. Era quase
impossível, mas necessário. Passei minhas noites no clube e as tardes
com o negócio e papelada. Sempre que Tania chegava, eu fingia estar o
mais normal possível. Eu certamente não preciso de sua merda.
Meu impasse durou dois dias inteiros. Foi então que me
encontrei dirigindo até o condomínio de Jasmine. Eu queria vê-la e eu
não dou a mínima para o que os outros tinham a dizer sobre isso. Eu
estava em um semáforo, no centro da cidade, quando o familiar tom de
castanho avermelhado chamou minha atenção.
Jasmine estava andando pela calçada com um sorriso feliz no
rosto. Ela estava com um simples par de jeans, uma camiseta preta
com o logotipo desbotado, e um par de sapatilhas. Tão simples, mas tão
gloriosa ao mesmo tempo.
Sem saber que estava sendo observada, notei quão graciosa, e
única ela se movia – presa se destacando multidão. Sua luz era muito
brilhante para ser apenas mais uma na multidão.
Um homem sem-teto estava encostado contra a lateral de um
prédio, roupas cheias de buraco pendiam de seu corpo, e sua mão
segurava um copo a espera de algum trocado. Jasmine sorriu para ele,
antes de cavar em seus bolsos e soltar qualquer trocado que ela tinha
no bolso.
Lá estava ela, sem saber que eu tinha reabastecido sua conta, e
ela estava dando a um homem sem-teto seus últimos trocados. Isso
falou muito sobre o tipo de pessoa que ela era - o tipo de pessoa que eu
poderia ter amado quando era mais jovem. Mas isso foi quando a
minha vida estava um caos total e pensei que as emoções eram
importantes.
Os carros atrás de mim começaram a buzinar e fui para o seu
lugar. Eu sabia que ia chegar lá antes dela, mas meio que gostei do
elemento surpresa.
Ela saiu do elevador e em seu apartamento com um sorriso e uma
mão cheia de papelada. Ela chutou seus sapatos e suspirou, abaixando
e esfregando seus pés. Eu gostei do fato de que ela parecia tão
confortável na casa que eu tinha dado a ela. Me fez sentir realizado,
como se tivesse feito mais na minha vida do que o clube.
Sem me perceber sentado em seu sofá, ela foi até a cozinha,
colocou os papéis sobre o balcão, e encheu um copo com água. Sua
garganta trabalhou para cima e para baixo enquanto ela engoliu todo o
copo de água. Sua camisa se agarrava ao seu corpo, deixando-me ver
cada inclinação e curva.
— Aproveitou o seu passeio? — eu perguntei.
Seus olhos se arregalaram, e ela cobriu a boca para impedir a
água de voltar.
— Edward, você me assustou, — disse ela, colocando o copo
vazio sobre o balcão.
— Eu não posso deixar de me perguntar se você estaria tão
nervosa se você tivesse uma arma por aqui.
A lembrança do seu rosto pálido e do jeito que ela tremia depois
que quase tínhamos sido assaltados ficou gravada na minha mente. Eu
não gosto da ideia dela andando pelas ruas de Nova York sem proteção.
— Eu não quero falar sobre armas de novo, — disse ela, dando a
volta no balcão e no espaço onde eu estava sentado.
— Por que você estava andando? Você poderia ter chamado
Martin. — eu mudei de assunto.
— Está um dia lindo lá fora hoje e eu não precisava ir muito
longe. É necessário fazer exercício de qualquer maneira.
— O que se passa com os papeis? — eu apontei para a pilha sobre
o balcão.
— Esse é o meu plano de cinco anos. — ela deu um passo para
trás para o balcão e pegou os papéis.
Levantei-me e me aproximei dela. Tomando os papeis de sua mão,
inclinei-me e fiz uma coisa que eu estava pensando em fazer desde que
eu a vi andando pela calçada.
Eu a beijei.
Não era o beijo habitual duro, forte, mas um rápido que me
satisfez até que eu pudesse conseguir mais.
Quando eu me afastei, a surpresa em seu rosto era cômica. Eu
amei como eu tinha invertido o quadro sobre ela.
Antes, minha agressividade a chocou. E agora, sempre que eu
fizesse algo normal ou mesmo remotamente agradável, ela não sabia
como agir. Ela era definitivamente divertida para brincar.
Seu beijo parecia diferente. Era macio, como um primeiro beijo.
Foi bom. A única coisa que eu poderia dizer sobre Edward, ele era um
fantástico beijador - não que eu tinha muita experiência.
Ele se afastou e eu senti seu olhar, mesmo com os olhos
fechados. Eu ainda estava zumbindo dentro de seu beijo quando ele
falou.
— O que é isso? — perguntou.
— É a papelada para uma faculdade técnica. Eu estava pensando
em tomar algumas aulas online.
Foi uma decisão rápida quando eu tinha chegado naquela manhã
e não tinha nada para fazer. Eu sempre fui obcecada com forense e
sonhava com uma carreira nesse campo. Aulas online seriam algo em
que eu pudesse passar um tempo e estaria me empurrando em uma
direção melhor financeiramente. Eu estava animada para fazer algo por
mim - algo que poderia beneficiar o meu futuro.
— Eu não sabia que você estava interessada em ir para a escola.
— Bem, sim. Quero dizer, é uma escolha inteligente. Eu não
espero que você seja meu benfeitor sexual para sempre. Eu preciso ser
capaz de cuidar de mim mesma. Isso significa conseguir um diploma e
conseguir um emprego.
— Você não precisa trabalhar. Eu vou cuidar de você.
— Vamos, Edward. Nós dois sabemos que isso não vai durar
para sempre. Você já deixou claro que não faz amor, e eu fui
perfeitamente clara que eu faço. Além disso, não é isso que eu quero.
Eu não quero que você cuide de mim. Eu quero ser capaz de cuidar de
mim mesma.
Ele olhou para a papelada e fez um careta para as fotos da cena
do crime.
— Que diabos é isso? — perguntou ele.
— Essas são as cenas que eu vou investigar uma vez que eu fizer
dois anos na faculdade técnica. Eu quero entrar em forense e ajudar a
resolver crimes.
Ele olhou para mim como se eu fosse louca, e eu não pude deixar
de rir um pouco.
— O que fez você querer entrar nisso?
Eu não queria responder. Mesmo doze anos depois da morte dos
meus pais, esse ainda era um assunto delicado. Provavelmente porque
eu nunca tive um encerramento. Eu queria ter certeza que nenhuma
outra família teria que passar por isso.
— A mesma coisa que começou o meu medo de armas, — eu
respondi.
— Alguém que você conhecia foi baleado?
— Sim.
— Você estava lá?
— Não, mas eu sou a única que encontrou. Eles nunca pegaram o
assassino. Eu quero tentar fazer a diferença.
Ele não insistiu mais, o que era uma das coisas que eu mais
amava sobre Edward.
— Se você acha que isso é o que você precisa fazer. Contanto que
não interfira com o meu tempo, — seu arrogante sorriso fez suas
covinhas aparecerem.
Ele estava definitivamente diferente desde que tínhamos dormido
juntos, mas eu não disse nada sobre isso. Seu sorriso era muito doce -
não queria estragar isso. Eu provavelmente nunca pensei sobre quão
sexy ele era, e depois me entreguei a ele de forma tão completa e eu não
tinha certeza do que queria.
— Seu tempo? Sério?
— Sim, o meu tempo. Quando eu te quero, eu te quero. Eu não
gosto de esperar. — eu não poderia me ajudar. Eu ri tão duro que meu
estômago doía.
— Você está rindo de mim?
Eu gostei de como ele estava sendo brincalhão. Isso o fez parecer
um cara normal cotidiano.
— Sim, — eu ri. — Senhor, sim senhor! — eu saudei brincando
— Vá em frente e ria, — ele se aproximou.— Não importa,
porque ela pertence a mim, — disse ele, descendo
entre minhas pernas.
E, assim, o riso parou. Eu não gostava de seu tom de voz, e
odiava que ele estava mais certo do que ele imaginava.
Eu bati na mão dele.
— Eu não pertenço a ninguém.
Me puxando para ele, se inclinou e passou seu nariz ao lado
do meu pescoço, antes de plantar um suave beijo debaixo da minha
orelha.
— É aí que você está errada, meu amor. Eu a lambi, por isso é
minha.
E então, ele estava me beijando. Eu queria afastá-lo, e eu queria
puxá-lo para mais perto. Suas mãos fizeram o seu caminho até meus
quadris e me agarrou, me levantando quando ele pressionou seu corpo
no meu. Ele estava me prometendo outra noite como a anterior.
Ele se afastou.
— Que tal fazer um passeio até seu quarto? — sua voz baixou
antes que ele se inclinasse e tomasse minha boca novamente.
Eu não me contive, beijando-o com tudo que eu tinha. Com as
mãos cobrindo meu rosto, ele me levou para trás, até que minha bunda
bateu contra a porta. Ele me levantou e eu envolvi minhas pernas em
volta de sua cintura. Ele pressionou em mim e eu quebrei o beijo e gemi
com os olhos fechados.
Ele abriu a porta e nós tropeçamos em meu quarto, cercados por
todas as minhas coisas. Eu chorei lágrimas de felicidade quando eu vi
pela primeira vez meus itens pessoas organizados, e agora
o lugar estava em casa. Isso era algo que eu sempre seria grata a
Edward. Ele era um idiota, mas ele me deu uma casa quando eu não
tinha uma.
Ele se afastou e abriu caminho para o lado do meu pescoço. Sua
barba raspando contra a minha pele e eu perdi meus dedos em seus
cabelos, puxando-o para mais perto. Gostei da diferença nele. Ele era
como Jekyll e Hyde. Era incrível o que o sexo pode fazer a um homem.
— Vai ser bom. Eu prometo que vou fazer algo de bom para você,
— ele disse enquanto mordiscava meu queixo.
Eu não tinha nenhuma dúvida sobre isso. Eu tinha aprendido
alguns dias antes, Edward sabia exatamente o que estava fazendo.
Comigo de costas na minha cama, ele me seguiu, me pressionando no
meu colchão.
O ar frio roçou meu estômago quando ele levantou minha camisa.
Seu toque aquecido arranhou minha pele e um som de assobio passou
por entre os meus dentes.
Quem era eu?
Eu não me sentia como o velho eu em tudo, mais. Eu não tinha
desde que ele tinha me trazido à vida no sofá em seu escritório. Era
como se ele estivesse me transformando em uma pessoa
despreocupada, e eu era tudo sobre o que tinha feito até agora.
Levantando da cama, ele puxou minha camisa e sorriu quando o meu
sutiã vermelho foi revelado.
— Eu gosto disso, — disse ele quando ele deslizou um dedo na
taça do sutiã, passando o dedo pelo meu mamilo endurecido.
— Claro que sim, você escolheu. — eu arqueei minhas costas e
choraminguei.
— Você é tão sensível ao meu toque. — ele se aninhou em meu
decote. — Eu nunca quero parar de tocar você.
Ele mordeu meu mamilo através do sutiã e me perdi. Eu
agarrei os seus ombros e fechei os olhos quando sua mão trabalhou seu
caminho para o meu lado, para o topo da minha calça jeans. Meu
estômago sugou com seu toque, o que lhe permitiu deslizar a mão pela
meu botão e em meus jeans. E então ele estava me tocando através de
minha calcinha.
Era tão bom. Eu levantei meus quadris quando ele tirou a mão.
Ele puxou meu zíper para baixo e tirou minhas calças jeans a partir de
meus quadris. Seus dedos ásperos contra a pele dentro de minhas
coxas. Eu me abri mais ampla, uma vez que meu jeans estavam no
chão.
— Eu não posso esperar mais um segundo para estar dentro de
você.
Seus lábios roçaram o interior da minha perna e, em seguida, ele
foi puxando minha calcinha pelas minhas pernas.
Ele chupou a pele macia por dentro da minha perna. Seu hálito
quente roçando minha umidade, me aquecendo e me fazendo doer
ainda mais. E então estava em cima de mim, olhando para mim com
seu sorriso arrogante habitual. Eu mal podia esperar para senti-lo.
Estendi a mão, correndo os dedos pelos seus cabelos e escovando
a parte de trás dos meus dedos para baixo na parte de trás do seu
pescoço e beijando-o suavemente no canto da boca.
Sua expressão mudou e seu corpo ficou tenso acima de mim.
— O que você está fazendo? — ele perguntou.
— O que você quer dizer? Estou te beijando.
Eu estava confusa. Eu não tinha certeza de como responder a sua
pergunta. Era óbvio que estávamos fazendo, e se ele não sabia, então eu
obviamente estava fazendo errado.
— Isto não é romance, Jasmine. Pare de me olhar assim. Não toque
em mim docemente. Seja áspera. Isso é uma foda. Isso é tudo. Não é
amor. Isso nunca vai ser amor.
Eu olhei para ele. Meu coração rasgou ao meio, todos os meus
sentimentos em relação a ele se derramaram para fora, e reuniram em
uma poça dolorosa no estômago.
E então ele se inclinou para cima, me afastando. Ele agarrou
minhas coxas mais ou menos, me virando para o meu estômago.
Puxando meus quadris para ele, eu instintivamente o segui e me
apoiei em minhas mãos. Ele empurrou com força contra mim.
— Eu vou te foder tão duro.
Suas palavras ardiam, e eu não sabia como reagir. Eu ainda
estava me recuperando de seus outros comentários. Atordoada em
silêncio, eu olhava para os lençóis abaixo de mim.
Edward quis dizer o que ele disse, ele ia me foder duro. Meu
peito e o lado da minha cabeça de repente foram empurrados para o
colchão, enquanto ele simultaneamente se pressionava para dentro de
mim e puxou meus braços com força nas minhas costas.
Era duro, e na verdade eu me senti bem. No entanto, não
podia ajudar, mas acho que me sentiria melhor se o meu coração não
estivesse morrendo uma morte lenta. Eu só queria que ele parasse de
me afastar. Nós, obviamente, tínhamos uma ligação e senti pena dele
e sua incapacidade de se relacionar plenamente com outro ser humano.
— Você age docemente, mas você é realmente uma garota
malvada não é, Jasmine? — seu corpo estava debruçado sobre mim, o
que lhe permite ir mais fundo. — me diga o quão suja você é. — sua
boca roçou minha orelha.
Eu não podia responder. Eu não estava emocionalmente presente.
Ele parecia incrível, sua excitação suave me espalhando aberta, me
enchendo. Mas eu não queria recompensar o comportamento de mais
cedo, então não lhe dei nada.
Ele percebeu que eu não estava indo para jogar junto. Inclinando-
se para trás, agarrou meus quadris quase dolorosamente, e começou
a se mover rápido e duro. Do nada, a palma da mão aterrissou com
força contra a minha bunda. A dentada sonora tocou por toda o quarto, e
minha bunda ardeu muito antes que ele esfregasse com a palma da
mão quente.
— Porra, — ele murmurou. — Eu não posso ter o suficiente do
seu corpo.
Suas mãos agarraram meus seios e me puxou para cima, para
que as minhas costas fossem pressionadas firmemente contra a sua
frente. Seus dedos puxaram meus mamilos antes de descer pela minha
barriga e entre as minha pernas. A ponta de seu dedo esfregou círculos
doces por cima do meu latejante botão e era tudo que eu poderia tomar.
Contra a minha vontade, eu chamei.
— Edward...
Meu corpo tremia contra o dele, e estava chegando, seus
quadris continuaram a me trabalhar. Meu corpo ficou mole e caí
para a frente. Ele segurou meus quadris no ar e continuou em sua
missão para um orgasmo.
Empurrando apenas mais algumas vezes, ele saiu, e veio por toda
a minha bunda. Estava quente e escorrendo por todo meu traseiro. Ele
espalhou seu gozo ao redor minha bunda com sua ponta, enquanto
ordenhava seu pênis seco.
Deixando cair o seu corpo junto ao meu, com um acesso de raiva,
rapidamente me virei no meu lado, dando a ele as costas. Eu não
poderia processar os meus sentimentos e não queria olhar para ele por
um momento.
Meu coração doeu por que, obviamente, nunca seria. E o meu
corpo ainda estava em euforia, descendo do alto como nenhum outro.
Ele tinha sido áspero e agressivo, e se estava sendo honesta
comigo mesma... gostei.
Senti sua mão quente se movendo para baixo no meu braço, mas
ele me tocar docemente de qualquer forma me fazia sentir como uma
mentira. Eu não queria ser enganada. Balançando a sua mão do meu
braço, eu deslizei mais longe dele.
— Oh, então agora eu não posso te tocar? — ele perguntou.
— Não gosto disso. Não com qualquer suavidade. Nenhum
romance, se lembra, isso é apenas uma foda.
Eu estava fodida, em vários sentidos.
Ela dormiu ao meu lado, um som ocasional vindo dela, como se
ela estivesse sonhando e em perigo. Seu cabelo estava
cobrindo a maior parte de seu rosto, mas eu ainda podia ver o inchaço
de seus lábios carnudos.
Eu estava em um lugar fodido, mentalmente. Pior do que
qualquer coisa que tinha atravessado quando eu era mais jovem,
exceto pela noite que continuamente assombra meus sonhos. A
experiência que me endureceu e me mudou para o homem que eu era
hoje. A única maneira que eu poderia fazer por toda a vida depois
daquela noite, era não sentir nada. Era isso ou morrer de dor de
cabeça.
Jasmine tinha conseguido quebrar a parede que eu construí, e eu
reagi mal porque ela me assustou. Eu não tinha tecnicamente medo de
ter sentimentos por ela,estava com medo de sentir alguma coisa. Eu
trabalhei duro para bloquear tudo para passar os meus dias - para
atravessar um único momento que definiu o resto da minha vida.
E o pior era que eu a machuquei. Eu podia ver isso em seus olhos
quando menti na sua cara, dizendo que nunca seria sobre o amor.
Estendendo a mão, tirei uma mecha de seu cabelo e esfreguei
entre dois dedos. Era verdade, eu tinha que admitir para mim mesmo.
Eu estava me apaixonando por ela. Eu - o homem que não acreditava
na palavra de merda que todos atiravam ao redor, o homem que
pensava que o amor era a palavra de uma mulher. Eu sempre acreditei
verdadeiramente que os homens não eram capazes de amar,
especialmente um homem como eu. No entanto, lá estava eu, olhando
para esta criatura aparentemente perfeita, e tentando descobrir
exatamente o que eu estava sentindo.
A coisa toda me sufocava, como se o ar em torno de mim fosse
muito grosso, muito úmido. Se eu estivesse pensando em meus
sentimentos ou sobre estar perto dela, eu sempre senti que não podia
respirar. Um peso tão pesado quanto Nova York foi pressionado contra
o meu peito, e eu não conseguia levantá-lo, não importa o quão zangado
ou mal eu estava. Ele só não estaria fodidamente cedendo.
E aqueles olhos... aqueles grandes e confiantes, olhos bonitos. Eu
não podia fodidamente apagar o momento em que a dor entrou nesses
olhos. Eles me assombravam porque eu era a causa desse sofrimento.
Deslizando de sua cama, eu me vesti em silêncio, cuidando para
não acordá-la. Olhando para ela enquanto ela dormia, eu assisti os
seus seios se levantarem a cada respiração profunda. Eu estava
hipnotizado - pego efetivamente em uma rede que eu pessoalmente teci.
Eu tinha que sair de lá. Eu tinha que me libertar, antes que não
pudesse.
O ar fresco da noite me fez tremer enquanto saía e esperava o
manobrista trazer o meu carro. As luzes da cidade piscaram como se o
universo estivesse tentando transmitir uma mensagem secreta para
mim apenas - um código Morse visual de sorte para o filho da puta
louco. Fechei os olhos para ele e os mantive fechado, até que eu ouvi o
ronronar do meu Jaguar se aproximando.
Uma vez que estava no calor do meu carro, sentei lá e
contemplei voltar para dentro. O manobrista estava na janela do lado do
motorista, esperando por mim para voltar a subir. Segurei o volante e
me balancei. Ficar mais não era a minha praia. Passar um tempo após
o sexo com uma mulher em tudo, era algo que eu sempre evitei.
Obviamente, era diferente com Jasmine.
Eu decidi contra isso e peguei a estrada, dirigindo lentamente
para me dar tempo para pensar, passei a noite maldita tentando
identificar o momento exato da mudança que havia ocorrido em mim.
Quando cheguei ao clube, o lugar estava vivo - cheio de multidões
de pessoas que eu costumava ser. Eu não me sentia mais como aquele
homem. Passando pela sala, dei de cara com dançarinas e acenei para
aquelas que sabiam o meu nome, mas não me conheciam. Inferno, eu
não me conhecia - não realmente.
Eu não fui para o meu escritório, porque eu não queria lidar com
Tania. Em vez disso, eu fui para o meu apartamento. Me movendo
através do meu apartamento, eu fui direto para o banheiro para um
banho. Tirei minhas roupas, que cheiravam a Jasmine, e fiquei sob o jato
quente no silêncio da sala repleta de azulejos. Parecia ser o único lugar
que eu poderia pensar. Meu escritório gritava Jasmine, o clube, o carro,
tudo estava contaminado com uma memória dela.
Eu fiquei mais que o normal, deixando o jato de água diretamente
sobre minha cabeça entorpecendo minha pele com o calor e com a
esperança de entorpecer os meus pensamentos também. Quando eu
saí, eu peguei uma toalha e encontrei Tania encostada na porta com os
braços cruzados.
— Me Ignorando? — ela perguntou com uma sobrancelha
levantada.
Corri a toalha em meu rosto e cabelo, antes de envolvê-la em
torno de meu corpo e sair do chuveiro.
— Eu precisava de um banho antes de eu lidar com sua merda.
Pegando minha escova de dentes, eu apertei uma camada de
pasta e comecei a escovar os dentes. Ela estava me irritando,
de pé sobre mim com os braços cruzados, como se ela me controlasse.
Já era hora de eu colocar ela de volta em seu lugar.
Enxaguando a boca, puxo minha toalha da minha cintura e
limpo o rosto. Eu passei ao lado dela e fui para o meu quarto. Ela me
seguiu. Puxando um par de cuecas boxer da gaveta de cima, eu cobri
minha bunda e comecei a caminhar para o armário.
— O que está acontecendo com a gente, Edward? Nós
costumávamos ser tão próximos. Parece que você nem mesmo fala mais
comigo. É besteira, e você sabe disso.
Eu tive o suficiente. Eu me virei rapidamente, me aproximando
dela e fazendo-a dar um passo para trás. Eu nunca faria mal a uma
mulher, mas essa merda tinha que parar.
— Tania, saia do meu saco já. Durante anos eu cobri sua
bunda – ignorei algumas merdas realmente fodidas, e é assim que você
me paga? Eu estou perto, — eu segurei dois dedos erguidos, — De
deixar cair a sua bunda direto onde eu encontrei você. Agora me deixe
em paz!
Eu vi enquanto isso aconteceu, mas não podia acreditar. Seu
rosto estoico se desintegrou, e a expressão tão temida que eu passei um
bom bocado de tempo fugindo, espalhada por todo o seus rosto. Seus
olhos lacrimejaram e os lábios tremiam... e foi então que eu soube – eu
só fodidamente sabia. Tania ficou por perto para me ajudar, por lealdade
e dinheiro, mas havia outra coisa que eu não tinha notado. Como tinha
algo tão grande passado deslizando pelo meu radar? Era algo que eu
pensei que Tania fosse incapaz. Ela mostrou emoção, e isso era para
mim.
Eu via Tania como uma irmã, e agora eu podia ver que ela estava
nutrindo sentimentos proibidos para um homem que, até recentemente,
não sabia que ele era capaz de sentir qualquer coisa.
— Não, não você. Isso não pode estar acontecendo, — eu implorei
baixinho.
— Edward...
— Saia, — eu exigi.
— Edward, por favor, ouça... — ela começou.
— Eu disse, caia fora do meu apartamento, agora!
Ela olhou para mim como se eu fosse mudar minha mente, e, em
seguida, se virou e saiu sem mais uma palavra.
Em vez de ficar em torno do clube e socializar, fiquei no meu
escritório o resto da noite. Eu me coloquei tão fundo na papelada,
desliguei o mundo exterior.
Naquela manhã, fui para a cama com pensamentos de Jasmine
andando pelas ruas sozinha. De repente, o pensamento de algo terrível
acontecendo com ela me consumiu. Eu pensei sobre o seu medo de
armas e me perguntei o que poderia ter acontecido com ela para lhe dar
esse medo. Havia tantas coisas que eu queria saber, tantas coisas que
eu poderia ter já conhecido, se não tivesse sido um idiota tão egoísta.
Em vez do meu pesadelo habitual, sonhei com Jasmine e seus
lábios macios e olhos confiantes. O sonho se tornou um pesadelo e eu
me vi olhando para ela enquanto ela morria nos meus braços.
Na tarde seguinte, me encontrei em um lugar que eu não tinha
estado há algum tempo. Grady, o homem por trás do balcão, acenou
para mim quando eu entrei. Ele era um italiano mais velho com um
grosso sotaque de Jersey.
Seu cabelo preto foi tingido e oleado em uma onda perfeita, e
seus braços peludos e peito eram visíveis através dos botões abertos de
sua camisa. Todo o visual foi completado com um conjunto de correntes
de ouro. Ele era velho italiano.
Aventurando-se com um pouco de tudo, ele era o homem para ver
quando você precisava de alguma coisa. Eu só usei os seus serviços
para uma coisa e apenas uma coisa. O resto da merda ilegal estava no
meu passado, onde eu queria que ficasse.
— Muito tempo sem te ver, Cullen. O que posso fazer por você?
Ele acendeu a ponta do charuto, enchendo a sala com o seu
espesso odor pungente.
— Eu estou procurando algo feminino, mas ainda poderoso o
suficiente para levar um homem abaixo.
Me olhando por alguns breves segundos, ele deu outra baforada
em seu charuto e acenou com a cabeça.
— Eu acho que eu tenho apenas o que você está procurando.
Virando-se, ele abriu um armário e tirou uma peça bonita. Era
pequena e cor-de-rosa. Eu sabia que Jasmine iria odiá-lo, mas uma
menina como ela precisava saber como se proteger no caso que ela
estivesse certa e eu não ficasse por aqui. O quê, vamos encarar isso,
estava prestes a acontecer em algum momento.
Deixei Grady com exatamente o que eu vim buscar. Jasmine pode
não gostar disso, mas me sentiria melhor sobre ela estar sozinha se
ela estivesse o carregando. Ela tem muito que aprender sobre como
usá-la. Eu vou ter certeza de que ela entenda o que puxar o gatilho
significava, antes que ela realmente puxasse.
beijos e até
