Notas do Autor
A vinda de alguém inesperado permite...
Eles decidem por unanimidade...
Capítulo 2 - Decisão unânime
Então, a serpente, pergunta desesperada:
- Você está bem, Yukiko-chan?
- Eu estou bem, Kin-chan. Aquele bastardo... Como ele conseguiu ter aqueles seres?
- Mas, você conseguiu derrota-los. Isso é o que importa. Mas, ainda tem um bastardo, vivo. Ou melhor, o mestre deles.
- Sim. Acredito que ele pensa que eu estou gravemente ferida e quando vier me atacar para finalizar o serviço, terá uma desagradável surpresa. – ela fala sorrindo malignamente.
Os filhos de Issei ao verem tal sorriso ficaram apavorados, com exceção dos que eram sádicos, tal como a filha da Akeno, que era somente sádica e não sadomasoquista, além de Ophicius, que era uma sádica, também, além da filha de Kuroka e outras.
Já, Kinkiba, estava acostumada e confessava que quase tinha pena do último monstro que precisava ser detido.
Eles notam que ela pega uma espécie de porta joia, que fica grande quando ela aperta uma joia que ornamentava o mesmo. Quando ele abre, eles notam que havia neve e se surpreendem ao vê-la comer um pouco da neve.
Então, ficam estupefatos ao ver que após ela comer a neve, o poder dela aumentou, como se o ato de comer a neve, restaurasse os seus poderes. Eles também viram que os ferimentos dela foram curados.
Ela faz o objeto voltar a ser pequeno e guarda na roupa, sendo que ainda tinha neve, para depois verem, uma neve azul caindo sobre ela, convocada pela mesma, pois, ela havia se concentrado momentos antes e ficam estarrecidos ao ver que no local onde a neve caía, os rasgos na roupa foram fechados em um piscar de olhos, para depois ela estalar os dedos, com toda a sujidade como sangue, desaparecendo da roupa dela.
Então, rapidamente, Yukiko assume uma postura defensiva, se virando para os recém-chegados que a olhavam, cautelosamente, sendo que ela pergunta:
- Quem são vocês?
Eles se apresentam e ela percebe que está em um dos universos que o seu pai era um pervertido anormal e que teve inúmeros filhos. De fato, ao ver dela, ela não podia estar em pior universo e um deles pergunta:
- Quem é você? Eu sou Ophicius, filha de Lilith, clone da Deusa dragoa do Infinito. Por que você tem uma áurea que lembra o Ddraig? – Ophicius se aproxima – Além disso, como pode ter essas asas? Em tese, é impossível ter asas de anjo, junto de asas de akuma.
Yukiko nota os poderes de Ophicius e que ela era mais poderosa do que os outros.
Então, pergunta:
- Já ouviram falar da teoria do multiverso?
Eles se entreolham e um deles fala:
- Bem, sim. Inclusive, Issei, o nosso doador de espermatozoide, já teve ajuda de uma Deusa de outro universo.
- Eu conheço essa história de outros universos e quanto ao que perguntou, venho de um universo onde Issei não é um pervertido. É um guerreiro, tal como Vali, Kiba e Sairaorg e é casado com uma única mulher. É um homem honrado, integro e não pervertido. Inclusive, sequer desenvolveu técnicas pervertidas. Não é um sexista bastardo e semental. É um verdadeiro herói que salva outros mundos, também, assim como eu faço. Graças a não ser pervertido, conseguiu acessar seus verdadeiros poderes. O poder do Issei desse mundo não chega aos pés do meu pai, o Issei do mundo em que eu venho, para vocês terem uma ideia do quanto a perversão e as Evil peaces selam o seu poder real. A perversão e as evil peaces dão um falso poder, enquanto limitam o verdadeiro potencial dele, agindo como uma espécie de selo, por assim dizer. Eu acertei quanto ao Issei desse universo, certo?
- Ainda faltou falar que esse apoia que os outros escravizem os seus filhos e que não se importa com eles.
Ela arqueia o cenho e eles contam o ocorrido e as tentativas frustradas de demônios que tentaram escraviza-los, sendo que ela fica revoltada, para depois olhar com pena para eles, falando:
- Eu quero dar os meus pêsames para vocês.
Eles notam o olhar pesaroso dela para eles que estão surpresos com a revelação e agradecem, para depois Ophicius perguntar:
- Como isso aconteceu?
- O pai de vocês, pelo visto, ainda é escravo de Chichigami. Ela faz as suas vítimas serem pervertidos anormais por seios e se o influenciado continua preso a isso, quando morrer, será escravo dela. Mas, há universos em que ela não o escravizou desde bebê e alguns outros, que ele conseguiu ser libertado, mudando em seguida. Em outros universos, com essa escravidão, ele se tornou um pervertido por seios, sendo estimulado por um pervertido no parque que ele somente viu algumas vezes quando criança e que ainda se recordava, sendo que uma criança nunca se lembraria de um evento assim, senão visse por vários anos a pessoa. O fato dele se lembrar, mesmo após vários anos, de um homem que só encontrou por alguns dias quando pequeno é fruto da escravidão da bastarda pervertida da Chichigami.
- Mas, ela o salvou. Foi o que ouvimos.
- Vocês não acham que é algo estranho uma Deusa de outro universo, ou seja, de outra dimensão, sentir a perversão dele, sendo que há uma fissura e outro universo entre ela e Issei? Convenhamos, é muito estranho e saibam que ela não é uma Deusa poderosa. É mediana. Convenhamos que isso é algo para se pensar, não acham?
Eles se entreolham, estarrecidos, percebendo que o que ela falava tinha lógica, sendo algo que nunca passou pela mente deles, até que Ophicius dá de ombros e fala friamente:
- Azar o dele que será um escravo dela quando morrer. Eles se merecem. Para nós, ele não passa de um estranho. Se bem, que ele é atualmente escravo daquela vaca ruiva da Rias. A diferença é que ele se tornaria escravo dessa Chichigami e como ambos são pervertidos, com o nosso doador de espermatozoide tendo um fetiche anormal por seios, é capaz até do bastardo gostar de ser escravo dela. Portanto, não seria nenhuma punição, infelizmente.
Todos os outros concordam, desanimados por saberem que não seria sequer uma punição.
- Bem, o que está fazendo aqui?
Ela explica a missão dela e sobre o seu inimigo, sendo que explica o item que ele roubou e o que fazia.
- Essa sua roupa... eu sinto que tem vida nela.
- De fato, ela está viva. É parte da minha transformação. Eu posso me transformar em um dragão da neve imenso e peludo. Esse pêlo age como uma armadura. Aquela neve azul era a neve da cura. Eu possuo a outra neve, a alva, que é da morte. Também adquiri outras habilidades, tal como dos relâmpagos, além de ter o poder de fogo herdado do meu pai, que ofertou o seu coração ao ji-chan (tiozinho) Ddraig, se tornando assim um dragão. Consequentemente, eu sou uma Half dragon.
- Oh! – um deles exclama surpreso.
Então, após explicar, por um portal, o ladrão aparece na frente dela que reage rapidamente, criando selos mágicos em um piscar de olhos, surpreendendo eles ao erguer uma barreira, impedindo que a espécie de monstro fincasse as garras compridas e extremamente afiadas em um deles, além deles notarem que ela havia erguido uma espécie de domo translúcido e eles acreditaram que era para abafar qualquer som e poder, impedindo assim que fosse detectado som ou poder por alguém fora do domo e não duvidava que se um humano olhasse naquela direção, apenas veria a campina em que estavam.
Irado, ele tenta atacar Yukiko com mãos contendo garras, sendo que a mesma segurou como senão fossem nada, além de fazer questão de quebra-las, com o ser gritando, para depois, ela usar a sua cauda com um porrete, acertando-o várias vezes, enquanto comentava com um sorriso sádico:
- A minha cauda pode quebrar ossos de dragões. Quebrar os ossos dele é brincadeira de criança. Sequer preciso fazer esforço. Basta brandir, levemente.
Após vários minutos, satisfeita ao quebrar a maior parte dos ossos dele, sendo que o mesmo vomitava sangue, ela invoca, sem usar selos, uma névoa esbranquiçada, com eles notando que o ser congelava de dentro para fora, lentamente, após ela tortura-lo ao quebrar os seus ossos.
- Bem, eu consegui. Ele achou que eu estaria mais enfraquecida e arrogantemente, baixou a sua guarda. Eu tenho que partir. Novamente, meus pêsames pelo Issei que vocês têm. Eu não desejaria um bastardo como ele, nem ao meu pior inimigo.
- Nem eu, Yukiko-chan. – Kinkiba fala nos ombros dela.
Eles ficam surpresos ao ver que as roupas dela brilham, para depois ela surgir com outras roupas normais, como uma gravata comprida e um paletó, com uma roupa que lembrava o de uma executiva.
- Que serpente é essa? E tipo, que Sacraed gear é essa?
- É uma Divine Gear e essa é a Kinkiba (金牙 - presas douradas), a serpente dourada alada do Éden. Uma das habilidades dela é se tornar qualquer arma divina que eu desejar, além de conceder um aumento de poder, dependendo da intensidade do desejo do meu coração. Ela sai da luva, mas, em uma forma bem pequena. O tamanho real dela é gigantesco, acredite. Ela é tão antiga como um ser chamado Trihexa. A diferença é que ela é pacifica e prefere muito mais saber as últimas fofocas a lutar. Inclusive, ela pode ser considerada uma besta lendária. Devido a um incidente, a Divine Gear escapou do templo que estava selada, sendo que este templo estava sobre proteção dos anjos. Afinal, Kinkiba pode escolher o seu portador ao contrário dos outros e por causa disso, não precisa ter nenhuma parte humana para ser portador dela.
- Do Éden?
- Não teve Adão e Eva. O Éden é um lugar sagrado e eu fiquei dourada, após a dieta de frutas sagradas. – Kinkiba fala - Parece que os anjos chegaram ao seu limite e reclamaram com Deus, que por sua vez me selou em uma Divine Gear. Qual o problema de eu querer saber das fofocas? Tudo bem, eu seguia eles pelo Tenkai, espionava sempre que podia e me esgueirava para ouvir os últimos "babados". Também teve a vez que segu...
- Agora eu compreendo o motivo de ter sido selada – Ophicius fala - Não é a toa! Você aporrinhou os anjos ao ponto deles perderem a paciência com você, pois, como ganhou asas comendo os frutos, podia voar e seguir os anjos. É inacreditável o fato de que aborreceu os anjos ao ponto deles pedirem para selarem você. Os anjos são muito pacientes. Portanto, eu imagino a intensidade da perseguição que você promovia para descobrir as últimas fofocas e em virtude de ter conseguido aborrecer os anjos, acredito que mesmo após ser selada, não mudou.
- Ela mudou. – Yukiko fala sorrindo.
- Impossível! – todos exclamam em usino.
Ophicius comenta:
- Não após conseguir aporrinhar os anjos, o que é um feito surpreendente.
- Ela mudou sim. Ás vezes segue para espionar, mas, é de vez em quando. Agora, ela é viciada em novela e fofocas, principalmente do mundo dos famosos. Ela acompanha várias novelas, vê programas de fofocas na teve, navega na internet nos sites de fofocas e em sites com spoiler dos próximos capítulos, sendo que todo o mês, eu compro revistas de fofocas para a Kin-chan. Bem, pelo menos, ganhei vários brindes que vem com a revista. Ela gosta tanto, que tem um quarto só para ela com uma teve. Normalmente, ela fica o dia inteiro em frente a televisão. Quando não está em frente a teve, está no computador. Comprei um Notebook para ela. Portanto, dificilmente tem tempo de seguir os outros. – ela fala sorrindo – E como, ás vezes, preciso da ajuda dela, comprei um aparelho para ela gravar o episódio.
Todos ficam com gotas, achando que o gosto de Kinkiba por fofocas e novelas era no mínimo anormal. Mas, ao pensarem que ela foi selada em uma Divine gear por ser ávida por fofocas, seria esperado tal gosto por novelas e fofocas.
Eles notam um anel no dedo dela e Ophicius pergunta:
- É um anel de casamento. Você é casada?
- Sim. Eu me casei com Vali Lucífer e sou mãe de duas meninas. Elas nasceram a poucos meses. Por causa do meu poder sagrado, elas não nasceram com asas de akuma.
- Mas, você parece ser bem nova. – um deles comenta surpreso.
- Eu tenho vinte e dois anos. Eu pareço mais jovem, né?
Todos concordam com a cabeça, enquanto ficavam surpresos com a revelação com quem ela casou, que é mãe e que é mais velha do que aparenta.
Eles observam a Half dragon pegando a estátua congelada que outrora era o seu oponente, para depois se dirigir para um portal, sendo que se despede deles, enquanto o domo translúcido era desfeito:
- Adeus.
A serpente que estava nos ombros de Yukiko, acena com a ponta da cauda, enquanto a Half Dragon fechava o portal, em seguida, após usar um pergaminho.
Então, eles notam algo caindo no chão e quando iam falar para ela que o item caiu do bolso dela, o portal já havia fechado, sendo que não viram o sorriso discreto que Yukiko deu ao passar no portal, pois, havia percebido que o item caiu no local, conforme ela planejou. Kinkiba notou a queda proposital do item e sorriu, porque já esperava tal ato de sua amiga.
Afinal, Yukiko sentiu pena deles e queria dar a chance a eles de mudarem o seu futuro para melhor e para quem sabe, realizarem os seus sonhos, pois, não duvidava que eles sonhavam em fazerem parte de uma família convencional, tendo um pai presente.
Ophicius pega o item e reconhece, sendo que fala:
- Se lembram da explicação dela sobre o item e seu uso? O que acha de aproveitarmos que ela esqueceu e usarmos esse item para mudarmos a nossa história? Vocês devem saber que temos chance de não nascermos, se tivermos êxito. Provavelmente, ao voltarmos, iremos desaparecer. Enquanto estivemos em trânsito no tempo, por assim dizer, nas viagens, iremos continuar existindo pelo que eu compreendi. Mas, quando voltarmos ao nosso tempo, provavelmente, desaparecemos.
Eles se entreolham e começam a fazer uma votação entre si, até que chegam a uma decisão, unânime.
- Então, está decidido. Mesmo que isso custe as nossas existências, viajaremos ao passado e dali, iremos percorrer diversos acontecimentos para alterá-los, sendo acontecimentos que nós sabemos como ocorreram e que, por isso, podemos mudar. Quer dizer, os que forem necessários. É preferível não existirmos, a vivermos por séculos ou milênios, sem ter um pai e sendo considerados bastardos por sermos filhos fora do casamento dele com Rias, além de sermos alvos de akumas.
Todos batem palmas, aprovando.
Um deles comenta:
- Podemos ligar para Ex. Ele com certeza nos apoiaria e iria gostar de assistir de camarote.
Ele fala, pois, dos filhos bastardos, das concubinas do harém de Issei, ficavam na mansão Hyoudou, enquanto que o filho oficial ficava na Mansão Gremory, no Submundo dos akumas.
- Isso é verdade. Mas, não temos tempo. Já nos arriscamos com a votação. Ela pode voltar para pegar o item, quando perceber que ele caiu do bolso dela. – Ophicius fala preocupada.
Todos ficam desesperados frente a visão de Yukiko pegando de volta o item deles.
- Bem, alguns de nós a enfrentaria e outros partiriam na viagem, caso isso acontecesse.
- Precisamos ir todos. Quanto mais pessoas para lembrar os eventos, melhor. Vai que nos esquecemos de algum evento? – Ophicius pergunta – Além disso, nem mesmo eu conseguiria enfrenta-la. Aquela armadura emanava poder divino e com exceção de quem é anjo, nós temos parte akuma, o que nos deixa em desvantagem. Além disso, ela falou que Kinkiba podia se tornar qualquer arma que ela desejasse com poderes divinos.
- Vamos logo! – um deles exclama desesperado.
Ophicius pega o item e dois seguram, um em cada ombro dela, assim como os outros que seguravam nas mãos dos outros, enquanto a jovem dragoa akuma se concentrava, ativando o item, falando:
- Quando fomos ao passado, faremos várias viagens. Ficaremos em "trânsito" no passado, por assim dizer, concordando com os acontecimentos a serem alterados. Não podemos voltar ao futuro, sem terminamos tudo no passado, pois, provavelmente não existiremos, já que a nossa meta é fazer o desgraçado do Issei não ser um pervertido e não querer ter um harém.
Ela fala olhando para todos que consentem determinados e o objeto brilha, os levando de volta ao passado.
O que eles não sabiam é que eles irão nascer. Ou seja, eles não irão desaparecer e vão ter a família que tanto desejaram, com as suas mães se unindo a homens, se casando e assim, dando um pai presente a eles, que também não vão se recordar da viagem que fizeram para reescrever aquele universo.
Na Cúpula do tempo e espaço, Chronoa fala sorrindo:
- Vejo que deixou de propósito o item com eles.
- Sim. Saiba que não me arrependo. Eles estavam sofrendo tanto tendo aquela versão bastarda como pai.
- Sim. Não acho ruim. Percebi que esqueceu de propósito e sabia que eles aproveitaram a chance para mudar o passando, visando mudar o futuro deprimente em que viviam. Confesso que gosto de ver um futuro feliz. Eu mesma não poderia fazer isso em virtude das regras, a menos que houvesse interferência externa de alguém, visando destruir aquele universo, mas, você pode esquecer "acidentalmente" algo, sem ter tempo de reavê-lo. – Chornoa fala sorrindo de forma cúmplice.
- Sim, sensei. – ela sorri também.
- Eles merecem realizar o seu sonho de estarem em uma família convencional, tendo um pai presente. Eu sei que eles não irão desaparecer e sim, que terão novos pais, já que as suas mães vão estar vivas. – a kaioushin que cuidava do multiverso fala – Veja. O sonho deles se realizou. Claro que tivemos algumas mudanças adicionais.
Ela mostra o cristal do universo que Yukiko acabou de voltar e a half dragon fica feliz ao ver eles com os seus respectivos pais, reunidos junto de suas mães em uma festa dada na mansão de uma versão de sua mãe adotiva, a dragoa da justiça, Yukihana, irmã mais velha de Great Red.
- Espere... é o Issei? Quer dizer...
- Sim. Isso foi consequência da mudança. O que achou?
- Inusitado. Mas, ouvi dizer que é assim em alguns universos, ele nasce como mulher e não como homem.
- De fato, isso ocorre em alguns universos sobre certas circunstâncias. As mudanças que eles proporcionaram, no caso, algumas delas, acabaram gerando as circunstâncias que provocam o nascimento dele como menina e não como menino, passando a ter outro nome.
Após alguns minutos, Chornoa fala ao aproximar um cristal que mostrava outro universo em perigo por causa de Demingra, com a mesma estreitando os olhos para aquele universo.
- O que acha de mais uma missão? Seu pai e o seu marido Vali estão ocupados, assim como os seus tios.
- Eu adoraria.
Sorrindo, Chronoa entrega um pergaminho e ela o usa para ir ao universo que estava em perigo.
