Notas do Autor

Chichigami fica estarrecida quando...

Capítulo 6 - Hanako Hyoudou

Oito mil anos depois, os pais de Issei estavam em um momento íntimo e naquele momento, em especifico, ocorria a concepção de sua futura filha, sendo que no ventre da humana, Chichigami influenciaria o embrião a ser um menino com fetiche por seios quando crescesse, tendo uma perversão anormal, atrelando assim a alma dele ao local que ela vivia, para que quando morresse, viesse até ela, a menos que ele ressuscitasse, de alguma forma, cessando o envio da alma dele até ela.

Inicialmente, todos são gerados como meninas e somente depois, conforme a gestação prossegue, ocorre a mudança do sexo para menino, caso aquele embrião tenha que ser um menino. A vagina se fecha e assume a característica de um pênis e os ovários ou as partes que se transformariam em ovários caem, virando testículos. Isso ocorre, após algumas semanas de concepção.

Chichigami influenciou nesse processo, fazendo que os pais desse Isse tivessem um menino, em vez de uma menina sem fetiche anormal por seio, não sendo pervertida. Com a influência da Deusa menor, nasceu um menino tendo em seu corpo a semente da perversão, se tornando no futuro um pervertido com fetiche anormal por seios, pois, assim ela desejava, sendo que pela alma dele ser escrava dela, ela interviu na luta, o auxiliando.

Afinal, apreciava homens mais velhos e Issei, ainda era jovem demais para ela. Preferia que ele se desenvolvesse mais, ficando mais velho, antes que fosse até ela, por ser escravo de sua perversão.

Por isso, o salvou naquele instante, lhe auxiliando e claro, de uma forma pervertida.

Afinal, era a Deusa menor dos seios, tendo como atribuição o sexo e a perversão. Apenas por isso, interviu, sabendo da dificuldade que ele passava.

Naquele instante, em outro universo, mais precisamente em um belo palácio com esculturas douradas de formas nuas de mulheres e homens, uma bela mulher de seios avantajados, tendo cabelos e olhos ônix, exalando a poder divino, estava deitada em uma espreguiçadeira com roupas ínfimas, que praticamente, não conseguiam cobrir nada.

Ela usava óculos escuros e tomava sol em frente a uma bela piscina que tinha homens e mulheres, nus, em uma orgia.

Na verdade, eles faziam parte das estátuas que ela podia dar vida com os seus poderes, sendo que nessas estátuas se encontravam as almas de homens e mulheres escravizados por ela, através de sua perversão, que após morrerem, se tornavam propriedade dela. Ela era a Deusa dos seios, chamada de Chichi-gami (Deusa dos seios), sendo que ela tinha contrapartes que eram somente humanas, sendo princesas, com todas tendo um pai chamado Gyūmaō (牛魔王), que era o rei de uma Montanha chamada Fry-Pan.

Ela se masturbava ao ver as cenas, até que entra no meio e se diverte sendo tomada e após chegar ao ápice várias vezes, sente um deslocamento interdimensional e sai da piscina, se lavando em seguida, enquanto que os servos de aparência humana e que também eram estátuas, com todos os homens tendo membros avantajados e as mulheres possuindo seios enormes, dando passagem a ela, para depois voltarem a fornicar, selvagemente, uns com os outros.

Ela usa roupas que mal cobrem a sua intimidade, enquanto deixava os seios de fora, usando somente tapas mamilos. Seus movimentos eram lânguidos, enquanto olhava com descaso para o local onde o portal apareceria.

Então, ela vê um portal e por ele saem jovens, sendo que todos olhavam com asco, assim como repugnância a Deusa menor a sua frente que ostentava um sorriso superior, sem saber que aquela que liderava o grupo era uma Deusa dragão e não uma simples Deusa. Sua mãe era Lilith, parte de Ophis, a Deusa dragão do infinito. Em termos de superioridade, Chichi-gami era bem inferior.

Ophicius torcia os punhos, enquanto rosnava, com a Deusa menor arqueando o cenho, perguntando:

- Quem são vocês?

- Os filhos do seu futuro escravo Issei, um sexista pervertido viciado de forma anormal por seios e que tem um harém de concubinas. Nós somos os filhos bastardos dele que nasceram fora do casamento dele com Rias. Soubemos que você cultivou a perversão nele, para ele ser o seu escravo, quando morresse. Mesmo sendo de outro universo, a alma dele viria até você.

Ela sorri e fala, falsamente, em um tom meigo:

- E vieram salvar o papai, é?

- Não.

A resposta seca surpreende a Deusa Menor, sendo que Ophicius fala:

- Não nos importamos de você escravizar esse bastardo. Ele que se ferre. Não nos importamos com o que acontecerá com o nosso doador de espermatozoide. Perder os seus poderes ao morrer e se tornar seu brinquedo pessoal... Bem, seria maravilhoso ver isso. – Ophicius fala com um sorriso e a Deusa Menor nota que todos os demais, compartilhavam da visão dela, até que o sorriso dela e dos outros se desfazem, enquanto suspiravam – O problema é que não seria sequer uma punição, já que ele é tão pervertido, que não se incomodaria de ser seu escravo. Infelizmente, isso não seria uma punição e sim, um prêmio a ele, se bobear. Afinal, quando se tornou livre, tendo um corpo poderoso feito com a carne de Great Red e com os poderes de Ophis, pediu para ser escravo novamente da vaca ruiva da Rias, que introduziu as Evil peaces nele. O motivo disso era que ele tinha um corpo poderoso, mas, não queria perder tempo treinado por si mesmo, para acessar os seus novos poderes. Ele só treinava se fosse uma técnica pervertida, dando o sangue e o suor para dominar a técnica. Era mais fácil receber um falso poder, através das Evil peaces, do que treinar para usar seus novos poderes, com as evil peaces e a sua perversão, provocada por você, selando os seus verdadeiros poderes, pelo que descobrimos.

- Entendo... Então, qual o motivo de virem até mim? Além disso, vocês falam do futuro. Esse Issei ainda nem nasceu e saiba que era para ele nascer como uma menina, sem qualquer perversão. Mas, eu não quero uma menina. Já tenho várias. Eu quero um menino e ainda por cima, pervertido e com fetiche por seios, claro. Por isso, usei os meus poderes para que ele se tornasse um menino, enquanto estava no ventre de sua mãe, provocando a mudança de sexo e ao fazer isso, o tornei meu escravo e dei a ele um fetiche anormal por seios, pois, adoro quando masturbam os meus seios.

Ela não compreende o sorriso deles e arqueia o cenho, confusa, sendo que Ophicius dá um passo para frente e fala:

- Não sabíamos que você intervia no sexo, também... Bem, pelo que compreendemos se matarmos você, o nosso doador de espermatozoide nascerá menina e não terá a perversão, emaranhada em seu corpo. Logo, mesmo que veja aquele pervertido no parque, não será cultivada a perversão. Ela irá esquecer. Com a sua influência, Issei nunca esqueceu e quando cresceu se tornou o pervertido anormal sexista que conhecemos, até porque, havia esse fetiche intenso nele por sua culpa. Creio que mesmo que não tivesse um pervertido no parque, ele seria pervertido da mesma forma.

Outro dos jovens, fala:

- Inclusive, pelo que descobrimos, através de alguém de outro universo, Issei, em sua vida passada, deve ter se encontrado com você em algum momento e nesse momento, você o amaldiçoou. Tal ato é comumente praticado por você em seu universo. Você cria uma legião de homens e mulheres, anormalmente pervertidos. Quando morrem, a alma assume a forma de estátuas que ganham vida, quando deseja. As suas inúmeras estatuas são as suas vítimas. Ou seja, são os seus escravos presos a sua vontade e desejo. Somente há uma forma de evitar esse destino. O humano influenciado deve cessar por si mesmo a sua perversão anormal, começando a tomar controle de sua própria vida, quebrando por si mesmo a sua influência. Ao fazer isso, esse vínculo é quebrado e ele ou ela, estará livre do destino de servi-la por toda a eternidade como esses pobres coitados em seu palácio. Bem, foi essa a explicação que ouvimos e que explica a sua influência. – o filho de Asia comenta.

Chichi-gami fica surpresa e depois fala:

- Sim. Isso mesmo. Bem, vou mostrar a vocês o limite dos seus poderes perante uma Deusa Menor. – ela fala concentrando seu poder divino, usando o seu cajado de cunho sexual.

O seu cajado possuía na ponta dois pares de seios dourados avantajados e no meio deles, sendo envolvido pelos seios, um pênis dourado grande, grosso e túrgido.

Ophicius, fala com asco, sendo que os seus outros meio irmãos mostravam repulsa em seus rostos:

- Poderíamos ter vivido sem ver algo tão repulsivo...

Chichigami assume uma posição defensiva, concentrando os seus poderes, enquanto falava:

- Você pode ser poderosa, mas, não sou fraca e tenho o mesmo nível de poder que o seu! – ela exclama, concentrando os seus poderes divinos – Você entrará em confusão se atacar Deuses de outros universos.

Ophicius sorri, desconcertando Chichi-gami, enquanto falava:

- E eu com isso? Estou pouco me lixando. Além disso, há uma pequena clausula de conduta dos Deuses, pelo que Ophis me contou uma vez. Sabe, eu sempre fui curiosa. Vocês têm direitos apenas sobre o seu universo. Você nunca teve autonomia ou autorização para intervir em outro universo. Você quebrou um pacto firmado entre os Deuses da criação que se reuniram para firmar acordos entre si. Portanto, se um Deus faz isso sem autorização e se os seus atos incomodarem algum ser, esse ser, caso tenha poder para viajar entre as dimensões, pode vir fazer o que desejar com esse Deus, pois, assim é o seu direito. – ela fala sorrindo malignamente.

A Deusa Menor dos seios fica estarrecida ao se recordar do pacto entre os Deuses da criação, com os filhos divinos da Deusa da criação, tendo que seguir esse pacto e começa a suar frio.

- Pelo visto, ainda não percebeu a diferença entre nós. Permita-me mostrar a diferença, Deusa Menor ordinária – ela fala com um sorriso frio que não chegava aos lábios.

Nisso, ela concentra a sua magia, fazendo o chão embaixo deles, tremer, enquanto surgiam chamas violentas que a circundavam, sendo visível a ferocidade delas e seu poder. Inclusive, as estátuas que estavam próximas a ela foram incineradas, sumariamente, pelo seu poder, sendo que as suas almas iam até Ophicius, a agradecendo, antes de desaparecem no céu.

Mesmo não estando perto, Chichi-gami podia sentir o imenso calor que irradiava de tal técnica. Era um calor intenso e as chamas eram brutais. Por mais estranho que fosse tal pensamento a Deusa Menor, as chamas pareciam ser selvagens e igualmente violentas, impregnadas do desejo de destruir. Era um sentimento tão forte vindo das chamas, que era inevitável não pensar nelas vivas e ansiosas para matar. Inclusive, podia jurar que as chamas se regorjearam ao incinerar tudo em volta da jovem que exibia um sorriso sádico, mesclado a diversão.

Inconscientemente, Chichi-gami dá dois passos para trás e começa a tremer, incontrolavelmente, sendo que estava aterrorizada. Ela não sabia quem devia temer mais. A jovem ou as chamas vorazes.

Além disso, havia o sentimento de impotência perante tal poder que era sufocante, com Chichi-gami enfim notando a diferença de poder entre elas.

As chamas pareciam incinerar a própria existência e eram fortalecidos pelo poder que a jovem recebera de sua mãe, Lilith. Ninguém precisava falar que a diferença entre elas era como o céu e a terra. Era visível de forma bem nítida. Aquelas chamas eram o poder na sua forma mais pura e devastadora. Chamas que pareciam clamar por carne e sangue. Chamas brutais que crepitavam ferozmente, ansiosas para serem liberadas.

Para aumentar o horror da Deusa menor, Ophicius assume a forma de um enorme dragão negro, cujo rugido deslocava violentamente o ar, fazendo Chichigami lutar arduamente para não ser jogada para trás, pela violência do deslocamento de ar, ficando assustada conforme notava as presas alvas e afiadas, com as mandíbulas exibindo um sorriso sádico, que a fazia suar frio.

Os outros se afastam, sendo que decidem fazer algo, destruindo as estátuas, inclusive as que ganharam vida, ouvindo um "muito obrigado", antes das almas, em forma de esferas os circundarem, para depois sumirem conforme subiam ao céu daquela dimensão. O filho de Irina orava pelas almas sem destruir as estátuas, pois, não queria cair.

Afinal, somente poderia atacar demônios e monstros. Aquelas estátuas continham alma humana e ele não podia ataca-las.

Enquanto isso, Ophicius havia enfrentando Chichi-gami e a mesma estava caída, enfraquecida, assim como com queimaduras gritando em dor e agonia. A filha de Akeno se aproxima e fala:

- Ophicius-chan, posso "brincar" com essa vadia?

Ela olha o sorriso dela, sendo que era um sorriso sádico, disfarçado de meiguice.

Chichi-gami, gravemente ferida, estava aterrorizada quando a meia caída e meia akuma dragão olhava para ela com os dedos nos lábios com feições sádicas. A filha de Akeno havia herdado apenas o sadismo da mãe, sendo que era uma versão da avó, tão sádica quanto ela foi, quando vivia.

- Claro. Se divirta.

Ophicius sorri para a meia irmã, para depois dar um sorriso maligno para a Deusa Menor que está aterrorizada, com a jovem voltando a assumir uma forma semelhante a humana, enquanto a filha de Akeno se aproximava animada, com um sorriso que gelava o sangue de qualquer um e falava com uma voz meiga, que só deixava tudo ainda mais aterrorizante:

- Vamos brincar, Chichigami-chan!

Após várias horas, com a filha de Akeno "brincando" com o seu novo brinquedo, Chichi-gami foi eliminada, com eles unindo os seus poderes para destruir o local e após fazerem isso, se retiram, dali, com Ophicius abrindo um portal ao usar os poderes que recebeu de sua genitora e fora dali, eles acionam o objeto, tornando a viajar no tempo.

No Japão, alguns anos depois, Issei, que seguiu o curso normal, sem a interferência de Chichi-gami que foi eliminada, nasceu como uma menina, sem a semente da perversão, como deveria ter sido e que os pais deram o nome de Hanako (花子 – filha das flores) Hyoudou e que naquele instante, estava em um parque de diversões com os seus genitores.

Como não tinha mais a semente da perversão plantada por Chichi-gami que desejava ter Issei como escravo, após ele morrer, graças a interferência de Ophicius e dos outros, ela não seria pervertida e sim, inocente, além de pura.

Afinal, em sua vida passada, Issei foi um dos filhos do Rei dragão Igneel. O rei dos dragões de fogo.

Portanto, ele era um príncipe dragão, poderoso e que havia se recusado a se deitar com Chichi-gami, por acha-la uma vadia, sendo que era homem de uma mulher só, fazendo a Deusa Menor sentir muito ódio.

Portanto, quando ele morreu, se sacrificando para salvar a sua raça, ela o amaldiçoou e decidiu que ele seria na próxima vida, um brinquedo sexual dela.

Graças a Ophicius e os outros, ele veio como menina, como era para ser, sem essa semente.

Portanto, mesmo que encontrasse o pervertido no parque, se esqueceria do que viu com o tempo, como normalmente aconteceria.

O motivo de Issei ter sido um pervertido anormal em outra linha tempo, era por causa da semente da perversão que nunca o fez esquecer-se de qualquer coisa que fosse relativa a perversão, insuflando nele essa perversão. Por isso, que mesmo vendo o homem algumas vezes na infância, nunca se esqueceu de tal encontro, como seria o normal.

Hanako tinha olhos e cabelos castanhos, presos em um rabo de cavalo com um laço azul. Usava um vestidinho e brincava em um balanço.

Como tiveram uma filha, o casal se tornou super protetor com ela, principalmente o pai e naquele universo, ele estava junto da sua esposa no parque, olhando a "princesinha" dele, como chamava Hanako.

Em um determinado momento, a criança olha para o lado, vendo um homem mostrando algo para um grupo de crianças e movida pela curiosidade, ela se levanta de seu balanço e vai em direção ao homem, sem saber que era um pervertido que tinha fetiche por seios.