Notas da Autora
Os credores se encontram com Lucy e...
Acnologia se encontra...
O grupo de Natsu enfim chega a ilha Galuna e...
Capítulo 21 - Ilha Galuna
- Desde que você chegou, os outros conselheiros andam estranhos.
- Como assim? – ela finge uma face confusa.
Ele abre um dos olhos e o sorriso cordial dele se desfaz, sendo que fala:
- Não se faça de desentendida... Sabe do que eu estou falando.
- Yajima-san, eu acho que é impressão do senhor. Além disso, pelas regras, tem que fazer uma crítica formal. Porém, precisa ser bem fundamentada. Acusar alguém é muito sério. – ela finge que está ofendida – Deve tomar mais cuidado ao fazer acusações tão sérias e mesmo se fossem levianas, precisam ser bem fundamentadas.
Ele se levanta e fala:
- Eu sei o protocolo. Só quero que saiba que eu percebi que tem algo de errado e não vou descansar até descobrir.
Conforme ele saía, ela fala, virando a cadeira, olhando o horizonte da sua janela:
- Tome cuidado, Yajima-san.
Nisso, ele para e se vira, arqueando o cenho:
- Como assim? Está me ameaçando?
- Claro que não. Mas, o senhor já tem certa idade. Não fique nervoso com coisas que não existem e procure se ater ao protocolo.
- Terá um comunicado oficial meu na sua mesa, amanhã.
- Estarei esperando. Tenha um ótimo dia.
- O mesmo para você. – ele fala quase que cuspindo as palavras, enquanto saia.
Então, ela pensa, consigo mesma:
"Humano estúpido... Essas criaturas são tão patéticas. Como eu queria mostrar a minha forma verdadeira. Com certeza ele iria urinar e defecar nas calças, se ficasse na frente de um dragão imponente. É uma pena que eu não possa fazer nada com ele, ainda... Se ele continuar me incomodando, quando chegar o dia de fazermos algo, farei questão de estraçalha-lo. Será tão divertido fazer esse humano implorar por clemência".
Então, ela gargalha malignamente ao imaginar a cena.
Há dezenas de quilômetros dali, Lucy e seu pai, sobre controle, se encontraram com os credores e após subjuga-los, com eles jurando que fariam tudo por ela, a loira fala, após conseguir os papeis anulando o que deviam:
- Quero que voltem para casa. Quando for de madrugada, prendam e amordacem seus familiares e os estuprem, não importando a idade e depois, matem eles com uma faca. Em seguida, preparem tudo para implodir as suas casas. Vocês irão se libertar para ver o que fizeram alguns minutos antes da casa explodir.
- Sim, mestra. – eles falam em usino.
- Estão dispensados.
Lucy fala com um sorriso diabólico ao imaginar o sofrimento deles, ao se lembrarem de tudo o que fizeram, para depois gargalhar malignamente.
Então, ela sorri malignamente, enquanto falava consigo mesma:
- Bem, só vou ter o jantar com a família do meu noivo, agora. Vamos ver que tipos de jogos eu posso fazer com eles.
Nisso, ela manda Jude ir ver as contas, enquanto que ela tomaria um banho, a fim de se preparar para o jantar a noite, sendo que ela estava animada e exibia um sorriso maligno no rosto, para saber o que poderia fazer já que amou o poder da atração e subjugação, fazendo todos que tinham uma mácula em seu coração, se tornarem os seus escravos e se divertia ao ver seus escravos sofrendo.
Quando os credores saem da mansão, um pardal negro os observava, atentamente, sendo que se divide em mais três, com cada um, seguindo um credor.
No extremo norte de Earth Land, onde só havia gelo e centenas de camadas de neve de eras imemoráveis, sendo que não havia nenhuma forma de vida, com exceção de uma, que se mudou há anos, atrás e outra que vinha ás vezes, a tal lugar inóspito e igualmente brutal.
Uma grande dragoa da neve se encontrava deitada em um rochedo imenso feito do mais puro gelo e olhava para o dragão recém-chegado, Acnologia, de Dragon Land, em sua forma verdadeira, que chegou por um portal e se curvou, com a dragoa falando, sendo a sua voz formada por várias vozes femininas ao mesmo tempo:
- Em breve encontraremos o que é necessário.
- Fico feliz em saber disso.
A dragoa era coberta com pelos alvos e asas de penas, sendo que a sua aparência era semelhante ao de Yukiko, sendo que tinha o triplo do tamanho de Yukiko e continha a mesma lua crescente azul em sua testa.
A mesma olhava atentamente o dragão curvado, para depois suspirar e falar:
- Quanto ao ser que me trouxe outro dia... Imagino que veio buscar.
- Sim.
Quando ele se curva é possível ver em sua omoplata esquerda, onde ficava o seu coração, o símbolo de um cristal de gelo azul, com Acnologia sabendo que somente por ser um guardião podia suportar os ventos gélidos e cortantes daquele ambiente, propício a um dragão da neve e seus poderes.
Claro que ele não podia usar a armadura suprema da neve e nenhum ataque de gelo, pois, não era um dragão da neve ou do gelo. A marca somente lhe fornecia resistência ao frio extremo e de fato, ele não sentia o frio congelante e igualmente brutal a sua volta.
- Pode levar.
Nisso, em um esquife de gelo azul, há uma pessoa, sendo que o mesmo flutua, até ser colocado em frente a Acnologia.
- Descobri sobre ela, também. Se concentre.
Nisso, o dragão negro fecha os olhos, com a mente de ambos se conectando, por alguns minutos e lhe vem imagens de uma jovem, deixando-o estarrecido, para depois ele murmurar, quando o elo mental é finalizado:
- Ela...
- Acredito que saiba onde encontra-la.
- Com certeza. Muito obrigado.
- Será capaz de fazer o necessário? Mesmo depois do que descobriu?
- Sim.
A dragoa imensa o observa com um olhar triste, para depois suspirar, enquanto comentava olhando para o céu:
- Ao futuro e aos seus desdobramentos. Tolo é aquele que busca o futuro sem se ater o presente. O passado deve ser deixado aonde pertence.
- Chega a ser inusitado, considerando tudo o que se sucedeu em Dragon Land. – ele fala respeitosamente.
- Dependendo da situação, pode não ser um tolo. O que há de ansiar no futuro? O que pode ser considerado a felicidade? O que um coração pode suportar? O coração é uma incógnita. Os sentimentos mesclam-se. O futuro pode reservar uma surpresa inusitada.
Acnologia compreendia muita coisa do que foi dito.
Porém, havia palavras que não compreendia, notando que a dragoa imensa a sua frente, entrava em contemplação com um olhar perdido no horizonte, que podia demorar minutos, horas ou até mesmo dias, enquanto que queria compreender o olhar misterioso para com ele.
Então, a sua atenção se volta ao esquife com o gelo azul da vida, enquanto sentia o seu coração falhar uma batida, perguntando se isso poderia alterar o seu destino, sendo que ao pensar no seu passado, o faz sentir determinação ao que precisava fazer, enquanto questionava como o seu coração ficaria.
Ele pega o esquife e se levanta, curvando a cabeça, levemente, para depois falar:
- Preciso voltar. Vou preparar uma magia arcana para me auxiliar.
- Vai precisar.
Ela fala saindo de sua contemplação, olhando-o atentamente, para depois voltar a fechar os olhos e se concentrar, murmurando magias arcanas necessárias ao que ansiava, fazendo surgir inúmeros círculos mágicos que pareciam mostrar cenas, enquanto o corpo dela brilhava, com o frio brutal e extremo, potencializando a sua magia.
Acnologia abre um portal e passa pelo mesmo, segurando firmemente o esquife contra o seu corpo.
Há centenas de quilômetros dali, o grupo formado por Natsu, Lisanna, Mirajane, Elfman, Laxus e Jellal, assim como com os exeeds, se aproximam da Ilha Galuna e resolvem pousar na praia, longe da vila, para não assustarem as pessoas em um primeiro momento, já que segundo a missão, eles viviam aterrorizados por demônios da água.
Os dragões slayers, exeeds, Mirajana e Elfman, com os seus Take overs, estranharam o cheiro oriundo da vila ao longe e decidem ficar atentos, pois, podia ser uma armadilha, considerando o estranho odor que vinha da vila logo a frente.
Eles desfazem o Take Over e a Dragon Force, para depois caminharem pela trilha, até que chegam em portas duplas imensas, feitas de madeira, sendo possível ver vários estragos, provavelmente feito pelos demônios da água.
Um morador surge no alto e pergunta:
- Quem são vocês?
- Somos da Fairy Tail. Vocês colocaram um anúncio na guilda de problemas com demônios da água. – Lisanna fala.
- Sim, Colocamos. Podem mostrar as suas marcas?
Nisso, todos eles mostram a marca da Fairy Tail e o morador suspira aliviado, falando:
- Já estamos abrindo. Esperem um pouco, por favor.
- Esse cheiro... – Natsu comenta.
- Sim. Eu identifiquei. É de Akumas (demônios). Afinal, eu uso Take Over demoníaco. Reconheceria um demônio a distância.
- Eu acho estranho, demônios sendo aterrorizados por outros demônios. – Elfman comenta pensativo.
- É tão bizarro. – Happy comenta.
- Concordo. – Hime fala.
- Nunca imaginei que veria algo assim. – Yuri comenta, sendo que estava na cabeça de Laxus.
- Sim. E por ser bizarro, precisamos tomar cuidado. – Laxus comenta.
Os exeeds concordam, assim como Natsu e Lisanna, além de Mirajane e Elfman.
As portas duplas imensas são abertas e eles se deparam com uma vila, com alguns moradores, sendo que os outros estavam dentro das moradias e notaram que muitos usavam faixas, sendo que estranharam, pois, não sentiam cheiro de sangue, com exceção de alguns que estavam feridos, de verdade.
Um homem se aproxima e fala:
- Me chamo Bobo. Sou filho do chefe da vila. Infelizmente, ele está muito machucado e tem que ficar em repouso. Eu respondo pela vila em seu lugar.
- Segundo o anúncio da missão, estão sendo aterrorizados por demônios d´água?
- Sim. Os ataques começaram há dois meses. Nós vivemos da pesca. Os que tentaram pescar foram mortos e poucos sobreviveram. Eles surgem das profundezas do oceano e ás vezes, seguem um de nós. Como vocês podem ver, nossa vila foi atacada várias vezes. Nós conseguimos fugir para o centro da ilha. Mas, se continuar assim, não poderemos continuar pescando, sendo que vivemos da venda de peixes na cidade.
- De fato, é um problema. – Natsu comenta – Em que local eles costumam surgir?
- Eu vou mostrar para vocês.
Nisso, eles seguem Bobo que o conduz até a orla da ilha e aponta o local:
- Eles sempre vêm dali... Se me permitem, eu tenho medo deles. Boa sorte! – ele exclama, antes de se retirar dali.
- A história parecia plausível. – Lisanna comenta – Ele estava mesmo aterrorizado. Assim como os outros. Eu senti um forte odor de medo.
- Eu estou queimando! – Natsu exclama invocando chamas em seu punho.
- Hai, sir! – Happy exclama, animado.
- Bem... chegou a minha vez.
Jellal fala calmamente, tirando os seus sapatos, indo até a água, começando a se concentrar, sendo que fala ao abrir os olhos:
- A água está inquieta e sinto oscilações naquela direção, embaixo da superfície... – ele se concentra – Dragon force. Se preparem, que vou pescar.
Com a dragon force ativada, ele nada e mais para frente, mergulha no oceano.
Ele mergulha cada vez mais e avança, encontrando vultos embaixo da água, sendo que eram grandes e puramente demoníacos, que ao verem ele, avançam ferozmente.
Jellal sorri de canto e se concentra, esticando as mãos para baixo e depois as elevando, criando um vórtice imenso e poderoso do fundo do mar, enquanto exclamava:
- Mizukiryuu no Kanketsusen(水竜の間欠泉 - Geyser do dragão da água)!
Nisso, ele usa o peso do oceano daquela região, invertendo o fluxo, gerando jatos d´água poderosos como geysers, que atiram os demônios para fora do oceano, como senão fossem nada.
Na superfície, os outros observam demônios sendo atirados para fora da água, graças ao poder de Jellal.
- Eu estou queimando! Demônio tostado no capricho! Karyuu no houkou (火竜の咆哮 – Rugido do dragão de fogo)!
Ele usa o rugido de fogo em vários demônios, tostando-os.
- Eu também estou queimando! – Lisanna exclama animada, enquanto sorria – Momento culinária! Aoi Karyuu no houkou (青火竜の咆哮 - Rugido do dragão de fogo azul)!
Nisso, as chamas azuis, que são chamas frias, atingem alguns demônios, provocando queimaduras violentas por frio, instantaneamente, fazendo-os cair, para depois ela exclamar:
- E finalizando... Aoi Karyuu no Kagizume (青火竜の鉤爪 – garras do dragão de fogo azul)!
Chamas azuis se concentram nas suas, mãos, em formas de garras de fogo azul, enquanto voava, fatiando os demônios que caem, todos, em pedacinhos.
- Nossa! Isso que eu chamo de cortes perfeitos! – Natsu exclama sorridente.
- Você também sabe assar bem. – ela responde sorrindo.
Já, Laxus voando, avança para um grupo de demônios e exclama:
- Rairyuu no houkou (雷竜の咆哮 - rugido do dragão dos relâmpagos)
O seu rugido destrói todos os demônios, ao eletrocutá-los.
Ao mesmo tempo, Mirajane havia usado o Satan soul e concentra uma esfera negra em suas mãos, para depois lançar uma rajada de pura escuridão, exclamando, após absorver o poder demoníaco do demônio mais poderoso, que era o líder deles, para ser o seu novo Take Over:
- Soul Extinction!
Nisso, ela desintegra vários demônios.
- Beast Soul! Grifman!
Próxima dela, Elfman usa as suas garras afiadas para retalhar os demônios, enquanto usava as asas para voar.
Os exeeds comemoravam, até que um demônio pequeno vai na direção deles, gargalhando:
- Presas fáceis!
- Presas fáceis... né? – Yugi pergunta com um sorriso maligno – Esquadrão exeeds!
Ao levantar a pata, todos invocam as asas, sendo que concentram os seus poderes, com as asas se tornando brilhantes, com o demônio confuso quando os quatro exeeds avançam, exclamando:
- Setsudan Tsubasa (切断翼 - Asas cortantes)!
Concentrado a sua magia, eles endurecem as asas que são mágicas, no último instante, assim como as deixam com bordas afiadas, conseguindo cortar, impiedosamente, o demônio, ao girarem os seus corpos no ar.
Após retalharem os demônios, já que eram quatro exeeds ao mesmo tempo, Yue fala, sorrindo de canto:
- Nós treinamos com dragões, idiota.
- Pelo visto, acharam que vocês eram presas fáceis. – Natsu comenta ao se aproximar deles com um sorriso divertido.
- Ele descobriu da pior forma. – Lisanna comenta com um sorriso.
- Com certeza. – Laxus fala se aproximando, sendo que a sua exeed voa animadamente até ele, o abraçando.
Embaixo da água, Jellal se dirigia a superfície quando para, ao avistar algo nas profundezas, reconhecendo como sendo Leviatã, um dos monstros marinhos lendários e uma das bestas mais poderosas de todo o oceano, sendo chamado por muitos de Rei das bestas marinhas.
- Leviatã?
O monstro surge e nisso, Jellal se concentra, para usar a sua telepatia marinha:
"Sou Jellal, um Mizukiryuu no dragon slayer. É Leviatã?"
"Sou."
"Os demônios perturbaram o seu sono milenar?"
"Sim e vou mata-los."
"Já matamos."
"Há outros, na ilha. Eles irão substituir esses demônios."
"Os moradores são akumas pacíficos. Não são uma ameaça."
"Não me importo. Eu sou o grande Leviatã e vou provocar um tsunami devastador. Se tentarem voar para o céu, eu irei devora-los."
"Não posso permitir que mate inocentes."
"Então, o príncipe do oceano quer me deter? Não me curvo a um nobre há tempos, desde que a imperatriz da água foi assassinada por Acnologia. Por que vou me curvar a um príncipe de uma imperatriz estrangeira? Não sou como os outros. Vou estraçalha-lo, pois, é apenas um filhote, para mostrar a minha determinação! A conversa termina aqui!"
Nisso, Leviatã, um monstro marinho imenso avança em Jellal que falava mentalmente:
"Você está irado. Apenas isso. Os demônios d´água lhe despertaram e isso lhe enfureceu. Mas, isso não dá a você o direito de ferir inocentes! Eu, Jellal, estarei entre você e eles!"
Leviatã abre as mandíbulas imensas, sendo que Jellal se concentra e exclama:
"Mizukiryuu no Houkou (水竜の咆哮 – Rugido do dragão da água)!"
Um rugido de água em forma de turbilhão acerta a mandíbula de Leviatã, o fazendo tombar para o lado, surpreso com o poder do ataque, com Jellal avançando, enquanto exclamava:
"Mizukiryuu no Yokugeki (水竜の翼撃- Ataque de aasas do dragão da água)!"
Dois ciclones circulares verticais se formam em cada asa de Jellal, para depois lança-los em cima de Leviatã, o ferindo.
O dragon slayer retorna a conversa mental.
"Pare, Leviatã! Não quero continuar machucando você! Volte a dormir!"
"Não posso! Agora que acordei, vou destruir todos!"
"Você não é cruel. Só está perturbado! Pare!"
"Não vou parar, fedelho!"
"Você não me deixa escolha!"
Então, ele nada velozmente ao usar as suas asas marinhas, até ficar embaixo de Leviatã, que vê tarde demais o movimento.
"Vou ter que ser bruto. Perdoe-me! Mizukiryuu no Kenkaku (水竜の剣角 – Espada de chifre do dragão de água)!"
A água age como um redemoinho em torno dele que avança contra Leviatã, acertando violentamente a barriga do mesmo como um projétil, o empurrando até sair da água, sendo que Leviatã é arremessado para o alto, no ar, enquanto que Jellal sai também e exclama:
- Elfman! Use o seu Take over para pegar a transformação do Leviatã, mas, não o mate, por favor.
Leviatã que está fraco com o ataque, só tem tempo de ver uma pessoa usando o Take over, se transformando em um grifo humanoide, o nocauteando, para depois, desfazer o Takeover e tocá-lo, assimilando a forma dele, ao sair da forma do Grifman, sendo que o monstro marinho cai no oceano, quase inconsciente.
Então, Jellal desce na água e após entrar, se concentra, usando kansou, fazendo surgir em uma de suas mãos, uma espécie de ocarina confeccionada em uma espécie de concha, sendo que enquanto Leviatã estava semiconsciente, o dragon slayer se concentra e começa a tocar a ocarina especial, cujo som era inaudível aos humanos, sendo propagada por vibrações harmônicas na água.
Dependendo do timbre, poderia ser usado para adormecer criaturas marinhas ou atiça-las, sendo que Jellal sabia que Leviatã só seria influenciado pela ocarina da água, se estivesse semiconsciente.
Conforme tocava a melodia que acalmava, inclusive, feras, Leviatã sentia o sono toma-lo, até que ele dorme profundamente, com Jellal acompanhando a descida dele até a parte abissal, sendo que a pressão não o afetava, enquanto que os animais marinhos mantinham distância dele, que apesar de não enxergar, sentia as ondulações na água.
Após se certificar que Leviatã voltou a dormir profundamente, ele para de tocar e lançando vibrações na água, como um sonar, encontrando a parte mais profunda do oceano e há milhares de quilômetros da praia mais próxima e de qualquer porção de terra, o isolando no meio do oceano e em uma profundidade inalcançável, a menos que seja um dragão da água ou um ser marinho que suporte uma pressão extrema e que saiba a localização exata da lendária besta marinha.
Graças a espécie de sonar que usou, encontrou uma caverna imensa nas profundezas, sem nenhum habitante. Rapidamente, colocou Leviatã que dormia pesadamente dentro da caverna, para depois soterrá-la com dezenas de camadas de rochas, impedindo assim que mais alguém o despertasse e acontecesse com isso, mais uma tragédia. A camada extrema de pedras, também evitaria que o localizassem, caso alguém cruel conseguisse usar vibrações embaixo da água, como se fosse um sonar.
Ele sai do local, nadando em direção a ilha e após uma hora, sobe até a superfície, saindo da mesma voando, para depois pousar na praia.
- Muito obrigado, Jellal! Tenho agora um beast soul excelente. Ainda mais embaixo d´água e resistente a altas pressões.
- Por nada. Você tinha comentando que faltava um Take over ideal para a água. Agora tem um.
- Por que pediu para não mata-lo? – Mirajane pergunta, arqueando o cenho – O Leviatã é responsável por inúmeras mortes ao longo da história. O melhor é matá-lo. Você foi gentil demais.
