Notas da Autora

Erik e o seu grupo chegam à ilha onde havia o parque de diversões mágico, que constava na missão, sendo que todos se surpreendem quando descobrem que...

Capítulo 23 - Perigo no parque

No parque de diversões mágico em uma ilha, o grupo de Erik chega, sendo recepcionados pelo dono do parque que era um homem opulento, que estava nervoso:

- Quem são vocês?

- Somos da Fairy tail – nisso, todos mostram a sua marca – O senhor deixou um anúncio na guilda falando que apareciam monstros no parque.

- Sim. É terrível. Eles começaram a aparecer um mês depois que o parque foi inaugurado. Antes eram incidentes isolados e achávamos que era exagero dos clientes ou que eles estavam querendo ganhar vantagem, até que eu vi com os meus próprios olhos – ele fala tremendo – Então, fechei o parque.

- Há quanto tempo está com o parque fechado?

- Há duas semanas. Adiantei as férias dos funcionários. Mas, se não puder abrir até a próxima semana, irei fechar para sempre.

- Eu disse, seu desgraçado! É a maldição da ilha!

Eles se viram para a origem da voz beligerante e avistam um homem barbudo irado, vestindo roupas de pescador, que depois se afasta dali.

- Quem era ele? – Flare pergunta curiosa.

- Yashi. É um homem mal humorado que critica o parque, pois, aqui era no passado, uma reserva natural. Não é culpa minha que o antigo proprietário dessa área não pagou os impostos e a área foi a leilão.

- Há muitos descontentes com o parque? – Juvia pergunta curiosa.

- Bem... Temos Arnold, o chefe dos pescadores da baía, Ushis, uma senhora de idade que mora ao lado do parque e que sempre está criticando o fluxo de clientes. Temos também Herbet, o ex-proprietário dessas terras que nunca aceitou que a mesma foi a leilão público, sendo que vive me ofendendo. Está respondendo processo por isso, acreditem.

- Considerando o que aconteceu, era inevitável haver descontentes. - Doshi comenta casualmente.

- Concordo com Doshi. – Michi fala.

- Acho um tema bem delicado, a construção de um parque de diversões mágico. – Moshi comenta pensativo.

- A economia da ilha estava ruim. Mesmo a pesca, não fornecia meios de subsistência e somente conseguiam sobreviver, comendo o que pescavam ou plantando. Mas, não havia giro de capital na cidade. Não havia quase lojas. Apenas uma ou outra em pedaços. Após a construção do parque, o comércio foi revitalizado. Vejam a cidade. Ela estava em frangalhos antes. A maioria esmagadora deles ficaram felizes com o ressurgimento da economia. As escolas foram reformadas, assim como os hospitais e o meu parque, também gera vários empregos bem remunerados.

- Se considerarmos por esse ângulo, parece que fez grandes melhorias de forma indireta. Mesmo assim, sempre haverá descontentes.

- Isso mesmo. – ele fala, aliviado.

- Pode nos mostrar os locais dos ataques, kina? – Kinana pergunta.

- Eu posso indicar no mapa, sendo que darei um para cada um. Eu tenho muito medo. – ele fala apavorado.

- Aquele homem falou de uma maldição. – Juvia comenta.

- É uma maldição que iria se abater para aquele que ousasse erradicar a área em que me encontro. A maldição fala de monstros que foram criados por um mago que amava essa ilha e que iriam se levantar, caso a área fosse modificada. Eu acredito que os monstros são criações desse mago, que despertaram, atualmente.

- Ele pode ter usado a magia Alive, colocando um selo mágico ou algo assim, que reagiria a qualquer mudança na área – Juvia comenta pensativa – Seria uma hipótese plausível.

- Magia Alive? – o proprietário pergunta, arqueando o cenho.

- Uma magia que dá vida a seres inanimados. Por exemplo. Um simples galho pode se transformar em uma besta. É a magia que dá vida aos objetos, podendo mudar a aparência dele, se o mago desejar, para dar poder o mesmo. Seria uma espécie de variação dessa magia. Claro que é apenas uma teoria, que poderia corroborar a existência dessa maldição. Isso se ela, de fato, existir. Afinal, estamos falando de uma lenda.

- Nossa. – Flare fica admirada pelo conhecimento da maga d´água – Você sabe bastante coisa, Juvia.

- Juvia estudou na Academia de magos de Fiore. Fui uma das melhores alunas. Cheguei a ler um livro na biblioteca sobre essa magia. – ela fala com um sorriso gentil.

Então, no escritório do proprietário, ele assinala os locais no mapa sendo que são cinco.

- Dá um dragon slayer e um maga da água para cada local. Os nossos amigos exeeds irão ficar com um. - Erik fala pensativo.

Nisso, após todos decidirem onde iriam procurar os monstros para abatê-los, com o dono ficando estarrecido ao ver simples gatos pegando um local em que apareciam monstros, o grupo se separa.

Mais para frente, os exeeds estão voando perto das barracas, quando os seus ouvidos sensíveis capitam um som estranho e arqueando o cenho, passam a se dirigir até a origem deles.

Longe dali, Erik andava, atentamente, enquanto capitava alguns sons graças a sua audição apurada de dragon slayer.

Então, quando se afastou de um dos brinquedos do parque, três monstros que lembravam cachorros imensos e raivosos com dois chifres na testa, o cercam, rosnando, com ele estreitando os olhos, para depois sorrir, enquanto esticava as mãos, começando a condensar o seu veneno.

- Pelo visto, é o meu comitê de boas vindas.

Os monstros avançam nele que desvia habilmente das garras e caudas deles, se lembrando das lutas contra múltiplos oponentes que todos os dragon slayers tiveram, sendo que os mesmos lançam rugidos que se propagam no ar, com o dragon slayer desviando.

Após desviar das garras de um deles, ele concentra a sua magia na boca, com a mesma inflando, para depois ele exclamar:

- Dokuryuu no Houkou (毒龍の咆哮 – rugido do dragão venenoso)!

Um deles é consumido pelo rugido venenoso, sendo que os monstros ao redor do outro são afetados. O que foi atingido diretamente cai no chão, arfante.

- Não se preocupe. Vou parar com o sofrimento de vocês. Dokuryuu no Kagizume (毒龍の鉤爪 – garras do dragão venenoso)!

As suas unhas crescem, simulando serem garras afiadas, enquanto que avança nos monstros, os retalhando.

Então, os mesmos, desaparecem em uma nuvem de fumaça, que não surpreende Erik, que comenta:

- Então, eu estava certo. Isso explica os odores.

Não muito longe dali, Kinana andava pelo parque, até que para ao ouvir o som de asas batendo e ao olhar para cima, avista quatro monstros que avançam nela, sendo que lembravam grifos.

A jovem dragon slayer salta para o alto, desviando do ataque deles, que usavam garras e bicos, sendo que o movimento de suas garras criava lâminas de vento.

Kinana desviava dos ataques com lâminas de vento, assim como de garras e bicos pontudos, habilmente e continua assim por algum tempo, desviando também das caudas e asas deles, até que eles voam para o alto.

Sorrindo, ela se concentra e exclama:

- Dragon force!

Ela ganha escamas cinzas, sendo que as suas feições ficaram levemente draconianas, além de ganhar garras, com as suas presas ficando mais afiadas, fazendo surgir um par de asas que se abrem, com a mesma alçando voo, com o seu cabelo se tornando cinza.

Os grifos são surpreendidos e rapidamente, ela concentra a sua magia nas asas, formando espécies de turbilhões verticais feitos do mais puro veneno, oriundo das escamas dela, sendo que o seu corpo se tornou venenoso.

Após ultrapassa-los no voo, exclama, virando para eles, que estão estarrecidos:

- Dokuryuu no Yokugeki (毒龍の翼撃 - ataque de asas do dragão venenoso)!

Todos os quatro grifos são envolvidos pelo turbilhão venenoso e são lançados violentamente rumo ao solo, até que ela percebe que o impacto do corpo deles, iria destruir a área.

Rapidamente, voa ate eles, fechando as asas para aumentar a velocidade da decida e ao se aproximar deles, concentra o seu poder nas garras, que começam a emanar veneno, para depois ela exclamar:

- Dokuryuu no Kagizume (毒龍の鉤爪 – garras do dragão venenoso)!

As garras dela estraçalham os grifos e antes que tocassem o solo, desaparecem em uma fumaça, que não a surpreende, por causa do odor deles.

Então, ela abre as asas, cessando a decida, vertiginosa, pousando com graça no chão, para depois suspirar aliviada, falando consigo mesma:

- Quase que arranjo uma conta para o pobre do jii-chan Makarov. Preciso tomar mais cuidado. A nossa mãe e os pais dos outros os alertaram, também. Espero que não destruam nada. O poder de um dragão é destrutivo demais, kina.

Não muito longe dali, Flare decidiu se aproximar do pântano e quando ia entrar no mesmo, sua audição apurada capita sons próximos dela, até que ela se vira, se deparando com três monstros que lembravam leões, se não fosse a serpente no lugar da cauda e um par de chifres afiados na testa, além de asas que lembravam as asas dos morcegos.

Os três avançam sobre ela que desvia dos ataques consecutivos, sendo que escancaravam as suas mandíbulas, rugindo ferozmente para ela, enquanto desviava das patadas e dos botes das serpentes, para depois saltar bem alto, indo parar em cima de uma árvore imensa.

As criaturas abrem as suas asas e avançam nela que desvia, enquanto os mesmos voavam rumo aos céus.

- Dragon Force!

Os caninos dela crescem, assim como as garras, além de ganhar asas feitas puramente de chamas, sendo que o seu corpo é transformado em chamas, para depois alça voo, ciente que a temperatura em torno dela era tão quente, que poderia derreter o metal dos brinquedos, os estragando, sendo que o seu pai dragão fez questão de lembra-la do alto poder destrutivo de sua magia.

Portanto, decide que a batalha seria no ar e que deveria destruir os corpos deles, antes que se aproximassem dos brinquedos.

Ocorre uma perseguição área, até que as criaturas avançam sobre ela, movendo as asas e lançando através delas, lâminas de vento, com ela desviando, enquanto atacavam Flare ao mesmo tempo, até que duas cobras dão o bote nela, sendo que são incineradas, enquanto que não haviam atingido o corpo da jovem, pois, ele se tornou feito por puras chamas.

Portanto, não era sólido e por isso, não podia ser ferida, além de queimar qualquer um que encostasse em seu corpo composto de chamas.

A jovem concentra a sua magia na boca, com as bochechas inflando, para depois exclamar:

- Honooryuu no houkou (炎竜の咆哮 - Rugido do dragão das chamas)!

As chamas incineram dois monstros que desaparecem em fumaça, antes de serem incinerados, sendo que o terceiro avança nela, que devia para o lado para depois, concentrar as chamas em seu braço, acertando o golpe nas costas da criatura:

- Honooryuu no Tekken (炎竜の鉄拳 – Punho de ferro do dragão das chamas)!

O punho coberto de chamas acerta a criatura que cai rumo ao solo, com as chamas a cobrindo, sendo que caia em direção ao pântano, com Flare não conseguindo chegar a tempo, enquanto que a queda violenta do monstro abriu uma cratera, considerável, jogando lama e água para todos os lados, sujando alguns brinquedos, enquanto que a jovem ficava triste, pois, não tomou o devido cuidado.

Ela pousa na lama, sendo que as suas chamas evaporam algumas poças de água, sendo que ao olhar para o chão, fica estarrecida com o que vê.

Em virtude do que viu, desfaz a dragon force, pois, sabia que as suas chamas e o calor intenso, poderiam danificar o que viu no chão.

Não muito longe dali, Juvia andava em uma parte que era um parque aquático, quando surgem três monstros que lembravam espécies de toupeiras com garras imensas nas mãos e pés, que avançam contra ela que desvia, sendo que não vê o quarto monstro, que usa as suas garras nela, ficando confuso ao ver que o corpo dela parecia ser feito de água.

Então, ela fala:

- Não podem ferir o corpo de Juvia.

Ela se vira para o que lhe atacou e exclama:

- Water Jigsaw (水流激鋸)!

O seu corpo se transforma em uma espécie de redemoinho vertical, semelhante a um tornado, sendo possível ver a sua cabeça, sendo que a violência da corrente em torno dela, destrói a espécie de toupeira que estava ao seu lado, deixando as outras estarrecidas, sendo que ela estranha o corpo sumir em fumaça, para depois as outras duas avançarem nela, que cancela a técnica, sorrindo, com os monstros ficam irados ao ver que não conseguiam ferir o corpo dela que parecia ser feito de água.

As criaturas movem as suas garras, gerando uma pressão forte de vento, capaz de provocar danos demasiadamente severos para um humano.

Porém, era inútil contra a maga de água, já que o seu corpo não era sólido e sim, parecia ser feito de pura água.

- Eu disse. Não podem ferir o corpo de Juvia.

Ela concentra a magia dela, fazendo surgir um circulo mágico, enquanto exclamava:

- Water Slicer (水流斬破)!

A maga da água criou uma única onda de múltiplas lâminas semelhantes a foices que se propagaram no ar como projéteis, acertando os outros dois monstros, que são cortados pelas lâminas, desaparecendo em fumaça.

O terceiro consegue escapar e avança contra ela, rugindo de ira ao ver que não conseguia feri-la, pois, parecia estar cortando água, com a mesma exclamando, enquanto concentrava a sua magia:

- Water Cane (水流烈鞭)!

Juvia cria um chicote feito de água, que era uma extensão da sua própria mão, brandindo contra o monstro, o cortando no meio, com o mesmo desaparecendo em uma nuvem de fumaça, assim como os outros.

Ela fica pensativa, tentando compreender o motivo de sumirem em uma nuvem de fumaça, após serem derrotados, até que fica surpresa ao levantar a hipótese, que era plausível, a seu ver.

Longe dali, os exeeds enfim chegam à origem do som, identificando como sendo de um lápis riscando uma folha de papel, sendo possível ver um casal, desenhando.

Eles saem de seu esconderijo, surpreendendo o casal, enquanto perguntavam:

- Quem são vocês?

- Não importa. Tenho pena de vocês. Mas, devem morrer pelo que desejamos. Irão pagar caro por sua curiosidade! – a mulher exclama, irada.

Nisso, o casal se une, combinando o desenho, até que esticam o mesmo para frente, exclamando, enquanto surgiam círculos mágicos, um na frente do outro:

- Union Pict! Wyvern!

Um monstro verde enorme que lembrava um dragão com mandíbulas quadradas surge, sendo que tinha uma argola de ferro no pescoço com um pedaço de corrente.

O mesmo alça voo, sendo que os exeeds se mantém firmes, facilmente, pois, lembrava, um pouco, o vento gerado pelas asas de um dragão, embora fosse em uma escala bem menor.

Enquanto a criatura sobe para o céu, os exeeds voam, sendo que o monstro desce vertiginosamente contra eles com a mandíbula aberta, sendo que Moshi exclama:

- Esquadrão Exeed!

- Hai!

Nisso, eles dão as patas, enquanto combinavam as suas magias:

- Unison Raid!

Os exeeds se unem em um único brilho e avançam contra as mandíbulas escancaradas do Wyvern e alguns minutos antes de se chocar, eles exclamam em usino, mantendo os seus poderes mágicos no mesmo nível dos outros, unindo assim a magia deles em uma única magia:

- Yari Seikou (槍穿孔 - Lança perfurante)

Eles tomam a forma de uma lança que entra pela mandíbula do monstro, atravessando a boca dele, saindo atrás da cabeça dele, fazendo um furo enorme, para depois a criatura se desfazer em fumaça sobre o olhar estarrecido do casal, pois, eram apenas gatos que podiam voar e o fato de derrotarem um Wyvern era demasiadamente, surreal, ao ver deles.

Os exeeds comemoram no ar, enquanto a mulher falava embasbacada:

- Não pode ser! Mas, como isso é possível?

- O Wyvern é uma besta poderosa. Mas, não é nada, comparado aos oponentes que todos os exeeds enfrentaram por anos, treinando junto com a gente.

Uma voz masculina é ouvida e eles se deparam com Erik, sendo que os outros surgem inclusive Juvia, pois, o monstro no ar e o rugido do mesmo, chamaram a atenção deles que passaram a se dirigir ao local, encontrando o casal, que estreita os olhos para eles.

- Quem são vocês? – Juvia pergunta.

- Não lhe diz respeito!

Nisso, quando iam pegar os cadernos para usar a magia deles, os exeeds que desceram dos céus, os prendem em cordas ao pegarem uma próxima dali, passando a enrolar a corda, rapidamente, em torno do casal, ao voar contornando-os.

Por terem sido pegos de surpresa, não reagiram e acabam amarrados, juntos.

O Wyvern havia chamado a atenção do dono do parque, também, que chamou a polícia mágica que chegou ao local, sendo que viram ao longe, seres voando em direção ao monstro, para depois brilharem intensamente, se transformando em uma lança que perfurou o monstro na altura da mandíbula, deixando-os surpresos.

Quando o proprietário chega, exclama surpreso:

- Arnold e Ushis?! Mas, o que estão fazendo aqui?

- Eles estavam usando o Pict Magic, para criar os monstros, a fim de aterrorizar os seus clientes, kina. – Kinana fala, seriamente.

- Então, eles queriam...

- Isso mesmo. Se você ficasse com o parque fechado por muito tempo, acabaria tendo que fechá-lo, definitivamente, ao declarar falência. – Juvia fala, olhando com raiva para o casal.

- Assim, teria que vender o local a um preço bem barato para pagar as dívidas e com certeza, eles iriam comprar o local de volta. – Erik fala, seriamente.

- Mas... era só uma reserva. – o proprietário está estarrecido.

- Era por causa disso que eles queriam essa terra. – Flare estende a sua mão, mostrando uma joia.

O proprietário pega e fica estarrecido, para depois perguntar:

- Onde a encontrou?

- No pântano. O pântano faz parte de suas terras. Comprando-as, eles poderiam explorar tranquilamente o pântano atrás dessas joias. Com certeza, conseguiriam reembolsar o preço da compra da propriedade e com altos juros.

- Sim. E teríamos conseguido se não fossem esses magos e exeeds enxeridos! – Arnold exclama, irado.

Nisso, os policiais vão até eles, os soltando, para depois colocarem algemas supressoras de magia, conduzindo o casal até o veículo da polícia mais próximo.

- Muito obrigado! Aqui está a recompensa e também quero falar que vocês e seus amigos tem entrada gratuita no parque para sempre. Basta se identificarem na cabine. Peguem esses bilhetes, pois, poderão comer de graça e os seus amigos também! Mas, eles precisam estar com vocês.

- Incrível! Muito obrigada. – Flare fala, maravilhada.

Nisso, eles se despedem, agradecendo, para em seguida voltarem a Magnólia, usando a dragon force, deixando todos surpresos, sendo que Juvia era levada pelos exeeds.

Na primeira vez que viu a Dragon Force, ficou estarrecida, mas, agora estava se acostumando, sendo que achava imponente e igualmente poderosas, as transformações e confessava que gostaria de ser uma dragon slayer e se pudesse da água.