Notas da Autora

A infiltração continua e eles...

Levy começa a ler o livro e descobre que...

O Duque decide...

Capítulo 25 - A descoberta de Levy

Quando elas atacam, Gajeel exclama:

- Tetsuryuusou: Kishin! (鉄竜槍鬼薪 – Lança do dragão de ferro)

Ele transforma seu braço em uma barra de ferro e acerta todas as empregadas em direção a parede, fazendo elas ficarem desacordadas, sendo que Virgo escapa do ataque e tenta ataca-lo, pulando para o alto, gritando:

- Flying Virgo Attack!

Ela se joga em cima de Gajeel que cai, para depois ele se erguer, a atirando para o alto, enquanto uma veia saltava na testa de Levy que exclama:

- Nenhuma mulher encosta no meu Gajeel!

Irada, ela soca Virgo, fazendo a mesma cair com intrépido no chão do salão, trincando o piso embaixo dela.

Levy fica com uma gota na cabeça, enquanto sorria sem graça, pois, havia acabado de danificar o piso, sendo que fala:

- Não foi culpa minha. Ela que é pesada.

- Isso é verdade. - Gajeel comenta.

Os outros olham para ela e suspiram.

- Bem... Lá se foi a infiltração. - Sting comenta, abanando a cabeça para os lados.

Então, eles abrem a próxima porta e se deparam com a biblioteca particular do Duque.

- Bem, ainda bem que temos várias pessoas para procurar o livro.

Após alguns minutos, o Hikariryuu no dragon slayer pega um livro de capa vermelha e fica estarrecido ao ver o título, para depois ficar curioso, enquanto comentava:

- Achei um pornô... - Sting comenta, folheando, sendo que cora intensamente, assim como Rogue, sendo que Gajeel se junta a eles.

- Peraí... isso é possível? - o Kettsuryuu no dragon slayer pergunta.

- Não... não pode ser... Quer dizer... Mas, como... - Sting comenta estarrecido.

- Nunca imaginei que algo assim era possível... - Rogue comenta.

Então, eles sentem uma clara intenção assassina, no caso, Rogue e Gajeel. Mesmo não sendo direcionada e ele, Sting resolve guardar o livro, pois, as emanações se propagaram para o grupo.

Eles olham para trás e sentem a áurea assassina de Levy e Minerva, fazendo o sangue deles gelarem, enquanto se encolhem.

- Rogue...

- Gajeel...

Ambas falam com a voz cortante e os dois dragon slayes se desesperam, exclamando em usino:

- Gomennasai (desculpa)! Clemência!

- Tarde demais. - Levy fala, concentrando seu poder nos punhos.

- Se preparem para morrer. - Minerva fala, fazendo o mesmo.

- Não! - eles exclamam em usino, antes de serem atingidos.

Sting se esquiva e vai para o canto, pensando consigo mesmo, aterrorizado:

"Desculpem-me amigos... Não posso fazer nada. Elas são assustadoras demais.".

Frosh vê Rogue caído no chão, após ser espancado violentamente, junto de Gajeel, enquanto que Levy e Minerva bufavam, sendo que não entendeu nada, assim como Tsuki.

Inclusive, queria voar para seu amigo, mas, frente a intenção assassina que desprendia delas para os dragon slayers, ele para e somente fica olhando.

Sting suspira aliviado ao ver que Yukino não era assim, sendo que a jovem viu a situação e não compreendeu o que aconteceu com o dragon slayer percebendo que ela era bem inocente, se lembrando de que a mãe dragoa dela priorizava a inocência da sua cria.

Yukino volta a procurar e após alguns minutos, fala:

- Achei o livro.

Nisso, Levy e Minerva se aproximam dela, enquanto que Gajeel e Rogue se recuperavam, sendo que Frosh enfim se aproxima de seu amigo.

- Ele é dourado? Eu pensei que já tinha visto de tudo. - Minerva comenta surpresa.

- Tome Levy. Leia rápido, para depois, nós destruirmos o livro. - Yukino estende para Levy que agradece e lê o nome do autor.

- Muito obrigada! O livro é de Kemu Zaleon. Um mago romancista. Os livros dele estão entre os meus favoritos. Achei que tinha lido todos os livros, mas, esse eu nunca vi.

Então, eles se surpreendem, quando o Duque surge do chão, falando:

- Os intrusos querem o Daybreak, não é? Eu sabia que vocês, magos, estavam atrás de alguma coisa e agora sei que é esse livro imbecil.

- Imbecil? - Levy pergunta, estarrecida - Um livro de Kemu Zaleon?!

"Que estranho. O cliente quer pagar dois milhões de jelwes para nós destruirmos ele e o dono Everlue chamou o livro de imbecil?"

A Donmaidryuu dragon slayer pensa consigo mesma, sendo esse o pensamento de todos, menos de Frosh, que olhava com interesse para o tombo de um livro que havia uma imagem de borboleta.

- Tirem as mãos imundas do meu livro! Sabem quem eu sou?

- Alguém com um péssimo gosto, acredite. - Gajeel fala tranquilamente.

- Como ousa se referir ao grande duque dessa forma, seu plebeu farrapado? Apareçam!

Por uma porta lateral, surgem oito magos. Um deles segurava uma frigideira imensa.

O maior fala:

- Boa tarde. Até kaa-san, ficaria surpresa ao ver vários pirralhos da Fairy Tail.

Ele olha para os outros e fala, para o duque:

- Não leve a mal, senhor, mas, só nós dois bastávamos.

- Ouvi relatos de magos poderosos, que chegaram recentemente em Magnólia. Todo o cuidado é pouco. - o duque fala.

- Esse monshou é da guilda de mercenários, a Minami no Ookami (Lobos do sul). - Levy comenta, para depois voltar a ler o livro.

A jovem fica estarrecida quando percebe algo.

- Eu preciso terminar de ler esse livro. É sério. Parece que ele tem um segredo.

"Segredo? Nem eu percebi. Será que tem algum mapa do tesouro, ali?" - o duque pensa, consigo mesmo.

Nisso, Levy sai lendo o livro, seguida de Yukino, com eles deixando Minerva, Sting, Gajeel e Rogue com os magos. Os exeeds delas as seguiram, também.

- Eu vou atrás delas! Peguem os pirralhos!

- Sim.

Então, os mercenários ficam estarrecidos, quando o grupo começa a tirar na sorte quem pegaria quem. Tal ato deixa todos estarrecidos, para depois um deles falar, indignado:

- Ei, eu vou contar para a okaa-san!

- Acalme-se. Fique frio. - outro fala.

Porém, após alguns minutos, ele, além dos outros, começam a torcer os punhos e esse mesmo, exclama:

- Ei! Estamos aqui!

São totalmente ignorados, novamente, enquanto que veias saltavam das testas deles.

- Lembrem-se. Respeitem as presas dos outros. - Minerva comenta.

- Tá.

Nisso, os outros se posicionam.

- Seus bastardos... quem acha que são? - um deles pergunta indignado.

- Magos da Fairy tail, que irão chutar a bunda de vocês. - Sting fala com um sorriso de canto.

- Seus desgraçados!

Nisso, eles avançam contra eles, sendo dois para cada um, com os dragon slayers trocando de lugares, enquanto sorriam.

Um dos magos que enfrentava Minerva, usa magia de água e lança um ataque de água e o outro de relâmpagos contra a dragon slayer que se concentra, fazendo uma planta da sala crescer em um piscar de olhos, envolvendo ela com os galhos, sendo que a raiz da planta sai do vaso e atravessa o chão, fazendo assim, com que a eletricidade fosse jogada no solo, enquanto que a planta absorvia água, deixando-os estarrecidos, para depois ela saltar para o alto, avançando em direção a eles, que lançam novos ataques contra ela, com um deles exclamando:

- Tome isso!

Ela sorri, desviando dos ataques, até que alcança ambos, acertando um soco forte no estômago de um, para depois rodar o corpo, acertando com as pernas o rosto do outro, os atirando com violência contra a parede, sendo que usa a planta, fazendo novos galhos surgirem, segurando os magos, para evitar que quebrassem a parede, para depois deixa-los cair do alto.

Então, ela faz a planta voltar ao normal, para depois ficar sem graça ao ver o pequeno buraco que fez para a raiz alcançar a terra, a fim de jogar a eletricidade no solo.

Discretamente, arrasta o vaso para tampar o buraco, suspirando aliviada por ninguém ter visto o que fez.

Ao mesmo tempo, próximo dali, Rogue enfrentava dois magos, sendo que um deles usava ataque de pedras e o outro, kansou, somente de armas, invocando um machado imenso, avançando contra ele que se torna sombra, se deslocando pelo solo, deixando-os estarrecidos, para depois o que manipulava pedras, exclamar:

- Meteorite (meteoritos)!

Nisso, pequenas pedras afiadas surgem do alto em direção a Rogue que salta, enquanto se esquivava, com as mesmas fragmentando o piso, sendo que estava tranquilo, pois, não era ele que estava causando a destruição.

- Tome isso!

O outro mago move o machado imenso, provocando um vórtice de vento cortante, sendo que Rogue se esquiva habilmente do ataque, assim como de outros consecutivos, juntamente com os ataques de pedra, enquanto avançava contra eles.

- Não vai conseguir! Barrier (barreira)!

Um muro de pedras surge antes que se aproximassem deles, que esperavam que o mesmo saltasse ou aparecesse nos lados, prestando atenção no chão, para depois ficarem estarrecidos ao ver ele dá um peteleco na barreira de pedras, as fragmentando, deixando-os com os olhos esbugalhados, com um deles murmurando:

- É um monstro, por acaso?

- Sou um dragon slayer. Apenas isso.

O mago com o machado encontra um vestígio de coragem e desce o machado em Rogue, ficando estarrecido ao ver que a arma não fez nada com o antebraço do dragon slayer, enquanto tinha a sensação que tinha batido em algo absurdamente duro.

Com os magos em choque, ele arranca o machado dele, segurando pela ponta dos dedos como senão fosse nada, deixando-os embasbacados, pois o dono do machado precisava pegar ambos com as duas mãos para manuseá-la, de tão grande e pesada que era.

- Ei! Gajeel! Quer um lanchinho? É todo feito de ferro. - Rogue pergunta para o Kettsuryuu no dragon slayer que estava próximo dali.

- Claro! Eu adoraria!

Nisso, ele pega o machado e sobre o olhar embasbacado de todos, ele devora como se fosse comida.

Após comer, ele fala com um sorriso para Rogue:

- Muito obrigado, Rogue. Estava uma delícia. Era uma forja excelente.

- Por nada.

Então, com os magos ainda em choque, ele os soca no abdômen, os atirando contra a parede atrás dele, sendo que se desloca como sombra e soca as costas deles, fazendo-os cair no chão, desacordados.

Longe dali, Gajeel se volta para os seus adversários, apenas para vê-los fugindo, gritando agoniados, sendo que urinavam, enquanto corriam:

- É um monstro! Socorro!

- Kaa-chan! Socorro!

- Ei... Fala sério... Só porque eu comi um machado? As pessoas vivem comendo coisas.

Ele olha aborrecido para os mercenários que haviam fugido em uma velocidade absurda.

- Da próxima vez, perante os fracos, eu evito comer algo que não seja o comum, se eu quiser ter algum adversário. - ele fala consigo mesmo.

Próximo dali, Sting enfrentava dois magos, especialistas em magos, principalmente os que usavam fogo. Um tinha roupas chinesas e era careca, tendo apenas uma trança na parte de trás da cabeça, que fala:

- Sabe qual é a fraqueza dos magos?

- Qual? – Sting pergunta sorrindo, fingindo ter interesse.

- Como treinar a magia requer disciplina e concentração, vocês acabam não treinando o físico. Contra nós, especialistas em ataques físicos, não terão a mínima chance. Até porque somos mercenários.

- Então, venham mostrar essa habilidade de vocês. – ele os chama com a mão, enquanto sorria – Quero ver o que magos patéticos podem fazer.

- Desgraçado! Vou contar para a mamãe! – o mais alto, de cabelos negros espetados exclama irado.

Então, ele avança e começa a tentar acertar socos contra Sting, que desvia facilmente, sendo que o outro começa a ataca-lo fisicamente, com ambos o atacando ao mesmo tempo, enquanto que ele apenas se esquivava.

- O que foi, seu maricas? – o com roupas chinesas fala.

- Ele não tem como nos atacar! O máximo que pode fazer é se esquivar. – o que tem cabelos espetados fala.

Uma veia salta na testa de Sting, que fala mortalmente:

- Eu estava pensando em uma forma de derrota-los sem quebrar os seus ossos. O seu comentário me fez mudar de ideia. Mas, antes, deixe-me mostrar o que vocês provocaram.

Ambos não entendem, enquanto continuavam atacando, sendo que ao olhar para o rosto do dragon slayer, eles sentem o sangue gelar, pois, tinham a impressão que estavam em frente a um dragão imenso e igualmente irado, sendo possível se verem refletido nas íris coléricas do dragão, sendo que depois o mesmo ruge, mostrando as mandíbulas repletas de presas afiadas. A própria presença os intimidava, fazendo eles urinarem e defecarem nas calças, ao mesmo tempo em que estavam chocados.

Então, eles vêm o jovem novamente, que os acerta fortemente, fazendo questão de lança-los contra a parede atrás deles e eles quase se chocam, senão fosse Minerva e Rogue, que socam os mercenários violentamente nas costas, fazendo-os cair no chão.

Sting arqueia o cenho e pergunta:

- Minerva? Rogue? Por quê? Eles eram as minhas presas.

- Eles iam destruir a parede. Qual a desculpa que daria ao seu pai por causar prejuízo para o jii-chan Makarov? – Rogue fala seriamente – Além disso, é parte do nosso treinamento, controlar o poder destrutivo de nossas magias, já que somos dragon slayers. Lembre-se que também é um treinamento.

Sting começa a suar frio ao imaginar o sermão e o castigo, até que murmura:

- Muito obrigado. Eu me esqueci.

- Amigos são para essas coisas. – Minerva fala sorrindo.

- Que bom que não destruímos nada! – Sting exclama sorrindo.

- Verdade.

Minerva sorri forçadamente, enquanto se lembrava do buraco que fez no piso, quando precisou passar a raiz da planta para a terra e esperava que o vaso tampasse.

Eichiteki era bom e justo. O motivo não era pela bronca e sim, para não ver uma face triste naquele que via como um avô querido.

- Bem, vamos ver o que as fêmeas estão fazendo. – Rogue fala e nisso, eles saem do local.

Longe dali, no túnel do esgoto da mansão, Levy usava óculos leitores do vento, para ler em uma velocidade altíssima o livro, permitindo assim que descobrisse o segredo.

- Então, tem um segredo, nesse livro? - Yukino pergunta curiosa.

- Sim. Eu preciso descobrir o que é.

Após alguns minutos, ela fala:

- Não acredito que tem tudo isso nesse livro.

Nisso, a parede atrás delas é quebrada por dentro, após ouvirem um som estranho, com o duque pegando o braço de Levy, virando-o para trás, enquanto ordenava:

- Me conte o segredo do livro!

- Tire as suas mãos imundas de mim. - Levy fala friamente.

Então, ela o arremessa como senão fosse nada contra a parede na frente dele, deixando-o estarrecido, enquanto a azulada falava:

- Você é meramente um lixo... - nisso, olha para Yukiko - Poderia cuidar dele, por favor, amiga, preciso terminar de ler o livro. Preciso confirmar algumas coisas.

- Claro. - ela sorri meigamente, se pondo entre Levy e o Duque.