Notas da Autora
A guilda Phanton Lord decide...
Capítulo 31 - O ataque da guilda Phanton Lord
Longe dali, quando anoiteceu, o grupo de Gray resolve parar em uma fonte terminal, famosa na cidade onde eles estavam, assim como, pernoitar em um hotel ao lado da fonte termal de uma casa de banho, antes de voltarem para a guilda, sendo que Yukiko ficou triste por ter que ficar na parte reservada as mulheres, separada de Gray, por uma parede de bambu.
- Não fique assim, Yukiko-chan. - Lisanna fala, tentando confortar a dragoa que estava chateada.
- Mas, eu queria ficar com o Gray-kun. - ela fala encostada na borda.
- Já eu, queria ficar com o Kibaryuu. - Wendy comenta tristemente.
- Eu também queria ficar com o Natsu. Mas, é proibido. – ela fala em um suspiro.
- Por que é proibido? – a dragoa da neve pergunta com os olhos marejados.
- É mesmo! - Wendy exclama - Por quê?
- Eu não sei. Só sei o que o tou-chan falou: "Meninos e meninas não podem se banhar juntos, se não estiverem de maiô ou de calção de banho." - ela repete como se estivesse escrito em pedra.
- Nunca perguntou o motivo?
- Eu perguntei, há algum tempo atrás, mas, o tou-chan ficou corado, enquanto que falou que "quando eu crescesse, ele iria contar".
- Que pena... - Wendy comenta cabisbaixa.
Então, Lisanna exclama animada:
- É mesmo! Eu já cresci. Assim, não sou adulta, ainda, mas, acho que ele já pode responder a minha dúvida!
- Êba! Se descobrir, você me conta? - Yukiko pergunta animada - O Gray-kun não soube me explicar.
- Claro!
Nisso, após alguns minutos, Yukiko sorri imensamente e fala:
- A Levy-chan pode saber o motivo. Ela é tão inteligente.
- É verdade - Lisanna estala os dedos - Excelente ideia, Yukiko-chan!
Nisso, sorrindo, elas vão até Levy que olhava para elas, pensativa, sendo que tinha complexo por causa dos seus seios pequenos, conforme olhava os seios generosos e na medida certa de Yukiko e Lisanna.
Então, Lisanna percebe a face pensativa de Levy e pergunta com visível preocupação no rosto e voz ao ver o estado de ânimo da amiga:
- O que houve, Levy-chan?
- Nada. Eu estava pensativa.
- Você parece estar triste. Por quê? - Wendy pergunta preocupada.
Ela suspira e fala:
- Lis-chan e Yukiko-chan têm os seios no tamanho correto. Os meus são pequenos.
As outras se entreolham, sendo que depois olham para os seus seios com Wendy falando:
- Eu também tenho seios pequenos. Não entendo o motivo de você estar triste por isso. – Wendy comenta pensativa.
- Os homens gostam. Quer dizer, eu acho. Assim, é o que parece. - Levy fala hesitante.
- Eu acho que não. O Kibaryuu me ama, mesmo eu tendo esse corpo e Gajeel parece que ama você, do jeito que olha para você. - Wendy comenta, sorrindo.
Yukiko ouve e pergunta curiosa:
- O que é amar?
Nisso, as demais procuram explicar para Yukiko que compreende, sendo que falam das sensações e ela percebe que eram iguais ao que ela sentia ao ficar junto do Gray ou quando ele olhava para ela.
- O Gray parece que ama você, também. Ele olha para você de forma intensa e é muito protetor. - Lisanna fala, sorrindo.
- Eu fico feliz em saber disso. - ela fala corada.
- O mesmo olhar que Kibaryuu tem para mim, o nii-san também tem para com você, Lis-chan. - Wendy fala sorrindo.
- Você acha, mesmo? - Lisanna pergunta corada, enquanto sorria.
- Sim.
- Sempre fiquei preocupada que ele me visse como uma irmã, já que todos nós fomos criados juntos.
- Não é um olhar de amor de irmão - Wendy fala, abanando negativamente a cabeça para os lados - Não é o mesmo olhar que Natsu tem para mim por sermos irmãos. É diferente. É semelhante ao que Kibaryuu exibe para mim.
Ela termina o final, sorrindo, um pouco corada.
- A Wendy-chan deve estar certa, se basear o que ela falou do Gajeel. Nós também fomos criados juntos como os outros, já que os nossos pais ficaram juntos para nos treinar. - Levy fala, sorrindo, sendo que surge uma esperança renovada dentro dela.
Então, Natsuki, Charl e Luna, que haviam entrado há alguns minutos atrás, no momento que elas falavam sobre amor, se juntam as suas amigas.
- Eu acredito que a Wendy-chan está certa. - Charl fala - O olhar de Gajeel, de Kibaryuu, de Natsu e de Gray, são semelhantes em relação a vocês.
- Eu também acho. - Luna fala sorrindo.
- Como assim, o olhar? - Natsuki pergunta curiosa.
- É o mesmo olhar de Natsuko para você, Natsuki. - Luna fala - Ele olha como o Natsu, Kibaryuu, Gajeel e Gray.
- Como assim? - ela não compreende.
Nisso, elas explicam sobre o que era amor, fazendo Natsuki ficar com os olhos brilhando.
- É mesmo? Nunca percebi. Assim, eu nunca soube disso.
- Eu também acho que ele não sabe, assim como você. - Charl comenta.
- Eu não duvido disso, Charl. - Luna fala, conforme ajeitava a pequena toalha na sua cabeça - Mas, falando nisso, eu também percebi que o olhar do Happy é o mesmo que os dos outros, quando a observa.
- Verdade? - Charl pergunta corada, esfregando as patinhas uma na outra.
- Com certeza, Charl-chan. - Levy fala - Eu e os outros já percebemos isso, sendo igual para Luna-chan, pois, notei o modo como Moshi olha para você.
A exeed fica corada, pois, não havia notado o olhar de Moshi, sendo que achava ele bonito.
Nisso, todas passam a conversar, animadamente, sendo que Yukiko tinha a impressão que ela e as outras queriam perguntar algo a Levy, há alguns minutos atrás;
Porém, não se lembrava o que era, assim como Lisanna e Wendy.
No outro lado da parede de bambu, os outros ouviram a conversa delas com a sua audição apurada e estavam levemente corados.
- Elas estavam preocupadas com isso? - Gajeel pergunta, estarrecido.
- Pelo visto sim. - Gray fala em um suspiro - Ainda bem que esqueceram esse assunto ao se distraírem com outro assunto.
- Concordo. Eu gosto da minha Lis-chan inocente.
- Eu também gosto da Yukiko-chan inocente. - Gray fala, sorrindo - Eu estou aliviado dela ter esquecido esse assunto.
- A Levy achou mesmo que eu me importo com o corpo dela? Eu não me importo. Eu a amo por outros motivos, que não tem nada a ver com o corpo dela. - ele fala corado.
- Eu não me importo com o corpo da Lis-chan. Eu a amo. Amo o sorriso meigo dela, amo o jeitinho que ela inclina a cabeça, amo a animação dela, amo o riso dela e amo os olhos dela, principalmente quando brilham por algo. - ele fala, sorrindo.
- O que me chamou a atenção na Levy foi a inteligência dela, assim como jeitinho que ela senta e o seu entusiasmo frente a algum aprendizado. O sorriso dela é maravilhoso.
Nisso, eles olham para Gray que fala:
- Eu amo o jeito que ela sorri, o olhar dela, a voz doce e o jeitinho fofo dela, assim como os olhos que parecem brilhar quando ela está feliz. Parece que tem pequenas estrelas neles. Eu faço de tudo para que essas estrelas nunca se apaguem, por assim dizer. Se pudesse, a protegeria da tristeza e da dor.
- É impossível no mundo em que vivemos. Infelizmente. - Natsu comenta, chateado.
- Concordo. É muito difícil. - Gajeel fala.
- Pelo menos, posso manter a inocência dela. Eu vou trucidar qualquer um que tente tirar essa inocência. - Gray comenta, seriamente.
- Eu também. Se alguém ousar tirar a inocência da Lis-chan... - Natsu suprime um rosnado de ira ao imaginar alguém tirando a inocência dela.
Por todo o continente, todos os pervertidos sentem um calafrio de medo, sendo que não compreendem de onde vinha. Só sabiam que sentiam esse medo intenso por alguns minutos, para depois a sensação desaparecer.
Então, Happy e Natsuko entram na fonte termal com toalhas envolvidas na cabeça, sendo que conversavam, animadamente entre si, para depois começarem a conversar com eles.
Após algumas horas, todos saem, sendo que para desanimo de Yukiko, Gray dormiria em outro quarto com os demais rapazes e ela, com as suas amigas.
Afinal, ela estava acostumada a dormir junto dele.
Já, Lisanna, também estava chateada, pois, queria dormir próximo de Natsu, como sempre faziam, desde criança, sendo que Wendy, ao seu lado, estava chateada por não poder ver o seu amado Kibaryuu, antes de dormir.
Todas elas não compreendiam o motivo de precisarem dormir em quartos separados, sendo que antes de irem a Fairy Tail, todos dormiam juntos um dos outros.
Há vários quilômetros dali, no dia seguinte, bem cedo, em Magnólia, mais precisamente na Fairy tail, Hinya se preparava para abrir a guilda, já que o mestre da guilda ainda estava ausente na reunião, quando passa no pequeno jardim próximo da entrada e avista os corpos de cinco magos, identificando como sendo os de Jet, Droy, Wakaba, Macao e Alzak com vários ferimentos e enquanto chamava os outros, sendo que alguns já haviam chegado ao local, Alzak acorda levemente e murmura com Hinya correndo até ele:
- A Phantom Lord nos atacou.
- A guilda Phantom Lord? – ela pergunta, estarrecida.
- Sim.
Nisso, ele volta a ficar inconsciente.
Os outros magos chegam e os carregam, visando colocá-los na enfermaria da Fairy Tail, quando eles olham a guilda destruída por vários ataques e o símbolo da Phantom lord cravada na mesma.
- Precisamos contatar o mestre! – um deles exclama.
- Vamos entrar e eu vou contatá-lo. Ele esta na reunião dos mestres. - Hinya fala, preocupada.
Os dragões chegam e observam que tudo está destruído, sendo que notam que os humanos estão apavorados.
Ao entrarem, eles vão até o subsolo com os outros, sendo que Hinya usava uma lacrima para conversar com o mestre e após falar com a recepcionista do local onde eles estavam ela traz Makarov, que pergunta:
- Bom dia, Hinya-chan. – nisso, percebe o local em que ela está – Por que está no subsolo da guilda?
- A guilda Phantom Lord nos atacou.
O mestre deles fica em choque, compreendendo naquele instante que o José que avistou era apenas uma projeção astral, pelo que desconfiava.
Torcendo os punhos com ira, ele fala, seriamente:
- Não façam nada. Eu estou voltando. Me esperem.
Nisso, ele desliga o lacrima, conforme caminhava até o salão e ao usar uma magia concentrada e poderosa, abruptamente, surpreendendo todos os demais, com muitos atordoados com o ato inesperado do mestre da Fairy tail.
A magia faz surgir vários circulos mágicos que depois convergem em um único, sendo que José desaparece, assim como os círculos mágicos brilham. Após ele desaparecer, os círculos ficam prateados e desaparecem.
Todos os mestres identificaram a magia, que permitia revelar se a pessoa era real ou não. Era uma magia avançada, que requeria muita magia e cuja execução era difícil. Poucos haviam dominado tal magia, que normalmente eram usadas por alguns magos santos.
Frente à revelação de que José enviou uma projeção astral a reunião, todos ficam chocados, para depois tentarem compreender o que ocorria, sendo que Makarov fala, vestindo o seu casaco:
- Preciso ir para a minha guilda. A Phanton Lord está atacando ela.
- É impossível eles estarem atacando. Temos o tratado. - um mestre fala, rapidamente.
- Vimos uma projeção astral, sendo que pelas regras, o verdadeiro tinha que estar aqui. Cinco magos da minha família foram atacados pela Phanton Lord e antes que argumentem que eu não tenho como saber, um deles, confirmou, antes de ficar inconsciente, quem os atacou, pois, com certeza olhou para o símbolo da guilda dele e a Phanton Lord deixou o símbolo de sua guilda na destruição da minha, assim como neles.
Os outros ficam em silêncio, enquanto observavam ele se arrumando para partir.
- Em caso de emergência para com a sua guilda, o mestre pode sair da reunião. Eu estou invocando esse direito, agora.
Então, sem falar mais nada, ele se retira, sendo que Bobo, o mestre da guilda Blue Pégasus e o mestre da guilda Quatro Céberus, amigos de Makarov e ex-membros da Fairy Tail, ficam preocupados com o estado da guilda, enquanto temiam o pior.
Há vários quilômetros dali, em Magnólia, mais precisamente no subsolo da guilda, Hynia fala:
- Ele já está vindo.
Nisso, todos respiram aliviados, até que escutam uma voz conhecida no salão da guilda, em cima deles e que emitia exasperação em sua voz:
- O que aconteceu aqui?!
Eles sobem e muitos ficam aliviados ao verem Gildartz e Cana, observando, atônitos, a destruição a sua volta, sendo que graças a filha, o mago nunca mais destruía nada com a sua magia de destruição, sem querer, pois, ela ficava de olho nele.
- A guilda foi atacada pela Phantom Lord.
- Aqueles bastardos. – Cana fala, irada, torcendo os punhos.
- Até que os desgraçados demoraram em atacar, considerando o fato de que, segundo os rumores, essa guilda foi criada para derrotar a Fairy tail já que o fundador da Phanton Lord era o mestre da extinta guilda Blue Skull. - Gildarts fala irado, torcendo os punhos.
- E são tão covardes, tou-san, que esperaram o mestre estar fora da guilda para nos atacar. - Cana fala irada, enquanto torcia os punhos.
- O mestre mandou não fazermos nada, já que ele está chegando. – Hinya fala.
- Então, não vamos fazer nada. - Gildartz fala, seriamente.
Os dragões se reuniram em um grupo, sendo que o rei dos dragões de fogo fala, seriamente:
- Com certeza, Makarov vai querer tomar alguma atitude quando retornar.
- Se eles atacarem a guilda, vamos revidar. Simples assim. - Hanashi comenta, casualmente.
Metalicana se aproxima de Grandenee e pergunta:
- Você não vai curar aqueles bastardos, né?
- Não. – ela fala, sorrindo, sendo compartilhado pela outra dragoa.
- Devemos ajuda-los, caso eles não consigam lidar com essa guilda – Raifu comenta – Makarov está nos ajudando, muito.
- Concordo. – Kibaryuu fala.
- Primeiro, deixaremos que os humanos tentem resolver por si mesmos. Só vamos intervir se tiverem alguma dificuldade. – Eichiteki sentencia, sendo que os dragões concordam com a cabeça.
- É uma pena que nossas crias não voltaram, ainda. Poderia ser um treinamento adicional. – Ryuuzaki comenta.
Eles conversavam em um tom inaudível a um humano, mas, não para dragões e qualquer outro ser com audição apurada.
Afinal, com exceção de Makarov, mais ninguém deveria saber que existiam dragões entre eles com formas humanas.
Longe dali, na guilda Phanton Lord, José comenta para si mesmo:
- Essas fadas devem estar aterrorizadas. Não vieram até nós e acho que não irão vir. Está na hora de varrer a Fairy Tail da existência.
Nisso, ele gargalha malignamente, para depois ir ao salão da sua guilda, falando:
- Vamos atacar a Fairy Tail!
Nisso, os magos comemoram e Jose ativa o modo robô, transformando a guilda em uma fortaleza móvel.
Longe dali, na guilda da Fairy Tail, após algum tempo, um deles grita, apontando para frente e todos passam a olhar para onde ele apontava, sendo que um deles exclama estarrecido:
- Uma guilda está se movendo!
Então, enquanto se aproximam dos demais, Gildartz e Cana observavam a cena, sendo que escutam uma voz, com todos percebendo naquele instante que eles não sabiam que Yukino estava ausente:
- Entreguem Yukino e a sua mãe para nós!
- Nós nunca venderemos um amigo! Somos uma família! – Cana exclama.
- Isso mesmo, filha. - Gildartz fala orgulhosamente ao olhar para a sua filha.
- Não acha que devíamos rever a decisão? Olha o robô dele. – Romeu fala apavorado, enquanto olhava a guilda móvel da Phanton Lord – Elas não são nada. Chegaram a pouco tempo. Podem ser dadas, tranquilamente.
Então, ele urina de medo, quando Cana o atinge com a sua magia opressora na forma de intenção assassina e o garota acaba defecando também, sendo que as pessoas riam dele, enquanto se afastava correndo dali.
- Fez bem, filha. Aquele que ousa comentar que devemos vender um membro da nossa família é indigno de ter a marca da guilda. Sempre seremos uma família, como era o desejo da Primeira mestra, Mavis Vermillion e devemos honrar esse desejo, assim como devemos acolher todos que procuram a guilda. – Gildartz fala.
- Sim.
Nisso, a voz de José é ouvida:
- Então, tomaram a sua decisão?
Nisso, todos os outros magos se recusam a entregar a mãe de Yukino e a mesma.
- Que seja... – fala com um sorriso maligno nos lábios -Cavaram a sua sepultura. Mahou Shuusoku Ho: Jupitaa (魔法 集束 砲 ジ ュ ピ タ - Canhão de Magia Convergente: Júpiter). Preparar.
