Capitulo quatro:
Conhecendo-nos um pouco mais
Após assegurar a seus amigos que suas férias foram o mais tediosas possíveis, Harry os convenceu de se retirar a descansar. Ron e Hermione aceitaram, após tudo agora a castanha devia cuidar sua saúde melhor que nunca, no entanto, Harry se cansou de esperar a Ron para subir juntos ao dormitório, os dois apaixonados se resistiam a se despedir e permaneciam beijando-se ao pé das escadas das habitações das garotas.
O atraso de Ron ajudou, pois Harry lembrou-se das cartas e rapidamente apressou-se a sacar de seu esconderijo pondo-as todas em um montinho atado com um cordel.
Dessa forma, quando entrou Ronald ao dormitório fingiu atirar outro sobre ao bote do lixo.
— São nossas cartas? —perguntou olhando o pacote de sobres sobre a cama de Harry.
— Sim, acabam de chegar, vinham com uma desculpa de Dumbledore pelo atraso, parece que todas chegaram diretamente a seu despacho por algum erro e como não estava não pôde mais entregar até hoje.
— Bom, isso explica tudo. —aceitou Ronald sem deter-se a pensar em se o pretexto era congruente ou não, nesses momentos ainda seguia flutuando entre nuvens.
— Dorme já, ficarei um momento mais as lendo.
— De acordo, que descanse.
Harry sorriu enquanto via a Ron colocar-se seu pijama e ficar dormido quase ao instante de pôr sua cabeça na almofada. Agradecia ao céu que Ronald não fosse tão insistente e metódico como Hermione ou tivessem tido muitas mais perguntas.
Correu as cortinas de sua cama para poder ler sem importunar com a luz a seus demais parceiros.
Ainda que em nenhuma das cartas mencionava a gravidez de Hermione, Harry tinha a impressão de que até a letra lhes tinha mudado, talvez estavam muito emocionados e isso os incentivava a melhorar sua caligrafia, mas até nessas linhas com notícias sem importância conseguia perceber que a vida de seus dois melhores amigos era incrível.
Ao terminar de ler, se recostou sobre a cama, mas não tinha sono ainda e sua mente viajou às masmorras. Sentia desejos de estar com Severus, de beija-lo até cansar-se e depois dormir em seus braços. No entanto, tinha-se que conformar com abraçar a seu travesseiro, essa fria almofada que já tinha perdido seu cheiro a ele.
Odiou aos elfos e sua mania de mudar as mantas todos os dias.
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Ao dia seguinte as classes resultaram muito tediosas para Harry, sobretudo porque não tocava Poções e suas possibilidades de ver a Severus eram escassas. E assim foi, mal atingiu a ver por um segundo ao dar volta a um corredor quando se dirigia a sua classe de Encantamentos, Snape caminhava pressuroso para o despacho de Dumbledore e nem sequer volteou ao olhar.
No entanto, durante o jantar teve sua maior oportunidade, Severus tinha que estar presente e Harry sabia porque. Dumbledore aproveitaria que a maioria dos alunos estariam aí e era o momento preciso para anunciar o casamento de Ron e Hermione, pois ainda que eles tivessem preferido uma cerimônia discreta, não seria muito educado a realizar em Hogwarts e impedir que estivessem apresentes quem quisessem.
Por esse motivo esperaram até que o comedor estivesse cheio, e ainda que os alunos se perguntavam o porque da tardança em servir os alimentos, esperaram ansiosos e em silêncio a que algo explicasse o que passava.
A mesa dos Professores estava completa, até Sybil tinha decidido baixar e compartilhar a alegria da notícia com seus demais parceiros.
Mas os olhos de Harry estavam fixos em uma solitária figura do rincão. Severus, como sempre, permanecia indiferente ao que passava a seu ao redor quando de questões sociais se tratasse.
A Harry parecia-lhe que tinham passado anos desde a última vez que escutasse sua voz ou sentisse suas mãos fazendo maravilhas em seu corpo. Foi inevitável não suspirar melancólico, lhe desesperava nem sequer saber quando voltariam a se encontrar.
— Estou muito nervosa. —confessou Hermione a seu lado.
Harry respondeu-lhe com um sorriso, compreendia a ansiedade que devia sentir sua melhor amiga, ainda que Ron também não parecia o estar desfrutando muito, seu rosto luzia mais pálido do que tinha estado nunca.
Dumbledore arribou ao Comedor nesses momentos e dirigindo à mesa Gryffindor convidou ao par de jovens para que lhe acompanhassem até o estrado maior.
Harry viu-lhes desde seu lugar, e alegrou-se ao notar que seus amigos se relaxavam conforme Dumbledore lhes comunicava a feliz notícia a seus demais parceiros. A alegria que Ron e Hermione sentiam tinha que ser maior que seu nervosismo, e quando o colégio escutou sobre o casamento se deixaram escapar múltiplos gritos e aplausos de emoção, todos eles sabiam de sua relação e até teve quem tinham apostado que se casariam dantes de que terminassem o colégio.
Ron e Hermione sorriam felizes, seus colegas esqueceram-se do jantar para correr a abraçá-los. Membros de todas as casas, incluindo Slytherin se aproximaram a lhes manifestar seus bons desejos. Só teve um aluno que não somente não se acercou senão que saiu do comedor açoitando a porta. Harry viu, mas não lhe prestou importância, era de se esperar.
Quis pôr-se de pé para ir abraçar a seus amigos apesar de já os ter felicitado com antecipação, mas ao o fazer uma jarra de leite se esparramou sobre a mesa e isso desatou uma série de copos avariados, pratos que caíram ao chão, e inclusive toalhas de mesa se rasgando.
Harry viu-o tudo sem dar crédito, não tinha ninguém mais a seu ao redor, pois todos se encontravam felicitando a Hermione e Ron. O ruído foi tão chamativo que se fez um pesado silêncio no comedor.
— Está bem, Senhor Potter? —perguntou Dumbledore caminhando para ele.
— Eu… acho que sim.
— É incrível que ainda na celebração de seus amigos seja capaz de fazer todo o possível por ser o centro de atenção. —sibilou Severus mordazmente.
O garoto franziu o cenho, ele não tinha feito nada, nem sequer entendia ainda como se tinha produzido tanto desastre em tão pouco tempo. Dumbledore sacou sua varinha e conseguiu consertar tudo em um par de segundos fazendo que a mesa voltasse a ficar impecável.
— Bem, aqui não tem passado nada, voltemos ao que estávamos. —sugeriu o Diretor com seu afável sorriso.
Severus aproveitou que estava bem perto de Harry e que todos os demais evitavam lhe olhar para se inclinar dissimuladamente para ele.
— Tenho tempo agora, por se te interessa.
O Professor não esperou resposta, saiu do salão com esse ar depreciativo que costumava. Harry não pôde evitar seguir com a mirada, sentia sua entreperna palpitando-lhe acalorada, a voz de Snape tão cerca de seu ouvido era singelamente irresistível.
Volteou a olhar a seus amigos, eles continuavam recebendo felicitações, era seu grande dia e quiçá era seu dever estar a seu lado. Mas depois voltou a olhar à porta e o silencioso chamado de Snape parecia mais forte que qualquer racionamento.
Não pôde mais, saiu quase correndo do comedor enquanto agradecia profundamente que nesse momento ninguém lhe prestasse atenção. Baixou apressado pelas escadas, não levava sua capa de invisibilidade e devia tomar precauções de não ser visto, mas era demasiada sua ansiedade que mal sim punha atenção.
No entanto, a sorte estava de seu lado. Conseguiu chegar até as masmorras sem ter nenhum encontro desafortunado.
— Deixa-me entrar. —disse-lhe a Salazar Slytherin assim que esteve em frente a seu retrato.
— Diga-me a contrassenha. —lhe desafiou o homem com o queixo em alto.
— Snape ordenou-te que não me pedisses!... Deixa-me entrar.
— As indicações do Professor Snape… —respondeu enfatizando o título de quem custodiava—… foram que te permitisse a entrada durante as férias, mas têm terminado. Diga-me a contrassenha.
— Foda-se!
— Erro, contrassenha equivocada.
Harry grunhiu ante o satisfeito sorriso de Slytherin. Agora não tinha ideia de como entrar, e precisava o fazer com urgência, entre mais se imaginava a Snape aí dentro mais duro se punha.
Mas a sorte seguia sem abandonar lhe. O retrato abriu-se e Severus apareceu na ombreira, de um só movimento sujeitou a Harry da gravata de seu uniforme fazendo-lhe entrar de imediato.
— Que tanto esperava? —perguntou já começando a lhe despir e beija-lo desesperado.
Harry arquejou feliz enquanto ajudava a despojar de sua roupa e fazia o mesmo com a de seu professor.
— Esse estúpido Slytherin não me deixava passar… acho que deve de estar apaixonado de ti ou algo assim. —grunhiu contrariado.
Snape deixou de beija-lo para chamar ao quadro de Slytherin, este apareceu de imediato olhando a Harry com profundo desprezo.
— Harry Potter tem a entrada livre a meus aposentos. —ordenou-lhe Severus. — Se volta a fazê-lo esperar troco seu retrato aos escritórios de Dumbledore.
— Esse é o respeito que guarda a sua casa, Snape?
— Respeito a minha casa como a minha honra, mas você respeitará a Potter, memoriza-lo!
Harry não pôde conter um grande sorriso de triunfo sobre Salazar Slytherin quem terminou por assentir às indicações de Severus.
Assim que o homem do retrato afastou-se, Snape voltou a devorar a Harry a beijos, ficava tarde para levar à cama e voltar a saborear sua doce pele em seus lábios.
O garoto aceitou encantado os beijos enquanto era conduzido para o interior do quarto.
— Confia nele? —perguntou referindo ao fundador da casa das serpentes.
— Mhhhh?
— Não acha que vá com o dispositivo sobre o que fazemos aqui?
— Despreocupa-te. —disse sem deixar de lamber o branco pescoço de seu aluno. — Não o tome pessoal, nem sequer sabe quem é em realidade, eu posso te assegurar que não trairá os segredos que ele mesmo resguarda.
— E se...?
Severus apartou-se supondo que Harry estava fazendo demasiadas perguntas desnecessárias, e ele não tinha muita paciência para isso nesse preciso momento.
— Tens vindo a conversar ou a que fodemos? —perguntou com ansiedade.
— A transar por suposto. —disse com um sorriso.
Harry saltou aos braços de Snape enredando suas pernas na cintura de seu professor e voltando a apoderar de sua boca. Em realidade também não tinha muitos desejos de perder tempo falando de Salazar, sobretudo quando já morria de vontades de sentir essa grande e turgente pênis lhe penetrando desapiedadamente.
Mais comprazido com essa atitude, Severus tombou a Harry sobre a cama caindo sobre ele. Já não teve mais palavras, só gemidos e arquejos a cada vez mais fortes.
Uns minutos depois, Harry exalava satisfeito pelo grande prazer que lhe proporcionava abrir suas pernas para Snape, lhe permitindo entrar em seu corpo e satisfazer seu luxuria em seu interior. Tinha-se dado conta que desfrutava tanto da sensação de ter um pênis golpeando furioso seu próstata como da sublime expressão do Professor a cada vez que o fazia, até que por fim lhe molhava até o último rincão.
Quando Severus saiu de Harry, buscou seus lábios para beijar-lhe brevemente e em seguida recostar-se a seu lado. De imediato o garoto se aconchegou contra seu corpo como um gatinho buscando o calor de seu amo. Snape suspirou correspondendo ao abraço, ainda lhe parecia estranho ter essas classes de demonstrações de afeto após o sexo, mas apesar do sentimental que poderia ser, também eram prazerosas e não renunciaria a elas.
Não soube quanto tempo passaram assim, mas ao sentir que a respiração de Harry se voltava suave e compassada, lhe revolvia cuidadosamente seu cabelo.
— Potter, não se durma, tem que voltar a sua Torre.
— Eu sei. —murmurou sonolento. — Só mais cinco minutos, sua cama é mais cômoda que a minha.
— Duvido, a noite que dormi aí comprovei o contrário.
— Nossa primeira noite juntos. —suspirou sorrindo, o sono começava a desvanecer-se ante as lembranças.
— Ainda me custa achar que tenha sucedido, em verdade que a vida dá muitas voltas.
Harry acomodou-se apoiando seu queixo no peito de Severus enquanto olhava-lhe e enredava seus dedos nos longos cabelos escuros.
— Posso fazer-te uma pergunta pessoal?
— Contanto que não se faça costume, de acordo, por desta vez não há problema.
— Porque nunca se casou?
— Em realidade não tenho uma resposta para isso. —disse com seriedade. — Talvez não tenha tido tempo para pensar nessas coisas, ou quiçá não me interessou demasiado… mas o mais provável é que fosse porque nunca teve ninguém que me quisesse em sua vida permanentemente, nem eu a ninguém.
— E não se arrepende?
Severus olhou a Harry por um par de segundos antes de responder com toda convicção.
— Para nada. Estou muito bem assim.
— Mas quiçá também teria gostado de ter uma família. Eu me imagino que a sua idade terei uma, com tudo e filhos. —comentou ilusionado.
— Ah, agora entendo. —suspirou sorridente. — Tudo é pelo de seus amigos verdade?
— Pode ser, vejo-os e penso que gostaria de saber o que se sente se comprometer e estar a ponto de ter bebês.
— Isso quer dizer que já tens posto o olhar em alguma garota em especial?
Harry riu negando-o, alongou-se um pouco para atingir os lábios de Severus beijando-lhe carinhoso.
— Talvez não te deste conta que gosto dos homens? Se faço uma família será com um.
— Bom, com toda segurança encontrará alguém disposto a se casar contigo.
— Sim, isso espero, ainda que para ser sincero, não posso imaginar na cama com ninguém mais. Não sei, talvez é porque ninguém do colégio gosto mais que de você.
— Em verdade gosta? —perguntou incrédulo.
— Muito, e sinceramente acho que não há melhor amante no mundo.
— Isso quer dizer que seguirá frequentando minha cama ainda quando se tenha enlaçado a outro?
— Mas claro que sim! —afirmou categórico. — De qualquer maneira, meus planos são a muito longo prazo, não tenho o dom de Hermione para comer livros, e não creio estar preparado para cuidar de um bebê.
— Bem, só te peço algo: se quer bebês engravide a ele, gosto de seu corpo tal como está.
Harry respondeu com um sorriso sem afirmar ou negar nada, Severus nesse momento lhe acariciava o quadril manifestando a veracidade de suas palavras, mas para Harry significou algo mais que sexo. Não pôde evitar ilusionar-se com que essa mão estivesse acariciando um ventre grávido, ainda que sabia que Severus não era uma opção viável, nunca o aceitaria, nem ele se atreveria a lhe o pedir, tinha que admitir que Severus Snape não tinha finta de pai de família, o qual era uma verdadeira lástima… porque para ele, seu professor era o primeiro e o único na lista.
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Essa noite Severus ofereceu-se a acompanhá-lo de regresso à torre de Gryffindor. Harry surpreendeu-se pela inesperada conduta, mas nunca se negaria. Era uma agradável mudança à rotina de despedir na cama.
Ao sair do dormitório de Snape despediu-se de Salazar Slytherin com um grande sorriso enquanto exclamava um alegre "Até manhã". Desfrutou enormemente da faísca de ciúmes que o homem não podia dissimular.
Muito a seu pesar, Severus encontrava quase divertida aquela situação, e até atreveu-se a desafiar ao Fundador de sua casa fazendo-lhe ver como caminhava com seu braço rodeando a cintura de seu aluno.
O caminho a sua Torre Harry sentiu-o bem mais curto do habitual, dava a aparência de não ter ninguém no castelo, os corredores escuros e vazios eram a ocasião propícia para não se preocupar demasiado de ser descobertos juntos. Era uma noite fria e parecia que nenhum aluno tinha desejos de se expor a um forte resfriado.
Mas para Harry não tinha lugar mais cálido que os braços de Snape, por isso lhe custou um grande esforço ter que se separar quando finalmente chegaram a seu destino.
— Bem, temos chegado a salvo a tua Torre. —murmurou Snape olhando o retrato da Dama Gorda. — Lástima.
— Lástima?
— Bem, tinha a esperança de que Filch se aparecesse e fingir que te encontrava infraganti maroteando por aí… bom pretexto para um castigo não cries?
— Malvado, terminará arruinando minha reputação, —riu sem poder evitá-lo, sobretudo após o incidente do salão.
— Não precisa ajuda para isso, Potter.
— Temo-me que não posso o debater. Bom, e quando podemos nos ver outra vez?
— Tenho muitas ocupações com o reinicio de classes, acho que não poderá ser até o fim de semana. —disse lamentando-o sinceramente.
— Mas no sábado é o casamento de Ron e Hermione.
— Verdade, esqueci-o.
Ambos guardaram silêncio um momento. Não achavam que fosse tão complicado se ver sem acordar suspeitas, e agora com o casamento de seus melhores amigos, Harry não podia os deixar sozinhos, e não tinha ideia de como seria sua vida após isso, provavelmente se concentrariam neles lhe dando mais liberdade, mas quiçá fosse todo o contrário.
Respirou fundo, ainda que tivesse que se disfarçar para escapar, não ia renunciar a seu tempo com Severus, e sorriu voltando a pendurar de seu pescoço.
— Que te parece se te vejo após o casamento?
— Não será muito tarde para ti? Eles quererão ficar a brindar, estarão aqui os Weasley e os Granger.
— Sim, mas depois quererão iniciar sua lua de mel e eu me encarrego de lhe os recordar… me esperaria?
— Eu tentarei, mas não se preocupe se não pode desfazer do compromisso, já terá mais oportunidades depois.
Harry notou que Snape luzia um pouco contrariado, quis lhe tirar o mau momento com um beijo e por fortuna o Professor não se negou sem importar estar no meio do corredor em frente à sala comum de Gryffindor.
Ao separar-se ambos se sorriram, era hora de se despedir, mas era bem mais difícil o fazer agora que tinham comprovado o complicado de se reunir já que as férias se terminavam. Ficaram abraçados um longo tempo, com os olhos fechados e desfrutando daquele suave contato que apagava de seu passado qualquer sentimento de solidão.
O eco de uns passos rompeu o encanto que tivesse podido durar toda a noite sem que eles se dessem conta. Harry aproximou-se à escada, mas só viu a Filch uns andares mais abaixo se dirigindo para o lobby, respirou fundo comprovando que ninguém lhes tinha visto.
— Tudo está em ordem, podes te ir.
— Complica minha vida, Harry Potter. —caçoou Snape fazendo-lhe uma senha para que entrasse, o garoto lhe sorriu divertido.
Harry ia pronunciar a contrassenha quando Severus voltou ao chamar.
— Sucede algo? —perguntou-lhe intrigado.
Severus abriu os lábios com a intenção de falar, mas ao final arrependeu-se, e simplesmente sorriu de uma forma que a Harry lhe pareceu quase assustador.
— Nada, Potter. —respondeu, sua mirada brilhou com malícia. — Entra já, e depois me contará como te foi.
"Como me foi?" Perguntou-se Harry sem compreender, mas já era demasiado tarde para interrogar a Snape ao respeito da intenção de suas palavras. O homem afastava-se já.
Harry não podia ver que Severus sorria muito comprazido.
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Nota tradutor:
Vejo vocês no próximo capitulo.
Espera que tenham gostado desse capitulo...
Vejo vocês nos reviews
Ate breve
Fui…
