A semana passava lentamente, ao parecer de Naomi. E ela estava gostando daquela estadia na casa do seu amigo – embora não quisesse abusar do todo aquele conforto e privilégio. Fixou em sua mente que seria apenas uma semana e brigaria com ele, se fosse preciso, insistisse em morar com ele.

No local de trabalho, já haviam rumores que ela e Don eram possíveis namorados. Naomi sempre ouvia (ou tinha impressão) cochichos quando estava próxima de algum colega de trabalho, inclusive da sua amiga mais próxima. Isso a incomodava, mas procurava não focar nisso. Não que fosse tentador aceitar a velha proposta de Don, mas Hisoka não saía de sua mente por nada. Era como se ele impedisse a moça de continuar sua vida amorosa normalmente. Naomi amaldiçoava sempre quando ele vinha em sua mente. Acreditava que as colegas lhe achassem uma louca, por perder a oportunidade de namorar um homem que ostentava riqueza e sucesso na vida – a própria achava-se uma louca! Mas ela não sabia mentir para seu coração. Sabia que não teria sossego se aceitasse. Incrível como um homem que nem deve se lembrar dela a faz fiel de tão longe…

No fim do expediente, Don a convidou para uma noitada em uma das mais luxuosas boates de York Shin. Sem ter pisado antes em uma, Naomi aproveitou a oportunidade de conhecer uma. E essa tinha um excelente ambiente, tipicamente frequentada por gente rica e poderosa, pessoas como Don. Pessoas de todos os estilos e tipos estavam dançando, conversando, flertando, se prostituindo e drogando. Também era um lugar onde acontecia certos atos considerados sujos pela sociedade. Esse clima de "marginalidade" acontecia pelos cantos da boate. No centro, a certinha e falsa sociedade se divertia depois de um dia de trabalho ou de uma faculdade.

– Parece que nunca esteve antes em uma, não?

– Realmente não, Don… hein? Fala um pouco mais alto, não consigo te escutar direito!

– Aqui não é das melhores casas noturnas… mas ocorre as melhores situações! Você tem que conhecer aqui! – disse ele, puxando-a para fora do meio "marginalizado". Mas Naomi já havia percebido um jovem casal gay, em um dos cantos escuro, compartilhando drogas entre si enquanto trocavam carícias. Também viu um outro casal, heterossexual, fazendo coisas indecentes; o tal homem estava encostado à parede enquanto seu pênis estava sendo sugado com certa rapidez por uma (notavelmente) prostituta de vestido preto extremamente curto e cheio de partes cortadas, e de cabelos de um tom grosseiramente roxo.

Don sentou-se em uma mesa, chamando um garçom que veio logo.

– Hoje você bebe comigo, sim?

– Ah… está bem. Mas não vou abusar, tenho estômago fraco, está bem? – Naomi deu uma desculpa esfarrapada em relação ao estômago; nem de longe, queria ficar bêbada naquele lugar.

– Certo, Naomizinha.

Ambos bebiam quando começou a tocar uma música que chamou a atenção de Naomi. Ele gostava dessa música que o DJ tinha acabado de colocar. A batida era melhor ainda dentro daquele lugar.

– Que houve? Está olhando para a pista… quer dançar um pouco?

– Ah.. er, bem… claro, por que não?

Naomi não apreciava dançar em festas e outras ocasiões, mas a ideia de ir dançar poderia encurtar o tempo de bebedeira de ambos, então foi uma ótima ideia ir dançar com Don. Sabia que pagaria um mico, pois era péssima dançarina. Mas a ocasião pela qual fazia isso era precisa.

– Hehehehe, também não sei dançar direito! – Don observava o jeito tímido e meio desengonçado dela dançar.

– … quer desistir?

– Lógico que não! Vamos aprender a dançar juntos agora mesmo, hehe…

Passaram bons minutos (tentando) dançar decentemente na pista. Pessoas por perto tiveram a atenção atraída por eles. Um casal bem-vestido e que tentava dançar normalmente. A beleza jovem e atraente de Naomi. A beleza madura e imponente de Don. Alguns achavam que eram um rico casal se divertindo normalmente em uma pista de dança; outros achavam que ela era uma típica prostituta de luxo e ele o cafetão. Os que maldosamente julgavam os dois olhavam com certo desdém. Don foi o primeiro a perceber isso, encarando discretamente e om raiva que fizesse isso, com cuidado para Naomi não perceber.

– Naomi, vamos descansar um pouco?

– Já? Não tem nem uma hora que estamos dançando!

– Depois voltamos para a pista… sinto sede.

Ele queria sair daquele clima. Sem protestar, Naomi acompanhou até a mesa onde estavam. De repente, a vontade de explorar aquela boate era grande. Na energia dos seus vinte e um anos, Naomi se encantava secretamente com a junção do sujo e do politicamente correto. Eram assim as boates em geral? - pensava a morena. Parecia que as experiências que viveu envolvendo perigo e sexo lhe haviam despertado essa estranha sensação de prazer.

Novamente, os olhos de Naomi viram aquele casal hétero. O homem de terno chique e de paletó aberto, revelando a blusa também aberta e parte do peitoral pálido, simplesmente agarrou o cabelo da prostituta que lhe fazia sexo oral e puxou-lhe a cabeça. Ele enfiou o pau meio duro de volta em suas calças e tirou algo do bolso, provavelmente o dinheiro para pagá-la, e colocou na boca aberta da outra, que parecia curtir pegar o dinheiro daquela forma.

– Aqui… acontece de tudo. Espero que isso não tenha chocado… – disse Don, ao pé do ouvido da outra, que ficou meio desconsertada ao ser flagrada pelo loiro.

– Ah… não… não se preocupe… uma hora eu teria que ver essas coisas na vida… – disse como se nunca na vida tivesse visto cenas similares àquela.

– Sei…

– Quer dar uma volta por aí?

– Claro, vamos!

Ambos se levantaram, sem Don esquecer de colocar a gorjeta embaixo do copo de bebida.

– Vamos andar por aqui dentro da boate?

– Você quer? Por mim, tudo bem.

– Queria conhecer melhor aqui…

– … quer mesmo? – Don lhe mostrou um sorriso maroto.

– ...ué, por que não? – Naomi mostrou-se indiferente diante daquele ar de sapeca do loiro.

E assim, Don entendeu um pouco dessa curiosidade. Ambos passaram justamente pelos cantos da boate.

– Talvez você vai se impressionar com essa área exclusiva daqui… – ele apontou uma passagem coberta por felpudas cortinas vermelhas.

– Vamos ver?

– Claro…

Por trás daquelas cortinhas havia a área privada adulta. Um típico suing. A visão do inferno de luxúrias. Naomi não sabia que reação deveria ter naquele momento, apenas sorriu de um jeito de quem estava incrédulo.

– Arrisca conhecer aqui? – perguntou Don.

– Sim…

– Então vamos…

Pessoas vestindo-se da mais insinuante forma, strippers, mais prostitutas procurando e entretendo clientes, casais de diversos tipos, gêneros e idades divertindo-se com exibições de sexo ao vivo. Don levou Naomi até uma área onde ocorria dessas exibições que eram tão apreciadas pelo pessoal ali.

Sexo a três. Três "dançarinos" começavam a exibição deles. Dois homens e uma mulher. Um dos homens tinha cabelos longos e loiros, de porte físico magro e musculoso, enquanto o outro tinha cabelos médios e pretos e era fisicamente maior que o outro, tanto em massa muscular como em altura. A mulher tinha cabelos de uma forte e falsa cor vermelha, com um corpo cheio de curvas exageradas que a fazia ainda mais voluptosa. Os três se livravam de suas roupas tipicamente eróticas e tocando-se um ao outro, tateando, moagem, fazendo para fora. O colchão onde os três estavam era iluminado por duas luzes, ambas fracas e de respectivas cores vermelha e branca.

O de cabelos negros deu um puxão nos cabelos lisos e longos da aparentemente falsa ruiva e forçou sua cabeça para baixo contra seu enorme e grosso pênis duro e ereto. Ela ansiosamente começou a chupar vagarosamente, segurando-lhe pelos quadris, mas ele não estava prestando-lhe tanta atenção. Seus olhos estavam fixados nos do loiro, que acariciava seu próprio membro um pouco menor que o do moreno em frente a ele. Depois de alguns golpes rudes, o loiro parecia ter deixado o próprio sexo mais rijo e posicionou-se atrás da mulher que estava de quatro e ainda chupando o outro. Então, o loiro de cabelos longos e levemente ondulados agarrou seus quadris e empurrou nela. Ela soltou um gemido estrangulado quase engoliu todo o pênis do moreno.

Depois de uns segundos assim, o maior decidiu que ele tinha o suficiente da boca da ruiva e retirou sua ereção, deixando-lhe a boca pintada de um vermelho berrante sua abertura molhada da saliva dela e da pré-ejaculação dele. Ela choramingou e tentou agarrar seu pênis, mas o loiro que estava transando com ela se tornava mais rígido, movimentando seus quadris com mais rapides, e com isso ela perdeu o equilíbrio e caiu de cara no colchão. O moreno musculoso posicionou-se atrás do outro homem e, acariciando e abrindo-lhe as nádegas, enfiou seu pênis no ânus, empurrando-o com toda a força, fazendo as suas costas dobrarem ligeiramente. Ele batia e empurrava as nádegas curtas do loiro com suas mãos enormes e, em seguida, empurrava mais para dentro, deixando seu membro encurralado dentro daquele ânus apertado. O loiro gritou alguma coisa e até mesmo a mulher gritou algo mais alto, mas ele não se importava, o moreno de nádegas rijas e roliças estava focado em seu próprio prazer naquela cópula anal.

Ele enterrou a mão nos longos cabelos loiros e puxou sua cabeça para trás, enquanto este acelerava suas estocadas duras na ruiva. O loiro havia gozado primeiro dentro da outra que gozava entre gemidos e palavras baixas, seguidamente do moreno que arrancou gemidos mais comportados do seu receptor. E não parou por aí. Desta vez a ruiva estava no meio, o loiro estava transando com ela por trás, enquanto o moreno transava pela frente. Ela era apenas uma bagunça tremendo entre seus másculos corpos rígidos, os dois homens trocavam faíscas de luxúria e desejo, selando com um beijo descarado, um quase comendo a boca do outro. Esta posição fez os três delirarem com tesão, corpos se roçando uns nos outros durante aquela dupla penetração.

Naomi assistia fixadamente aquela cena, assim com Don e uns outros. Em sua mente, vinha o passado. Lembrou-se quando Kuroro havia abusado dela com o auxílio do Hisoka. Mas aquela cena ao vivo e suas lembranças lhe faziam excitada ali mesmo. Quase fechava os olhos em um pequeno frenesi, mas mantinha-se concentrada naquela cena com os três se copulando.

Depois que ambos satisfaziam com estocadas rápidas e agonizantes no corpo daquela mulher, os dois homens prosseguiram diretamente na segunda rodada. A falsa ruiva parecia ter orgasmos múltiplos, parecia estar possuída, mas ambos os homens não se importavam, desde que se satisfaziam até caírem cansados sobre aquele colchão. E assim fizeram. Ambos retiraram seus respectivos pênis e, após terminarem de gozar na ruiva, começaram a lambê-la toda, entre amassos e mordidas. Naquela área, um leve cheiro de corpos havia tirado Naomi de sua distante lembrança, olhando para Don que estava com os olhos fixados nela, agora.

– Hmm… parece excitada…

– Bem… é uma coisa louca… – Naomi não sabia se justificar diante do flagra dele. Ela demonstrava isso apenas com as feições de seu rosto, sem contar que estava corada também.

– Mas curtiu?

– ...ué, por que não curtiria? – ela tentava dar respostas firmes e maduras, não queria parecer inocente diante dele.

Ele acariciou o contorno da orelha dela, fazendo a outra se arrepiar.

– Quer… brincar um pouquinho? ...sem avançar demais?

Aquilo lhe pareceu tentador. Sentia que a voz rouca e grave do loiro a amenizava em sua são consciência.

– ...bem… – ele nem prosseguiu quando ele pôs seus lábios grudados ao pé do ouvido da jovem, silenciando-a. Queria dizer sim e não. Mas parece que estava fraquejando diante da luxúria que invadia seu corpo.

– …como você é cheirosinha… – ele abraçou a cintura dela.

– Espera… não aqui…

– Hmm… tem outras áreas privadas aqui… te levo lá…

– Vamos fazer isso em casa… por favor...

Ele parou e olhou nos olhos dela. Sorriu e concordou.

– Certo… em casa a gente continua nossa brincadeira… vamos nos inspirar mais um pouco assistindo eles…

Hisoka sabia que ganharia do Gon, mas deu-lhe a oportunidade de lutar com ele apenas para testar sua força. Depois daquela missão cumprida, deixou o garoto e o amigo dele partirem para onde quisesse. Breve, ele também teria que sair dali. Mais uma vez, ficaria de frente com Kuroro. Mais uma vez, perto de uma chance de lutar com ele. Será que daria certo dessa vez?

Resolveu curtir mais uma semana ali, na Torre Celestial. Só não imagina que teria uma distração inimaginável em sua última noite lá.

Era mais uma noite solitário. Sentia falta daquela camareira que apreciava e lhe lembrava a Naomi. E por pensar nela, não é que ela aparecia ali, para lhe fazer os serviços de quarto? Muito bem recebida, Hisoka a deixa entrar e fazer o trabalho dela. Ela parecia diferente como de costume: mais saliente, meio oferecida. Era como se ela estivesse arrastando seus encantos para ele, visto que ele já havia transado com ela uma vez.

Enquanto ele estava na janela fumando um cigarro – costume que havia abandonado e retornado desde que chegou naquela Torre, porém fumava em raras vezes – duas mãozinhas percorreram pelas costas até chegar a altura de suas costelas, perto dos seus mamilos. Surpreso, ele olhou para trás. A fêmea queria a atenção e o toque do macho que julgava ser seu, agora. Sem tirar o cigarro da boca, Hisoka virou-se para ela, pegando-lhe as mãozinhas e pondo-as bem em seu próprio peitoral ainda vestido. Ela levou uma das mãos e tirou-lhe o cigarro da boca gentilmente, apagando no peitoral da janela e deixando-o ali mesmo.

– Não queria parar de fumar agora… – disse Hisoka, arrastando levemente sua voz em um tom sedutor.

– Mas eu quero… – voltou a acariciar seu peitoral – sua atenção para mim nesse momento.

– Quer, é? – ele arrastou-a sutilmente até a cama, deitando-a ali.

– Sim…

Ele tirou apenas a camisa, expondo o mais belo dos peitorais masculinos. Ela desabotoava seu decote, colocando os seios para fora. Ele se posicionou em cima dela, de quatro.

– Gostou da nossa brincadeira daquele dia, não foi?

– Sim… e por isso quero ser sua para sempre… sua única mulher… e é uma ordem.

– Uma ordem? ...

Aquilo não agradava Hisoka, que deixava a outra falar enquanto esta mesma apertava as mamas duras e de bicos eriçados para atiçá-lo.

– Quero ser sua… viver e morrer em seus braços… – ela dizia entre gemidos, contorcendo-se nos lençóis limpos que ela havia arrumado ainda pouco.

– Você disse… morrer também? – ele disse com um sorrisinho dissimulado em seu rosto.

– Aham. – ela concordou, puxando-o por um de seus braços musculosos.

Uma ideia fervilhava na cabeça do ruivo, enquanto ele ia tirando os laços da roupa de camareira dela. Aquela mulherzinha lhe parecia irritantemente atraente naquele momento. Por uns instantes, arrependeu-se de ter um dia comparado sua pequena com aquela oferecida levemente autoritária. Levantou-se da cama e fitou aquele corpo quase nu.

– Hmm… venha logo… – ela suplicava.

Ele foi até a janela e fechou o vidro e as cortinas. A outra na cama sorria cheia de luxúria. Ele voltou para ela, desfazendo-se do resto das roupas. Puxou o corpo dela contra si com certa força e arrancou-lhe o resto de trajes que cobriam sua pele e partes íntimas. Ela ria e contorcia-se nas mãos dele. Irritantemente atraente. Hisoka sentia desejo e ódio naquele momento. Ela puxou-lhe pelos cabelos e beijou-lhe com força. Ele chegou a se desequilibrar-se um pouco diante daquela ação dela, mas tomou suas rédeas em seguida. Ele virou o corpo dela para baixo do seu, e roçava-se totalmente contra ela, que gemia revirando os olhos e assanhando os lençóis. O ruivo marcava aquele corpo com suas unhas e o pescoço com os dentes. Afastou as pernas dela com brutalidade e, sem sequer prepará-la, penetrou-a pelo ânus, fazendo a mulher antes cheia de marra quase gritar por socorro. E ele movia os quadris com força, muita força, fazendo a outra gritar de dor, ao mesmo tempo que seu clitóris ainda reagisse prazeirosamente a cada toque da pélvis dele.

– Ahhhh… para… His…

Ele pegou-a pela gargante e começou a apertar. Aos poucos, pressionando a garganta delgada e comprida da morena. E apertava mais e mais, enquanto saciava seu pênis que pulsava intensamente dentro daquele ânus tão apertado e seco. Aquela carinha quase da cor do vinho… os olhos semicerrados… aquilo agradava o sádico ruivo, que encravava furiosamente seu pênis a ponto de fazer sangrá-la por onde brutalmente penetrava. Cada vez mais ela silenciava, perdendo seu ar. A agonia de ser sufocada já estava tirando a consciência dela.

Ela perdeu a consciência e ele cada vez mais enterrava-se completamente no ânus dela. Sentia-se furioso, frustrado. Queria que ali estivesse Naomi, não aquela mulher. E isso lhe irritava. Excitava. Enlouquecia. Encravou as unhas no pescoço da outra. Um grito de agonia saiu da garganta de sua vítima, que parecia agonizar. O lençol já estava sujo de sangue. Hisoka gemia roucamente, enquanto sacrificava aquela vida em prol de sua frustração e saudade. Tudo que não admitia para si mesmo em relação a Naomi o incomodava. Aquele que antes serviu para afagar seus desejos por sua amada agora saciava sua irritação. Os olhos de sua presa e vítima já estavam esbugalhados. Poucos segundos para morrer em seus braços, como ela mesmo lhe disse poucos minutos atrás. Chegando ao clímax, ele soltou um rugido de prazer, terminando de praticamente triturar o pescoço dela. Abriu os olhos, tudo tinha ficado vermelho. Seu desejo de matar. Fez uma carta aparecer em sua mão. Ainda sem se retirar dentro do ânus daquele corpo, mirou o pescoço dilacerado, todo perfurado apenas pelas unhas longas, duras e afiadas dos seus cinco dedos da mão esquerda. E com a direita, mirou-lhe o pescoço e decapitou-a. Um banho de sangue atingiu seus braços e respingou filetes pelo tronco e rosto. Um sádico sorriso branco apareceu no rosto dele, que acariciava o próprio peito e os mamilos ensanguentados e movia mais um pouco seus quadris, saciando um pouquinho mais seu pênis que estava prestes a gozar pela segunda vez.

Depois de satisfazer-se daquela forma, ficou mais alguns segundos admirando aquele corpo decapitado e levantou-se, tomando uma boa ducha de água fria para acalmar-se e sair daquele lugar sem ser notado. Já era um notório lutador da Torre Celestial, não precisaria começar do primeiro andar se retornasse em outra ocasião. Mas também não se incomodou em deixar o corpo da jovem mulher ali na cama quando foi embora definitivamente.

York Shin o esperava novamente...