– Eu quero aprender o Nen!

– Nem pensar.

– Por que não posso aprender como você?

Naomi quis insistir com Hisoka a vontade de aprender a usar a mesma técnica usada por ele. Compreender também essas habilidades surpreendentes do ruivo. Mas ele sabia que ela ainda não era forte o suficiente para isso.

– É uma questão complicada, Naomi... é preciso uma preparação e determinação muito grande vinda de um corpo. – explicava o outro, sentado confortavelmente em uma cadeira próxima à grande janela da suíte onde estavam.

– Ué, mas estou determinada a aprender!

– ...falta muitas coisas...

– Que coisas? Se falar, vou entender.

– Há uma exigência física e mental o qual te levaria um bom tempo, destacando... anos. Anos e anos para chegar lá.

– Confessa: não quer me envolver em perigos envolvendo isso. – disse a outra, cruzando os braços.

Hisoka a olhou de lado. Por esta razão também ele não ensinaria nada para a morena. Com uma pequena curva sorridente nos lábios, Naomi quis testá-lo. Até que era delicioso conhece-lo dessa forma.

– ...então vou aprender com alguma pessoa que conheça.

– Vai, sai por aí confiando em qualquer um desconhecido! – disse ele, balançando uma carta de baralho na mão. E é a carta do Coringa da Morte.

– Quando me determino a alguma coisa, eu faço.

– Não aprendeu nada com o que vivenciou antes, Naomizinha? – escondeu a risadinha por trás da carta que tampava a boca – ...ah, por que estou me deixando levar por isso? Sei que é esquiva o bastante para sair confiando no primeiro que encontrar.

– Não preciso exatamente pesquisar usando pessoas. Temos a internet, certo?

– Hum... é algo restrito. Mais restrito que imagina, falo das verdadeiras informações acerca do Nen. Até para muitos Hunters... vai por mim. – explicava enquanto olhava para a carta de baralho, brincando de fazê-la sumir e reaparecer na mão direita.

– Mas repensa sobre o que falei, Hisoka... – ela se pôs mais próxima a ele – e veja, também posso usar para me defender, assim te aliviando um pouco em ficar cuidando de mim o tempo todo.

– Mas é aí mesmo que me desanima em te ensinar qualquer coisa em relação a isso. Quero sempre ter que te proteger... – parou de brincar com a carta, fazendo-a desaparecer e se virando para ela – chega de ficar te protegendo à distância.

Com aquela "cartada", Hisoka quis fazê-la amansá-la em sua insistente vontade. Mas foi só um pouco. Sorrindo, Naomi o olhava docemente... mas havia chegado a uma conclusão.

– Eu vou saber o que é Nen. Não precisa ser tão rápido, assim. Esperarei com o tempo.

Ele sorriu dessa vez, enquanto olhava para ela bem nos olhos.

– ...como é teimosa, não é mesmo? – ele a puxou pelo pulso, fazendo-a sentar em suas coxas e ajeitando-a bem pertinho dele – ...isso é tão bom de ser ver! – terminou de falar acariciando-lhe um dos braços.

A outra atreveu a beijar a bochecha de tez lisa e macia, ternamente. Como era bom poder tê-lo junto desse jeito, aquilo ainda parecia aqueles velhos sonhos na época em que o tinha à distância. Voltou a olhar apaixonada para ele.

– Sou sim.

...

– Vamos conhecer esse lugar todo! – disse Hisoka, levando a mulher pela mão por um corredor daquele andar.

– Vai lutar aqui também?

– Você quer?

Naomi parou de andar. Ele olhou para ele.

– Quer ou não quer? Se quiser, aceito.

– ...gostaria.

No fundo, só temia em arriscá-lo demais, mesmo sabendo que ele não era um lutador qualquer ali. Lembrou-se de quando conviveu com ele na época em que esteve raptada pelo Ryodan. Ele sempre passava uma intimidação e frieza. E mesmo assim ainda se sentia atraída por ele. Parece que ele em si era mais forte que o perigo que passava. Havia citado bem no livro que escreveu sobre o próprio rapto.

Nas primeiras lutas que havia assistido do ruivo, Naomi quase dormiu. Nunca imaginou ver lutadores tão fracos, principalmente perante o Hisoka. Por um lado, aliviava-se por não vê-lo arriscar.

Enquanto passava por cada canto daquele andar com Hisoka, foi reconhecida por uma certa pessoa. E esta, distante, ficou surpreso em ver novamente Naomi ao lado de Hisoka. Como um casal qualquer. Talvez, valesse a pena uma reaproximação. Hisoka até gostaria que essa pessoa voltasse a aparecer diante de si.

Ao chegarem perto da área da suíte dos mestres do andar, Naomi avisou Hisoka que queria entrar e ver como estava o gato que havia trazido escondido. Na verdade, estava cansada e queria descansar um pouco.

– Vou comprar algo para nós e depois entro também. – disse o ruivo de pele bem pálida, abrindo a porta.

– Tudo bem. E... o que quer comprar?

– Surpresa. – disse piscando os olhos, para deixar a outra curiosa.

– Hummm... espero quando voltar. Mas não demora muito!

Ele pegou na mão dela e beijou longamente, fungando a parte de cima daquela mão tão delicada.

– Não vou demorar.

– Certo. – retribuiu o mesmo beijo da mesma forma na mão dele, antes de se separar dele ali.

Ao Naomi entrar, Hisoka foi andando tranquilamente até uma sombra tomar-lhe a frente, a partir de uma mesma distância. O ruivo parou. Pode reconhecer quem era quando esta se aproximou.

– Você por aqui?

– Sempre venho aqui quando quero. Não é somente você, Hisoka.

– ...estou surpreso. Mas... o que quer comigo?

– Pensei que ainda tivesse interesse em lutar comigo.

– Como? Não teve mais como recuperar suas condições... vi isso com meus olhos.

– ...mas consegui.

– ...sério?!

Kuroro estava o mesmo de sempre, porém mais desafiador e irritante. Hisoka nunca imaginou reencontrá-lo naquela forma, dizendo aquilo. O desejo de acabar com ele em uma luta digna havia sumido.

– Sim. – o moreno ajeitou a faixa entre as franjas longas e divididas entre a testa.

– Mas agora? O que me pretende dizer?

– Nada... apenas vim saudá-lo. Não nos precisamos mais nos ver se não quiser.

Logo, lembrou-se da Naomi e do risco que ele poderia oferecer aproximando-se dela.

– ...deve ter percebido que estou "acompanhado", não é?

– Sim, percebi.

– Pois passa longe dela... ela não é uma qualquer disponível como antes.

– Oh... vejo que é bem ciumento. Mas não se preocupe, nada farei com ela.

– Espero que sim. E sei... que pareceu gostar dela. Por isso estou só avisando. – o ruivo encravou os olhos nos dele, numa forma ameaçadora.

– Tudo bem, Hisoka, tudo bem... – Kuroro estendeu as mãos para cima em sinal de basta – ah, falando de aproximação, estou aqui como lutador e talvez, se estiver lutando, poderemos nos confrontar.

O ruivo sentiu sua antiga sede de esmaga-lo em uma luta renascer dentro de si. Apertou os punhos. Kuroro não deixou de notar aquilo, quase rindo baixinho.

– ...preciso repensar... e muito... se quero novamente ter uma oportunidade com você. – Hisoka se referia a tal planejada luta antes frustrada.

– Você quem sabe... – ele pôs as mãos no bolso do grande casaco que usava – realmente, ter sido perseguido por você esse tempo todo foi bem chato... e parece que ainda terei que tê-lo perto.

– Se não quisesse que eu o visse, evitaria a qualquer custo. – tranquilamente, Hisoka disse com certa ironia.

– Não adiantaria nada evita-lo, acabaríamos nos encontrando de qualquer jeito. – ele deu as costas – mas foi bom que nos víssemos. Até mais, Hisoka. – ele acenou enquanto desparecia na curva do corredor à esquerda.

– ...

Agora, ele estava confuso. Com aquele homem por perto, sentia que deveria ficar de olho nesse mesmo homem que havia abusado de Naomi no passado. Não queria permitir que ela sofresse de novo aquela mesma sensação. Mas... ele mesmo confirmou algo que tanto lhe despertou interesse: estava recuperado daquela maldição de Nen imposta pelo Kurapika? Depois de tudo consolidado... de sua sede de vencê-lo e mata-lo ter desaparecido superficialmente?

Então seguiu para comprar algo de comer e retornar imediatamente para a suíte. Nada falaria para Naomi, mas talvez ela descobrisse e quisesse fugir dali que nem louca. Mas lógico que não a permitiria isso.

...

Manter quieto um gato agitado naquela suíte não estava sendo fácil para a Naomi. Kuro parecia estranhar aquele território, ao mesmo tempo em que curtia novos lugares para subir, arranhar e marcar territórios diversos. Sempre o escondia quando aparecia algum funcionário de serviço doméstico.

Hisoka já achava engraçado brincar com aquele gato, que inicialmente só sabia chiar agressivamente para o ruivo. Era divertido para o mágico fazer truques simples de mágica para ver a reação do bichano de pelagem preta, que ficava quieto e observador até o outro estender a mão para ele, atacando-a de forma brincalhona. Naomi observava rindo daquilo. Aos poucos, Kuro se tornava mais próximo do ruivo, desde a permissão para fazer algum cafuné até na hora de acordar, subindo em cima dele na cama.

– Sai de cima da minha cara, gatinho! – Hisoka tirava com uma única mão o gato de cima, colocando-o em cima da outra que dormia profundamente ao seu lado, de costas. Parou um momento para observar as curvas despidas da morena com quem havia dividido mais uma noite agradável naquele luxo de suíte. Lembrou-se das noites em que passava sozinho lembrando-se dela. E agora, tinha a sua garota ali, dormindo nua depois de uma prazerosa noite. Ele levantou-se, despido de roupas também, indo até a grande janela. Voltou a pensar em Kuroro e no risco que ele oferecia ali. E na sua vontade de lutar com ele. Nada disso estava nos planos dele até então.

Olhou para trás. O danado do gato já tinha despertado Naomi, que estava se movendo na cama e colocando o gato ao lado do Hisoka. Ela abriu os olhos e não o viu ali, enquanto tateou o lado vazio e ainda quente dele.

– Dormiu bem? – perguntou ele, indo até ela.

– Sim... – esfregava os olhos enquanto confirmava a pergunta dele.

Ele sentou novamente na cama, ficando diante dela. Pegou o rostinho da outra com uma mão e fez olhá-lo para ele.

– Estou horrível, não é? – disse ela, com os olhos levemente inchados de recém-acordada.

– ...está linda! – puxou a bela despida contra si, abraçando-a. Ela enlaçou as pernas na cintura dele, que estava sentado com as pernas cruzadas em estilo borboleta. Ela direcionou os lábios até os dele, dando um beijo simples e longo nos lábios dele. O gato já tinha pulado da cama para brincar com a parte dos lençóis que se espalhavam pelo chão, enquanto isso. Quando ele estava prestes a descer sua mão pelo pescoço até o meio dos seios dela, alguém bate à porta. Ambos se afastam, olhando um ao outro.

– Eu vou abrir a porta, deve ser o pequeno-almoço. – ele se levantou, pegando um dos roupões em cima da cama bagunçada de edredom e lençóis e se vestindo. Enquanto isso, Naomi ficou procurando o gato que estava debaixo da cama.

Enquanto comiam o servido no café-da-manhã, Naomi voltou a insistir no aprendizado do Nen com Hisoka.

– De novo esse assunto?

– Sim... tentarei convencê-lo até finalmente se convencer.

– Ahh...

Pensando bem, pelo menos na razão que a morena deu para aprender o Nen, Hisoka não achou tão ruim que ela soubesse usar essa técnica um dia. Mas ela não era uma Hunter, sequer tinha jeito para isso. Não poderia tê-la consigo 24 horas por dia. Também não podia prendê-la como se fosse sua escrava.

Naquele dia mesmo, ele tinha uma luta marcada. Breve estaria avançando para os andares superiores. Se Kuroro estivesse falando a verdade, logo estaria na Olimpíada das Batalhas. Estava ali apenas para se divertir com a Naomi e procurar um lugar pelo mundo para viverem juntos. Separaram-se quando ele foi para a arena e ela foi para o auditório assistir.

Ela andava sozinha pelos corredores que davam acesso ao lugar onde Hisoka lutaria, quando sentiu uma sensação estranha que a fez parar. Uma sensação familiar... ruim... algo que a paralisava, mais precisamente pelos pulsos e tornozelos. Saiu correndo dali. Já tinha sido alertada de outros usuários de Nen que "brincavam" com pessoas comuns por Hisoka. "Ele tem me ensinar o Nen... preciso aprender essa técnica para me tornar forte e me proteger!" pensava ela, enquanto chegava segura até o auditório cheio e animado. A pessoa que havia tentado assustar Naomi havia parado quando ela começou a correr.

– Como sempre muito assustada... Hisoka não deveria deixa-la andar sozinha por aqui. – disse Kuroro, rindo para si mesmo.

...

– Então, ela está aqui?

– Sim. Os dois.

– Então ela gostou mesmo dele... mesmo depois dele tê-la abusado.

– Pois é... mas vamos continuar o que planejamos. Agora com Naomi por perto, ficará mais fácil ter Hisoka mais próximo.

– Danchou... vai querer mesmo lutar com ele?

– ...queria pegar sua habilidade. Mudei de ideia, já te falei antes, não?

– Acho que sim. Mas Hisoka ainda é muito perigoso.

– E não somos, Machi?

Kuroro estava com alguns membros do Ryodan naquela torre.

– Machi... não sei se está confortável em falar disso... mas uma coisa você me deixou curioso. Você o viu abusar daquela garota?

Machi ficou em silêncio, lembrando-se rapidamente da última ação insana de Hisoka envolvendo Naomi e ela mesma...

Machi tentava secretamente sair dali. Experimentou usar sua própria linha de Nen para cortar a grossa camada de aura que prendia sua cintura na parede. Aquilo parecia mais elástico e grosso que um chiclete – lembrava perfeitamente uma perfeita goma de mascar, mas só que com um brilho leve. Ela nunca teve confiança em tipos como ele, e agora tão pouco. Não queria falhar para seu líder. Não que tivesse preocupações com Naomi – sequer a suportava, por ser uma refém tão tediosa -, mas queria cumprir exatamente o que Kuroro quisesse.

– Com o quê você está em amarrando? – Naomi olhou para trás e não via nenhum tipo de corda pendurada em seus pulsos, mas sentia-os atados firmemente.

– Com a minha aura. – respondeu calmamente o outro, até propositalmente, porque sabia que Naomi desconhecia coisas sobre Nen. – Se estivesse quietinha, deixaria você solta. Mas você não para quieta!

– Ugh...

Mais uma vez Naomi estava nua. Hisoka contemplou-a de bruços sobre a mesa, vendo algumas marquinhas da noite passada. A outra fechou os olhos. Machi olhava aquilo perplexa.

– É desnecessário isso! Eu não preciso ver isso! – gritou Machi, tentando se soltar.

– Mas eu vou precisar de uma mãozinha sua... dizem que as mulheres se conhecem umas as outras melhor que nós homens... – falava enquanto deslizava as mãos dos ombros até as nádegas da morena, de forma bem lenta.

– Não tenho interesses em ver o que você faz com seus brinquedos! – Machi mudou de vista.

Machi, que estava com a cabeça virada, abriu os olhos e olhou pelo canto dos olhos, disfarçando sua espionagem. Embora Hisoka estivesse pouco se importando com a presença dela ali – ele estava mesmo provocando para que ela participasse vendo aquela cena, ela arriscou em ver aquilo.

Após Hisoka, afastar as pernas de Naomi uma da outra, ele direcionou seu membro já rígido em direção ao ânus virgem da outra e penetrou diretamente, segurando-a pela cintura. Quase aos choros, o grito da outra foi intenso, que começou a reclamar. Por um momento, a kunoichi sentiu pena dela. Poderia ser ela no lugar da Naomi, e se ele a visse com a mesma intenção, iria fazer de tudo para matá-lo, sem importar com as consequências. Após ficar minutos sem parar de meter dentro da morena com força e brutalidade, Hisoka agarrou esta, tirando-a da mesa, levando o corpo dela apenas com um braço só, que nem objeto, até Machi. Jogou Naomi em cima dela, que assistia aquilo com uma cara intrigada. Naomi caiu de frente para o corpo dela.

– Sua vez, Machi. – disse Hisoka.

– Minha o quê? – perguntou sem entender nada, e preocupada com o que ia sobrar para ela.

Ao ver que estava sobre o outro corpo feminino, Naomi tentou sair de cima, mas o ruivo voltou a fazê-la montar em cima dela, literalmente. Machi começou a empurrar a outra, fazendo com que a outra reagisse da mesma forma, e Hisoka segurou-a de cabelos rosados pelos pulsos, prendendo-os na parede novamente com sua goma elástica.

– Melhor ficar quieta! – repreendeu o outro, sem nenhuma alteração na voz.

– Vou te matar quando eu sair daqui, seu babaca! – Machi vociferou.

Sorrindo com a ponta da língua encostada no lábio superior, ele deslizava seu corpo sobre o de Naomi, forçando seu peso contra as duas. Levantou um pouquinho os quadris da morena e penetrou-a novamente, agora pela vagina. Naomi deixa escapar um leve gemido, mas controla-se novamente. Com os movimentos pélvicos do ruivo, ele propositalmente jogava o sexo dela contra o mesmo da outra. Machi, fazendo certa careta diante daquela situação, não conseguia se mover, e também sentia dores no corpo que aumentavam com aquilo tudo.

– Está se sentindo repugnada, Machi? – provocou o ruivo, com um sorriso sádico estampado.

– Eu... queria acabar com ele. – Machi disse isso apertando um dos punhos – ou dar um troco por isso. Ele zombou muito de nós, se formos pensar em muitas coisas que ele nos fez.

Mas Kuroro estava mais chocado em ver que ele também abusou de Naomi e agora a tinha ao seu lado como simples casal de namorados.

– Então ele fez isso com você e ela? Como?

– Foi quando você nos deixou (Hisoka e eu) na responsabilidade de manter Naomi naquele esconderijo até ela ser liberada.

Kuroro sacudiu a cabeça negativamente. Além dele, Hisoka também havia abusado de Naomi... e de Machi. Como é que pode ter confiado tanto naquele homem assim? Afinal de contas, ele sempre foi um dos mais fortes e leais membros da Aranha em seus primeiros meses dentro da trupe.

– Por que... não nos contou isso antes... quero dizer, para mim, ao menos?

– Fui chantageada para manter o silêncio.

– Esse Hisoka... merece uma lição de minha parte... só por ter feito isso com você.

Machi olhou para o lado, sem jeito. Sempre ficava incomodada internamente quando se lembrava daquele dia.

– Farei Hisoka lutar comigo. Darei uma liçãozinha nele.