Capítulo 34: Rumo ao Muro Branco

Barbossa olhou o sol alto. Estava farto daquele ambiente seco, daquele território que até agora nada lhes tinha oferecido. Se ao menos aquele maldito Olho se dignasse a dar uma pista. Há três dias que tinham entrado na aldeia. E há três dias que andavam que nem perdidos dentro dela. Ninguém os ajudava, pelo contrário. As pessoas tendiam a fugir deles, como se fossem três monstros que pairassem por ali. Passavam as noites abrigados numa rua deserta e bebiam água do poço principal durante a noite. Com a comida era mais difícil. Tanto Barbossa como Jack tinham sido habituados a roubar habilmente tudo o que pudessem. Eram piratas, a lógica funcionava assim. O que nunca pensariam, era que Mary Rose fosse mais hábil a conseguir alimentos do que eles.

- Essa é que é a minha piratinha rebelde! – Jack exclamou quando Mary mostrou o que tinha conseguido num sorriso enorme.

- Nossa, ainda não é desta que o nome Sparrow desaparece do mapa. - Barbossa observou.

- Cala a boca zombie! - Jack exclamou.

- Não era melhor sairmos daqui? - Barbossa ergueu o sobrolho.

- E como é que o faríamos? Não sabemos para onde ir, ninguém nos diz nada, ninguém fala inglês e não temos água e comida que nos abasteçam até à próxima aldeia que fica sabe-se lá onde! - Jack disse emburrado enquanto dava uma trinca na maçã avermelhada.

- Temos os dromedários. – Barbossa apontou para os animais que sentados mastigavam em seco. – E que eu saiba essa tua bússola mostra o que mais se deseja. Que eu saiba, acho que temos exactamente o mesmo desejo.

- Eu quero a mãe… - Mary disse. - … e o tesouro.

Jack arregalou os olhos e riu abertamente quando a sua filha demonstrou mais uma vez o quanto era parecida consigo. Abriu a bússola mas desanimou no mesmo instante.

- Acho que a bússola avariou de vez. – Jack disse ao ver a agulha girar sem parar num lugar fixo.— Mesmo assim, temos de ter ajuda para sabermos qual o caminho tomar.

- Detesto ter que pedir ajuda. – Barbossa bufou.

Mary aninhou-se junto a Jack, fazendo o braço deste rodeá-la. Jack estava preocupado. Tal como Barbossa, sabia que se não encontrassem ajuda rapidamente estariam feitos ao bife. De certeza absoluta que se os outros tinham sobrevivido, o Black Pearl cruzaria os mares em sua busca. Lara nunca deixaria a filha para trás. Nem o marido… Jack estreitou os olhos com o pensamento. Se aquele tubarão tinha sobrevivido de certeza que ia aproveitar a sua ausência e… Jack cerrou os punhos e tentou manter-se calmo. Por Mary, tinha de permanecer optimista e paciente. Para assombração já bastava Barbossa.


O dia deu lugar à noite e os três piratas aconchegaram-se no local afastado que escolheram.

- Não há maneira de ela largar esse monte de pulgas. – Jack resmungou ao ver Mary abraçada ao gato alaranjado que adoptara.

Barbossa já roncava alto e Jack encolheu-se num canto. Não tinha sono e a sua barriga já dava sinal, resmungando da pouca comida que o sustentava. Olhou as estrelas e suspirou. Tinha tantas saudades de Lara. Como era possível que um simples sentimento, uma mulher apenas, o deixasse tão melancólico. Era como se tivessem retirado o ar dos seus pulmões. Doía pensar que esta já não sentisse o mesmo. Jack fechou os olhos ao relembrar a confissão de Lara na gruta. Era mau demais para ser verdade.

Os seus ouvidos perscrutaram algo se aproximando. Instintivamente colocou a mão na pistola e antes que os passos chegassem à sua beira, levantou-se num ápice e apontou a arma ao vulto na sua frente.

- Quem é você? – Jack perguntou com voz firme. O mais certo era a pessoa não perceber. Afinal todos naquela pequena aldeia falavam árabe. – Mostre-se ou saberá qual a sensação de levar com uma bala no meio da testa!

A figura deu um passo em frente mas Jack manteve-se no mesmo sítio. "Qual seria o louco de se meter com um bando de piratas?" A sua boca escancarou-se quando percebeu à luz do luar que a estranha figura era uma mulher. Era mais baixa do que si, possuí cabelos escuros e uns olhos penetrantes.

- Mas quem raio é você? – Jack perguntou, mantendo a pistola apontada à mulher.

- Agora deu-te para falar sozinho? – Barbossa balbuciou querendo dormir mas levantou-se num ápice ao ver a mulher. – Quem é essa daí?

- Al salaam a' laaykum, viajantes. – a mulher exclamou, fazendo um sorriso tímido e colocando a mão no ar indicando que não oferecia perigo.

- Que raio é que ela disse? – Barbossa perguntou colocando a mão na espada.

- Acho que nos cumprimentou. – Jack disse com o cenho franzido e baixando um pouco a arma. – Boa noite para si também ou lá o que isso significa. Agora será que pode dizer quem é e o que está aqui a fazer?

- Meu nome é Ranya. – a mulher disse. – Vim saber se estão com fome.

Os dois capitães entreolharam-se. Ninguém os tinha ajudado, pelo contrário. As pessoas pareciam que tinham medo deles e de repente aquela mulher caía do céu perguntando se tinham fome?

- Tenho observado desde que vocês chegaram aqui. Vejo que se limitam a beber água do poço e a roubar uma comida aqui e acolá.

- Espere aí. – Jack guardou a arma mas Barbossa continuou desconfiado. – Você, é Ranya certo? – Jack perguntou e a mulher acenou afirmativamente. – É habitante desta aldeia?

- Vivo naquela casa ao fundo. – Ranya apontou e Jack colocou um dedo no ar.

- Primeiro, se é habitante daqui porque fala tão bem o inglês? Segundo, porque é que não foge de nós a sete pés como todos os outros? Terceiro, porque está tão interessada em nos ajudar?

- Jack, acho que fizeste perguntas a mais. – Barbossa avisou.

- La. – a mulher sorriu. – Eu percebo perfeitamente a vossa desconfiança, embora os desconhecidos sejam vocês. Mas peço para que me acompanhem até minha casa. Lá terão algo para saciar a sede e a fome. Além de que a menina não devia apanhar o frio da noite.

Jack aproximou-se de Barbossa. – Achas que ela é de confiança?

- Ninguém descobre buracos sem pisar neles primeiro. – Barbossa coçou a barba. – Talvez ela seja a ajuda preciosa que falas. Ou não…

Jack pensou nos prós e contras de seguir aquela desconhecida. Olhou Mary dormindo e viu esta se encolher e aconchegar-se mais a Bolina que dormia ao seu lado. O coração falou mais alto.

- Muito bem. Vamos consigo. – Jack disse. – Mas tenha em conta que estamos armados e sobretudo desconfiados!

- Não temam. – a mulher disse e começou a caminhar em direcção à pequena casa. Era feita de terracota e a cor das suas paredes confundiam-se com as areias do deserto. Possuía apenas uma porta em madeira e uma janela com as portadas igualmente em madeira fechadas. Mal alcançaram a soleira da porta sentiram uma onda de calor invadi-los.

- Minha casa é pequena. Vivo sozinha. – Ranya disse enquanto espreitava para dentro de uma panela de barro colocada sobre a lareira improvisada.

- Mas sempre se está melhor do que lá fora. – Barbossa observou. Ao ver a simplicidade daquelas quatro paredes e um tecto, percebeu que Ranya não seria uma ameaça.

- Sentem-se. Tenho sopa e khubz. – Ranya disse, despejando o caldo fumegante dentro de uma malga igualmente de barro.

- O que é isso? – Mary torceu o nariz, mas Ranya mostrou um pão oval, fazendo a mais pequena sorrir quando esta lhe passou a sopa e o pão.

- Ainda não disse quem você é na realidade. – Jack disse quando esta lhe passou a comida. Pode notar mais nitidamente o rosto desta através do fogo. Ranya evidenciava ser uma mulher simples, mas não deixava de ser bonita.

- Eu sou apenas um grão de areia no deserto que Alá criou. – Ranya disse pedindo para que se sentassem no chão de palha. – Meu nome é Ranya. Nasci aqui como todos os meus antepassados. Falo inglês porque foi o meu irmão que me ensinou.

- E onde está o seu irmão? – Jack perguntou.

- Há muito que partiu para outra terra. Nunca mais tive notícias dele. – Ranya disse e Jack pode notar uma tristeza súbita passar pelos olhos desta.

- Já vi que é apenas uma simples mulher egípcia. Não entendo é porque nos acolheu quando todo o mundo parece ter medo de nós. – Barbossa disse.

- Todos aqui têm medo de vós. – Ranya confirmou. – Chegaram aqui sem avisar, trajados como nunca víramos, falando outra língua. As pessoas acham que são deuses que vieram para aqui jogar uma maldição sobre a nossa terra.

Jack e Barbossa olharam um para o e desataram a rir.

- Somos tudo menos alguém que irá lançar uma maldição sobre uma terra perdida no Mundo. – Jack disse. – Mas ainda não disse porque nos está a ajudar.

- Porque acho que não são deuses. Apenas viajantes perdidos neste deserto imenso que não sabem para onde ir. – Ranya disse, fazendo os capitães engolir em seco.

- Efectivamente estamos perdidos. – Barbossa disse.

- Talvez você nos possa ajudar. – Jack disse. – Precisamos achar um sítio, mas não sabemos para onde nos dirigir.

- Talvez… - Ranya ficou pensativa. – Mas deveis descansar. Amanhã é um novo dia.

- Pára quieto Bolina. – Mary protestou. Desde que entrara que o gato parecia estar aflito para sair.

- Talvez esteja também com fome. – Ranya aproximou-se do gato, mas este deu um salto, miando alto e saindo disparado pela porta.

- O meu gato. – Mary choramingou.

- Deixa estar querida. Um gato não iria ser nada útil no Pearl. – Jack disse, aliviado pelo felino ter desaparecido.

- Não fique triste. Eu tenho a companhia ideal. – Ranya sorriu e chamou algo. Das sombras apareceu um gato negro, maior que Bolina, cujo o amarelo intenso dos olhos contrastava com o ronronar meigo deste. – Esta é Ba. Minha companhia na solidão.

Mary ficou encantada com a mansidão do animal que logo se aninhou ao seu colo.

- Já não bastavam os tigres, agora tenho de levar com gatos por tudo quanto é lado. – Jack botou a língua de fora.

- Não tenho mais do que vos oferecer a não ser a palha no chão. – Ranya disse.

- Já é muito melhor que dormir ao relento. – Barbossa disse.

- Eu não quero parecer indelicado, mas… se você não for quem diz ser… - Jack ameaçou. – Conheço muita gente de duas caras.

- Fique descansado senhor…

- Sparrow. Capitão Jack Sparrow. – Jack sorriu dengoso. – Aquele emplastro chama-se Barbossa e a pequena é minha filha Mary.

- Senhor… Sparrow. – Ranya fez uma vénia. – Eu sou apenas alguém que ajuda o seu próprio povo.

- Nós não somos egípcios. – Barbossa disse.

- Mas são filhos de Deus. – Ranya disse. – Durmam bem.

Mary estava contentíssima. Pela primeira vez desde que caíra naquele deserto com o seu pai e Barbossa, nunca se sentira tão bem. A comida enchera-lhe o estômago, Ba parecia ser um óptimo animal de companhia já que não saíra da sua beira e o quente da lareira fez com que os seus olhos lentamente se fechassem. Quando finalmente caiu no sono profundo, lembrava-se apenas da linda canção que Ranya entoava.


Os raios de sol entraram pela janela aberta e Jack espreguiçou-se no chão da casa. As penas do chapéu de Barbossa fizeram cócegas no seu nariz e Jack afastou-se rapidamente fazendo uma careta.

-Está um dia lindo. – Ranya entrou trazendo debaixo do braço uma grande cesta. – Foi dar de comer aos vossos animais.

Jack não percebeu mas depois abriu a boca. – Ah, os camelos. Por onde anda a minha filha?

- Brincando no quintal lá atrás. – Ranya depositou a cesta em cima da mesa e começou a preparar algo para comer. – Parece que gosta bastante da Ba.

- É. Acho que vou ter de mandar um irmão a ela antes que se habitue demasiado a gatos. – Jack disse e ficou distante ao pensar em quanto essa possibilidade estava longe agora.

- Onde está a Umm dela? – Ranya perguntou e vendo a cara parva de Jack sorriu. – A mãe de Mary.

- Ah. Ela, bem é uma história complicada e era por isso que precisávamos da sua ajuda. – Jack disse e levantou-se enquanto Barbossa dormia. – Nós estamos perdidos no deserto e precisamos de saber qual o caminho de volta para o mar. Só assim a Mary conseguirá voltar para a mãe.

- Mas… se vocês são do mar, porque vieram parar até aqui? – Ranya perguntou.

- Digamos que somos pessoas que caçam tesouros. – Barbossa disse, levantando-se também.

- Viemos atrás de um tesouro que nos trouxe até aqui. Mas parece que chegamos a um beco sem saída. – Jack suspirou.

- Caça-tesouros? – Ranya olhou-os com ar incrédulo.

- Não deve achar que somos monges, uma vez que estamos armados até aos dentes? – Jack zombou.

- La. – Ranya olhou a comida na panela distraidamente. – Mas o homem não deve sucumbir ao ouro. Qual é o vosso maior desejo? Voltar para casa, ou achar esse tesouro?

- Na verdade… - Barbossa ia responder mas Jack passou-lhe à frente como sempre.

- As duas. É claro que voltar para casa está no topo. No entanto, se isso incluir uma passagem pelo sítio do tesouro... – Jack sorriu.

- E querem que vos ajude a achar esse tesouro?

- Na verdade… - Barbossa lançou um olhar de morte quando Jack ia falar, fazendo o mais novo amuar. – Queremos apenas que nos indique o caminho certo e nos possa dar alguns alimentos para a viagem.

- Viajamos para Nordeste. – Jack completou.

- Para Nordeste? – Ranya arqueou a sobrancelha.

- Sim, há alguma coisa má para esses lados? – os dois capitães ficaram apreensivos.

- La, quer dizer… - Ranya engoliu em seco. – A cidade grande fica nessa direcção.

- O Cairo? – Barbossa perguntou.

- Sim. Mas existem outras cidades antes.

- Achas que um tesouro desse tamanho ia ficar mesmo na cidade principal? – Jack confidenciou a Barbossa, fazendo este coçar a barba.

- Pai! – Mary entrou aos trambolhões segurando o grande globo dourado nas mãos. – Ele abriu de novo.

- Ele quem? – Jack ergueu o sobrolho, mas soltou um grande "Oh" quando percebeu.

- Eu vi uma coisa. – Mary disse ao mesmo tempo que Barbossa e Jack se agachavam mirando o objecto.

- O que viste pequena? – Barbossa perguntou.

- Eu vi um palácio em ruínas. Da cor da terra. – Mary disse. – E vi também uma estátua deitada.

- Se estamos no Egipto existem inúmeras estátuas e palácios. – Jack disse desanimado.

- Se está em ruínas já é uma pista. – Barbossa disse. – Mais alguma coisa.

- Não. O olho fechou-se. Mas antes vi água e uns muros muito altos.

- Ineb-hedi! – Ranya exclamou deixando os outros atónitos. – Eu acho que sei qual o sítio que ela viu.

- E que sítio é esse? – os dois capitães perguntaram em uníssono.

- Outrora quando o Egipto era uma grande civilização, a principal cidade não era o Cairo. – Ranya explicou. – À beira do Nilo, o nosso grande rio, foi construída uma cidade, chamada Ineb-hedi, ou em inglês "Muro Branco", por causa da fortaleza e palácio.

- Então o tesouro estará nessa cidade? – Jack perguntou.

- Eu não sei. Minha pobre vida não me permite pensar em ouro. – Ranya disse. – Mas essa cidade era também conhecida por Ankh-tawy, que significa "o que liga as duas terras".

- Aposto que é um nome com origem militar. – Barbossa disse pensativo.

- De facto Ineb-hedi estava bem posicionada. Continha templos graciosos segundo as lendas dos mais antigos. Mas acabou caindo em ruína há muitos séculos atrás e se perdeu nas areias do tempo.

- Bonito, agora teremos de escavar para encontrar esse maldito tesouro. Já não bastava termos de nos afundar debaixo de terra por causa do Olho de Tigre! – Jack bufou.

- Ouçam aventureiros, essa cidade desaparecida é chamada pelos estrangeiros como Mênfis. – Ranya disse. – Se vocês acham que o vosso destino lá está, terão de atravessar o deserto para lá chegar.

- É muito longe? – Jack perguntou.

- Sim. Muitos dias de viagem. Mas vocês têm animais de transporte e eu irei vos ajudar. – Ranya disse sorrindo.


Horas depois...

Jack e Barbossa carregavam os camelos com cobertores e cantis de água, enquanto estes resmungavam.

- Lá vamos nós, rumo a Nordeste de novo. – Jack disse olhando a bússola.

- Será que esse tesouro existe mesmo? – Barbossa perguntou.

- Ora, ora. O zombie maluco está perdendo o faro para fazer os que os piratas fazem de melhor? – Jack riu cafageste.

- Cala a boca seu energúmeno! – Barbossa berrou. – Ainda não eras nascido e já tinha encontrado tesouros, pilhado navios e cidades e matado mais homens que tu mataste na tua vida.

Jack não ligou e olhou na direcção da casa de Ranya. Esta avançava na sua direcção com Mary ao lado. Jack bufou vendo o gato preto debaixo do braço da filha. "Espero bem que não traga o pulguento de presente", pensou.

- Aqui está a vossa comida. – Ranya passou uma trouxa pesada a Barbossa.

- Não nos deseja boa viagem? – Jack perguntou sorrindo. O vento soprava leve e quente e mexeu com o cabelo de Ranya. Esta envergava uma túnica cor de burel.

- Talvez. Mas terei de desejar boa viagem a mim mesma. – Ranya sorriu. Depois virou-se para trás e assobiou. Os dois capitães ficaram vendo um dromedário surgir e caminhar pachorrento na sua direcção.

- Como assim? – Jack perguntou.

- A Ranya vem connosco. – Mary disse contente. – E a Ba também.

- Senhorita Ranya... – Barbossa tomou a palavra. – Nós agradecemos a hospitalidade, mas deve saber que nós somos homens perigosos, vindos dos sete mares...

- Eu nunca vi o mar. E não creio que sejam perigosos. – Ranya disse. – Apenas doidos.

- Efectivamente. Mas a viagem pode ser perigosa e... – Barbossa avisou mas Ranya interrompeu-o.

- Nada me prende nesta terra. Já era hora de me mudar para uma cidade maior. Talvez o Cairo. Assim acompanho-vos.

- Deixa Barbossa. – Jack levantou uma mão. – Vai até ser bom termos alguém como guia. Afinal se não fosse o tal gambuzino chamado...

- Tuaregue. – Barbossa disse irritado.

- E o nome dele é Adib. – Mary disse mostrando orgulhosamente o colar que este lhe dera.

- Que seja. – Jack disse. – Bem-vinda a bordo senhorita Ranya. – Jack ajudou esta a montar no seu dromedário.

- Obrigada. Serei a vossa guia até ao Monte Branco. – Ranya disse. – E que Alá nos proteja.

Continua...


Olá Leitoras e Leitores! Mil perdões pela demora em actualizar esta fic, mas com a faculdade me perdi nos trabalhos e não consegui tempo livre para me dedicar como queria a Olhos Felinos. Mas vou tentar actualizar mais regularmente. =)

Hatake KaguraLari: Oi! Obrigada pelo seu comentário. Será mesmo que a Lizzie vai ficar com o James? Olhe que eu sou perita em dar reviravoltas nas minhas fics! :P Espero que goste deste capítulo. Bjs!:D

Yasmin Potter: Oi! Obrigada pela review! Quem não ficaria com pena da Lizzie. :'( Mas ela vai ficar bem. xD Bjs!:D

Olg'Austen: Oi Olga! Seus comentários me matam. :emux: Me perdoe a demora em actualizar e em não falar do Darius neste capítulo. :va: Eu tou morrendo de saudades da Grace, da Lara, da Alicia e todos a bordo do Pearl, mas para o bem da história tinha de fazer este capítulo assim. Ahhh e a Alicia não tá insuportável. Apenas grávida... Ela só ficou doida pela amiga ter sonhos esquisitos com o Darius... sem roupa. :P Bjs e espero que goste! :D

Girls n'Roses: Oi Dêh! Obrigada pelas reviews. E me desculpe mais uma vez a demora em comentar na sua. Pode ter a certeza, a viagem deles pelo deserto vai aquecer. E não é só pelo sol abrasador! :P Bjs!:D

Espero que gostem! Saudações Piratas! :D

JODIVISE