Disclamair: Harry Potter não me pertence, essa fic é feita apenas para diversão, não estou ganhando nada com isso.

OBS: Se vocês acharem algum erro ortográfico por favor me avisem para que eu possa corrigir. Obrigada.

" Itálico com aspas " = comunicação telepática com as fênixes.

' itálico e sublinhado com apóstrofo' = leitura de algum livro/ grimório/ bilhete/ carta/ jornal.

Itálico com a palavra FLASHBACK = lembranças atuais ou outra linha do tempo

Somente itálico = sonho/ visão.

"Itálico em negrito com aspas" = língua de cobra.

CAP: 12 - Férias. Parte II

Molly Weasley se olhou no espelho. Aquele tempo que ela e o marido estavam tendo só para eles naquele cruzeiro bruxo provou ser um paraíso. Assim que chegaram, foram calorosamente recebidos e encaminhados para sua suíte na primeira classe. Mais tarde eles foram visitados por uma jovem bruxa que se apresentou como sendo a governanta pessoal deles.

A jovem bruxa, que se chamava Amber Watson, lhes deu uma planilha com algumas consultas médicas pré-agendadas. Amber lhes explicou que aquele era um cruzeiro-spa, feito exclusivamente para tratar a saúde, bem estar e proporcionar relaxamento para pessoas que trabalhavam demais e esqueciam de se cuidar.

Quando Molly e Arthur expressaram sua confusão, a jovem começou a rir e perguntou qual parente os colocou ali. Segundo a jovem, mais de noventa por cento das pessoas no navio estava sendo avisado naquele momento que eles estavam ali para se cuidarem. Aparentemente as famílias tinham a impressão que se as pessoas fossem avisadas, elas não iriam.

Molly suspirou, ela agora era mais do que satisfeita que Harry os havia enganado a ir naquele lugar. Durante os exames feitos, a bruxa ruiva foi diagnósticada com vários problemas de saúde. A matriarca dos Weasley virou-se no espelho e passou a mão pela barriga bem mais magra. Seu corpo roliço estava desaparecendo com a soma de poções, exercícios e reeducação alimentar.

Ao contrário do que ela imaginava, seu corpo rechonchudo não era unicamente devido as muitas gestações, ela tinha um sério problema hormonal que estava mexendo com todo seu metabolismo e humores, além de muitos problemas de stresse por causa da primeira guerra com Você-Sabe-Quem, que não foram devidamente tratados, assim como acúmulo de muitos metais pesados em seus rins, que estavam fazendo seu corpo e magia trabalhar no limite.

Seu marido, Arthur Weasley estava em uma situação semelhante. Seu trabalho extenuante estava cobrando um alto preço sobre seu corpo. Ele também tinha um alto teor de metais no corpo, além de gordura no sangue e hormônios também estavam anormais. Ela suspirou feliz, fazia muito tempo desde que se sentia tão bem. Terminou de aprontar-se para um passeio na cidade que iam ancorar por dois dias. Arthur disse-lhe que queria lhe contar algo importante.

Uma explosão de chamas brancas surgiu no quarto, a mulher ruiva estava começando a se acostumar com a aparição repentina de Luxor. Embora a fênix branca fosse de Harry, era sua Gina quem mais usava-a, ou pelo menos era o que achava. Desenrolou a carta que a ave deixou em sua cama e leu. Alivio passou por ela, ao saber que Malika, a tutora de sua filha, estava indo quase que diariamente para salvar a cozinha de uma destruição eminente. Molly riu, mesmo com dois elfos-domésticos em casa, seus meninos ainda tentavam cozinhar alguma coisa por conta própria.

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Harry olhou nervosamente para a página a sua frente. Era um livro sobre cerimonias de união antigas. Ele podia sentir suas mãos suando em abundância. Como ele ia pedir permissão para o pai de Gina, para fazerem esse tipo de ritual? Certamente, se ele já havia contado para a senhora Weasley sobre o "namoro" já estaria enfrentando problemas devido a idade da ruiva. Respirou fundo e tentou se acalmar. Ele já tinha problemas demais sem ficar pensando em como as pessoas iam reagir as suas decisões.

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Remus entrou na antiga casa dos pais de Sirius, ele foi recebido por uma garota de intensos cabelos rosa chiclete. Ela usava uma calça jeans desbotada e com alguns rasgos, uma camiseta preta salpicada com o que parecia ser tinta. O lobisomem notou os pés descalços enfeitados com o que parecia serem várias tornozeleiras de couro com pequenos pingentes. Ele balançou a cabeça quando ela lhe entregou pincel e um galão de tinta.

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Isobel olhou as novas roupinhas de bebê que ela havia escolhido para seu filho. O menino parecia que crescia de acordo com as horas, ela pensou com carinho. A mestra de poções estava saindo da loja quando viu uma das suas tutoradas, Sally-Anne Perks, a jovem Lufa-Lufa parecia pálida e perdida, claramente tremendo e à beira das lágrimas. Aproximou-se rapidamente da menina e tocou-lhe o braço, fazendo-a se assustar.

-Hei, Sally! -ela cumprimentou-a, a menina tentou forçar um sorriso. -Algum problema querida? -perguntou procurando algum sinal dos pais da menina.

-Eu... preciso de ajuda. -murmurou abrindo a capa levemente, deixando uma barriga de aproximadamente cinco ou seis meses aparecer.

-Seus pais estão aqui? -Isobel perguntou.

-Não. -A jovem adolescente murmurou com a voz quebrada. -Quando mãe descobriu... fui expulsa de casa. -explicou com as lágrimas finalmente escorrendo.

-Oh querida, venha comigo. -a mestra de poções a puxou em direção o Caldeirão Furado.

Isobel se surpreendeu ao sentir o braço da menina tão fino, ela se perguntou como não notou algo assim acontecendo em sua sala de aula. Piscou rapidamente focando-se na atual situação. Ao entrarem no bar-hospedaria a bruxa mais velha pediu permissão para usar a lareira e deixando um sickle para ajudar com o pó de floo, elas se dirigiram para o Protetorado.

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Ron olhou para suas tarefas terminadas, e era metade das férias. Agosto estava só começando e ele já estava livre dos ensaios dos professores de Hogwarts. Ele viu a coruja nevada de Harry voando em direção a sua casa, então abriu a janela, mas Edwiges voou em direção a Gui e deixou uma carta, antes de vir em sua direção com outra. Era mais um bilhete do que uma carta, perguntando se eles podiam ir ao Beco Diagonal para um passeio com ele dalí dois dias, nove de Agosto. Ele escreveu de volta dizendo que ia tentar, como eram Gui e Carlinhos que estavam responsáveis por eles no verão até seus pais chegarem, no aniversário de Gina.

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Dean Thomas olhou para o papel na sua frente, segundo seu teste de herança em Gringotes, ele era filho de um homem chamado Caradoc Dearborn, ao lado da palavra morto estava o ano em que sua vontade foi ativada, foi no mesmo ano que ele nasceu. Ele respirou fundo e tentou se acalmar, ele sempre pensou que seu pai havia apenas se aproveitado de sua mãe e a abandonado depois que ele nascera.

Ao seu lado muitos outros bruxos nascidos trouxas de todas as idades e vários órfãos foram fazendo o mesmo teste de herança. Ele não sabia o que pensar sobre todas as sensações que passavam por ele. Vários minutos depois, ele estava em uma outra fila, aparentemente seu pai era o último de sua linhagem e agora Dean tinha que decidir se levava o nome de seu pai biológico ou continuava usar o nome de seu padrasto. Ele saiu do banco com vários papéis em um grande envelope pardo, muitas pessoas pareciam tão perdidos quanto ele.

-Hei Dean! -ele ouviu alguém o chamar.

-Hei Hermione! -ele cumprimentou a amiga que estava acompanhada dos pais.

-Algo errado? -ela perguntou.

-Fiz o teste de herança. -ele disse vagamente.

-Que bom! -ela disse brilhantemente ignorando o mal estar dele. -Como foi?

-Confuso. -balbuciou dando as costas para a menina e acenando debilmente uma despedida.

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Hermione viu Dean sair e virou-se para seus pais. Os dois dentistas olhavam em volta, ela dirigiu seu olhar para as pessoas e viu muitas delas saírem pálidas do banco bruxo. Alguns metros distantes ela reconheceu Colin sentado na sorveteria, sua família lia alguns pergaminhos com expressões calculadas e gesticulavam fortemente enquanto falavam frenéticos. Com um olhar decidido ela entrou no Gringotes com seus pais e se dirigiu para uma das filas.

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Molly olhou para seu marido enquanto ele andava de um lado para o outro murmurando para si e depois balançava a cabeça para espantar alguma ideia. Seu marido estava na mesma situação desde que disse que queria lhe contar algo importante. Ela também queria contar, mas estava esperando o homem falar primeiro. Arthur tinha um histórico de reações inesperadas com notícias ainda mais inesperadas.

-Molly... -ele começou e se ajoelhou aos seus pés. Ela sorriu e passou a mão pelos cabelos ruivos, agora mais grossos e espessos devido aos tratamentos.

Arthur tinha recuperado boa parte de sua vivacidade e força de seus anos mais jovens. Seus cabelos, antes ralos e finos devido o chumbo no organismo, agora estava crescendo forte e grosso. Sua pele estava mais rosada e com um brilho jovem. Ele estava ainda mais belo do que quando se apaixonara por ele da primeira vez.

-Sim, querido? -ela perguntou quando ele ficou olhando-a abobalhado.

-Harry pediu permissão para firmar compromisso com Gina e eu permiti. -ele falou e ela sentiu seu queixo cair, ao mesmo tempo que uma grande alegria a invadia. -Ele também pediu permissão para namorar nossa filha, o pedido oficial sendo no aniversário de treze anos dela. -completou com um suspiro, ela viu ele se levantar e começar a andar de um lado para o outro da suíte enquanto divagava. -Molly, sinceramente, eu não vejo ninguém mais digno da nossa menina do que Harry. Nós o conhecemos há dois anos, ele se dá bem com os meninos, é um jovem capaz e arriscou a própria vida por ela, além...

-Arthur! -ela chamou a atenção do marido. -Eu estou grávida. -ela soltou a noticia e o ruivo parou de falar e a olhou com olhos muito arregalados antes de desmaiar. -Oh, querido. -ela suspirou e depois rindo, ele tinha tido a mesma reação em todas as vezes que ela deu a notícia.

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Harry olhou para a jovem Lufa-Lufa a sua frente. Sirius estava conversando com Madame Bones e a curandeira de mentes de St. Mungos. Sally-Anne Perkys tinha sido violentada e obliviatada para não lembrar do ocorrido, assustando a menina além de sua imaginação sobre como ela tinha engravidado quando percebeu o que estava acontecendo com seu corpo.

A curandeira tinha conseguido reverter o feitiço, felizmente e Madame Bones tomou o depoimento da menina, com a ajuda de uma das psicólogas do Protetorado e da mestra de poções, Isobel, que tinha encontrado a menina desolada no Beco Diagonal. O agressor, ou pior, agressores, tinham sido um grupo de sétimos anos da casa sonserina e corvinal. Eles teriam que esperar a criança nascer para determinar a parentalidade da criança, mas todos poderiam ser presos e julgados pelo estupro.

A julgar pelas memórias da menina, ela não tinha sido a única a ser violada. Isso tinha jogado Harry fora da borda. Tinha levado um dia inteiro na sala de treinos e metade da noite voando para que ele se acalmasse o suficiente para pensar com clareza. Madame Bones ia ordenar que todas as meninas de Hogwarts, incluindo as que se formaram recentemente, fossem verificadas para feitiços de memória e poções. Além de falar com Dumbledore sobre como algo desse tipo estava ocorrendo na escola sem o seu conhecimento.

Ele olhou para a lareira e se levantou quando as chamas ficaram verdes. Ele sorriu quando viu sua madrinha passar pelas chamas, se levantou e foi ajudar a mulher com a capa, mas sendo batido por um dos elfos que lhe lançou um olhar o desafiando a fazer seu trabalho.

-Como está, madrinha? -ele perguntou beijando a mão da mulher, como aprendido nas aulas de maneiras bruxas. Ela ergueu uma sobrancelha divertida.

-Estou bem. Alguma novidade? -ela perguntou e olhou o movimento no escritório, ficando imediatamente séria quando viu a menina grávida. -Mais uma. -comentou suavemente para a menina Perks não ouvir.

O moreno deixou Elizabeth falando com Sally-Anne e saiu do escritório. Ele precisava de Gina. Só ela conseguia acalmá-lo corretamente.

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Malika sentiu os olhares dele sobre ela assim que cruzou as chamas verdes da lareira. Suspirou enquanto limpava a fuligem de suas vestes e cabelos, tentando não olhar na direção dele. Ela não iria tomar o primeiro passo, se ele a queria, ele que falasse com ela. Pelo amor dos céus, ela não era pior do os dragões que ele domava!

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Gina olhou para sua imagem no espelho e corou intensamente ao se ver no espelho, ela nunca tinha usado nada tão curto. Apertado sim, curto não. Respirou fundo e virou para olhar suas costas. O vestido era um tubinho preto normal, se visto de frente, mas as costas era totalmente de tiras até a cintura, terminando em uma saia, trés dedos abaixo do bumbum. Respirou fundo e sentou na cama para calçar o par de sandálias.

Seus pais tinham chegado no dia anterior muito mudados. Eles contaram sobre o lugar para onde foram e o que fizeram, avisaram que toda a família estava com várias consultas marcadas com curadores e por fim soltaram a bomba. Uma imensa bomba de alegria. Mais um Weasley estava a caminho. Aparentemente depois que o fluxo de magia e hormônio de ambos os Weasley mais velho foram normalizados as poções contraceptivas não fizeram mais efeito, aliais eles nunca tinham feito. Todos os seus sete filhos eram uma prova disso, pelo que parecia eram a saúde debilitada de Molly que a impediu de engravidar novamente.

-Entre. -Gina disse quando batidas na porta a tiraram de seus pensamentos.

Ela caminhou para a penteadeira e passou a mão pelo pescoço aparentemente sem qualquer colar. Ela e Harry tinham combinado dela deixar o colar visível apenas depois de anunciar o namoro deles oficialmente. Ela viu Hermione se aproximar pelo reflexo do espelho e sorriu para a menina. Quando Hermione chegou pela manhã com suas coisas, a ruiva a tinha levado para o pomar para colherem alguns morangos para uma torta enquanto Harry verificava as coisas da grifinória mais velha, juntamente com Pretorian e Luxor. Acabaram descobrindo um conjunto de penas com feitiços de atração e compulsão. A pobre menina estava em uma perda sobre seus sentimentos flutuantes, mas eles não poderiam simplesmente dizer a ela o que estava acontecendo.

-Os convidados acabaram de chegar. -Hermione disse e arregalou os olhos quando Gina se levantou da penteadeira abaixando a escova de cabelo. -Uau! Você teve um surto de crescimento.

-Obrigada. -a ruiva agradeceu sentindo o rosto corar. Gina poderia facilmente passar por uma menina de quinze anos com as roupas e maquiagem certas, como ela estava usando agora. -O vestido era maior quando eu comprei. -explicou passando a mãos pela barra curta. -Acha que está muito curto?

-Para uma trouxa não. -Hermione disse inclinando a cabeça levemente de lado. -Não sei o que sua família vai achar, mas parece tudo bem. Até porque é apenas a família certo? E alguns dos seus amigos de Alexandria.

-Sim. São poucas pessoas. -suspirou tentando se acalmar.

-Por que está nervosa? -ela perguntou curiosa e Gina olhou para a porta.

-Você vai ver. -respondeu quando ouviu passos se aproximando. -Oi, Harry. -ela disse quando o menino apareceu na porta.

-Ginevra. -ela falou. Um arrepio subiu sua coluna ao notar o tom e olhar apreciador do bruxo sobre ela. -Você está... deslumbrante. -ele disse deslizando os olhos pelo corpo dela, seu rosto esquentou mais e seu coração disparou quando ele a olhou nos olhos e ela viu o tom de verde mais escuro nos olhos dele.

-Harry! -Hermione se adiantou na direção do moreno que a afastou suavemente quando ela tentou abraçá-lo forte. Gina escondeu um riso quando viu que ele imediatamente afastou o quadril quando a menina se jogou nele. -Quando você chegou? -ela perguntou corando levemente.

-Agora. -ele respondeu sem tirar os olhos da ruiva. -Hermione, pode nos dar uns minutos por favor? -ele pediu e Gina passou a língua pelos lábios. -Eu... preciso, muito, dar o presente de aniversário de Ginevra em particular.

-Por que? -a grifinória quis saber.

-Hermione, por favor. -Gina pediu sentindo sua calcinha ficar molhada com os olhares quase famintos que estava recebendo do moreno.

-Certo. -Hermione falou olhando de um para o outro com um olhar confuso. -Vou dizer que vai descer em cinco minutos.

-Não dê nenhum tempo para minha descida. -a ruiva disse quando Harry ergueu uma das sobrancelhas ao ouvir a amiga deles. -Eu preciso fazer algumas perguntas para Harry sobre algumas coisas.

A menina mais velha balançou a cabeça e saiu do quarto deixando a porta aberta. Harry fechou a porta, que logo brilhou tenuemente. A ruiva cambaleou até a cama onde se sentou, seus olhos eram presos em Harry, vendo seus movimentos quase felinos quando ele se aproximava dela. Ela abriu a boca para falar com ele, quando ele atacou praticamente se jogando sobre ela e tomando seus lábios nos dele.

O beijo foi feroz e exigente. Um gemido escapou de ambos quando ela permitiu ele se encaixar entre suas pernas. Antes mesmo que pudesse pensar sobre serem pegos ele a puxou pelos quadris e aproximou ainda mais seus corpos. Uma das mãos dele correu para cima e ele apertou seu seio, fazendo-a gemer mais forte e jogar a cabeça para trás. Ela podia sentir os lábios dele em seu pescoço e ombro, descendo vagarosamente para seu decote.

Cruzou as pernas ao redor da cintura dele quando sentiu sua ereção pulsar contra seu centro úmido. Ela não sabia pra onde sua calcinha foi, mas ela não estava muito preocupada no momento. Mais gemidos soaram enquanto ela o sentia deslizar o comprimento de seu membro para cima e para baixo em sua fenda sem penetrá-la. A ponta da ereção dele roçando em seu pequeno monte de nervos a fazendo sentir um turbilhão de emoções ser criado em seu peito. Suas bocas se encontraram novamente e ele a puxou mais forte contra seu corpo quase fundindo um ao outro, então ela sentiu a sensação de flutuação explodir dentro dela quando o prazer a tomou com seu clímax. Ela e Harry estavam ofegantes e corados quando se olharam.

Harry moveu a mão ela sentiu seu centro molhado seco e fresco quando o feitiço de limpeza passou. Ele levantou de cima dela e subiu a calça e cueca, deixando a blusa solta por cima. Com mais alguns acenos nada poderia ser dito sobre a ordem deles ou local. Ele sorriu malicioso e ajoelhou-se aos seus pés e entre seus joelhos.

-Será que você acredita que você está deliciosamente irresistível, além do normal, hoje? -ele perguntou deslizando a mão para dentro de seu vestido.

-Acho que você me deu uma amostra da sua... sinceridade. -ela murmurou sentindo os polegares dele deslizarem perto de sua entrada. -Se... você não... não parar... Oh, céus. -gemeu caindo em suas costas na cama e se movendo contra a mão dele quando um dos dedos deslizaram dentro dela.

-Se eu não parar o quê? -ele perguntou se colocado ao lado dela enquanto continuava a mover o dedo. -Ginevra, amor, me diga. -ele pediu, Gina tentou lutar contra a neblina de prazer para responder, mas perdeu novamente o foco quando apertou seu monte de carne. -Se eu não parar... -ele sussurrou no ouvido dela.

-Hum... nós... eu... sim, bem aí, sim... -ela gemeu movendo o quadril junto com a mão dele.

-Aqui? -ele tocou um pouco mais fundo e ela gemeu alto. -Sim, aqui. -ele murmurou e beijou atrás da sua orelha, ela ofegou mais pesado sentindo a sensação construir novamente dentro dela e finalmente explodir novamente arqueando o corpo contra o colchão.

-Oh, céus. -ela ofegou olhando-o corada. -Assim não vamos sair desse quarto. -ela disse depois de longas respirações.

-Está mais calma agora? -ele perguntou abraçando-a suavemente.

-Sim. -ela respondeu suave, se aconchegando no peito dele. -Obrigada.

-Disponha. -a ruiva ouviu ele dizer risonho e riu junto com ele. -Gin.

-O que?

-Quer namorar comigo?

-Sim.

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N.A: Olá pessoal! Peço perdão pelo longo período sem atualização. Mas eu estou estudando pra concurso e antes eu também estava estudando para o ENEM, como eu quero voltar para faculdade. Mas agora eu espero conseguir atualizar mais facilmente. Os comentários serão respondidos no próximo capítulo que é quando vai ocorrer a Copa Mundial de Quadribol.

Talvez mudanças ocorrerão sobre o ataque dos babacas da morte ou por causa deles. Alguém se atreve a tentar adivinhar? Beijos a todos e obrigada pela paciência.