Disclamair: Harry Potter não me pertence, essa fic é feita apenas para diversão, não estou ganhando nada com isso.

OBS: Se vocês acharem algum erro ortográfico por favor me avisem para que eu possa corrigir. Obrigada.

" Itálico com aspas " = comunicação telepática com as fênixes.

' itálico com apóstrofo' = leitura de algum livro/ grimório/ bilhete/ carta/ jornal.

Itálico com a palavra FLASHBACK = lembranças atuais ou outra linha do tempo

Somente itálico = sonho/ visão.

"Itálico em negrito com aspas" = língua de cobra.

CAP: 17- Primeira tarefa.

Harry desceu para a cabana de Hagrid com Ron, Hermione, Gina, Neville e Hannah, Luna tinha sorrido e agradecido o convite, mas ela estava indo para ajudar um colega de Casa a fazer um trabalho. O moreno tinha erguido as sobrancelhas. Na outra linha de tempo, Luna nunca tinha se dado bem com seus colegas de casa, pelo menos até onde ele sabia. Gina e Hannah tinham trocado sorrisos cúmplices e ele não sabia se temia pela sua amiga ou pelo garoto que ia ser tutorado.

O meio-gigante foi extremamente alegre em receber todos em sua cabana e fez chá, para acompanhar os bolos e biscoitos que Dobby tinha colocado em uma grande cesta. Fora Ron que dera a ideia depois de ver o elfo-doméstico trazer um chá forte para seu amigos no dormitório naquela manhã. O ruivo e Hermione ainda estavam tentando descobrir o que estava acontecendo, bem, verdade seja dita, era mais Hermione do que o garoto Weasley. Durante as despedidas o guarda-caças pediu para o menino-que-sobreviveu ficar um momento. Harry gemeu quando foi convidado a ir as onze até a cabana.

-Hagrid. -Harry começou tentando achar uma forma de continuar a conversa sem mentir. Ele sorriu quando lembrou que Carlinhos estava na Toca e parecia saber sobre o Torneio durante as férias de verão. -Tem algo a ver com a primeira tarefa? -ele perguntou.

-Hum... bem... eu não posso dizer, você sabe. -o meio-gigante disse e Harry sorriu para a brecha que o seu amigo achara.

-Mas você pode me mostrar. -O jovem bruxo piscou para o amigo que riu abertamente. -Tem a ver com os amigos de Norberto? -ele perguntou abrindo bem os olhos.

-Como... como você sabe? -ele perguntou espantado.

-Carlinhos está na Toca. -ele deu de ombros. -E parecia saber do torneio ainda durante as férias, então em pensei que ele poderia estar ajudando de alguma forma, mas eu não pensei que seria logo na primeira tarefa. -ele suspirou fingindo incrédulo.

-Yeah... você vai sair bem, Arry. Muito esperto, você é.

Agradecendo ao amigo ele saiu da cabana e viu seus amigos o esperando. Sorriu e se juntou a eles, sua mão se entrelaçando rapidamente a de sua namorada. Ele agradecia por terem tido somente as aulas da manhã naquela sexta-feira, seus nervos estavam tão tensos quanto as cordas de um violino. Meia hora que Gina ficava longe de seus olhos, ele chamava uma de suas elfas para verificar se a ruiva estava bem. Seu sonho-lembrança o tinha pulando ao menor som inesperado, seus sentidos estavam alerta.

O fato não passou despercebido por nenhum de seus amigos e muito menos por sua avó honorária. McGonagall tinha mandado um bilhete por um dos alunos e ele endureceu o queixo. Um toque de pena o surpreendeu e ele se viu preso nos olhos de Gina, com ela passando os dedos suavemente pela linha do seu maxilar. Respirando fundo algumas vezes, ele procurou relaxar. Alívio veio quando a ruiva o chamou para dar uma volta de vassoura.

-Hermione não vai parar até saber de tudo. -Gina comentou andando ao lado dele, cada um com uma vassoura. -Acho que seria melhor eu servir de bode expiatório por enquanto.

-Ela vai tentar questionar cada sugestão sua, se fizermos isso. -Harry falou franzindo a testa. Ele sua amiga como uma irmã, mas as vezes ela lhe dava nos nervos.

-É melhor ela saber que eu sou uma oráculo do que ficar pensando que eu sou uma vidente. -ela quase cuspiu a palavra e ele segurou o riso, Gina odiava ser tratada como uma pessoa sem controle sobre seu dom.

Na sua outra vida, ela tinha sido alvo de olhares desconfiados devido a ampla quantidade de pessoas que lidou com Trelawney e pensavam que a ruiva era uma charlatã como a antiga professora de Adivinhação. Era um ponto bastante amargo da vida de uma verdadeira oráculo atualmente e no futuro, ser considerada uma mentirosa apenas por causa de pessoas escandalosas e charlatãs.

-Hermione não vai ver a diferença de uma para outra, amor. -Harry disse passando a mão pelo cabelo.

-Eu sei. -ela franziu torceu o nariz e com um bufar, subiu na vassoura de um dos gêmeos e disparou no ar girando como um parafuso.

O moreno sorriu e disparou atrás da namorada. Ambos voaram um em torno do outro em padrões traçados, girando como um parafuso duplo, um ao lado do outro, mergulhando e atirando de volta para cima quando estavam a centímetros do chão. Eles aproveitaram o tempo livre até a hora do jantar.

As mãos dele subiam pelos braços dela deslizando pela pele dela até chegar os ombros. Ainda haviam muitas cicatrizes em seu corpo, mas nem por isso ela deixava de ser uma das mais belas mulheres que ele já vira. Beijou a nuca dela e afastou as alças do sutiã, os lábios descendo e procurando beijar e provar cada pedaço exposto do corpo dela. Eles sabiam que os sentimentos de ambos era muito provavelmente apenas resquícios dos encantos e poções de Dumbledore, mas no momento nada daquilo importava, eles só queriam sentir algo diferente da dor de tantas perdas, eles precisavam provar um ao outro e a si mesmo que eles ainda podiam se satisfazerem de alguma outra forma que não fosse matando seus inimigos.

A parte superior da lingerie se juntou as roupas no chão e, se ajoelhando frente aos pés dela, ele retirou lentamente a última peça de roupa dela. A respiração de ambos eram ofegantes e curtas, ele podia sentir o coração dela batendo forte quando ele tocou seus seios e beijava seu ventre. Ela era quem mais precisava daquilo e ele daria qualquer coisa que ela quisesse. Ele só tinha ela e ela só tinha ele agora. Sozinhos até que soubessem se alguém mais sobreviveu ao último ataque. Aquela não era a primeira vez que eles transavam, mas era a primeira vez que poderiam fazer com relativa calma. Lentamente ele subiu até encontrar os olhos dela. Verdes encontraram castanhos. Ambos corados, hesitantes, trêmulos e desesperados.

Lábios se chocaram contra os pescoços e ombros em beijos, lambidas, chupões e mordidas, a ternura ainda presente nos toques confusos e cuidadosos, um contraste que quase os levou as lágrimas. Mas eles precisavam sentir, eles precisavam de qualquer coisa que não era dor. Ele a pegou nos braços e a inclinou sobre a cama, arrastou seu corpo para cima do dela muito lentamente e distribuía beijos desde a ponta de seu pé, perna, parte interna da coxa da perna esquerda, enquanto acariciava e massageava a direita com sua mão. Os suspiros e gemidos dela eram as provas que ele precisava que estava fazendo algo certo.

-Oh... minha... Deu... sa. -ela ofegou quanto ele finalmente chegou na junção entre as pernas dela.

Ele lambeu e chupou e acariciou o doce paraíso entre as coxas dela. As pernas delas estremeciam e logo ambrosia tocava sua língua quando ela chegou ao orgasmo. Satisfeito, lambeu e limpou os vestígios dela em sua boca. Ele voltou a massagear e beijar e chupar sua pele até chegar aos seios, uma de suas mãos voltou para o pequeno monte de nervos que era o clitóris dela e estimulou até que ela estava ainda mais ofegante e gemendo em prazer.

-Você ainda pode me parar, Ginevra. -ele disse parando suas ministrações e olhando firme em seus olhos.

-Eu quero. -ela disse ofegante. -Eu quero, Harry.

Um suspiro saiu de seus lábios e ele encostou a testa dele na dela enquanto a penetrava com cuidado. Ela tensionou abaixo dele e ele a aguardou se acostumar. Quando ela moveu o quadril contra o dele, foi quando começou a mover-se contra a ruiva. Ele queria beijar seus lábios, mas era um acordo mútuo de nunca beijar, o que eles tinham era apenas sexo, apenas para sentir algum tipo de prazer em um mundo de dor. Contentou-se em beijar e mordiscar seu pescoço, orelha e ombros enquanto movia-se dentro e fora dela.

A segurou firme pelo quadril e a puxou levemente para cima enquanto ficava de joelhos, o novo angulo lhe deu um novo local dentro dela para tocar com seu membro e a fez estremecer chegando a um novo orgasmo. Gina trancou as pernas na cintura dele e ele a ajudou a subir sobre ele. Sentado sobre suas pernas ele a ajudou a encontrar um novo angulo e um novo ritmo, embora esse era relativamente mais calmo. Harry passou um braço pelas suas costas e a segurou, enquanto o outro a soltou e subiu a mão para tocar seu rosto corado, a ruiva tinha os olhos fechados e a boca levemente aberta, puxando o ar em goles rápidos e ofegantes.

Ele queria beijá-la tão mal. Deslizou o polegar pela boca dela e sentiu seu próprio orgasmo se construir em seu baixo ventre, quando ela deslizou a língua rosada pelo seu dedo e depois sugou e mordiscou a pele da digital. Mas o que o levou a borda foram seus olhos, quando ela o abriu. Fogo, paixão, calor, brilhavam nos orbes castanhos claro. Ele a deitou na cama e suavizou mais o ritmo, retardando seu próprio prazer. Ele iria adorá-la, fazê-la sentir mais prazer do que nunca pensou ser possível, ele a faria se sentir única e perfeita.

Então ele a adorou, tocando cada pedaço de pele, beijando cada cicatriz e dizendo o quão maravilhosa e linda ela era, seu próprio prazer já não importava, o que ele queria era fazer alguém se sentir bem, ele queria fazer ela se sentir bem. Ela estremeceu mais duas vezes em seus braços até que ele perdeu a batalha contra seu próprio corpo e dessa vez ele sentia o orgasmo vir mais forte, intenso, foi quando ele quebrou a regra número um. Ele olhou dentro dos olhos dela e sentiu algo em seu peito, algo maior e mais forte, intenso e poderoso, algo que nunca tinha sentido antes, então... Ele a beijou.

Foi como fogo explodindo em seu peito e se espalhando para suas extremidades, seus pelos se eriçaram, seus estômago parecia repleto de borboletas, então ele finalmente explodiu sua semente dentro dela, enquanto ele sentia as pernas dela estremecerem novamente, indicando um novo orgasmo. O beijo continuou desesperado e exigente, línguas guerreando pelo domínios, dentes arranhando lábios, as mãos dele a apertavam contra o corpo dele, as dela travadas em seus cabelos o puxando contra ela.

Ele sentiu como se estivesse em uma despedida e aquilo só o fez mais desesperado e necessitado dela. Naquela noite ele a adorou mais duas vezes e adormeceram abraçados. Quando acordou no dia seguinte, seu peito apertou a ver a cama vazia e ela em nenhum lugar da barraca. Um bilhete sobre a mesa dizia que Hannah tinha entrado em trabalho de parto depois do ataque e não estavam conseguindo tirar o bebê, ela tinha ido ajudar.

Arrumou tudo o mais breve possível e aparatou para o local onde ele sabia que Neville tinha levado a esposa, frio subiu sua espinha quando viu a fumaça subindo atrás da colina e a marca negra no céu.

-Não. -ele murmurou. -Gina, não.

Ele correu o mais rápido que suas pernas o levaram, mas parecia impossível cruzar a distância, seu coração batia descontrolado e frenético. Ele não podia perder ela, não agora que ele sabia, não agora que ele ia dizer a ela. Suas preces foram em vão quando ele viu Neville ao lado do corpo de sua esposa, que segurava um pequeno bebê ainda com o cordão umbilical ligado a ela e do de Gina. Suas pernas fraquejaram ao ver o corpo pálido e olhos arregalados.

Acordou em um pulo e olhou em volta de onde estava. Seu coração batia descompassado e suas mãos tremiam, o peito apertado e as lágrimas queimando seu caminho até seus olhos. Forçou a se levantar da cama no dormitório e foi para a Sala de Treino em seu malão ele ainda tinha duas horas antes do café da manhã.

H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/ G-H/G-H/G-H/G-H/G H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G

Luna aguardou enquanto Hannah terminou de colocar todo seu planejamento para a festa de noivado oficial e o começo dos preparativos para o casamento sobre a mesa da biblioteca. A lufa-lufa estava pirando com as bodas se aproximando, ela queria que tudo fosse perfeito e inesquecível, por isso o patrono da futura senhora Longbottom a tinha acordado as cinco da manhã para as duas se encontrarem na biblioteca.

Com um suspiro alto ela tirou seu trabalho de astronomia da bolsa ela ainda tinha dez centímetros para terminar e ela queria fazer isso antes da primeira tarefa do torneio. Ela só queria saber onde estava Gina que ainda não tinha chegado até a biblioteca.

H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/ G-H/G-H/G-H/G-H/G H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G

Ela balançou o corpo no ritmo da música. Um dos soldados da resistência tinha conseguido um aparelho de som trouxa funcionando e alguns CD's de diversos tipos de músicas. Era a festa de aniversário conjunta deles, coincidentemente, aquele caiu no vigésimo sétimo aniversário de Gina, todos dançavam com seus amigos, amantes ou até mesmo simples conhecidos de armas, alguns duendes, elfos-domésticos e outras criaturas aliadas a causa também estavam ali.

Girou para ir em direção a mesa de bebidas e acabou encontrando o corpo de Harry logo atrás do dela. Depois de tudo o que tinha acontecido entre eles e, principalmente, com ela, ambos estavam finalmente entrando em uma situação de amizade mais branda. Ela notou com agrado, que ele estava mais forte do que a última vez que o vira. Não tinha sido muito agradável, ela tinha o encontrado transando com uma prostituta trouxa em um dos esconderijos, na época a mulher era um dos contatos dele e a ruiva tinha particularmente desejado que era ela gritando de prazer contra o corpo do moreno.

-Você está bem? - ele perguntou preocupado, tocando suave no braço dela, ela piscou lentamente e respirou fundo. -Acho melhor eu levar você até o alojamento. -ele disse e a guiou pelos túneis dos duendes.

Eles chegaram até os alojamentos, ele a guiou até a porta do quarto dela, foi impensado e impulsivo, mas ela queria por muito tempo saber o que era prazer e todas as amantes que Harry tivera pareciam desfrutar de um bom tempo quando na cama dele, assim, quando ele virou as costas para sair ela pegou a mão dele e o puxou suavemente para seu quarto, No início ele estava confuso, mas logo a compreensão brilhou em seus olhos. A ruiva viu quando ele acenou com a varinha e a porta brilhou com feitiços de privacidade.

Respirando fundo ela começou a tirar suas roupas na frente dele, nenhuma palavra estava sendo dita e nem pareciam ser necessárias. Harry avançou em sua direção e deslizou a ponta dos dedos suavemente pelas cicatrizes dela, mas ele não parecia enojado ou com repulsa, era o contrário, ele parecia achar suas marcas as coisas mais sexy a sua frente. Ele tirou as roupas enquanto ambos andavam direção a cama dela, seus calçados simplesmente banidos. Gina olhou fixamente nos olhos dele enquanto ele pairava sobre ela, uma das mãos dele serpenteava pelo seu corpo em direção mais ao sul.

Seus gemidos e suspiros preencheu o quarto enquanto ele trabalhava nela com seus dedos maravilhosos, Ele esperou ela se acalmar quando ela atingiu seu primeiro orgasmo e depois se colocou entre as pernas dela. Harry abaixou o rosto rosto.

-Me diga se quiser parar Ginevra. -ele disse no ouvido dela e uma nova onda de prazer a invadiu.

-Eu quero, por favor, eu preciso sentir algo diferente da dor. -ela disse e ele beijou seu pescoço enquanto entrava nela lentamente.

Ela sentiu quando o membro dele deslizou para dentro dela suavemente, ela sentiu suas paredes internas se alargarem para o acomodar, ela estava feliz que ele parou e esperou ela se adaptar a sensação. Ambos respiraram pesadamente, testa colocada a testa, olhos marrons presos nos verdes. Ela prendeu as pernas em volta da cintura dele e sentiu quando a penetração aprofundou mais um poucos.

-Por favor. -ela pediu movendo o quadril na direção dele.

Harry começou a mover lentamente, sempre olhando-a nos olhos e impedindo seu corpo de ser esmagado com o peso dele.

-Mais... rá...pi...do. -ela ofegou e jogou a cabeça para trás quando ele começou a mover-se mais rápido e forte, mas não de uma forma bruta, era prazerosa. Ela gemeu alto quando sentiu a língua dele lamber e a boca dele chupar seu seio.

Mais rápido e mais forte eles se moveram, até que alcançaram seu ápice uma e outra vez. Eles transaram mais algumas vezes, sempre forte e rápido, ela o montou e o manteve a sua mercê a maioria das vezes, não que ele pareceu reclamar.

Gina acordou realmente contrariada quando o patrono de Hannah interrompeu seu sono, suspirou e foi se preparar para encontrar a futura-novamente-senhora Longbottom. Algum tempo depois ela estava olhando no espelho com cautela enquanto coloria mexa por mexa de seu cabelo. De certa forma ela tinha sentido falta dos fios roxos e negros em seu cabelo, era uma representação dos três tipos de chamas que ela já tinha lidado durante a guerra, mas agora era apenas para fins de vaidade. Passou a ponta da varinha pela última mexa e sorriu passando os dedos pelos fios coloridos. Verificou o uniforme novamente e deixou o colar da promessa bem a mostra e saiu para encontrar duas de suas amigas na biblioteca.

H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/ G-H/G-H/G-H/G-H/G H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G

Narcisa Malfoy olhou para o corpo inerte de seu marido. Os curandeiro tinham dado a poção do morto-vivo para todos que estavam atados com as cordas negras, até agora não havia nada que pudessem fazer para tirar as malditas coisas sem causar a morte de alguém. O filho de um dos conhecidos do seu marido, que também tinha sido vítima da mente torcida que os aprisionou daquela forma, tinha contratado os serviços dos Mestres Quebradores de Maldição de Gringotes. As cordas tinham piscado e desaparecido, e quando todos achavam que tinham encontrado uma forma de livrar os bruxos, a corda tinha voltado não mais do que dois minutos depois e cortado o corpo como uma faca quente cortando manteiga.

Ela viu a marca negra no braço do seu marido ficar mais cinzenta e estremeu pensando no que aquilo poderia significar. A enfermeira chegou para dar as poções de nutrição e torceu o nariz ao ver a marca no braço esquerdo de Lucius Malfoy. Narcisa segurou a língua para não dizer algo para a mulher que poderia facilmente matar seu marido durante o sono, literalmente. Mais uma vez ela amaldiçoou seu marido ter se sujeitado a receber aquele simbolo como mero gado, escravo, marcado.

H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/ G-H/G-H/G-H/G-H/G H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G

Os dias pareciam ter voado e logo Harry estava se vendo diante da tenda para a primeira tarefa do torneio. Naquela manhã ele e Gina tinham pulado todas as aulas e se trancado na Sala Precisa para ter um bom tempo de fazer fora, onde a única barreira que estava realmente impedindo o ato total era a calcinha de Gina que ambos combinaram que iria permanecer no local por algum tempo.

Muita tesão tinha que ser queimada principalmente para Gina não causar meio estádio ir pelos ares. O grifinório amaldiçoou sua sorte quando mais vez ele pegou o Rabo-Córneo-Húngaro e olhou para o campeão de Lufa-Lufa, Diggory acenou agradecido. Harry o tinha avisado depois do jantar no mesmo dia de quando ele falado com Hagrid.

Sentou em posição de lótus no chão e começou um exercício de respiração. Um a um seus adversário foram para a tarefa, quando chegou a sua vez, ele se levantou de sua posição e entrou na arena. Ele realmente esperava que os livros que ele tinha lido na biblioteca da casa em Zíngaro estavam corretas e atualizadas, ele orou para sua tentativa dar certo quando ele deixou ambas as mãos totalmente abertas e afastadas de seu corpo, mas abaixo da linha da sua cintura.

O dragão fêmea rugiu e soltou uma alta labareda de fogo ao lado dele e por cima dele, mas nunca o atingindo, mas as pessoas ao redor do estádio gritaram horrorizadas, para logo depois suspirarem surpresas por ele estar intacto. Primeiro tiro de alerta, ele pensou.

O moreno prendeu os olhos verdes nos amarelados animalescos e viu mais do que selvageria ali, ele viu conhecimento e consciência escondido atrás da fúria.

Lentamente ele caminhou para sua frente mas procurando manter suas mãos e olhos sempre de frente para o dragão fêmea. Ele podia ouvir Bagman comentando o que ele fazia e perguntando se alguém sabia o que ele estava fazendo, alguns alunos estavam zombando dele, mas Harry procurou ignorar e se ajoelhou na terra quando o animal sentou em suas pernas traseiras e o olhou com atenção. Ele quase sorriu quando sentiu a magia o envolver enquanto o animal parecia fazer sua própria legilimência. Quando o animal finalmente se abaixou sobre todas as quatro patas ele quase sorriu. O mais suave possível ele se aproximou do animal e o dragão milagrosamente permitiu que ele tocasse sua cabeça entre os grandes olhos. Harry quase podia ouvir os queixos dos espectadores caindo.

Quase como uma mistura entre telepatia e empatia, ele tentou mostrar ao dragão o que ele de fato queria e o motivo. Ele podia, de alguma forma, sentir a permissão e curiosidade do animal passando por ele. Com um aceno suave de cabeça, Harry andou até o ninho e pegou o ovo falso e levou até o animal que o cheirou e novamente o moreno sentiu os sentimentos do animal, era desagrado e permissão para levar o objeto para longe. Com uma despedida silenciosa ele saiu da arena silenciosa.

H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/ G-H/G-H/G-H/G-H/G H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G-H/G

N.A: Desculpem pela demora povo lindo do meu coração! Mas enfim, está atualizado e espero que tenham gostado, vou responder as reviews noutro momento. Mas continuem comentando. Bjs.